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Aguilhoar publica número 2 do «Vozes Livres»
Agosto 25th, 2006Anuncia a próxima abertura de um centro social na Límia
O segundo número do «Vozes Livres», porta-voz oficial da associaçom limiã Aguilhoar veio à tona com nova informaçom, quer das actividades realizadas durantes os últimos meses por essa plataforma juvenil, quer dos objectivos futuros, entre os quais a abertura de um centro social fica em destaque.
Com efeito, de Aguilhoar defendem a necessidade de «dar mais um passo» criando um espaço físico que permita o desenvolvimento e dinamizaçom social e cultural na comarca, servindo como «guarda-chuvas contra a espanholizaçom da nossa cultura e lazer».
Por outro lado, as páginas do «Vozes Livres» também ecoam uma alargada reportagem da bem sucedida «I Ediçom do Festival da Mocidade», que teve lugar em Vilar de Santos no passado dia 18. Por palavras dos seus responsáveis, o festival «tentará assentar-se como data de referência para o reintegracionismo».
Aliás, informações acerca das diferentes actividades da associaçom nestes últimos seis meses, como o «I Curso de Língua», as «III Jornadas da Língua» -que este ano tratárom as variedades mais arcaizantes da nossa língua, os falares do Norte de Portugal e o seu continuum linguístico na Baixa Límia- enchem de conteúdos as 20 páginas da publicaçom.
Ainda, o «Vozes Livres» informa dos primeiros roteiros organizados pola comarca, publica um interessante artigo intitulado «A estandarizaçom do galego», da autoria de Borja Colmenero, e reproduz umha entrevista feita polo PGL na série AGAL e Futuro a um dos membros do grupo da Límia.
Descarga:
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=3113
Antes de mais, parabéns da Aguilhoar
Agosto 24th, 2006Por André Tabuada Casteleiro
Sim, caros, devemos parabenizar-nos todos, depois do sucesso do Festival da Mocidade, que na sua primeira edição foi quem de ultrapassar qualquer impedimento e dar com a chave para passar uma boa tarde (e uma boa noite).
Da Aguilhoar, tínhamos claro que o festival se devia, antes de mais, à vontade exprimida por todos aqueles que purraram dele. Vimos como não estávamos sozinhos: o pessoal que atendia no balcão, Miguel, José e Vitória; o apoio incontornável do pessoal da Esmorga, obrigad@s car@s; a AGAL, particularmente o Barbosa, o Fernando, o Vítor, o Bernardo, o Isaac, a Manuela, tantos outros... a comunidade virtual que deu em aparecer por aí (Heitor, vá surpresa) e a que já lá é companhia afortunadamente habitual, Paulo Rubem, Leonor, sois imensos pá!!
Os grupos, vindos d’Acrunha (Zumbido) Vigo (A Vaga Banda) e Ourense (Ghreska) que jeito para a festa!! Cumpriram, apesar de que o céu, que nos tirou o fume, queria também agora tirar-nos esta juntança, preste também à poesia do Artur, da Concha, da Belém, o Barbosa, o Corral (dalgum jeito presente) e do meu caro vizinho José Manuel Feijó, quem musicou, com o seu colega José, uns poeminhas maravilhosos; obrigadinhos também aos gaiteiros que amenizaram durante horas, embora tivessem de ir embora, quando já os queríamos achar em falta.
Não podemos esquecer o pessoal do Pórtico (Diego obrigadíssimos) e do Tremedoiro (o Farinhas, que aí está para o que precisemos) de Ginzo, a nossa caríssima vizinhança, que respondeu, sabíamos no entanto que Vilar de Santos ia estar presente, mas nem esperávamos que nos tivessem de obrigar a exigirmo-nos ainda mais para próximas edições... Hoje ainda longe, mas logo há-de estar pertinho o dia de todos voltar-nos a encontrar.
A Aguilhoar-Centro Social d’A Límia, terá para já como referência esta data inesquecível de 18 de Agosto. Mais uma vez Obrigad@s.














