Por André Tabuada Casteleiro
Sim, caros, devemos parabenizar-nos todos, depois do sucesso do Festival da Mocidade, que na sua primeira edição foi quem de ultrapassar qualquer impedimento e dar com a chave para passar uma boa tarde (e uma boa noite).
Da Aguilhoar, tínhamos claro que o festival se devia, antes de mais, à vontade exprimida por todos aqueles que purraram dele. Vimos como não estávamos sozinhos: o pessoal que atendia no balcão, Miguel, José e Vitória; o apoio incontornável do pessoal da Esmorga, obrigad@s car@s; a AGAL, particularmente o Barbosa, o Fernando, o Vítor, o Bernardo, o Isaac, a Manuela, tantos outros... a comunidade virtual que deu em aparecer por aí (Heitor, vá surpresa) e a que já lá é companhia afortunadamente habitual, Paulo Rubem, Leonor, sois imensos pá!!
Os grupos, vindos d’Acrunha (Zumbido) Vigo (A Vaga Banda) e Ourense (Ghreska) que jeito para a festa!! Cumpriram, apesar de que o céu, que nos tirou o fume, queria também agora tirar-nos esta juntança, preste também à poesia do Artur, da Concha, da Belém, o Barbosa, o Corral (dalgum jeito presente) e do meu caro vizinho José Manuel Feijó, quem musicou, com o seu colega José, uns poeminhas maravilhosos; obrigadinhos também aos gaiteiros que amenizaram durante horas, embora tivessem de ir embora, quando já os queríamos achar em falta.
Não podemos esquecer o pessoal do Pórtico (Diego obrigadíssimos) e do Tremedoiro (o Farinhas, que aí está para o que precisemos) de Ginzo, a nossa caríssima vizinhança, que respondeu, sabíamos no entanto que Vilar de Santos ia estar presente, mas nem esperávamos que nos tivessem de obrigar a exigirmo-nos ainda mais para próximas edições... Hoje ainda longe, mas logo há-de estar pertinho o dia de todos voltar-nos a encontrar.
A Aguilhoar-Centro Social d’A Límia, terá para já como referência esta data inesquecível de 18 de Agosto. Mais uma vez Obrigad@s.





Escrito às 16:45:27 nas castegorias: Eventos, Festival Mocidade
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