Conferência sobre a guerrilha antifranquista pôs em causa a focagem tradicional com que se tem encarado; Antom Santos refletiu: muito se tem falado, mas pouco na verdade "sabido"
O Pessoal ficou muito satisfeito com a palestra do historiador Antom Santos, colaborador do Vozes Livres e ainda membro do Novas da Galiza, o compostelano fez causa de esclarecer como a Guerrilha distorceu amiúde as políticas de um regime que só abandonou o Estado de Guerra em 49, e que encarou como política, uma questão, que no nosso país, questionava a tradicional passividade com que se tinha avaliado o povo galego; Da defensiva "Federación de Guerrillas", surgida em Vale de Orras e o Bierzo, passou-se para o mais ofensivo "Ejército Guerrillero", foi entretanto, crescendo a influência d'O Partido (PCE) e crescendo a implicação do status quo internacional, só quando Os Aliados, aceitaram Franco, a Guerrilha esmoreceu, por sua vez, o governo fascista criava as Contrapartidas (Os Atracadores que também chamavam), homens recrutados pelo regime que faziam labor de bandidagem, disfarçados da Guerrilha, fazendo com que o povo, os identificasse como os "maus", mas as cifras estão ai, vá um exemplo, até 5400 enlaces foram aprisionados pelo regime, houve pouquíssimas desserções, e eram até muito freqüentes, os casos de colaboração das pessoas do comum, fazendo com que lugares inteiros conivessem as ações da Guerrilha.
A Festa Brasileira superlotou o local
De Carlinhos Brown, ao Toquinho, passando-se pela Maria Bethânia ou o Caetano, a bandeira da Ordem e o Progresso sobre o balcão e as caipirinhas a triunfarem entre o pessoal, eis as chaves que informam o indubitável sucesso do gigante da nossa língua.
Escrito às 17:20:05 nas castegorias: Eventos
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