
Programa de actividades no Centro Social Aguilhoar:
1.-Quinta-feira, dia 1 de novembro, a partir das 19h30 projecçom dos documentários “Fronteiras” e “Línguas Cruzadas” e a continuaçom terá lugar um colóquio.
2.-Sexta-Feira, dia 2 de novembro, a partir das 22h30 Grande Campeonato de Matraquilhos, com um prémio de 50 euros para o ganhador (3 euros inscriçom por parelha).
3.-Sábado, dia 3 de novembro, a partir das 20h30 Ceia com comida caseira aberta a todos os que quigerem acodir (telefone para interessados 699428686 ou no nosso e-mail) e ao rematar umha grande foliada.
Escrito às 21:09:40 nas castegorias: Eventos
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Graças ao labor do companheiro da AGAL, Miguel Penas, os centros sociais da Galiza contam com mais uma ferramenta para se tornarem visíveis aos cidadãos
Através da tecnologia fornecida pela Google Maps, além de os demais centros sociais que operam no país, o nosso Centro Social,Aguilhoar é também referenciado.Respeitante a isto vimos de colocar na margem direita do nosso blogue um mapa que embora a escassa nitidez (lembremos Ginzo ainda não aparece fotografado nesta ferramenta da Google) ao clicardes nele levar-vos-á para a localização geográfica do nosso centro social na Galiza.
Por sua vez, vimos de incluir a ligação de o último centro social que apareceu na Galiza, o Mádia Leva ao qual agradecemos mais uma vez a sua presença no Festival e o acolhimento a algum dos nossos associados nos eventos que se seguiram no Sam Froilám.
Escrito às 14:12:04 nas castegorias: Centro Social
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A passada quinta-feira, 11 de Outubro, Dia da Galiza Combatente moças e moços do Centro Social Aguilhoar colárom por toda a vila de Ginzo o segundo Bando da Mocidade, após o sucesso do primeiro deles lá polo 6 de dezembro do ano passado. Nele a mocidade independentista da comarca pede ao concelho a cancelaçom do Dia da Hispanidade e a adesom aos actos do Dia da Galiza Combatente voltados para as luitas em defesa do monte em mao comum cujo acto central se desenvolveu em Maçaricos (Costa da Morte) o sábado 13.

Ao dia seguinte, na sexta-feira, teve lugar no próprio Centro Social Aguilhoar a projecçom do documentário “O monte é nosso” no qual se analisam umha série de agressons contra a propriedade comunal na Galiza que explicam em boa medida a situaçom actual de abandono do monte galego, o uso abusivo da reflorestaçom e as brutais vagas de fogos bem como o desapreço cada vez mais generalizado polo monte .À projecçom assistírom um nutrido grupo de moç@s que umha vez finalizada debatérom largamente por volta da questom, centrando as linhas de debate na defesa do nosso meio, ligando as luitas dos montes em mao comum com as actuais apropriações do monte com centos de eólicos por todo o País. Também se destacou a propRiedade comunal e a sua gestom como umha característica genuína do nosso povo e como umha verdadeira experiência de democracia directa através de assembleias populares.

Já pola noite várias moças e moços da comarca colocárom, ao igual que noutros pontos do país, WC's com a fotografia dos Bourbons e na qual se podia ler “mija por eles e di-lhes que chove”, na principal rua de Ginzo (na zona dos vinhos) para deixar bem claro que a mocidade mais ciente da nossa comarca também nom queremos a monarquia espanhola.
Escrito às 19:53:49 nas castegorias: Eventos
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O ex-ministro da administração interna espanhol, Jaime Mayor Oreja vem de declarar no jornal La Voz de Galicia que "o franquismo foi uma época de extraordinária "placidez" para muita gente" e portanto "não sinto a necessidade de condenar o franquismo".
O Franquismo um dos períodos mais sinistros na história da Galiza e dos demais povos que habitam a península, mesmo para uma alta percentagem de compatriotas de Mayor Oreja; resultou numa época nem só não condenável energicamente mas "plácida" para muita gente (é claro que para quem)
Uma ordem a estabelecida polo Franquismo baseada numa só "Espanha", a da vitória e que anulou via repressão, via assassínios, via exílio, à "outra Espanha" e por sinal, aos demais povos do Estado, que viram, assomade, proibidos os mais elementares exercícios de dignidade colectiva (o uso da língua, qualquer instituição própria ou a defesa da cultura própria).
As declarações do político de extrema-direita demarcam-se numa ofensiva espanholista de maior alcanço: No nosso país vemo-lo através da maciça turistificação que sofremos hoje como já sofreram regiões andaluzas ou do Pais Valencià e que repercutiram na perda das suas próprias senhas identitárias bem como num impacte ambiental incontornável; sempre em prol do interesse capitalístico espanhol e as necessidades da "clase media española" é que o nosso país sofre um contínuo ataque às suas senhas básicas de identidade, uma delas o idioma.
O idioma, o galego, conforme um relatório da RAG recentemente filtrado aos média (a maciça maioria dos média são cúmplices no que virei a dizer) apenas 2 em 10 crianças no nosso país são ensinados desde o berço em galego; enquanto a cifra deveria enruivar antes de mais à própria instituição que promoveu o relatório, a RAG, o mesmo partido, o PP, que empolga as reivindicações da extrema-direita ("AGLI, Tan gallego como el gallego"...) diz amar a nossa língua, mas que está mau mamá-la desde o mais elemental ensino, refiro-me às galescolas que longe de serem um oásis frente ao bilinguismo des-harmónico que promoveu o fraguismo, não prevém a hipótese de os mestres serem galego-falantes, nem haverá qualquer inspecção linguística por forma a garantir o uso do idioma, tudo isto desvendado polo jornalista Alonso Vidal, no nº 58 do NOVAS DA GALIZA.
Fora do nosso país, no tribunal de excepção espanhol, a "Audiencia Nacional" os fiscais do Estado pedem anos de cárcere, para os movimentos populares catalães que criticaram a visita bourbónica a Girona (lembremos que nos EUA!! não está punido queimar bandeiras).
Por sua vez sob a direcção intelectual (as esquerdas oficiais espanholas há tempo perderam a sua capacidade crítica, vejam lá Llamazares) da extrema-direita mediática e com o visto-e-prace do governo espanhol, numa clara politização dos critérios jurídicos, 24 já, membros do partido político Batasuna foram prendidos pola polícia espanhola em Euskal Herria, a ertzaintza e postos ao dispor da Audiencia Nacional. Enquanto isto, os média espanhóis estão a ser unânimes no aplauso a esta medida de força arbitrária e que lesa se não quiserem admitir direitos colectivos, quanto menos individuais.
Escrito às 14:30:34 nas castegorias: Novas
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A Assembleia da Mocidade Independentista (AMI) tem agendada no Centro Social Aguilhoar a projecçom do documentário "O monte é nosso" o próximo 12 de outubro às 20h00, no contexto da comemoração do Dia da Galiza Combatente, que neste ano essa organização tem voltada para homenagear as lutas em defesa do monte comunal galego.
Para já, colocamos aqui um par de parágrafos através dos quais essa organização independentista pretende explicar as razões pelas quais este ano recorda o monte comunal e todas as lutas que se têm realizado na sua defesa:
«Desde o primeiro terço do século XIX, o evoluir capitalista do reino da Espanha trai a constituiçom do moderno estado espanhol (centralizaçom e afortalamento do estado a costa do velho sistema feudal, apariçom da divissom territorial actual, baseada nos concelhos e comarcas,…)
Aqui começa umha série de agressões contra a propriedade comunal na Galiza, de origem germánica, que explicam em boa medida a situaçom actual de abandono do monte galego, o uso abusivo na reforestaçom, as brutais vagas de fogos e o despreço cada vez mais geralizado polo monte, como mais umha mostra de auto-odio produto de décadas de repressom e colonialismo.»
Fonte: A terra é nossa. Dia da Galiza Combatente
Dossiê: «A Luita em Defensa do Monte Comunal»


Da Aguilhoar - Centro Social da Límia queremos fazer uma detida análise por volta da II edição do festival da Mocidade.
AGRADECIMENTOS
Antes disso dar os nossos agradecimentos a tod@s aquelas que apoiaram quer economicamente quer com a sua presença activa na sua organização e desenvolvimento esta segunda edição do Festival da Mocidade.
Foi notável a presença de centros sociais como A Esmorga, o Mádia Leva ou A Arrincadeira, notável também a participação de NOVAS DA GALIZA, Adiante ou AMI nos desenvolvimentos do Festival, bem como a AGAL, homenageiada no ano passado e este ano mais uma vez presente. Sem eles nem seria possível muit@s dos alvos marcados e apurados polo festival.
ACTOS


Um festival que apostava na combinação da reflexão e do lazer, da formação portanto e daquele aspeito mais lúdico, com o roteiro de manhá a denunciar as ultimas agressões que tem sofrido este nosso canto do país, com o obradoiro de percussão como forma de achegarmo-nos da música e a magnífica conferência "a quatro" apresentada polo nosso companheiro, Xavier Xil e tão-bem debruçada polo Antom Santos, militante independentista, membro do conselho de redacçom do NOVAS DA GALIZA, Xurxo Martins, membro do comité central da FPG e Carlos Taibo, professor de Ciência Política da Universidade Complutense de Madrid (Espanha), todos coincidiram em destacar a democracia radical que significa reivindicarmos o direito de autodeterminação para a Galiza, destacando o facto de este direito ter que começar a ser exercido pol@s galeg@s livremente, descontraindo-se da pressão mediática e fáctica da Espanha.
Pode-se escuitar na seguinte ligaçom:
http://www.agal-gz.org/blogues/index.php/alter-galiza/2007/09/30/p3463#more3463
CEIA E MÚSICAS



À seguir a conferência, o pessoal degustou uma ementa baseada em churrasco e salada de pasta e procedeu-se a escutar as músicas dos galegos Skárnio e Guezos e a banda portuguesa, Kumpania Algazarra. Até 500 pessoas se passaram por Vilar de Santos numa jornada que finalizou sob os acordes da banda Skárnio, já muito conhecidos entre nós, mas que mais uma vez fizeram com que a festa continuasse até perto das cinco da manhá.

Escrito às 20:26:15 nas castegorias: Associaçom, Festival Mocidade
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