A espanholista Maria San Gil fez paragem na faculdade de Económicas da USC para triste ironia falar sobre mulher e progresso. A destacada dirigente do P.P. foi recebida por uma trintena de estudantes da USC.
San Gil compareceu no prédio de Económicas fortemente custodiada por elementos de segurança privada e escoltas e foi recebida na entrada do prédio por estudantes, mormente, independentistas que protestavam contra a situação de excepção que o independentismo sofre nem só em Euskal Herria mas também noutras nações como a Galiza...diversas palavras de ordem denunciaram o processo de ilegalização de ideias e a vaga repressiva que o estado espanhol impulsiona e com o que San Gil parceira 100% os seus fins.
A liorta começou quando @s estudantes quiseram aproximar-se da política espanholista foi ai que a segurança que rodeava San Gil, começou a "responder", as espancadas apesar de virem de toda a parte, só produziram estas consequências: Linchagem mediática, um militante independentista detido hoje dia 15 pela manhá e sete identificados com Ameijeiras anunciando "pavoneando-se" de que haverá mais detidos...
Está convocada uma concentração de repulsa face a detenção na Praça do Pam, S. de Compostela, 20 hrs
Escrito às 15:37:31 nas castegorias: Novas
|
|

Manifesto GALIZA NOM SE VENDE
A nosa vida non se entende sen o territorio: sobre el temos a nosa vivenda, por el nos desprazamos, del tiramos alimento e enerxía, nel deitamos os nosos residuos, traballamos, pasamos o noso tempo de lecer… e facémolo desde hai séculos, nel está a nosa historia. O territorio que habitamos conta con paisaxes fermosas ou singulares e alberga, ademais, moitas outras formas de vida, acubilla biodiversidade. O territorio condiciona as nosas vidas, mais tamén temos unha cada vez maior capacidade de modificalo. Combinando desleixo e unha estrema ambición depredadora, levamos décadas destruíndoo e xustificámonos argumentando que é para xerar emprego, para nos desenvolver, para vivir mellor… Este uso insustentábel do territorio está destruír a paisaxe e o noso patrimonio cultural, está a empobrecer a biodiversidade, está a empeorar a nosa calidade de vida e a hipotecar a das xeracións futuras, para, como moito, enriquecer a unha minoría. Galiza perde poboación ao tempo que estende o seu solo artificializado. Urbanismo caótico, infraestruturas de transporte irracionais, piscifactorías, campos de golf, portos deportivos, encoros, parques eólicos indiscriminados, paseos marítimos e fluviais ríxidos, recheos, monocultivos de especies exóticas e invasoras, nulo respecto polas figuras de protección ambiental e os espazos naturais protexidos… teñen unha cousa en común: a inexistencia dun ordenamento territorial ecoloxicamente sustentábel e socialmente xusto. Estamos a atinxir un elevado nível de destrución do territorio, mais aínda temos capacidade para reaxir. Aínda é posíbel deseñar e desenvolver unha política de ordenamento territorial guiada pola sustentabilidade ecolóxica e a xustiza social: que respeite a paisaxe e o patrimonio, que nos permita convivir cunha rica biodiversidade, que mellore a nosa cualidade de vida sen hipotecar a das xeracións futuras. Sabemos que a xeración de emprego de cualidade, o aceso a unha vivenda digna e o gozo do noso tempo de lecer non é incompatíbel coa sustentabilidade, senón todo o contrario, e por iso demandamos un inmediato cambio de rumbo. Somos cada vez máis as organizacións e persoas que demandamos este cambio e traballamos por el desde diferentes ámbitos. Porque o mundo non está á venda e Galiza tampouco. Porque as persoas e o ambiente deben estar por riba do lucro. Porque é imprescindíbel deseñar e implementar xa un ordenamento territorial baseado na sustentabilidade ecolóxica e a xustiza social. Porque para isto é necesaria unha cidadanía forte e autoorganizada que sensibilice, presione e achegue alternativas. Terra viva e vida digna para tod@s!
Escrito às 23:03:04 nas castegorias: Movimentos Sociais
|
|

As moças e moços do C.S Aguilhoar lançam um novo número do seu vozeiro semestral no qual recolhem o mais importante da actividade desenvolvida nos últimos messes, no que podemos destacar palestras, cinema e documentários ou roteiros. Bem como um interessantíssimo artigo da autoria de ADEGA sobre umha das problemáticas mais importantes da Límia nos últimos tempos com a delaraçom de zona ZEPA e os intereses imobiliário do alcaide Ginzo Isaac Vila.
Aliás, inclui nas suas vinte páginas umha editorial sob o título “Três em um” na qual se marcam as linhas de acçom para os próximo messes nos que se cumpre o primeiro aniversário do centro social e já três de associaçom, também um artigo de André Casteleiro, sócio da Aguilhoar e membro do conselho de redaçom do Novas da Galiza, intitulado “A extrema-direita espanhola tal qual é” no que analisa ultimas ofensivas espanholista na Galiza e no Estado. E por último umha nova entrevista para conheçer o perfil dos associados.
Boa Leitura.
Escrito às 23:54:53 nas castegorias: Vozeiro
|
|

A associação espanholista enceta em Compostela um tour que levará as suas agressões ao nosso idioma por toda a Galiza. Da Aguilhoar dizemos BASTA!
Nada tem a dizer o "governinho" galego respeitante a esta organizaçom lingüicida?
Vamos aturar que o seu cinismo nos estoure nos ouvidos?
Vamos permitir que o património que representa o nosso idioma se veja ameaçado por estes exterminadores?
Da Aguilhoar fazemos um apelo para que @s galeg@s contestem como se merece ao espanholismo!
Escrito às 12:30:59 nas castegorias: Cultura
|
|