Arquivos para: Abril 2008

Manifesto "Trabalho na Terra"

29-04-2008

Manifesto "Trabalho na Terra" será difundido maciçamente pola Aguilhoar nos actos convocados em Ginzo com motivo do Dia do Internacionalismo Proletário, nomeadamento no concerto do 30 de abril na sala Clan, bem como nos dias seguintes entre a mocidade da comarca.

Centra-se na denúncia da precariedade laboral, o desemprego e futuro na Galiza, nomedamente em comarcas como a Límia. Também faz fincapé no recrutamente de dúzias de moços e moças todos os anos polos corpos repressivos do Estado como saída facil ante esta situaçom.

Escrito às 22:29:12 nas castegorias: Centro Social, Política
por aguilhoar Email , 93 palavras, 305 visualizaçons   Português (GZ)   Chuza!
Trabalho na Terra

22-04-2008

Sob a legenda "TRABALHO NA TERRA" Aguilhoar inicia o 30 de abril, com um concerto no pub Clan em Ginzo de Límia (Zona de Vinhos)do grupo ourensano LEITE DE NAI umha campanha contra a precariedade laboral na comarca que obriga a muitas moças e moços a emigrar na procura de trabalho.

Esta campanha desenvolverá-se durante várias semanas, nomeadamente em Ginzo, e girará em torno a dous eixos:

-Denuncia da precariedade laboral na comarca que obriga a mocidade a emigrar.

-Denuncia de saídas profissionais como Guarda Civil, Polícia ou militar às que se aferram dúzias de limia@s todos os anos ante a instabilidade laboral, sem ser conscientes do papel que desenvolvem estes corpos repressivos espanhóis.

FOTOS DO CONCERTO

Escrito às 20:31:30 nas castegorias: Política, Eventos
por aguilhoar Email , 127 palavras, 176 visualizaçons   Português (GZ)   Chuza!
DIA INTERNACIONAL DE APOIO AOS PRESOS E PRESAS POLÍTICAS

17-04-2008

MANIFESTO DO DIA INTERNACIONAL DE APOIO AOS PRESOS E PRESAS POLÍTICAS

Estamos no ano 2008 e segue a haver presos e presas políticas no mundo. Palestina, Euskal Herria, Colômbia, a Fortaleza Europeia, Israel, os Estados Unidos, Iraque, Galiza, os presos nesse território nom devolto às suas autoridades que é Guantánamo em Cuba, etc., seguem a marcar-nos desde os cárceres um caminho de luita e de compromisso de miles de mulheres e homes que estám presos por luitar.

Conflitos sociais, políticos, naçons oprimidas, a dominante lógica do dinheiro e da acumulaçom, a especulaçom, o asovalhamento, a destruçom, estám na origem das causas que levam milhons de seres humanos a pelejar no mundo. Pelejar por um mundo no que a lógica do capitalismo nom prime. Pelejar por um mundo no que a diversidade dos miles de povos que hoje o formam poda perdurar. Pelejar por um mundo onde o direito de Autodeterminaçom seja um direito reconhecido a todos os povos sem distinçom.

Neste 17 de Abril de 2008 devemos fazer especial fincapé na Europa. Umha Europa que segue tendo presas e presos políticos, em especial Espanha e França, onde centenas de presos e presas políticas vascas som dispersadas ao largo da geografia destes Estados, mas onde também há companheiros comunistas, corsos, galegos, cataláns e bretons; Itália, onde se acrescenta a perseguiçom dos movimentos antagonistas e se repremem os movimentos independentistas na Sardenha; Alemanha, onde se reabrem debates para alargar as condenas aos presos políticos, e em todos os países volvem ingressar em prisom sindicalistas, trabalhadores que luitam contra a Europa do Capital.

O cárcere de Belmarsh, os cárceres de isolamento na França, Espanha, Bélgica e Alemanha, mostram-nos às claras o alto prezo que os Estados querem fazer pagar a quem combatem contra os mesmos.

Devemos recordar também os cinco presos do Império, presos por luitar contra o terrorismo que EEUU exerce contra Cuba; recordar aos presos portorriquenhos, a Leonard Peltier e Mummia Abbu Jamal; recordar a Simón Trinidad e a Sonia, presos colombianos nos EEUU; aos presos políticos peruanos, aos mapuches, aos colombianos presos polo governo genocida de Álvaro Uribe; aos presos políticos palestinianos, verdadeiros sujeitos na linha da frente contra o saqueio sionista e imperialista nos países de Oriente Meio; ao valeroso povo iraquiano que segue a pelejar contra a brutal agressom imperialista. Aos presos turcos que seguem a pelejar contra os módulos de isolamento.

Neste dia, a nossa lembrança e os nossos coraçons estám também, principalmente, como cidadáns e cidadás que somos dum País espoliado e ocupado, com os presos independentistas galegos Sánti Vigo, José Manuel Sanches, Giana Gomes e Ugio Caamanho, todos eles presos, classificados como internos que devem suportar um controlo penitenciário especial e permanente, dispersados ilegalmente a centos de quilómetros da Galiza e submetidos a todo tipo de arbitrariedades que procuram minar e destruir a sua moral e compromisso de luitadores.

Neste dia os nossos pensamentos e os nossos coraçons estám, também, com os dezasete galegos e galegas antifascistas e comunistas actualmente encarcerados e encarceradas nas prisons espanholas por denunciar e combater esta democracia de tricórnios, especuladores e jornalistas que escrevem ao diktat de quem lhes pagam. Dezasete comunistas e antifascistas galegos aos que recordamos neste 17 de Abril.

Correm tempos de repressom, de apretar as porcas aos e às que luitamos, de perseguiçom selectiva e contundente, de sumários secretos e Audiencias Nacionales, de magistrados especiais que equiparam independentismo e terrorismo, de criminalizaçom de toda dissidência real, de medo a falar e a dizer. Mas, com todas as diferenças que quigermos, com toda a diversidade que podemos detectar dum tempo para o outro, sempre foi assi. Sempre luitar tivo o seu prezo, e esse é o prezo que nos mostramos dispostos e dispostas a pagar os companheiros e companheiras que luitamos e pelejamos no mundo por cambiar este mundo capitalista de destruçom por outro distinto.

É por isso que este 17 de Abril o devemos aproveitar para reivindicar o estátus de preso político para todas aquelas companheiras e companheiros que a dia de hoje cumprem distintas condenas impostas polos juízes esbirros do capital, os juízes da servilheta, os juízes estrela... E para reclamar condiçons democráticas e justiça social para os nossos povos em luita.
Animamos-vos a convocar concentraçons, manifestaçons e todo tipo de actos reivindicativos por volta deste dia, que há ser um dia de luita, baseado na luita local mas engadindo-lhe neste dia tam singular umha referência ao internacional, porque nom pelejamos sós.

Um forte abraço a todos esses homes e essas mulheres, que vivem entre quatro paredes, entre muros de arámio. Um grande abraço solidário e o compromisso desde fora para seguir trabalhando e apoiando a sua luita.

VIVAM @S PRES@S INDEPENDENTISTAS GALEG@S!
VIVAM @S PRES@S POLÍTIC@S NO MUNDO!

Na Terra, em 17 de Abril de 2008
Dia Internacional de apoio aos Presos e Presas Políticas

Escrito às 11:05:40 nas castegorias: Novas
por aguilhoar Email , 870 palavras, 195 visualizaçons   Português (GZ)   Chuza!

    Solidariedade coas presas e presos políticos galegos

    PRESaS
    Aguilhoar.5 anos luitando!

    Nasce em 2005 como fruito das inquedanças da mocidade limiá mais consciente e da necessidade de criarmos um espaço onde topar um jeito distinto de formular a política, em sentido amplo, como um processo que envolve todos os aspectos da vida. Um espaço de libertaçom integral, umha posta em valor do nosso recuperando o que nos identifica como País.
    Dotamo-nos dum Centro Social, para os protagonistas sermos nós próprios, para a soberania ser construída de abaixo para cima, para criar espaços abertos de debate, convívio e discussom. Contacto: aguilhoar@hotmail.com

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    A Tiradoura - Reboredo (Cangas)
    A Treu - Corunha
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