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NA GALIZA EM GALEGO: 8 de fevereiro, tod@s a Compostela!!

29-01-2009

O próximo domingo, dia 8 de fevereiro, o colectivo espanholista "Galicia bilingue" tem convocada umha manifestaçom em Compostela sob a legenda “Galicia es bilingüe. Quiero libertad para elegir", mais umha maniobra para acabar com a nossa língua, o galego.

Da Aguilhoar queremos dizer bem alto e claro que nós queremos liberdade mas liberdade para poder viver em galego, para poder desenvolver plenamente a nossa vida na nossa língua, cousa muito dificil na maioria das cidades e vilas da Galiza, pois é o galego a língua ameaçada de morte.

Nom vamos permitir que sob a legenda da suposta liberdade de eleiçom se tergiverse a realidade, já que a única imposiçom que existe é a do espanhol, língua cujo conhecimento é obrigatório, pola "sacro-santa" constituiçom espanhola e impresicindível para ser um "bom" cidadao. Aliás, fica bem claro que se as e os galegos tivermos verdadeira liberdade para eleger, escolheriamos a nossa, o galego.

Fazemos, pois, um chamamento a todas e todos para acodir o dia 8 de fevereiro a Compostela para monstrar o nosso rejeitemento a quem quer acabar com a nossa língua.

NA GALIZA EM GALEGO!!

Escrito às 16:56:27 nas castegorias: Associaçom
por aguilhoar Email , 196 palavras, 535 visualizaçons   Português (GZ)   Chuza!
Escolas desportivas, umha aposta necessária

15-01-2009

Publicamos artigo originario do jornal Novas da Galiza escrito polo sócio da Aguilhoar Rubém C. Ferreiro no qual nos reflicte a necessidade da criaçom de escolas desportivas como instrumento de socializaçomn de umha vida saudável e vedadeiramente galega.

RUBÉM C. FERREIRO / Dizemos que as escolas desportivas som umha aposta nom só necessária, mas também imprescindível para as pessoas que acreditamos na base social como eixo de trabalho, pois som umha alternativa real e factível para fazer frente à sociedade de cosumo que todo o invade desnaturalizando as identidades colectivas e, por outra banda, porque supom umha forma de relacionamento baseada na actividade física e no desfrute do nosso corpo.

O desporto, como outras muitas facetas da nossa vida, está perfeitamente desenhado e planificado para a sua mercantilizaçom ao serviço de grandes empresas que lhe tiram rendimento económico, deixando à margem todo aquilo que nom dá “frutos”. É pois, neste panorama, de onde o movimento popular galego e quem desfrutamos com o desporto temos que dar reposta.

Escolas desportivas para a mocidade
Umha escola desportiva, nom é mais do que umha escola em que se
adquire umha formaçom nom só desportiva, mas umha formaçom ampla e integral, que esperte e estimule o interesse pola actividade física nas moças e moços, umha forma mais de relacionar-se e desfrutar da nossa língua, cultura, etc., enfim, da nossa idiossincrasia como povo.

Assim a focagem nom será exclusivamente desportiva, pola contra, terá
umha visom mais ampla do desporto, onde os seus participantes recebem
(in)formaçom sobre saúde, alimentaçom, lazer alternativo... e todo aquilo que nos faga medrar como pessoas sás e com estímulos que estejam
longe do consumo e da satisfaçom imediata da sociedade actual.

Evidentemente, a participaçom nestas escola desportivas será totalmente
autónoma, com umha participaçom activa de pais e maes e, obviamente, aberta aos recém-chegados de outra latitudes como elemento integrador, de conhecimento e de respeito mútuo.

O objectivo destas escolas nom é fomentarem, em caso nenhum, um único desporto, mas o maior número de disciplinas, sempre que estas tiverem o interesse das e dos participantes, futsal, baloncesto, montanhismo,
piragüismo..., quer dizer, tanto desportos convencionais como desportos nom convencionais.

No que atinge ao funcionamento destas escolas desportivas, as chaves
som as que seguem: tratara-se de entidades autônomas cujo órgao de direcçom esteja formado por umha equipa técnica, coordenada por um educador físco, e na qual poderám participar as e os jovens que a integrarem e também os pais e maes que o desejarem, tomando as decisons de forma assemblear e consensuado por todos os membros, respeitando sempre os objectivos e funcionamento da escola.

Podemos, pois, concluir que a finalidade basica será, fomentar o desporto de base, afastado da competitividade e do mercantlismo que rodeia o desporto profissional actual, misturar desportos convencinais com os nom convencionais, socializar um lazer alternativo entre os e as jovens promovendo o desporto a partir de mha óptica galega como umha ferramenta mais de construçom nacional.

Neste último ponto a relaçom com as diferentes selecçons galegas é fulcral, porque ainda que nom podam competir a nível internacional, tenhem de ser o referente para quem goste da educaçom físca, organizando viagens para asistir aos seus jogos, bem como das diferentes equipas galegas, nomeadamente de futebol e, portanto, socializar o desporto galego.

Desporto de base e de competiçom
As escolas desportivas ajudarám a ver o desporto de competiçom com
outra vissom, a partir da seguinte reflexom; hoje em dia, acho que só
há umha forma de entendermos o desporto galego; como umha parte mais do património nacional de que nos podemos e devemos servir, tanto para formar-se como País, devido à grande importáncia do desporto como elemento de conscienciaçom nacional na actualidade, como para a formaçom de grandes atletas galegos.

A formaçom dos jovens galegos tem que começar desde crianças, aí é onde as escolas desportivas actuam, e esta formaçom tem que ter duas vertentes; a formaçom como atletas e a formaçom como galegos, sob umhas premissas mínimas, que os profissionais da formaçom do desporto galego estejam na base formando os jovens e nom na elite corrompidos, de que serve que um grande treinador seja quem dirige as grandes equipas se nom vai haver quem os abasteça de jovens atletas que fagam medrar o País.

Acho que para que isto acontecer deveriam mudar duas questons de
base; o desporto de elite, como é entendido hoje, deveria desaparecer
e apostar por um desporto profissional, mas nom um desporto mercantilizador que sirva para alienar a gente, mas um desporto onde
os atletas poidam viver do desporto como se de outro trabalho se tratasse.

Criaçom de umha liga nacional em todos os ámbitos do desporto onde só compitam galegos e que estas sejam as ligas de referência para todos e todas. Por outro lado, as pessoas que defendemos umha lei de selecçons galegas e podermos ver as e os nossos atletas competirem em eventos internacionais de carácter oficial representando a bandeira galega, temos que continuar a luitar porque estes importantes agentes nacionalizadores espalhem o sentimento galego também ao desporto, onde hoje tem um peso menor.

A gente diz habitualmente que na Galiza nom há jogadores de qualidade internacional, que umha selecçom galega faria o ridículo em eventos internacionais, ainda que pessoalmente creio que apesar da má política deportiva do nosso País há grandes atletas de nível internacional, mas esse nom é o problema, o problema real é que estes estám totalmente espanholizados e que os encargados da base dos grandes clubes galegos nom som os mais idóneos porque, nom tenme umha visom galega nem tenme intençom de formarem atletas.

Fran Vazquez, Borja Oubiña, David Cal…? Grandes atletas, mas mais ada. Valery Karpin, que acontece com o ciclismo galego? É umha vergonha, que um especulador sejá o impulsionador do ciclismo galego...e assim, poderia continuar a falar de casos que nom favorecem o desporto galego em nada, muito polo contrário.

Escrito às 18:46:07 nas castegorias: Vozeiro
por aguilhoar Email , 1041 palavras, 878 visualizaçons   Português (GZ)   Chuza!
A Aguilhoar com o povo palestiniano face a agressom fascista israelita

05-01-2009

Um povo sem memória, é-che um povo sem futuro que construír, apenas destrói, eis o que faz o estado que há 60 anos, substraiu grande parte da sua terra ao povo palestiniano sob a reacionária legenda do "povo eleito".

O cenário no qual nos colocamos após a invasom da Faixa de Gaza, nom tem nada a ver, com as "agressões" de Hamás, nem com qualquer umha outra "provocaçom", palestiniana. A medida de força do ultraarmado exército israelita atende para a necessidade de revelar um Estado forte de cara as previstas eleições legislativas deste ano 2009.

O bloco de poder, com o recém-criado Kadima à frente, tem demonstrado amiúde a sua hipocrisia, desmantelando assentamentos ilegais, e a um tempo, endurecendo o bloqueio na Faixa. Estes, junto aos trabalhistas, partido-pantasma e a mao dura do Likud, conformam umha frente que se tem vendido plenamente aos anseios do sionismo militante e que admite sem qualquer filtro muitas das reivindicações ultraortodoxas.

Muitas organizações internacionais têm admitido, que as eleições palestinianas contornam-se como eleições livres do ponto de vista democrático, nom tendo parangóm, com qualquer outro país árabe, mesmo com o ocupado Iraque, contodo, isso nom bastou para os israelitas, a Uniom Europeia (a outra face hipócrita do conflito) e os EUA, admitissem a rotunda vitória de Hamás e apoiaram-se no corrupto e possibilista Al-Fatah, para "reconduzir" a situaçom.

O certo, é que mais umha vez assistimos a umha luta de goliaths e gigantes, no que se nos permitem grotescos comentários como a da ministra Livni, dizendo que a situaçom humanitária de Gaza era mesmo ideal, enquanto os palestinianos só mais umha vez morrem.

Da Aguilhoar, mais umha vez, queremos exprimir a nossa solidariedade com o povo palestiniano e denunciamos a agressom israelita

Escrito às 12:49:30 nas castegorias: Política, Novas
por aguilhoar Email , 313 palavras, 408 visualizaçons   Português (GZ)   Chuza!

    Solidariedade coas presas e presos políticos galegos

    PRESaS
    Aguilhoar.5 anos luitando!

    Nasce em 2005 como fruito das inquedanças da mocidade limiá mais consciente e da necessidade de criarmos um espaço onde topar um jeito distinto de formular a política, em sentido amplo, como um processo que envolve todos os aspectos da vida. Um espaço de libertaçom integral, umha posta em valor do nosso recuperando o que nos identifica como País.
    Dotamo-nos dum Centro Social, para os protagonistas sermos nós próprios, para a soberania ser construída de abaixo para cima, para criar espaços abertos de debate, convívio e discussom. Contacto: aguilhoar@hotmail.com

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