Reproduzimos manifesto conjunto de organizaçons juvenis galegas (AMI, Briga e AGIR) e a juventude da esquerda abertzale que figérom público coincidindo com as eleiçons autonómicas

A juventude galega e basca necessitamos a independência!
O 1 de Março celebram-se as eleiçons nas Comunidades Autónomas galega e basca a maos das instituiçons autonómicas criadas para diluir as necessidades de liberdade dos nossos povos. Trinta anos depois as juventudes galega e basca fazemos um chamamento a defender o projecto da independência.
Nestes 30 anos condenárom-nos a viver baixo a dominaçom de España, neagando-nos em todo o momento os nossos direitos e obrigando-nos a ser espanholas/es mediante as suas estratégias de assimilaçom. Os marcos autonómicos chegárom ao seu fim, ainda que na sua criaçom quigérom-nos vender como umha alternativa que respondia às mesmas ánsias de liberdade que tínhamos agora, 30 anos depois, está claro que nom respondem aos nossos direitos senom às necessidades do Estado Espanhol e aos autonomistas. Aliados obedientes como o PNB ou BNG que ajudam a blindar as autonomias e acabar com a dissidência, para assim assegurar a continuaçom do franquismo disfarçado de democracia.
Todos estes anos de luita a favor da independência e o socialismo, defendendo os nossos direitos e construíndo os nossos projectos levárom-nos ao momento que hoje em dia estamos vivendo, onde os dous projectos (por um lado o da constituiçom espanhola e por outro o da independência) estám cara a cara.
Ainda que os estados abusárom das armas do poder nas suas estratégias aniquiladoras repressivas nom puiderom terminar connosco. A juventude soubo responder aos ataques e seguir na construcçom face outro modelo de vida. Ilegalizaçons, detençons, prisom, persecuçom e a discriminaçom sistemática que vive hoje em dia a juventude organizada é o exemplo do dano causado ao estado capitalista patriarcal ante o amago de aplicar o seu projecto.
A juventude necessita um cámbio, @s jovens queremos ser don@s dos nossos direitos, queremos construir umha sociedade diferente, que se sostenha sobre as necesidades da classe obreira e nom do capital, e trabalhamos com este objectivo.
Mostra disto som as iniciativas levadas a cabo pol@s jovens nas aldeias, bairros e colégios para denunciar a situaçom precária que vive a juventude. @s jovens queremos romper com o sitema capitalista patriarcal imposto, nom temos futuro com os que se enriquecem graças aos nossos direitos.
Nós nom temos nengumha dúvida de qual é a nossa opçom, e por isso continuaremos a luitar para conseguir a independência e o socialismo. Queremos um povo livre, ser don@s dos nossos direitos e respostar às necessidades e interesses do povo trabalhador. Por isso, temos que acabar com a constituiçom e reivindicar que nem Euskal Herria nem a Galiza som Espanha!
Nom nos imos deixar enganar polas mentiras dos autonomistas, polas meias verdades desses que só procuram silhons e poltronas e vendem os nossos povos polo dinheiro de Madrid. Temos que deixar claro que Euskal Herria e Galiza nom estám em venda e que a única alternativa que temos é a INDEPENDÊNCIA.
Escrito às 10:44:01 nas castegorias: Política
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Os 57 colectivos que conformam a rede Galiza Nom Se Vende convocam umha manifestaçom nacional em Compostela, o domingo dia 15 de fevereiro, que saira às 12h00 da Alameda sob o mote: GOVERNE QUEM GOVERNE GALIZA NOM SE VENDE
Da Aguilhoar mostramos o nosso apoio a mais um exercício de dignidade nacional contra a destruiçom do nosso território, por isso convocamos as e os limiaos para se manifestarem pola defesa da Terra no próximo domingo.
AVANTE A DEFESA DA TERRA!!
GOVERNE QUEM GOVERNE GALIZA NOM SE VENDE!!
Escrito às 17:24:43 nas castegorias: Associaçom
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Temos advertido sobre os disfarces que amiúde emprega o fascismo para se manifestar; nesta época de entruido, as carautas de Galicia Bilingüe forom mais cínicas do que sempre.
Sabemos que o fascismo disfarça-se, falsifica e tergiversa, disfarçam-se sob carautas estéticas, mas a sua falta de ética é mesmo insubornável.
No dia de hoje, 8 de Fevereiro, 2500 pessoas, d@s quais 600 provenientes da Espanha (até 10 autocarros!), emporcalhárom as ruas de Compostela com o seu cinismo. Os dados sociolinguísticos apontam para a contínua estigmatizaçom social do galego, os inquéritos demonstram a queda no número de galegofalantes, o número também de mass-média é insultantemente favorável ao castelhano e @s crianças galeg@s apenas podem receber 50% das matérias em galego, mas os cínicos herdeiros da imposiçom espanhola, teimam em mentir, aldrajar, falseiar, tergiversar, em puridade, espargir goebbelismo (a mentira dita milhares vezes, torna-se em verdade, nom é?).
Em ambiente festivo, vari@s membros de colectivos em defesa do nosso idioma, animavam e parodiavam à vez a concentraçom de hoje à manhá na capital do país, enquanto ao começo da manifestaçom, à cínica petiçom de "libertad" (é claro, que os bilingües, elegem, e elegem só o castelhano, qué bilingüismo mais monocorde!) vari@s pessoas coreiavam "na Galiza em Galego", e eram increpados por pedirem isso, só isso, falar galego na Galiza, surrealismo puro!! de seguido, as pancadas e as cárregas policiais, demonstrárom qual a posiçom da polícia espanhola, enquanto os mestres do cinismo, aqueles que se dizem bilingues sociais (menudo oxímorom!) iam berrando em castelhano os seus perigosos desejos de liberdade linguística, perigosos, sim, porque eles só olham para o umbigo espanholista.
O saldo, 10 detidos pola polícia espanhola.
Defender a Língua nom é delito!