Dizemo-lo o passado ano e dizemo-lo este, cumpre é deixar cerimoniais de um só dia em que hipócritas intenções se revelem ermas. Da Aguilhoar apostamos no nosso idioma, 365 dias ao ano, mil primaveras e mais se as houver
Contodo, este 17 de Maio, reune-nos a tod@s (juntos e nom misturados) para enfrentar o maior ataque ao galego já perpetrado em décadas, acovilhado como tem estado o movimento normalizador sob as receitas públicas, defensivo até a mornura petulante durante os tempos do bipartido, cumpre é ganhar a batalha da rua, para que o extremismo exterminador de grupos aos que lhes omitimos a publicidade de nomeá-los, fiquem sem qualquer hipótese de sucesso.
Partimos de umha realidade, pessoeiros da nova Junta, como o conselheiro da Presidência participárom (a título pessoal, advertem grosseiramente) da manifestaçom contra o galego do 8 de Fevereiro, portanto, a desvergonha é manifesta, mostra-se-nos, já se nom escuda no âmbito familiar, esse arrebato de sinceridade leva a vermos como parte dos novos conselheiros, nom se importam em empregar a língua alheia, recusando-se de empregarem a língua que nos define como povo. Sim que nos define, e que sobreviveu quantos ataques lhe fôrom encaminhados, mas que está a ponto de abafar pois até na etapa educativa parece estorvar a língua rosaliana.
Perante os factos demostrados, queremos da Aguilhoar, nom dar nengum passo atrás na defesa do galego, polo monolinguísmo social, sem portagens o 17 de Maio e todos os dias.
Escrito às 09:30:41 nas castegorias: Associaçom
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