Conforme o jornal "La Región" os grafitis aparecêrom entre outros nas placas informativas do vial A-52 à altura da saída de Abavides (Trasmiras)
O sensacionalismo com que o jornal ourensano costuma assinar as suas crónicas testemunha-se no entanto no equiparamento destes grafitis xenófobos e racistas com outros que denunciam as condições em que o estado espanhol deixa os povos sem estado da península.
Além destes grafitis, já tenhem algumha antiguidade alguns "vivas a Franco" aparecidos na estrada que une a nossa comarca com Montalegre.
Da Aguilhoar amostramos a nossa total rejeiçom a estas atitudes fascistoides e racistas e apoiamos a populaçom imigrante de Ginzo porquanto achegam à riqueza cultural e económica da comarca, como o resto da imigraçom que tem chegado ao nosso país, cuja história emigrante devia enruivar a quem fai ditos grafitis.
Amiúde, a precariedade laboral no nosso país, leva muit@s galeg@s a solicitarem o ingresso nos corpos repressivos do Estado (guarda civil, polícia e exército) com a lavagem de cérebro que este facto supóm ulteriormente.
Da Aguilhoar, denunciamos os continuos "cantos de sereia" que os ministério del interior e d defensa espanhóis fazem sobre os nossos jovens, com ingentes quantidades de dinheiro em publicidade e tergiversaçom interesseira e exagerada da realidade que torna ONG's, verdadeir@s exércitos de ocupaçom, caso do labor que o exército espanhol no Afeganistám.
Escrito às 15:36:15 nas castegorias: Novas
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O Festival da Mocidade estreou localizaçom no casco velho de Ginzo, a acolhedora Praça de Oriente do bairro d'abaixo foi cenário de todas as actividades que tiverom lugar em decorrência do festival

Antes de mais, queremos agradecer todas as pessoas que assistírom à IV Ediçom do Festival da Mocidade, o agradecimento mais especial no entanto fica para o Bar Lulo, sem cuja colaboraçom o Festival ficaria mesmo coxo.

Desde a manhá, as faixas e bandeirinhas cobriam em modo de festa a Praça de Oriente, enquanto se aguardava para as 19 horas a intervençom do presidente do Comité de Empresa de "Vidriera del Atlántico", Plácido Valencia, a sua intervençom,ao ar livre foi seguida com atençom por um nutrido grupo de assistentes e na mesma denunciou as travas e a falta de diálogo nas que a empresa se parapeta face as queixas das e dos trabalhadores.

O deste ano, era um festival centrado na actual crise capitalista e já a seguir à intervençom de Plácido Valencia, o público puido atender para o documentário elaborada pola CIG respeitante à marcha que os trabalhadores do metal de Vigo figeram até Compostela no marco das mobilizações da greve do Metal.

Logo à seguir tivo lugar a ceia popular, enquanto a Praça superlotava por momentos. Daí para as 22:30 começavam os concertos. O "primo do Leo", os limiaos Zyrconia, "En-riquinho", Os Esquios e o Leo i Arremecaghoná adereçárom a parte musical do evento, na altura a Praça da Oriente, apresentava um cheio absoluto, nom deixava de chegar gente e a peça tramada entre Os Esquios e O Leo, fazia botar toda a gente que lá se congregara.

Só mais umha cousa, agradecer mais umha vez todo o pessoal e esperamos-vos para a V Ediçom.
Do C. S. Aguilhoar
OBRIGAD@S!!!

Escrito às 15:16:47 nas castegorias: Festival Mocidade
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Trabalhadores da "Vidriera del Atlántico" falarám sobre a crise capitalista no marco do IV Festival da Mocidade.
Finalmente, por motivos familiares CAMILO NOGUEIRA nom poderá participar na conferência sobre a crise capitalista como fora anunciado.
Programa completo a seguir;
Desde às 17h00
Feira de Colectivos, Exposiçons e Jogos
Elaboraçom de Murais
Às 19h00
Conferència “Crise capitalista. Do global ao local”
Com a intervençom de PLACIDO VALENCIA em nome dos trabalhadores para falar do conflicto na “Vidriera del Atlántico”
Projecçom de Documentários
Às 20h00
Performance feminista
Passa-Ruas Reivindicativo
Às 21h00
Ceia Popular
Às 22h00
Concertos
Leo i arremecaghona
Zyrconia
Esquios
Escrito às 18:35:29 nas castegorias: Festival Mocidade
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Mais um ano, as e os sócios do Centro Social da Límia, Aguilhoar, organizamos a cuarta ediçom do Festival da Mocidade, que se celebrará em Ginzo de Límia, na zona dos vinhos da vila o próximo dia 15 de Agosto e acolherá actividades desde às 17h00, haverá projecçons de documentários centramos em temas de actualidade, teatro de rua, exposiçons de luita de defesa da terra, feira de colectivos locais, elaboraçom de murais/expositores, foliada polos locais colaboradores da zona de vinhos, umha ceia popular a preço de 5 euros, consistente em churrasco e comida vegana opcional, e para finalizar concertos, apartir das 22h00, com a actuaçom do Leo i Arremecaghona , Esquios e os limiaos Zirconia.
Escrito às 12:38:59 nas castegorias: Eventos, Festival Mocidade
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