O Instituto Armado espanhol que vem de ser presenteado com um novo prédio com todos os equipamentos está a levar a termo umha campanha intimidatória que ultrapassa os lindes da liberdade de expressão
Logo após a mudanças na chefia da casa-quartel a presença do corpo armado espanhol tem sido multiplicado sob a conivência da subdelegação do governo espanhol e o concelho de Ginzo, ao mal-estar exprimido pola Hostalaria local, devido às contínuas sanções, acrescenta-se a indignação pola metodologia empregue da Guarda Civil, cacheios desnecessários e continuados adentro dos locais, presença avultada de membros do corpo em ditos registos, chamadas à ordem e feche dos locais mesmo antes da hora estabelecida. Sanções grosseiras e desproporcionadas relativamente aos protestos que o pessoal tem levantado. Algumas fontes têm-nos achegado a presença de até 16 guardas civis, 2 "paisanos" e cães em dous estabelecimentos distintos de Ginzo em apenas uma hora.
Manifestacções e contra-acções desmesuradas
No passado Dezembro uma pequena manifestação contra ditas arbitrariedades foi levada a termo na Praça Maior de Ginzo, uma carrinha com antidistúrbios!! esperava ordens entretanto na entrada da localidade. No dia 6 desse mesmo mês, sob outro cenário, o protesto contra a Constituição espanhola, acarrejava a identificação de tod@s @s assistentes ao acto, sem mediar qualquer altercado prévio.
Acoso peculiar
Mas nem só os horários de feche e os cacheios intimadatórios fazem parte dos "jeitos" da guarda civil despregue na Límia: Temos tido conhecimento de sanções tão "necessárias" como a aplicada a um veículo agrícola que arava a sua leira a deshora!! ou uma multa a um estabelecimento hosteleiro que tinha demasiado atenuadas as suas luzes para o tipo de negócio que era.
Escrito às 13:02:27 nas castegorias: Novas
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