Arquivos para: Maio 2010
Letras Galegas 2010 na Aguilhoar
Maio 25th, 2010
A equipa de normalización lingüística do I. E. S. Lagoa de Antela e mais a Aguilhoar organizan interesante xornada adicada ao día das Letras Galegas no Centro Social para o próximo sábado 29 de maio.
Programación
19H30 Proxección de traballos audiovisuais feitos polos alumnos do I. E. S. Lagoa de Antela.
20h00 Conferencia a cargo do doutor Anxo Angueira baixo a lexenda “O espello da nación soñada
( xénese e conformación do sistema literario galego)”
21h30 Recital poético a Cargo dos alumnos do I. E. S. Lagoa de Antela
Ao remate petiscos variados e actuación musical.
Igreja católica. NOM basta com pedir desculpas! APOSTATA!!!
Maio 21st, 2010
Aguilhoar lança companha pola apostasia facilitando a todas as pessoas interessadas os diferentes formulários necessários para o procedimento de apostasia. Esta campanha será impulsionada também através das redes sociais, nomeadamente no Facebook, nas que sob a alcunha "Igreja católica. NOM basta com pedir desculpas! APOSTATA!!!" se distribui toda a informaçom e formulários necessários para o efeito.
A apostasia é o procedimento através do qual explicitamos a nossa renúncia pública à fé católica, um direito reconhecido pola legislaçom estatal e internacional.
Mas por que apostatar?
A Igreja contabiliza-te como um/ha mais, utiliza-o nas suas estatísticas para múltiplos usos, entre eles, arrecadar mais dinheiro, mais privilégios sociais e políticos, e a única forma de que nom poda fazé-lo é apostatando .
APOSTATA! Di-lhes basta à sua historia criminal, à sua política anti-preservativo e anti-ciência, à sua hipocrisia, entidade que foi principal ou única responsável por multidom de guerras, colonizações, genocídios, assassínios, torturas, escravatura, corrupçom no poder e na política, exploraçom em nome de Deus e em proveito próprio, um estado como o Vaticano que controla directa e indirectamente incontáveis negócios por todo o mundo.
Por tudo isto diz NOM À IGREJA!! Nom basta com pedir desculpas!
COMO APOSTATAR
Para apostatar, antes de mais é preciso requerer à Igreja Católica que apague os nossos dados pessoais de todos os seus registos, este procedimento, conforme a Lei Orgánica de Protecçom de Dados, recebe o nome de "derecho de cancelación".
É preciso realizar dous procedimentos paralelos e quase idênticos; encaminhar duas cartas requerendo que apaguem os nossos dados pessois de todos os seus registos:
1.- Umha encaminhada para a paróquia onde se recebeu o baptismo, pois é quem possui os livros paroquiais, livros de baptizados, confirmações, vodas e mortes.
2.- Outra encaminhada para o bispado ao qual pertence a paróquia, pois é aquele que possui a cópia dos livros paróquiais de todas as suas paróquias.
Umha vez enviados os requerimentos, existem várias hipóteses:
a.- Aceitam o nosso requerimento e acedem a apagar os nossos dados. Na situaçom dada, finaliza o processo de apostasia.
b.- Negam-se a apagar os nossos dados. Neste caso, devemos interpor denúncia encaminhada cara a “Agencia Española de Protección de Datos”.
c.- Ponhem travas para apagar os nossos dados, devemos interpor denúncia encaminhada para a “Agencia Española de Protección de Datos”.
d.- Nom recebemos qualquer resposta à volta dum mês, devemos interpor denúncia encaminhada para a “Agencia Española de Protección de Datos”
MODELO DE CARTA
1.- ENCAMINHADA PARA A PARÓQUIA (Lembra acompanhar fotocópia DI)
Se desconheceres a diócese à que pertence um determinado município, podes consultá-lo na ligaçom que segue:
http://www.conferenciaepiscopal.es/scripts/municipios/busca.idc
2.- ENCAMINHADA PARA O BISPADO (Lembra acompamanhar fotocopia DI)
Caso desconheças os dados do bispado de qualquer diócese (nome, morada, etc), bem como os dados das suas paróquias, podes consultá-los na ligaçom que segue:
http://www.conferenciaepiscopal.es/diocesis/diocesis.htm
MODELO DE DENÚNCIA ANTE A “AGENCIA ESPAÑOLA DE PROTECCIÓN DE DATOS”
Câmara Municipal de Rairiz de Veiga começa obras para umha pranta de biomasa
Maio 20th, 2010
Conforme informaçom aparecida em diferentes media ourensanos a câmara municipal de Rairiz de Veiga vem de inciar as primeiras obras para a construçom de umha central de biomasa, que será sediada num terreno comunal no Monte Alvám. Estas primeiras obras centraram-se no acondicionamento da parcela onde se ubicará a pranta, cedida, alegadamente, à câmara municipal polos comuneiros de Lampaça.
O custo dos trabalhos ascende à quantia de 186.000 euros, mais o custo total será de perto de dous milhons de euros, e poderia estar finalizada para o ano próximo.
Esta pranta de biomasa será a primeira deste tipo instalada na “provincia” de Ourense e estará situada em terrenos integrados na reserva da biosfera de Alhariz, A Bola, Rairiz de Veiga e Vilar de Santos, alegadamente sob o alvo de promover o desenvolvimento sustentável.
Ante isto, da Aguilhoar queremos fazer umhas breves considerações a respeito deste tipo de prantas e os aspectos positivos e negativos, com o fim de iniciarmos as acções e actividades que achemos oportunas.
Pranta de Biomasa. Aspectos
Positivo.
1.-Socialmente benéfica, porquanto cria emprego local, tanto na pranta de biomasa como nas brigadas de limpeza do monte.
2.-Menor risco de lumes ao aumentar a limpeza do monte à rasteira
Negativo.
1.-Energia que emite CO2 ao ser obtida por combustom.
2.-Falso balanço global de CO2 negativo, porquanto se tem só em conta o balanço directo, quer dizer, CO2 emitido por combustom - CO2 consumido polos vegetais .
Isto nom é real, pois se reparássemos o CO2 emitido polos veículos utilizados para a limpeza/transporte da biomasa desde a origem até ao destino. Tendo isto em conta o balanço e positivo (“mau ecológicamente falando”), emite-se mais dióxido de carbono do que se elimina da atmosfera.
3.-Balanço energético “medíocre”. Se fizermos o balanço, de jeito “habitual”, temos só em conta a Energia obtida: é provável auferir números mui “bons”, mas se começarmos a incluir nessa fórmula, energia consumida pola planta de produçom + veículos transporte + equipas de limpeza + acessórios vários, os números resultantes nom som tam atractivos.
4.-Balanço económico a valorizar, tendo em conta todo o mencionado no ponto anterior, mais o pessoal necessário.
5.-Emissom à atmosfera de DIOXINAS e PCBs. Todas somos cientes de que umha vez na pranta de biomasa, muita biomasa bem em sacas, sacos e caixas construídos com plásticos (PVC, Polietileno, Polipropileno, …) todos eles altamente tóxicos quando combustionam, libertando precisamente, entre outras substâncias (CO2, CO, …) de efeito estufa, compostos altamente mutágenicos e cancerígenos como som os nomeados PCBs e as DIOXINAS. Estes recipientes plásticos nom se retiram, mas introducem-se no forno do mesmo jeito que se introduz o resto da biomasa. Também é preciso apontar neste número a queima directa de produtos plásticos sem que contenham nenhum composto (biomasa) dentro. Este ponto elimina-se com umha boa gestom da central de biomasa, mas … .
6.- Corte da rasteira dos nossos montes, polo qual se pode perder parte dos montes, se se cortam árvores e algumha especie vegetal que a juiço do empregado em questom seja considerado como mato”.
Traslasxás organiza II Andaina pola Límia
Maio 12th, 2010
A associaçom cultural Traslasxás de Boado, pertencente ao concelho de Ginzo de Límia, formada nomeadamente pola mocidade da aldeia, organiza para o 30 de maio a II Andaina pola comarca da Límia.
O roteiro proposto tem umha longitude de aproximada 20 quilómetros com umha dificuldade meia-baixa e desenvovera-se polas aldeias de Boado, Pena, Solveira e Pidre. A data de inscriçom som do 10 ao 27 de maio, com umha quota de 9 euros por participante.
Da Aguilhoar encorajamos ao pessoal a participar neste roteiro polas planícies da comarca limiá. Para mais informaçom na web da AC Traslasxás.
Relacionada: Mocidade de Boado (Ginzo de Límia) cria nova associação
BNG e Galiza Nova organizam Festival das Letras em Ginzo
Maio 10th, 2010
O grupo local do BNG em Ginzo e a sua organizaçom juvenil, Galiza Nova, organizam um Festival das Letras na capital limiá. Decorrerá na céntrica praça de Sam Roque, a próxima setxa-feira 14, às 22h00 com a actuaçom da de "Roberto Sobrado Band" e o sábado, apartir das 20h00, com a actuaçom de Vichelocrego e um sorteio de um lote de obras de Uxio Novoneyra.
Coordenaçom dos centros sociais.
Maio 4th, 2010Publicamos interessante texto tirado do portal galizalivre.org, na secçom "Indo ao prático", sobre a coordenaçom dos centros socais da Galiza e as vantagens que isto poderia trazer.
Nos últimos anos a proliferaçom de centros sociais no país criou umha nova realidade política: perto de 30 locais distribuídos por todo o território (ainda que predominantemente no Eixo Atlântico) conformam umha rede na que se começa a assentar a comunidade nacional galega. Cada um é um mundo, respondem a realidade locais ou comarcais concretas, e estám mais influidos por umha ideologia ou outra.
Já se tem plantejado a sua coordenaçom a nível nacional noutras ocasions, mas aqui vamos fazer umha proposta distinta, afastando-nos de “processos contituintes” ou debates ideológicos-identitários. De um jeito ou outro, os centros sociais partilham umhas necessidades que seguramente sejam mais fáceis de suplir associando-se. É neste sentido no que talvez tenha mais sentido começar a entender a cooperaçom e coordenaçom entre centros sociais, na atençom de necessidades básicas, antes do que acordos ideológicos no ar que rematam esvaecendo por nom atenderem a realidades concretas.
Por exemplo, nas comarcas pequenas seria interessante adquirir infraestrutura pensando nas necessidades do conjunto de colectivos; dam-se casos do estilo de haver sete associaçons, cada umha com o seu projector, para realizar cinco projecçons ao ano entre todas. A nível nacional poderia ser viável, por exemplo, mercar umha carpa –poucas actividades ao ar livre podem prescindir dela no nosso país– entre vários centros sociais e fazer um calendário para o seu uso, que mesmo se poderia complementar com o seu aluguer a outras entidades. Isto valeria para outras infraestruturas deste tipo, sempre mui custosas. Os locais que tenham balcom quiçá podam conseguir melhoras nos preços das bebidas se fazem pedidos mais grandes, em conjunto com outros locais. Para os centros sociais que aceitem o financiamento através de subsídios, poderia ser interessante ter umha espécie de assessoria (semi-liberando umha pessoa quiçá?) que informa-se regularmente das subvençons que se publicam, que ajude com a burocracia, dê todo tipo de assessoramento legal: que licença tem que ter um centro social para vender bebida? Como reager perante umha sançom económica, etc.
Umha das tarefas militantes no que mais tempo se inviste é na propaganda. Por que nom acostumar-se a programar o que se poda com tempo, e fazer um cartaz mensal unificado por comarca com todas as actividades dos colectivos? Um bom exemplo de que isto pode funcionar é a organizaçom das festas populares da Ascensom em Compostela neste ano. Este modelo poderia aplicar-se todo o ano e em todas as comarcas. Até poderia servir para intentar que as actividades nom se “pisem” na medida em que for possível.
Outra maneira de reforçar o tecido comunitário pode ser a realizaçom de “intercâmbios” entre centros sociais. Por exemplo, a gente do CS A Fouce de Bertamiráns poderia ir umha fim-de-semana ao CS Aguilhoar de Ginzo de Lima: conhecer a gente, roteiros pola comarca, festas e comidas de convívio, etc., e semanas depois devolver-lhe a visita visitando a gente do Aguilhoar o Val da Amaia.
Temos exemplos já de actividades mui bem pensadas neste nível, como é a expossiçom sobre Joám Jesus Gonçales realizada pola gente do Fervedoiro de Cúntis que está a percorrer todo o país. E nom é só que umha expossiçom circule e chegue a mais gente; é que em cada inauguraçom a gente de Cúntis conhece gente do lugar ao que vam, criam-se contactos, e a potencialidade à hora de realizar qualquer mobilizaçom ou actividade multiplica-se, estreitando os laços da nossa emergente comunidade nacional. Nom é somar, é sempre multiplicar, e enriquecer o próprio acervo militante, à vez que se sentam as bases (antropológicas, quase) para hipotéticas acçons a nível nacional. Trata-se, enfim, de habilidades para melhorar a articulaçom dos espaços disidentes do país, e multiplicar a sua força e eficácia. Há que botar-lhe imaginaçom e atender a um ponto que sempre parece secundário e “técnico” nos debates teóricos, mas que é de vital importância.














