Conforme informaçom aparecida em diferentes media ourensanos a câmara municipal de Rairiz de Veiga vem de inciar as primeiras obras para a construçom de umha central de biomasa, que será sediada num terreno comunal no Monte Alvám. Estas primeiras obras centraram-se no acondicionamento da parcela onde se ubicará a pranta, cedida, alegadamente, à câmara municipal polos comuneiros de Lampaça.
O custo dos trabalhos ascende à quantia de 186.000 euros, mais o custo total será de perto de dous milhons de euros, e poderia estar finalizada para o ano próximo.
Esta pranta de biomasa será a primeira deste tipo instalada na “provincia” de Ourense e estará situada em terrenos integrados na reserva da biosfera de Alhariz, A Bola, Rairiz de Veiga e Vilar de Santos, alegadamente sob o alvo de promover o desenvolvimento sustentável.
Ante isto, da Aguilhoar queremos fazer umhas breves considerações a respeito deste tipo de prantas e os aspectos positivos e negativos, com o fim de iniciarmos as acções e actividades que achemos oportunas.
Pranta de Biomasa. Aspectos
Positivo.
1.-Socialmente benéfica, porquanto cria emprego local, tanto na pranta de biomasa como nas brigadas de limpeza do monte.
2.-Menor risco de lumes ao aumentar a limpeza do monte à rasteira
Negativo.
1.-Energia que emite CO2 ao ser obtida por combustom.
2.-Falso balanço global de CO2 negativo, porquanto se tem só em conta o balanço directo, quer dizer, CO2 emitido por combustom - CO2 consumido polos vegetais .
Isto nom é real, pois se reparássemos o CO2 emitido polos veículos utilizados para a limpeza/transporte da biomasa desde a origem até ao destino. Tendo isto em conta o balanço e positivo (“mau ecológicamente falando”), emite-se mais dióxido de carbono do que se elimina da atmosfera.
3.-Balanço energético “medíocre”. Se fizermos o balanço, de jeito “habitual”, temos só em conta a Energia obtida: é provável auferir números mui “bons”, mas se começarmos a incluir nessa fórmula, energia consumida pola planta de produçom + veículos transporte + equipas de limpeza + acessórios vários, os números resultantes nom som tam atractivos.
4.-Balanço económico a valorizar, tendo em conta todo o mencionado no ponto anterior, mais o pessoal necessário.
5.-Emissom à atmosfera de DIOXINAS e PCBs. Todas somos cientes de que umha vez na pranta de biomasa, muita biomasa bem em sacas, sacos e caixas construídos com plásticos (PVC, Polietileno, Polipropileno, …) todos eles altamente tóxicos quando combustionam, libertando precisamente, entre outras substâncias (CO2, CO, …) de efeito estufa, compostos altamente mutágenicos e cancerígenos como som os nomeados PCBs e as DIOXINAS. Estes recipientes plásticos nom se retiram, mas introducem-se no forno do mesmo jeito que se introduz o resto da biomasa. Também é preciso apontar neste número a queima directa de produtos plásticos sem que contenham nenhum composto (biomasa) dentro. Este ponto elimina-se com umha boa gestom da central de biomasa, mas … .
6.- Corte da rasteira dos nossos montes, polo qual se pode perder parte dos montes, se se cortam árvores e algumha especie vegetal que a juiço do empregado em questom seja considerado como mato”.
Escrito às 19:13:55 nas castegorias: Associaçom
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