Crônica do V Festival da Mocidade

Crônica do V Festival da Mocidade

31-08-2010

Antes de mais, queremos agradecer a todas as pessoas que assistírom à V Ediçom do Festival da Mocidade, o agradecimento mais especial no entanto fica para as e os participantes do 1º Acampamento da Mocidade sem o qual este festival nom tivera decorrido da mesma maneira.

Se bem o Festival da Mocidade nom começava até o sábado 21 de agosto, já na sexta-feira 20 dentro das actividades desenhadas polo acampamento da mocidade o ambiente na Sainça começava a tomar cor, faixas e bandeiras cobriam a modo de festa, e de reivindicaçom também, o campo da festa e da zona habilitada para o acampamento. Moças e moços de Vigo, Compostela, Lugo, Ourense, etc chegavam à Sainça com o intuito de por em comúm as problemáticas da mocidade de hoje e as estratégias para a articulaçom de um movimento juvenil galego forte e coeso. E neste sentido davam começo as primeiras mesas redondas, com importante participaçom do pessoal da Aguilhoar, a seguir no local social da Sainça tivo lugar a ceia de bem-vinda e mais a foliada com um bom ambiente que deixava entrever o decorrer do festival.

No sábado de manhá, realizou-se um roteiro pola zona no que se pudo ver o impacto da concentraçom parcelária sofrida na Límia já faz mas de quince anos e os lugares onde esta nom chegou, nomeadamente na Sainça, pola pressom e luita do activismo ambiental do momento e o papel que jogou na altura o MEL (Movimento Ecoloxista da Limia) chegando a se encadear à Carabalha da Rocha para evitar a sua corta.

Após o cansanço e as altas temperaturas que durarom todo o fim-de-semana houve um tempo para o relax e o descanso, uns e umhas foram dar-se um banho, outros e outras dormir a sesta, e nós ultimar todo para o Festival da Mocidade que dava começo às cinco da tarde.

As actividades desenhadas e organizadas na íntegra pola assembleia de mulheres da Aguilhoar, juntaram um nutrido número de moças e diversos colectivos que partiparom activamenta nas mesmas. Em primeiro lugar, no local social houve umha video-projecçom de temática feminista intitulada “Normal”, a carrego do colectivo “Degenerando” e a continuaçom umha mesa redonda onde se expus as problemáticas da transexualidade.

Ao tempo iam chegando mais pessoal pola Sainça, tanto limiao quanto ourensano, viguês ou compostelano, assim as “Lerchas” de Ourense monstarom-nos o Museu da Tortura contra as mulheres com objectivo de expor como a sociedade contemporánea trata as mulheres como objectos.

A continuaçom e já no melhor dos entornos possíveis, no prado da Carbalha da Rocha, por volta das sete e meia, começou a conferência sob a legenda “A mulher do rural, a mulher do trabalho e a mulher nacionalista galega” com a participaçom de Carme Freire do Sindicato Labrego Galego, Estrela Ferrenho militante independentista e Esther Marinho, técinca em igualdade da CIG. Nela, com nutrida presença do pessoal do acampamento e das moças da Aguilhoar, conheceram de primiera mao a expreriência de tres mulheres feministas e militantes em diferentes ámbitos de trabalho político-social.

A esta hora no campo da festa congregava-se o pessoal e num ambiente festeiro e reivindicativo achegava-se a hora da ceia, churrasco assado, que ficou escasso polo volume de pessoas que assistiram ao mesmo. Por volta das once da noite um emotivo “Aquelarre de Bruxas” no que participaram moças dos diferentes coletivos.

Logo à seguir tiverom lugar os concertos, no primeiro os estradenses os Esquios, punk-rock con outras influências por medio, animarom ao público e fixeram dançar às e aos alí congregada, mas também tiveram um momento de surpresa quando saltou a cantar o tema “Terra Chá” o Leo, presente entre o público levantando grandes ovaçons.

Após o primeiro dos grupo, tivo lugar o acto político no qual responsáveis pola assembleia de mulheres da Aguilhoar, subirom ao cenário com umha faixa com a legenda “Nem guerra que nos mate, nem paz que nos oprima”, lendo um intenso manifesto que pretendeu re-lançar a necessidade da luita feminista e contra o patriarcado, entre berros de “sem as mulheres, nom há revoluçom”, “Galiza ceive” ou “independência”.

Em segundo lugar, actuarom os Skandalo GZ de Ponte Areas com um ska-rock mui contundente nas letras e com um forte compromisso social, deixando bem contente ao pessoal. E por último, os Post Mortem, música agresiva e subversiva puxerom fim à quinta ediçom do festival da mocidade, se bem, ainda a pinchada musical no local social da Sainza demorou até altas horas da madrugada.

Só mais umha cousa, agradecer o pessoal e esperamos-vos para a VI Ediçom.
OBRIGAD@S!!!

Video da actuaçom de Skandalo GZ
video:youtube:

]

Video do acto político

" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350">">

Escrito às 10:54:51 nas castegorias: Festival Mocidade, Movimentos Sociais
por aguilhoar Email , 763 palavras, 505 visualizaçons   Português (GZ)   Chuza!

Sem comentários ainda

Deixe o seu comentário


Seu endereço de e-mail nom será revelado nesse site.

Sua URL será exibida.
(Quebras de linha se tornam <br />)
(Nome, e-mail & website)
(Permitir que usuários o contatem através de um formulário eletrônico (seu e-mail nom será exibido.))

    Solidariedade coas presas e presos políticos galegos

    PRESaS
    Aguilhoar.5 anos luitando!

    Nasce em 2005 como fruito das inquedanças da mocidade limiá mais consciente e da necessidade de criarmos um espaço onde topar um jeito distinto de formular a política, em sentido amplo, como um processo que envolve todos os aspectos da vida. Um espaço de libertaçom integral, umha posta em valor do nosso recuperando o que nos identifica como País.
    Dotamo-nos dum Centro Social, para os protagonistas sermos nós próprios, para a soberania ser construída de abaixo para cima, para criar espaços abertos de debate, convívio e discussom. Contacto: aguilhoar@hotmail.com

    Pikanha

    Ligaçons

    V Festival da Mocidade
    Local Social A Esmorga de Ourense

    Alto Minho - Lugo
    Fundaçom Artábria - Ferrol
    Aturujo - Local Social - Boiro
    Baiuca Vermelha - Ponte Areias
    Casa Encantada - Compostela
    A Cova dos Ratos - Vigo
    Local Social Faísca - Vigo
    Centro Social A Formiga - Redondela
    A Fouce de Ouro - Ames
    Gentalha do Pichel - Compostela
    C.S. Gomes Gaioso - Corunha
    Henriqueta Outeiro - Compostela
    Madialeva - Lugo
    Revira - Ponte Vedra
    A Revolta - Vigo
    C.S. Roi Soga de Lobeira - Noia
    Sociedade Cultural e Desportiva do Condado - Salvaterra de Minho
    A Tiradoura - Reboredo (Cangas)
    A Treu - Corunha
    Ver Mapa Centros Sociais Galiza










    Busca

    free open source blog