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Escreve-lhe ao Aplapador neste Natal

Dezembro 16th, 2010

Este Natal abre-lhe as portas ao Apalpador, chega mais um ano o mágico carvoeiro vindo desde as montanhas do Courel. Um galego, um honesto e trabalhador carvoeiro, quem vem agora com os presentes para as nossas moradas, e que as castanhas de antano sejam acompanhadas por outros bens que a sua generosidade de seguro lhe permite doar.

QUE NENGUM MIÚDO FIQUE SEM APALPADOR!!

Da Aguilhoar disponibilizamos algumhas das cartas que da associaçom Gentalha do Pichel, recuperadora da figura do Apalpador, pom a nossa disposiçom para que podamos enviar-lhe os nossos desejos!

Quem é o Apalpador?
http://agal-gz.org/blogues/index.php/aguilhoar/2008/12/11/o-apalpador-chega-a-limia-abramos-lhe-as

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[26 Dezembro-Ourense] GALIZA-PALESTINA. Umha naçom, umha seleçom.

Dezembro 13th, 2010

Mais um ano Aguilhoar adere as actividades organizadas polo colectivo Siareiros Galegos no Natal com objecto de reivindicarmos a oficialidade da nossa seleçom nacional. Este ano será o jogo em Ourense o próximo dia 26 de dezembro contra Palestina.

Assim de Siareiros Galegos manifestam que após o sucesso do ano passado, nesta ocasiom queremos melhorar as nossas actividades com um completo programa no que o "rival" de Galiza será Palestina. Temos escolhido e luitado por disputar este jogo com um duplo objectivo. Por um lado, que os nossos jogadores e jogadoras voltem a saltar ao terreno de jogo e, por outro, para denunciar a situaçom vivida dia a dia no território ocupado de Palestina, como os gravíssimos incidentes que acontecerom com a frota de ajuda a Gaza. Por isso, este ano colaboram com nós diversas organizaçons como BDS-Galiza e Comunitat Palestina de Catalunya para denunciar a ocupaçom cada vez mais sangrenta por parte de Israel.

De novo Siareir@s Galeg@s fai um chamamento ao povo galego para que se suba a este carro, no que todos e todas devemos de ir jun@s coma galeg@s com umha soa ideia, a de Galiza e a sua selecçom, a nossa selecçom. Participa nas nossas actividades, fala com @ vizinh@, amig@, que todo o mundo conheça o que o povo galego pode fazer.

O dia 26 voltaremos a ter umha jornada de festa e reivindicaçom em Ourense, na que berraremos bem forte que somos umha naçom e que temos direito a ter selecçons desportivas e que por isso reclamamos a oficialidade.

MANIFESTAÇOM:

Às 16:00 com o lema "Povos em luita, selecçons irmás" desde a Praça Maior até o Campo dos Remedios.


JOGO DE GALIZA:

A nossa selecçom nacional jogará contra Palestina. Por Galiza participaram jogadores e jogadoras de diversas categorias dirigidas, mais um ano, por Pilar Neira e Fernando Vazquez. Nos próximos dias confirmaremos os jogadores e jogadoras incluid@s nesta convocatória e que defenderam a nossa camisola.

CONCERTO:

Para pôr fim à jornada organizaremos um concerto, na Praça Magdalena, depois do jogo. Contaremos com a actuaçom de três grandes grupos galegos, KELTOI, ROYALTIES e SOM DO GALPOM.

Nesta jornada também contaremos com a participaçom da Liga Nacional de Bilharda que desputará o III Aberto da Bilharda da Auténtica , com a actuaçom de Palhaços em Rebeldia a partires e com um jantar popular a partires das 12:00 na Praça Magdalena.

Programa:

12:00 (Praça Magdalena), III Aberto de Bilharda da Auténtica; Actuaçom de Palhaços em Rebeldia e Jantar Popular.

16:00 (Praça Maior), Manifestaçom Nacional baixo o lema "POVOS EM LUITA, SELECÇONS IRMÁS".

17:30 (Campo dos Remedios), GALIZA - PALESTINA.

20:30 (Praça Magdalena), Concerto de KELTOI, ROYALTIES e SOM DO GALPOM.

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6 de Dezembro: Autodeterminaçom e Matanças

Novembro 29th, 2010

6 DE DEZEMBRO: DIA DA CONSTITUIÇOM ESPANHOLA DAS MATANÇAS

O próximo 6 dezembro celebramos na Aguilhoar um dos nossos feriados nacionais mais importantes, o DIA DAS MATANÇAS, data na que a imensa maioria dos vacorinhos da Galiza passam a encher as nossas despensas para nos dar alimento todo o ano. Assim, como nom podia ser doutra forma, no nosso local social celebraremos este dia com umha ceia popular, com comida de matança, umha foliada e jogaremos ao jogo "pom-lhe a cara ao porco".

Animamos a todas e todos a acodir!!

6 DE DEZEMBRO DIA MATANÇAS!!
NEM ESTATUTO, NEM CONSTITUIÇOM: AUTODETERMINAÇOM!!

CONSTITUIÇOM ESPANHOLA: FRAUDE DEMOCRÁTICO!!

A Constituiçom espanhola nasce do pacto entre o fascismo franquista, a oligarquia espanhola, os militares, a igreja nacional-católica e a esquerda acomplexada que renúncia aos seus princípios ideológicos, desde a restauraçom da legalidade de 1931, a República ou a Autodeterminaçom dos povos, assim, como resultado da reforma política obtemos um Estado espanhol que nom é mais do que umha cárece dos povos que nega o sua supervivência, afoga as suas línguas e a suas culturas.

Outubro de 1974, Congresso do PSOE em Suresnes, França
“Resoluçom sobre nacionalidades e regions. (...) a definitiva soluçom do problema das nacionalidades que integram o Estado espanhol parte indefectivelmente do pleno reconhecimento do direito de autodeterminaçom das mesmas que comporta a faculdade de que cada nacionalidade poda determinar livremente as relaçons que vai manter com o resto dos povos que integram o Estado espanhol”

Setembro de 1975, Manifesto-Programa do PCE
“Respeitando o inalienável direito dos povos a decidirem livremente os seus destinos, a democracia política e social reconhecerá o carácter multinacional do Estado espanhol e o direito de autodeterminaçom para Catalunha, Euskadi e Galiza”

Abril de 1976, Bases Constitucionais do Conselho de Forças Políticas Galegas,
“Conforme ao princípio de autodeterminaçom nacional a soberania política para Galiza corresponde ao Povo Galego”

ALGUNS ARTIGOS DA "DEMOCRÁTICA" CONSTITUIÇOM ESPANHOLA

Artigo 2. “ La Constitución se fundamenta en la indisoluble unidad de la Nación española, patria común e indivisible de todos los españoles”

Artículo 3. “El castellano es la lengua española oficial del Estado. Todos los españoles tienen el deber de conocerla y el derecho a usarla.”

Artículo 8 “ Las Fuerzas Armadas, constituidas por el Ejército de Tierra, la Armada y el Ejército del Aire, tienen como misión garantizar la soberanía e independencia de España, defender su integridad territorial y el ordenamiento constitucional”

Artículo 30 “Los españoles tienen el derecho y el deber de defender a España”

Artículo 38 “Se reconoce la libertad de empresa en el marco de la economía de mercado”

Artículo 55. “1. Los derechos reconocidos en los artículos ( direitos fundamentais), podrán ser suspendidos cuando se acuerde la declaración del estado de excepción o de sitio en los términos previstos en la Constitución.”

Artículo 56. “ El Rey es el Jefe del Estado, símbolo de su unidad y permanencia, arbitra y modera el funcionamiento regular de las instituciones, asume la más alta representación del Estado Español en las relaciones internacionales, especialmente con las naciones de su comunidad histórica, y ejerce las funciones que le atribuyen expresamente la Constitución y las Leyes.”

RESULTADOS DO REFERENDUM CONSTITUCIONAL NA GALIZA NO ANO 1978

Enquanto regions como Madrid, Andalucia ou Catilla-León apresentavam índices de abstençom do 29,3%, 27,7% e 25,9%, Pais Basco ou Galiza tiverom umha abstençom do 54,5% e 49,8% respectivamente.

-TAM SÓ 44,7% DE GALEGOS/AS VOTOU FAVORAVELMENTE NO REFERENDUM CONSTITUCIONAL

-54,7% DO GALEGOS/AS ABSTIVO-SE, VOTOU EM CONTRA OU EM BRANCO.

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25 Novembro: Nada que celebrar.

Novembro 25th, 2010

Da Aguilhoar publicamos o chamamento que a REDE FEMINISTA GALEGA fai para o próximo sábado 27 de novembro com o intuito de apostar por um feminismo realmente transformador e combativo.

Fouces contra a violencia machista

O sábado 27 de Novembro sairemos de novo á rúa porque non temos nada que celebrar, e rexeitamos o labor das institucións en nome dun falso feminismo, que resulta saboteador e desmobilizador (mais non conseguirán desmobilizarnos!).

Porque as empregadas de fogar seguen a estar en condicións de escravitude.

Porque a que traspasa as fronteiras e é pobre perde todos os dereitos.

Porque as mulleres violentadas, agredidas, maltratadas,… son vitimizadas, xulgadas, e revitimizadas.

Porque a igrexa e os poderes públicos traballan xuntos na perpetuación do patriarcado, constituíndo institucións de alto risco para as mulleres.

Porque as mulleres que se defenden son criminalizadas, e voltan a ser agredidas polas institucións que as desprotexen, e que crean e perpetúan a violencia contra nós.

Porque a maioría das persoas que viven en situación de pobreza no mundo, son mulleres.

Porque seguimos a ser asasinadas.

Porque violarnos é arma bélica que desmoraliza ao inimigo masculino, ademais de limpar a raza.

Porque o machismo é o terrorismo.

Porque a heterosexualidade como único camiño é un modo máis de control e de perpetuación de violencia, ademais dun artificio obrigatorio.

Porque somos mercantilizadas, obxectualizadas, marcadas, conquistadas,…

Porque este texto pode ser infinito e estamos FARTAS.

Temos a capacidade de defendernos, porque levamos toda a vida facéndoo nun mundo feminicida. E seguimos loitando.

Contra o terrorismo machista,
AUTODEFENSA FEMINISTA!

MANIFESTACIÓN: NADA QUE CELEBRAR
LUGAR: Mercado de Abastos de Compostela.
HORA: 12-14h.

Também a MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES convoca para este 25:
A Corunha. Concentraçom na Rua Corcubión.
Narón. Praza da Galiza às 20.00 horas.
Compostela. Manifestaçom às 20,00 h. desde a Praza do Toural.
Ourense. Concentraçom na zona velha às 20 horas.
Pontevedra. Manifestaçom às 19,30 horas.
Vigo: 20 h. Manifestaçom. Praza de Urzaiz.

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Entrevista à Traslasxás de Boado “O melhor da recuperaçom das festas populares é o convivio de velhos e moços”

Novembro 22nd, 2010

Reproduzimos na íntegra a entrevista que do jornal NOVAS DA GALIZA realizárom no número de outubro a Camilo Vila, responsável pola A.C. Traslasxás de Boado, a quem da Aguilhoar nom podemos mais que parabenizar polo seu trabalho.

O.R. / Vida comunitária, celebraçons colectivas, convívio de velhos e moços, enraizamento. Premissas que há cinqüenta anos definiam a vida da sociedade galega, som hoje metas por que luitar. Nom há naçom nem esquerda sem sociedade, sem redes, sem comunidade. E em Boado tenhem-no claro: “o mais básico é hoje o que mais falta”. Camilo Vila fala-nos da Associaçom Traslasxas, um projecto que nasceu para dinamizar a aldeia a que pertencem tornando-a um sítio onde viver e morrer.

Como nasce a associaçom?

No Sam Joam de 2007 pensamos que estaria bem recuperar a festa da nossa paróquia, o Sam Pedro, que era na semana seguinte. Nom se celebrava desde havia dez anos por problemas entre a vizinhança por causa da construçom dumha auto-estrada na nossa zona. Pugemo-nos a trabalhar e saiu mui bem. Assim, da boa experiência dessas primeiras festas de Sam Pedro, saiu a iniciativa de nos constituirmos como associaçom, ainda que nom demos o passo até Maio de 2008.

Mas a cousa ja vinha de antes. Houvo umha geraçom de moços que fomos medrando juntos: íamos juntos à escola, juntos a aulas de gaita, combinavamos às noites. A partir do ano 96 mais ou menos começamos a ir à antiga escola unitária, que já nom tinha uso. O edifício estava mui mal e decidimos amanhá-lo. Compramos um frigorifico, um DVD, telhamos, pintamos o cal… Na planta de abaixo, andando o tempo, montamos um centro social com o básico, o mínimo que deveria haver em todas partes, mas para Boado já e todo um êxito. Numha aldeia de apenas setenta vizinhos a gente combina para jogar cartas ou ver o partido e vam ali por iniciativa própria.

Todas as casas de Boado tenhem algum membro na associaçom, por isso me incomoda escuitar falar “dos da associaçom”, porque todos fazemos parte dela. Até os velhos venhem às reunions!

A vossa actividade centra-se na recuperaçom das festas populares em Boado. Fala-nos das celebraçons que festejades.

Bem, umha das actividades que levamos a cabo desde 2008 e o Magusto. Em Boado ha um forno que era comunal, e levava corenta e um anos sem ninguém o acender, de maneira que pensamos aproveitar a celebraçom para cozer pam depois de tanto tempo. Os vizinhos todos dixerom-nos que eramos loucos, mas entre três pessoas carrejamos a lenha e quentamo-lo.Todo se encheu de fume e o pam nom havia quem o comesse, ainda menos mal que tinhamos carne, mas minha avô, e muitos outros como ela, chorárom de emoçom ao voltar a vê-lo em funcionamento.

Agora o que fazemos e acendê-lo um dia antes para que se quente e mantém-se atendido em roldas, primeiro os velhos, logo os medianos e logo os moços. Todo o mundo está de troula nessa noite de vigia, bebem juntos pais, avôs e filhos. Também fazemos um concurso da ataca mais grande. As festas de Sam Pedro, que recuperamos em 2007, estám centradas cada ano num tema. Em 2008 figemos umhas olimpíadas rurais com desportos aquáticos, de exibiçom,… Um deles consistia em levar olas na cabeça; aos homens romperom-nos todas, só chegou um e sete mulheres, a mais nova de 55 anos. Ao ano seguinte reunimos fotos velhas da gente de Boado, e noutra ocasiom houvo um matraquilho humano. Este ano adicamo- lo às tabernas de antes.

Também recuperamos o costume de ir polas casas cantar os Reis. No primeiro ano saímos quatro e rematamos vinte pessoas as duas da manhá. O Entruido é a melhor das nossas ctividades, porque investigamos para recuperá-lo com as suas particularidades. A figura do “manturriero”, pessoa vestida com umha mantúrria, um pau e um cesto de cinza ou farinha, e única da nossa zona. Recuperamos também o costume de ler o testamento, e fijo-o a mesma mulher que os fazia antes do 81, ano em que deixou de se fazer.

Se pretendesse andar com socos por caminhos de lama estaria fora do meu tempo, a chave é andar com o calçado que me dá o 2010 polos meus caminhos; é por isso que, ainda que fugindo dos folclorismos, nos interessamos tanto polo que implique a recuperaçom da vida de antano. O melhor da recuperaçom destas festas e a convivência dos velhos e os novos em igualdade, desfrutando todos juntos no sitio de onde som. Parece algo mui básico mas é imprescindível, e nom se dá tanto como deveria.

Ides já pola II Andaina da Comarca da Límia. Como foi acolhida esta iniciativa, que se distancia das actividades puramente festivas?

Mui bem, a gente implicou-se muito nas duas ediçons. Vinherom pessoas de toda a comarca e também de fora. O objectivo é conhecermos nós próprios a nossa zona, porque às vezes sabes do de fora e nom do que tés na casa. Para a andaina deste ano limpamos um caminho, e só por isso já teria merecido a pena fazê-la.

Como avalias o panorama associativo do rural galego? E na tua comarca?

O que há nunca é avondo, mas vam-se fazendo cada vez mais cousas. É imprescindível que a gente se associe nos sítios de onde é, sobretodo se se trata dum ambiente rural. Quanto à nossa comarca, há associaçons noutras aldeias como a Sainza, e em Ginzo está Aguilhoar,que é o mais importante ainda que nos trabalhemos outros campos.

Perspectivas de futuro?

Desde que podamos falar disto no ano que vem, para nós já é suficiente. Estamos num momento complexo porque somos a mesma gente para todo, e acaba por queimar. Criamos umha equipa de futebol, o Boado F.C., que chupa tambem muito esforço e fundos económicos. Mas o esforço paga a pena. Queremos que a gente poda morrer aqui e morrer bem, eu nom vou meter minha avô num apartamento de Torremolinos para que passe os últimos da vida ao sol. Se vai estar aqui, que esteja bem. Eu a minha vida imagino-a ali, e se nom pudesse por motivos de trabalho, Boado seria igual o meu referente sempre. Som de Boado, isso é o meu, e nisso trabalhamos e trabalharemos.

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Crónica do Magosto no forno de Bárrio, Vilar de Santos

Novembro 15th, 2010

O passado sábado, 13 de novembro, tivo lugar no velho forno de Bárrio o Magosto que da Aguilhoar organizamos anualmente, e que nesta ocasiom pretendia chamar a atençom sobre um pequeno forno comunitário esquecido e abandonado em Vilar de Santos que por um dia recuperara a sua antiga vida.

Assim num chuvoso e frio dia, as e os moços da Aguilhoar desfrutamos das castanhas, do vinho, do churrasco e dos chouriços ao carom do lume entre risos e as intermináveis conversas. Também algum que outro vizinho se deixava cair por alí a ver à mocidade no forno.

A Pikanha
Ainda acolheu a apresentaçom do nº0 da folha agitativa "Pikanha" que os recentes e jovens associados à Aguilhoar de Vilar de Santos tirarom nestas datas com o fim de activar o concelho de Vilar de Santos e chegar a toda rapazada da comarca com um discuro que aposta por um rural vivo e digno numha Galiza soberana.

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Magosto, 13 de novembro em Vilar de Santos

Novembro 5th, 2010

Mais um ano a Aguilhoar organiza o seu tradicional Magosto, que este ano se desloca a Vilar de Santos como acto dentro do leque de actividades que os novos associados do concelho limiao estám preparando e que nos apresentaram publicamente o projecto "Pikanha" como folha de agitaçom local.

No forno de Bárrio, 13 de novembro
O Magosto decorrerá no forno comunitário de Bárrio, Vilar de Santos, apartir das 19h30, e no que haverá além das castanhas, churrasco, chouriços e vinho para todas e todos os presentes, bem como umha actuaçom musical para amenizar a tarde. A ele ficam combidados especialmente as e os vizinhos de Barrio e Vilar de Santos para passarmos umha boa tarde-noite ao carom do forno de Bárrio que leva muito tempo abandonado e sem escoitar as lérias e histórias das e dos vizinhos.

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A Pikanha folha de agitaçom da Aguilhoar em Vilar de Santos

Novembro 5th, 2010

A Pikanha é a folha de agitaçom da Aguilhoar em Vilar de Santos, nascida dum pequeno grupo de jovens deste concelho que em 2009 pomos este projecto em andamento com a finalidade de expressar as nossas inquedanças e acabar com carência de activismo político, social e cultural em Vilar de Santos desde umha perspectiva independentista e socialista. A Pikanha terá um espaço próprio na rede e sairá quatrimestralmente à rua em papel

Jovens e combativos
Mais umha geraçom de jovens do pequeno concelho limiao de Vilar de Santos assume o repto de se rumar por umha outra Galiza associando-se à Aguilhoar, cinguindo o seu âmtito de actuaçom no próprio concelho e nos liceus e lá onde tiver presença os novos associados.

Calendário de actividades
Estám a eleborar um calendário de actividades tanto lúdicas quanto reinvindicativos para os próximos meses, centrando os eforços num magosto o próximo sábado 13 de novembro no forno comunitário de Bárrio que contará com castanhas, churrasco, vinho e actuaçom musical.

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Samaín chega, mais um ano, à Límia!!

Outubro 27th, 2010

O próximo domingo, 31 de outubro, a Aguilhoar participará na Festa do Samaín organizada, junto com outros colectivos locais de Ginzo de Límia, com o intuito de por em valor as nossas tradiçons populares tam ligadas à nossa cultura nacional. Assim celebramos a última noite de outubro que da começo ao ano novo celta e a sua festa na honra dos defuntos, marcando a transiçom do outono ao inverno.

Actividades na Praça Maior
As actividades que se denvoverám serám na tarde de domingo, a partir das 18h00, na Praça Maior de Ginzo expondo umha mesa de material elaborado ao efeito, com as cabaças, alimentos e agasalhos, seguindo as crenças relacionadas com a imortalidade da alma, buscando um mecanismo de reparaçom dos mortos.

Também haverá obradoiros e jogos para os nenos e nenas, e por volta das 20h30 dará começo a procesom dos mortos cujo objectivo é chamar polas ánimas dos parentes finados para que voltem visitar às suas familias e às suas velhas casas para comer nas mesas e ficar ao carom do lume da lareira.

Ceia e quiemada no Centro Social
Ao remate das actividades na rua haverá no Centro Social umha ceia para todos e todas as participantes no evento e umha queimada para todas e todos aqueles que desejem umha boa noite de espiritualidade.

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Guerrilheiras, esperança dumha nova vida

Outubro 25th, 2010

No passado sábado, dia 23 de outubro, projectou-se no Centro Social o video-documentário elaborado pola Assembleia da Mocidade Independentista com motivo do dia da Galiza Combatente, 11 de outubro, intitulado "Guerrilheiras, esperança dumha nova vida".

Assim um nutrido grupo de jovens assistirom ao vídeo baseado nas entrevistas com algumhas das mulheres que luitarom no projecto político de APU, no militar do EGPGC e no antirepressivo e solidário das JUGA na década de 80-90 com o intuito de conhecermos as experiências militantes de diferentes mulheres que desde a sua perspectiva afrontarom a época de maior combate com o Estado na Galiza. Após o video houvo umha ceia entre os e as assistentes no próprio local da Aguilhoar.

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