Este Natal, volta o Apalpador.
Dezembro 11th, 2012[CICLO DE CINEMA] Dia 7, às 21h30, projetara-se o filme LA HAINE
Dezembro 5th, 2012Continuando com o nosso compromisso pola formaçom, da Aguilhoar lançamos um ciclo de cinema no centro social que colocará no centro debate o “polo negativo” da política, em tanto instrumento de gestom do conflicto, isto é a violência.
Dia 7, às 21h30, projetara-se o filme LA HAINE.
A violência, como elemento inerente à desputa política pola dominaçom, tem diferentes expressons já for estritamente política, social, de género, etc. Assim, apartir do cinema, como género artístico mais importante na configuraçom dos imaginários políticos, analisaremos diferentes largometragens que ajudaram a comprender este fenómeno.
As projeçons serám previamente anunciadas e realizam-se ao longo das próximas semanas, de forma nom sistemática, nem fechada e adequando-se às necessidades e inquetudes dos participantes. A seleçom inicial que se propom é a que segue:
LA HAINE, 1995, Mathieu Kassovitz. Filmado no estilo cinema-verdade, La Haine acompanha um dia na vida de três jovens alienados, propensos a violência , que moram no mesmo conjunto habitacional de Paris. Vinz, que é judeu, é o mais raivoso e menos inteligente dos três. O norte-africano Ssaid é mais calmo, mas também o mais desesperado a respeito do futuro. Hubert é negro, e o mais maduro, que canaliza a sua raiva através do boxe. Os três passaram a noite toda em conflito com a policia, depois que Abdel Ichah, um árabe de 16 anos e amigo deles, fica em coma após ser espancado durante um interrogatório. Mas um caso de abuso de poder, mais um motivo. Embora os três tenham sido tomado pela ira, um cuida do outro para manter o controle. Mas tudo muda quando Vinz encontra um revolver carregado... agora eles viverão o dia mais importante de suas vidas.
LARANJA MECÂNICA, 1971, Stanley Kubrick. Ambientado numa Inglaterra num futuro indeterminado, o filme mostra a vida de um jovem, chamado Alexander De Large, cujos gostos variam de música clássica, a estupro e ultraviolência. Ele é o líder de uma gang de arruaceiros, aos quais se refere como "druguis" . Alex narra a maioria do filme em "Nadsat", um idioma que mistura o russo, o inglês e ocockney. Alex é irreverente e abusa dos demais; mente para seus pais para faltar na escola.
R.A.F. FACCIÓN DEL EJÉRCITO ROJO, 2008, Ulie Edel. Alemanha, 70: violentos ataques terroristas abalar as fundações da ainda frágil democracia alemã. Os filhos radicais da geração nazista liderado por Andreas Baader (Moritz Bleibtreu), Ulrike Meinhof (Martina Gedeck) e Gudrun Ensslin (Johanna Wokalek) estão travando uma guerra mortal contra o que eles percebem como a nova face do fascismo: o imperialismo americano apoiado pelo governo alemão. O objectivo é criar uma sociedade mais humana, mas pelo emprego desumano significa que eles não só se espalhou o terror ea morte, mas que se tornam desumanos. O homem acusado de caçá-los, o chefe da polícia alemã, Horst Herold (Bruno Ganz), basicamente entende. E mesmo sucesso em sua busca incessante dos jovens terroristas, ele sabe que representam apenas a ponta do iceberg .
EM NOME DO PAI, 1993, Jim Sheridan. Em 1974, um atentado a bomba do IRA mata cinco pessoas num pub de Guilford, próximo à Londres. O jovem rebelde irlandês Gerry Conlon e três amigos são acusados pelo crime, presos e condenados. Giuseppe Conlon, pai de Gerry, tenta ajudar o filho e também é condenado, mas pede ajuda à advogada Gareth Peirce, que passa a investigar as irregularidades do caso.
[FESTA DAS MATANZAS] Constitución española? Nada que celebrar.
Dezembro 4th, 2012
Mais un ano a Aguilhoar celebraremos esta ponte de ferias do 6 de decembro polo dia da constitución española das matanzas. Nesta ponte o único que podemos celebarar nós é a festa das matanza, que se ben, diminuirá drásticamente a poboación porcina da comarca, encherá as nosas despensas para axudarnos pasar o duro inverno, mais se callar, nestes tempos de crise.
Assim, nada agardamos de España ou do Capitalismo para sacarnos deste burato social e nacional que sofremos como galegos e galegas, talvez, a nosa despensa cheia de forza e enerxia nos pode encoraxar a mudar o estado de cousas.
Se queres participar na nossa particular matanza, pasate polo Centro Social Aguilhoar o sábado 8, a partir das 21h00, haberá unha cea popular, xogaremos a “porlle a cara ao porco” e muito máis.
6 DE DECEMBRO, CONSTITUCIÓN ESPAÑOLA?? NADA QUE CELEBRAR!!
Magosto no Centro Social Aguilhoar
Novembro 19th, 2012
No passado sábado, 17 de novembro, celebramos na Aguilhoar o nosso tradicional magosto, após fazermos o próprio também no dia 10 em Vilar de Santos no forno da aldeia organizado polo sócios da Pikanha.
Assim, umha trintena de sócios/as e amigos/as juntamo-nos na tarde noite para festejarmos umha das datas mais tradicionais do nosso país. Castanhas, vinho, chouriços, empada e tortilha fora a ementa que preparamos para desfrutar da jornada.
Ao pé do lume, na chimané do novo local social, numha fria tarde, reuniam-se alguns do sócios, assando os chouriços e as castanhas. Outros entre as conversas, na cozinha iam preparando tudo, e outros começavam já com o vinho.
Para pormos fim, umha queimada lista para matarmos os maus espíritos e dar-nos força para continuarmos na luita por umha Galiza livre e solidária.
Galeria fotográfica: Flickr aguilhoar.
[Sábado 10 de novembro, às 21h] Magosto em Vilar de Santos
Novembro 5th, 2012
PIKANHA.- O proximo sábado 10 de novembro, as e os moços da Pikanha celebraremos o nosso já tradicional magosto no forno de Bárrio, em Vilar de Santos. Desta volta decorrera apartir das 21h00 e contaremos com boa musica, bom ambiente, churrasco, licor-café, queimada, karaoke...
Todos/as que desexedes assistir teredes que anotar-vos antes do dia 9 de novembro no correio vilardesantos@gmail.com
I Jornadas de formaçom e debate na Aguilhoar
Outubro 22nd, 2012
Pomos em andamento na Aguilhoar umhas jornadas de formaçom focadas na ciência política, com o intuito de oferecermos, desde umha perspectiva heterodoxa, umha funda crítica ao actual estado de cousas.
Deste jeito, abrirmos as portas do nosso local para aqueles interessados em debulharmos conceitos básicos como som a formaçom do Estado como paradigma da naçom, ou as relaçons entre poder e dominaçom, bem como abordarmos os câmbios produzidos nas sociedades ocidentais tanto dumha prespectiva estrutural como superestrutural, que nos ponhem em questom os própios princípios da modernidade e o seu modelo de desenvolvimento, e por último, analisarmos o sistema político que deu legitimaçom a estas relaçons de poder e sua crise, com o esgotamento do modelo produtivo que o sustentava.
1.-Sábado, 27 de outubro, às 17h00.
“Estado, poder e dominaçom”
2.-Sábado, 17 de novembro, às 17h00.
“Transformaçons económicas, sociais e políticas na modernidade”
3.-Sábado, 1 de dezembro, às 17h00
“Democracia (neo) liberal e pós-política”
Nom mais juiços por defender a língua.
Outubro 17th, 2012
Em 23 a 26 de outubro haverá o juiço contra 12 militantes polos factos acontecidos na manifestaçom de Galicia Bilingue o 8 de fevereiro de 2009.Em total a fiscalia pide 45 anos e 8 meses de cadeia e 32218 € em indenizaçons. O dia 23 haverá concentraçom nos julgados de Fontinhas em Compostela em apoio dos e das encausadas. Antes haverá assembleias e concentraçons em cidades e vilas da Galiza.
Defender a língua nom é delito!
Manifesto de solidariedade com os processados do 8F
A nossa língua nacional encontra-se num estado limite. A gravidade da sua situaçom chega a tal ponto que, segundo confirmam os estudos sócio-lingüísticos mais solventes, a transmisom intergeracional já nom está garantida e em questom de décadas, de nom mediar profundas mudanças em políticas e atitudes por parte da sociedade galega e as instituiçons, podemo-nos enfrontar ao sucesso final do processo de extermínio lingüístico iniciado em 1492. Esta é a crua realidade para quem amamos este país e o seu idioma como máxima expressom de nós.
Em 2009, as medidas favoráveis ao Galego que adoptava a administraçom bipartida tivérom umha contestaçom feroz e extremista dos sectores políticos e mediáticos partidários do seu extermínio definitivo ou da sua conversom numha síria reduzida à comunicaçom doméstica e informal: fazer do Galego um idioma constrangido a determinadas esferas da comunicaçom, mas indigno do ensino, das administraçons, dos meios públicos, etc., foi, e é, o cartom de visita dos que onte ordenavam aos nossos avós e avoas a ponta de fusil Sea patriota. No sea bárbaro. Hable usted nuestro idioma cervantino e agora se envolvem no argumento hipócrita da Libertad de idioma ou da Libertad para elegir. Distintas estratégias para o mesmo fim.
Aquel 8 de Fevereiro de 2009, quando grupos tam significativos como Falange Española de la JONS, Unión Progreso y Democracia e os dirigentes mais radicalizados do Partido Popular saírom às ruas de Compostela para bloquear o avanço do Galego com a convocatória de Galicia Bilingüe, decidimos, como figérom centenas de galegas e galegos, saír também à rua para denunciar aquela farsa ridícula que pretendia converter as vítimas em verdugos e aos históricos valedores da imposiçom do espanhol em “mártires” dumha língua sem direitos.
Com esta resposta colectiva pugemos acima da mesa a dignidade nacional das galegas e os galegos e denunciamos que é a língua da Galiza a vítima da imposiçom, da minorizaçom social e do perigo real de extinçom. Fumos, por este motivo, identificad@s por falar em Galego, golpead@s brutalmente, detid@s e criminalizad@s, enquanto a minoria extremista deste país que é partidária de aniquilar a sua língua se manifestava com protecçom policial e a companhia de centenas de pessoas traidas em autocarros vindos de fora da Galiza.
Agora, mais umha vez, a inversom extravagante acontece na realidade: os processados e processadas somos os agredidos. Acusa-se-nos de um amplíssimo abano de delitos que vam da “resistência à autoridade” que golpeava cidadás e cidadaos caidos no chao até “desordens públicas”, por fugir de quem se assanhavam com pessoas indefensas.
A guinda do pastel é umha petiçom fiscal de 45 anos de prisom por levantar a voz contra os inimigos do Galego, que pode supor o ingresso em prisom de muit@s de nós, e a imposiçom de sançons económicas impossíveis de afrontar que superam os 30.000 euros.
Os doce homes e mulheres que nos sentaremos na bancada dos acusados a partir de 23 de Outubro em Compostela demandamos da cidadania galega, das vossas organizaçons políticas, sindicais e sociais e de todos aqueles e aquelas que, dia após dia, defendedes a lingua desta velha naçom, um exercício de solidariedade activa com os e as processadas, denunciando o juízo político de que seremos objecto, posicionando-vos publicamente e mobilizando-vos em reivindicaçom da nossa liberdade o dia do início da vista. A vossa solidariedade é, agora, imprescindível.
Defender o Galego nom é delito.
[GNSV] Domingo 14 de outubro. Mobilización en Compostela.
Outubro 9th, 2012
Galiza Non Se Vende.-O vindeiro domingo 14 de outubro ás 12:00 horas na Alameda de Santiago de Conmpostela, Galiza non se Vende organiza un Xuizo Popular aos responsables da destrucción e o desleixo da nosa terra e o noso mar.
Estes son os cargos que se lles imputan:
- Perda da soberanía alimentar (abandono do sector primario, mar, rural..)
- Desastrosa xestión de residuos e contaminación.
- Minería salvaxe e sobreexplotación dos recursos (ríos, montes, vento…)
- Desprotección da biodiversidade.
- Esfarelamento do territorio (infraestruturas, especulación..)
- Abandono do patrimonio cultural.
Polo noso presente, polo noso futuro, polo futuro dos nosos fillos, DEFENDAMOS A TERRA E O MAR Acude a Compostela.
NON FALTES!!
GALIZA NON SE VENDE!!
Sucedida festa de inauguraçom do Centro Social
Outubro 8th, 2012
No passado sábado celebramos a abertura do novo espaço da Aguilhoar na capital da Límia, com endereço na rua do Forno do Concelho, nº 7, rés-do-chao, quase no coraçom da zona de vinhos de Ginzo de Límia. Assim, ao longo da jornada, que modestamente e com todas as pressas organizamos para abrirmos o antes possível o centro social, decorreu a inauguraçom pola que se passarom os nossos associados e associadas, bem como multidom de simpatizantes e amigos e amigas que quigerom acompanhar-nos neste dia.
Num local melhor situado na vila, mais amplo, melhor equipado, com umha pequena cozinha e umha chaminé francesa, poremos nas próximas semanas em andamento um importante leque de actividades.
Actividades no próximo trimestre
Sem descansarmos apenas, já nos pomos a trabalhar nas actividades dos próximos meses, desde um ambicioso magosto popular para a vizinhança, a participaçom no Samain, a celebraçom do 6 de dezembro (“Dia da matança do porco”), bem como diferentes actividades dedicadas à formaçom, desde palestras e obradoiros, até roteiros interpretativos pola comarca, sem esquerçernos da nossa presença na mais raivosa actualidade política, e ainda algum outro projecto a concretar nas semanas vindouras.
Galeria Flickr: aguilhoar
[Sábado 6 de outubro, 22h] Abertura do novo Centro Social
Outubro 2nd, 2012
Da Aguilhoar convocamos a todos os nossos associados/as e amigos/as ao acto de abertura do nosso novo Centro Social, sito na r/Forno do Concelho, nº7, Rés-do-chao, em Ginzo de Límia, o próximo sábado 6 de outubro apartir das 22h. Haverá petiscos para todos/as, bem como umha projeçom de video-reportagem, e um acto de apresentaçom da nova época da associaçom.
Novo local, nova época
Queremos, aliás, transmitir que a mudança de local social nom é simplesmente um câmbio de espaço físico, mas o começo de umha nova época. Da Aguilhoar pretendemnos começar um novo caminho, com mais força, melhor organizados e maior capacidade de incidência na nossa comarca, com o horizonte da independência nacional e a transformaçom social.
Esta mudança será reforçada nos próximos dias com umha actualizaçom no nosso blogue e o nosso logótipo como símbolos 2.0 de novas forças, agora, centradas nas possibilidades que as novas tecnologias nos oferecem, para fazermos chegar a nossa mensagem as e aos limiaos, desde as redes sociais, o videoactivismo ou a fotografia política, que será alguns dos eixos das nossas ferramentas de intervençom. Mas também a formaçom e defesa da nossa cultura e festas tradicionais jogaram um papel importante como espaços de (re)galeguizaçom para a Aguilhoar.
A Aguilhoar aberta a todas as luitas
Ainda, quermos umha Aguilhoar que incorpore as novas formas de luita que na actualidade se estam a desenvolver, desde a horizontalidade e o assemblearismo, para a construçom de um espaço de debate e tamém de açom, que desde a pluralidade e participacipaçom desenhe desde já umha comunidade de galegas e galegos a viver livres de Espanha e o Capital.





















