Domingo 8 de maio, às 12h00 na Alameda de Santiago de Compostela, a rede Galiza Non Se Vende convídanos a participar na manifestación que se celebrará o próximo domingo. Os 60 colectivos que a forman continúan a diario a loitar, resistir, traballar, arelar, formular, construír, informar, concienciar a favor da nosa terra e na procura de dignidade e equidade. Vente expresar por unha Galiza mellor.
CONTRA O SAQUEO SOCIOAMBIENTAL DA NOSA TERRA!!!
- Por unha utilización racional dos recursos naturais
- Pola protección do patrimonio natural e histórico
- Por unhas rías limpas
- Por uns ríos vivos
- Pola defensa da nosa soberanía alimentaria
- Por un litoral público e natural
- Por un urbanismo integrado na natureza e na nosa cultura
- Por uns montes ben xestionados
- Pola participación da cidadanía na xestión do noso
- Por unha xustiza incorruptible
- Polo respecto ás outras especies e a protección real da natureza
- Por un transporte colectivo eficaz
- Por unhas alternativas enerxéticas públicas e conscientes
- Por unha xestión responsable dos residuos
- Polo fortalecemento do rural e a economía social na Galiza
Escrito às 11:58:51 nas castegorias: Ecologia
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Importante participaçom no primeiro ato público da plataforma contra a incineradora “NA LIMIA NON”, por volta de quatrocentos vizinhos e vizinhas da comarca acodirom à concentraçom na Praça Maior de Ginzo o passado sábado às 17h da tarde para monstar o seu rejeitamento contra a instalaçom desta lixeira contaminante permenente na comarca absolutamente incompatível com o meio e a agricultura, eixo económico fundmanetal da mesma.
Ainda os membros da Coordenadora da plataforma lêrom o Manifesto com os motivos polos que nos amossamos contra a instalaçom desta planta. Ao longo de todo o dia também se recollerom mais de 1000 assinaturas contra a incineradora.
Blogue da plataforma “NA LIMIA NON” e Manifesto
http://nalimianon.blogaliza.org
POR UM RURAL VIVO E DIGNO!!
NOM À INCINERADORA!!
Escrito às 13:48:52 nas castegorias: Associaçom, Ecologia
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O próximo sábado 26 na Praça Maior de Ginzo de Límia realizará-se umha concentraçom às 17h00 da tarde contra a instalaçom da incineradora de SOGAMA, convocada pola Plataforma contra a incineradora.
No ato, que pretende ser multitudinário, lerá-se um manifesto de apoio no que se explicarám os motivos da constituiçom da plataforma e os passos que desde a mesma se pretendem dar apartir de agora.
POR UM RURAL VIVO E DIGNO
NOM À INCINERADORA!!
No passado sábado, 19 de fevereiro, constitui-se no salom de atos da Casa da Cultura de Ginzo umha plataforma contra a incineradora de SOGAMA que o PP quer instalar na Límia.
Esta plataforma foi impulsionada inicialmennte por diferentes personalidades da comarca, partidos políticos da oposiçom local (PSOE e BNG) bem como os sindicatos CIG e UGT. À convocatória acodirom multidom de vizinhos e vizinhas e representantes de associaçons, nomeadamente ambientalistas, entre as quais se atopava a Aguilhoar.
Grupo de trabalho e mobilizaçom social
Formou-se umha equipa de trabalho formada por várias pessoas ligados ao associacionismo limiao, na que a Aguilhoar está presente, junto com pessoas a nível particular co objectivo de organizar um plano de trabalho baseado na denúncia de rua e a mobilizaçom social para presionar contra instalaçom deste projecto tam prejudicial para o nosso meio-ambiente.
Perante a possível instalaçom de umha macro-incineradora em Ginzo de Límia por parte da Xunta, a segunda do País após a de Cerzeda, da Aguilhoar queremos monstrar o nosso radical rejeitamento.
Achamos que mais umha vez a “provincia” de Ourense se quer converter no estercoleiro da Galiza, sendo nesta ocasiom a comarca da Límia quem deve ver prejudicados os seus interesses pola inestimável ajuda que o Sr. Baltar oferece ao PP da Xunta.
Para além dos gravíssimos problemas derivados da suposta gestom de resíduos que se quer instalar em Ginzo, de tipo meio-ambiental, devemos acrescentar o dano que se lhe pode causar a umha comarca com umha economia agrogandeira importante, nomeadamente na produçom de patacas, que se veria severamente efectada polo altamente contaminante da macro-incineradora prevista.
Também, da oposiçom ao governo municipal de Ginzo se oponhem a dito projecto, propondo polo BNG moçons municipais em todos os concelhos da comarca contra a sua instalaçom e mais umha recolhida de assinaturas.
POR UM RURAL VIVO E DIGNO!!
NOM À INCINERADORA!!
Escrito às 15:17:22 nas castegorias: Ecologia
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Verdegaia denuncia a celebración dunha batida de caza de porco bravo (Sus scrofa) nas areeiras de Sandiás, nunha zona declarada Refuxio de Fauna segundo contempla a orde anual pola que se determinan as épocas hábiles de caza durante a tempada 2009-2010, amais de estar incluída na Zona Periférica de Protección (ZPP) da ZEPA "A Limia", declarada o pasado outono pola Consellaría de Medio Rural segundo o Decreto 411/2009, do 12 de novembro, polo que se declara zona de especial protección para as aves. A batida é a primeira medida que a administración vén de tomar no espazo protexido.
Escrito às 11:00:03 nas castegorias: Ecologia
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Agrupaçom de Montanha Augas Limpas.-Os dias 18, 19 e 20 de setembro som as datas para o acampamento de montanha 2009. Nos vindeiros dias facilitaremos o programa.
Este é a segunda ediçom do Acampamento de Montanha. Neste 2009 organizamos três jornadas de conhecimento directo da serra, longe dos barulhos habituais, e numha comarca que nom se salvou das cuiteladas das grandes infraestruturas, a Seabra.
Desta vez deslocamo-nos ao sul-leste do território galego, a Luviám, tristemente de actualidade por ser um dos tramos desse AVE tam destrutivo com a nossa terra e que nom responde a umha necessidade do povo galego, só a um lujo para as elites espanholas que som principalmente as que vam utilizar este meio de transporte tam caro e irracional. Umha infraestrutura que consome milheiros de euros e arrasa com o meio natural, vilas e aldeias.
A construçom do AVE destrozará os montes e bosques de Luviam para fazer umha obra nom necesaria para @s galeg@s; um meio de transporte elitista que contribuirá como muitas outras á desfeita do nosso pais em beneficio duns poucos.
Na linha que vimos defendendo de AMAL, tencionamos que os encontros sirvam para conhecer directamente a Terra e livrar-nos de tanta ignoráncia que ainda arrastamos sobre ela; para saber das agressons que padece, e das melhores maneiras de combater os expoliadores que estám a ameaçar a Galiza; para debater e formar-nos; e demostrar que formas de vida anti-consumistas som possíveis. Por suposto, também apostamos pola diversom, mas procurando fugir do lazer encadeado ao dinheiro, à incomunicaçom e às drogodependências.
Mais informaçom http://www.aguaslimpas.blogspot.com/
Escrito às 15:38:06 nas castegorias: Ecologia
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AGUILHOAR apresenta interessante trabalho da autoria de Verónica Lousada Perez e Rubém Domíngues Valência sobre a Lagoa de Antela.
Este trabalho tem como finalidade lembrar a lagoa no ano que se cumprem 50 anos do assinamento da pena de morte, ao bem mais querido ,e que mais riqueza proporcionava a toda a comarca Limiá , em definitiva , ao pam de todos.
Do Centro Social AGUILHOAR queremos denunciar o TERRORISMO AMBIENTAL que se alastrou pola comarca da Límia, e que ainda se está a alastrar. A todos estes terroristas queremos dizer-lhe que todos os que aqui moramos nom esqueceremos nem calaremos perante as barbáries que atingem o nosso meio.
Já à venda no Centro Social!!
Escrito às 10:12:27 nas castegorias: Ecologia
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Dias 31 de Março e 1 de Abril, acompanhamos Águas Limpas a subir o Larouco, que chega na comarca vizinha do Barroso, aos 1526 metros, o local, que se tem tornado conhecido pela prática do pára-quedismo, mas que na verdade agocha cousas bem interessantes além do pára-quedismo desportivo, como a antiga aldeia da Rousia, ou a Fraga que a envolve na aba que cai de lado galego. O Larouco, conforma com São Mamede os topos orográficos da nossa comarca.
A seguir, postamos as atinadas explicações dos companheiros de Águas Limpas a respeito do Roteiro e a própria serra:
"SERRA DE LAROUCO
Os próximos dias 31 de Março e 1 de Abril está organizada umha nova marcha de AMAL. Em esta ocasiom as montanheiras e montanheiros da agrupaçom caminharemos pola Serra do Larouco, no Sul da Galiza.
A Serra do Larouco é umha formaçom montanhosa que limita ao leste com a Serra do Gerês, da que a separa a Raia Seca, ao nordeste com a Limia, ao Oeste com o Vale de Monterrei e ao Sul co Vale de Monte Alegre, em Trâs-os-Montes. Esta Serra modelada em granitos e basculada pola tectónica tem o seu teito no Sul da Serra, onde no Larouco alcança 1525 metros de altitude. Na Galiza dominam o Bandeiro (1.028), O Arando (1.177), O Farelo (1.397) e O Cereiro (1.264).
A marcha partirá da Agra do Sol, justo na fronteira administrativa entre a Galiza e Portugal, por onde passa o antigo caminho que une Montealegre até Trandeiras, na Limia, um antigo caminho cheio de lendas do estraperlo, à beira do regato de Campelos.
Desde este ponto subiremos as faldas do Larouco até o Outeiro do Crego, umha cimeira granítica onde se encontram uns gravados rupestres de temática geométrica, feitos quizá por comunidades camponesas assentadas neste território durante a época prehistórica. Desde este ponto divisaremos a paisagem impresionante da fraga da Rousia e aos seus pés a aldeia de Monte Celo. Seguiremos o ascenso até o Farelo (1397 m), num ascenso caracterizado polas fermosas vistas do vale do Faramontaos e do Limia. Polos caminhos da Serra cara o Norte chegaremos a aldeia de Ninho de Águia, em cujas proximidades faremos noite.
O Domingo dia 1, a marcha sairá cara o ponto de partida, mas esta vez polo vale, seguindo primeiro o percurso do Faramontaos e logo do regato da Rousia, até chegar a fermosa fraga de este nome, onde se encontra a aldeia da Rousia, abandonada a meados do XVII no contexto da guerra pola independência que Portugal travou com sucesso contra a monarquia espanhola. Os restos das antigas casas semelham a primeira vista os vestígios dum castro, que também abundam na comarca. Por este caminho encontraremos muitas testemunhas da mais interesante arquitectura popular, como os muinhos que aproveitam os regos da montanha, fornos comunais, fontes, pontes, petos de ánimas...
Aliás, o Larouco caracteriza-se por umha rica vegetaçom autóctone na que predominam os carvalhos, rebolos, bidueiros e amieiros nas fragas do vale, e na montanha o monte baixo, de uzes, tojos, giestas e carqueijas. Este é o resultado da acçom do lume durante anos sucesivos, que tem arrassado as partes mais altas da serra, e onde está a ser repovoado maciçamente com pinheiro silvestre e pinus radiata. Também podemos olhar diversas rapinas comuns nas montanhas galegas da metade oriental como o minhato, o açor e, mais escasa, a gata fornela, numha zona onde também abundam o jabali, o teixugo e as doninhas.
Esta Serra também tem sido agredida pola rapinha energética do País, e no Larouco, a ambos lados da fronteira, tem sido colocados dous parques eólicos, que olharemos de lonje desde algumhas partes do nosso percorrido.
De seguro nom esqueceremos a nossa história em esta marcha, que transcurre polas terras do "Couto mixto" e os caminhos da guerrilha antifranquista, que em muitas ocasions procurava refúgio em Trâs-os-Montes."

Após o selado da lixeira de Lamas (Ginzo de Límia) várias lixeiras incontroladas têm aparecido tanto nas beiras do Rio Lima, quanto em locais próximos da antiga da Lagoa, bem como nas poças de extracção de areia, teoricamente, objecto de um projecto de recuperação paisagística, longe de se concretizar. Nem autarquias, nem deputação, bem como também não a Junta da Galiza,adivinham soluções a este atentado ambiental. A falta de sensibilidade face a reciclagem, a nula informação e a inexistência de locais adequados faz com que as lixeiras apareçam por toda a parte. O Rio Lima, é zona especialmente sensível, mas infelizmente, já tem sido vítima de mais actividades poluentes, o matadouro municipal de Ginzo tem vertido ao Rio, grandes quantidades de resíduos, sem que se tenha tracejado, um actuação integral contra este atentado, um rio, o Lima, já afogado pelas pouco inteligentes represas, que o esvaziam cada verao.