Publicamos artigo originario do jornal Novas da Galiza escrito polo sócio da Aguilhoar Rubém C. Ferreiro no qual nos reflicte a necessidade da criaçom de escolas desportivas como instrumento de socializaçomn de umha vida saudável e vedadeiramente galega.
RUBÉM C. FERREIRO / Dizemos que as escolas desportivas som umha aposta nom só necessária, mas também imprescindível para as pessoas que acreditamos na base social como eixo de trabalho, pois som umha alternativa real e factível para fazer frente à sociedade de cosumo que todo o invade desnaturalizando as identidades colectivas e, por outra banda, porque supom umha forma de relacionamento baseada na actividade física e no desfrute do nosso corpo.
O desporto, como outras muitas facetas da nossa vida, está perfeitamente desenhado e planificado para a sua mercantilizaçom ao serviço de grandes empresas que lhe tiram rendimento económico, deixando à margem todo aquilo que nom dá “frutos”. É pois, neste panorama, de onde o movimento popular galego e quem desfrutamos com o desporto temos que dar reposta.
Escolas desportivas para a mocidade
Umha escola desportiva, nom é mais do que umha escola em que se
adquire umha formaçom nom só desportiva, mas umha formaçom ampla e integral, que esperte e estimule o interesse pola actividade física nas moças e moços, umha forma mais de relacionar-se e desfrutar da nossa língua, cultura, etc., enfim, da nossa idiossincrasia como povo.
Assim a focagem nom será exclusivamente desportiva, pola contra, terá
umha visom mais ampla do desporto, onde os seus participantes recebem
(in)formaçom sobre saúde, alimentaçom, lazer alternativo... e todo aquilo que nos faga medrar como pessoas sás e com estímulos que estejam
longe do consumo e da satisfaçom imediata da sociedade actual.
Evidentemente, a participaçom nestas escola desportivas será totalmente
autónoma, com umha participaçom activa de pais e maes e, obviamente, aberta aos recém-chegados de outra latitudes como elemento integrador, de conhecimento e de respeito mútuo.
O objectivo destas escolas nom é fomentarem, em caso nenhum, um único desporto, mas o maior número de disciplinas, sempre que estas tiverem o interesse das e dos participantes, futsal, baloncesto, montanhismo,
piragüismo..., quer dizer, tanto desportos convencionais como desportos nom convencionais.
No que atinge ao funcionamento destas escolas desportivas, as chaves
som as que seguem: tratara-se de entidades autônomas cujo órgao de direcçom esteja formado por umha equipa técnica, coordenada por um educador físco, e na qual poderám participar as e os jovens que a integrarem e também os pais e maes que o desejarem, tomando as decisons de forma assemblear e consensuado por todos os membros, respeitando sempre os objectivos e funcionamento da escola.
Podemos, pois, concluir que a finalidade basica será, fomentar o desporto de base, afastado da competitividade e do mercantlismo que rodeia o desporto profissional actual, misturar desportos convencinais com os nom convencionais, socializar um lazer alternativo entre os e as jovens promovendo o desporto a partir de mha óptica galega como umha ferramenta mais de construçom nacional.
Neste último ponto a relaçom com as diferentes selecçons galegas é fulcral, porque ainda que nom podam competir a nível internacional, tenhem de ser o referente para quem goste da educaçom físca, organizando viagens para asistir aos seus jogos, bem como das diferentes equipas galegas, nomeadamente de futebol e, portanto, socializar o desporto galego.
Desporto de base e de competiçom
As escolas desportivas ajudarám a ver o desporto de competiçom com
outra vissom, a partir da seguinte reflexom; hoje em dia, acho que só
há umha forma de entendermos o desporto galego; como umha parte mais do património nacional de que nos podemos e devemos servir, tanto para formar-se como País, devido à grande importáncia do desporto como elemento de conscienciaçom nacional na actualidade, como para a formaçom de grandes atletas galegos.
A formaçom dos jovens galegos tem que começar desde crianças, aí é onde as escolas desportivas actuam, e esta formaçom tem que ter duas vertentes; a formaçom como atletas e a formaçom como galegos, sob umhas premissas mínimas, que os profissionais da formaçom do desporto galego estejam na base formando os jovens e nom na elite corrompidos, de que serve que um grande treinador seja quem dirige as grandes equipas se nom vai haver quem os abasteça de jovens atletas que fagam medrar o País.
Acho que para que isto acontecer deveriam mudar duas questons de
base; o desporto de elite, como é entendido hoje, deveria desaparecer
e apostar por um desporto profissional, mas nom um desporto mercantilizador que sirva para alienar a gente, mas um desporto onde
os atletas poidam viver do desporto como se de outro trabalho se tratasse.
Criaçom de umha liga nacional em todos os ámbitos do desporto onde só compitam galegos e que estas sejam as ligas de referência para todos e todas. Por outro lado, as pessoas que defendemos umha lei de selecçons galegas e podermos ver as e os nossos atletas competirem em eventos internacionais de carácter oficial representando a bandeira galega, temos que continuar a luitar porque estes importantes agentes nacionalizadores espalhem o sentimento galego também ao desporto, onde hoje tem um peso menor.
A gente diz habitualmente que na Galiza nom há jogadores de qualidade internacional, que umha selecçom galega faria o ridículo em eventos internacionais, ainda que pessoalmente creio que apesar da má política deportiva do nosso País há grandes atletas de nível internacional, mas esse nom é o problema, o problema real é que estes estám totalmente espanholizados e que os encargados da base dos grandes clubes galegos nom som os mais idóneos porque, nom tenme umha visom galega nem tenme intençom de formarem atletas.
Fran Vazquez, Borja Oubiña, David Cal…? Grandes atletas, mas mais ada. Valery Karpin, que acontece com o ciclismo galego? É umha vergonha, que um especulador sejá o impulsionador do ciclismo galego...e assim, poderia continuar a falar de casos que nom favorecem o desporto galego em nada, muito polo contrário.
Escrito às 18:46:07 nas castegorias: Vozeiro
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Editorial
A Aguilhoar é um projecto em construçom; um projecto que dia a dia se vai formando, somando forças, humanas e materiais; um projecto que se quer assentar e procurar o seu papel na comarca. Parece com que tivesse sido ontem quando em março de 2005 um pequeno grupo de jovens procedentes da associaçom cultural Covelo de Vilar de Santos e da Juventude pola Autodeterminaçom de Ginzo, decidiram juntar esforços e conformar um colectivo aberto e plural que chegasse a toda a comarca sob os referentes na altura da Esmorga de Ourense ou o Pichel em Compostela.
Desde a humildade e o realismo, sabendo muito bem qual é o contexto no que nasce, umha comarca de interior; com umha importante despovoaçom, umha permanente emigraçom da mocidade face as urbes galegas ou mesmo para Euskal Herria e Catalunha, com umha falta de saídas laborais que facilita como “saída fácil” a incorporaçom de dúzias de limiás e limiaos ano após ano à Guarda Civil ou à Policía espanholas; umha comarca despolitizada, com um caciquismo enraizado, sendo as únicas excepções as câmaras de Vilar de Santos e Rairiz de Veiga.
Mas umha comarca que também tem importantes vantagens, umha populaçom moça praticamente monolingue em galego, umha juventude activa e dinámica, umha comarca fronteiriça com Portugal e as hipóteses que isto nos permite, e sobretudo umha comarca virgem para um projecto destas características.
Nestas condições e num processo de acumulaçom de forças, Aguilhoar vai somando pessoal até que em Março de 2007 abre o Centro Social da Límia, um espaço que pretende ser um ponto de encontro para a mocidade nacionalista, de esquerdas e alternativa à sociedade do consumo. Mas este objectivo cumpre-se a meias, se bem com abertura o centro social a Aguilhoar se reforçou como associaçom de umha forma evidente, cria-se um grupo coeso e sólido que tem bem claro qual deve ser o papel da associaçom -vertebrar um movimento na comarca comprometido com a libertaçom nacional e social- nom se consegue chegar a todo esse potencial existente, por umha banda ao sector do nacionalismo institucional, embora a título individual sim haja adesões, e por outra a esse sector “alternativo” que, por via de regra também fica alheio ao projecto.
Porém, durante o ano e meio já como Centro Social e as múltiplas actividades realizadas, desde palestras, cursos, festas temáticas, concentrações, rondalhas passando-se polo festival da mocidade ou agitaçom e propaganda, fôrom conformando o corpo social da Aguilhoar e definindo a sua praxe, isto fixo com que houvesse quem se fosse embora e quem decidiu subir-se ao barco; mas o que é claro é que a dia de hoje a Aguilhoar é um referente para todas aquelas pessoas combativas e que nom acreditam na institucionalizaçom das nossas vidas, se bem a implicaçom a sério sempre seja mais difícil de apurar.
Por tanto, topamo-nos num momento, umha vez que já existimos como Centro Social, temos viabilidade e um grupo coeso, no que temos que decidir que modelo de Centro Social queremos e qual tem de ser a nossa intervençom na comarca.
Activando a comarca
Após as pertinentes reflexões, a mocidade organizada na Aguilhoar entendemos que há que activar a comarca, mas o quê significa isto? Da nossa óptica o papel que tem que jogar a Aguilhoar é duplo, por umha banda um papel claro de denúncia das agressões que sofremos como povo e reivindicativo da nossa condiçom nacional e da nossa soberania, e por outra banda, um papel de construçom de alternativas que desde a oficialidade nom se oferecem, falamos pois de alternativas sociais de construçom em chave nacional, desde espaços de lazer, formaçom, comunicaçom ou consumo alternativo.
Isto é o que significa activar, pôr os cimentos, modesta e humildosamente, sobre os que ir-lhe ganhado espaços às instituições espanholas, governar quem governar, espaços nos que podamos ensaiar a nossa independência a respeito de Espanha e o Capital. Na Galiza de hoje quem acreditamos na nossa naçom temos que fazer algo mais do que exigir a Espanha a nossa liberdade, temos, portanto, que construir essa liberdade, e a realidade demonstra que há ocos polos que podemos ir furando e abrir-nos caminho para criar umha verdadeira comunidade de galegos e galegas que vivam a margen do espanholismo e o capital.
Temos que assumir que vivemos como estrangeiros no nosso próprio país e é aí onde temos que dar a batalha e centrar as nossas energias, criar os nossos meios de comunicaçom, as nossas escolas, a nossa formaçom, o nosso lazer.., em definitiva as nossas vidas.
Borja Colmenero
Escrito às 16:13:55 nas castegorias: Associaçom, Vozeiro
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As moças e moços do C.S Aguilhoar lançam um novo número do seu vozeiro semestral no qual recolhem o mais importante da actividade desenvolvida nos últimos messes, no que podemos destacar palestras, cinema e documentários ou roteiros. Bem como um interessantíssimo artigo da autoria de ADEGA sobre umha das problemáticas mais importantes da Límia nos últimos tempos com a delaraçom de zona ZEPA e os intereses imobiliário do alcaide Ginzo Isaac Vila.
Aliás, inclui nas suas vinte páginas umha editorial sob o título “Três em um” na qual se marcam as linhas de acçom para os próximo messes nos que se cumpre o primeiro aniversário do centro social e já três de associaçom, também um artigo de André Casteleiro, sócio da Aguilhoar e membro do conselho de redaçom do Novas da Galiza, intitulado “A extrema-direita espanhola tal qual é” no que analisa ultimas ofensivas espanholista na Galiza e no Estado. E por último umha nova entrevista para conheçer o perfil dos associados.
Boa Leitura.
Escrito às 23:54:53 nas castegorias: Vozeiro
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Vozeiro faz o IV Vozes Livres, desde que começámos a sua publicaçom
Neste novo número do Vozes Livres as e os moços de Aguilhoar recolhem toda a sua actividade do segundo semestre deste ano, no que destaca, acima de tudo a abertura do Centro Social ao que lhe dedicam umha reportagem, bem como a assembleia celebrada em fevereiro na que se verifica este passo para a frente. Além disso, também se pode ver no vozeiro, umha crónica da I Rondalha da Mocidade em Ginzo de Límia, umha entrevista a um dos seus sócios e umha interessante editorial intitulada “Nova época, Novos reptos”na que se faz umha breve, mas intensa, análise do papel dos Centros Sociais na construçom de umha comunidade nacional oposta ao espanholismo e ao capital. Boa Leitura.
Escrito às 12:48:30 nas castegorias: Vozeiro
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Com a viragem de ano sai à luz número III, da nossa publicação semestral, o Vozes Livres, inclui uma escolma de novas comarcais, pouco tratadas no âmbito jornalístico da região de Ourense, caso do derrubamento do local social de Sam Lourenço ou os recenseamentos irregulares d'Os Brancos, ainda um espaço para a poesia de Miguel Límia "O Trasno de Cortegada", uma entrevista a um dos nossos associados, e o interessantíssimo artigo de José Manuel Barbosa sobre o fuso horário galego.
Descarga:
http://www.galiza.indymedia.org/media/2007/01//9666.pdf
Boa leitura
Escrito às 14:58:30 nas castegorias: Vozeiro
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PERSPECTIVA A TONS OBSCUROS (E NEM TANTO)
André Tabuada Casteleiro
...E choveu, após do ardido, e muito, de jeito mesmo mediterrânico, talvez antecipando, o destino climático da Galiza, a d'As Pontes, central que fede bem pertinho das fragas do Eume, polui como 2 milhões de carros, ninguém perguntou aos carvalhos do Eume se deveciam pela central, ninguém faz causa de perguntar-lhes, eles que levam aqui uma moreia de anos a sofrer-nos...
Se Lourição não valer, bem vale Návia, uma irmã da d'As Pontes nisso de poluír, já reparou na Galiza asturiana, para continuar com o seu labor de integração...
Estatuto de nação? Mais um apêndice à atrófia constitucional? Desde quando algumas competências mais e um termo, solucionaram uma dependência colonial, como a galega? As identidades construem-se, antes de mais no dia-a-dia, com efeitos práticos, realmente, emancipadores...
Madrid, continuará a ser o único centro político para a Galiza, Catalunya ou Euskal Herría, porque muito pelo contrário do que nos têm vendido, o estado das autonomias, não é mais do que uma concessão reacionária espanhola, na diatribe de solucionar “el manido problema territorial”, até o epíteto, demonstra, o estado das cousas.
O Reintegracionismo linguístico tem sido assumido pela nossa associação, como a inegável necessidade dum povo como o galego, para dignificar nacionalmente a sua língua, uma língua, porém, falada internacionalmente, e que começa a verificar no tecido social mais comprometido a sua valia, nunca tanto quanto hoje, se escrevera em português da Galiza, verificando-se que o reintegracionismo é o veiculo linguístico-cultural, próprio das associações comprometidas com um outro país, livre, solidário e nacional.
Os Centros Sociais, são para nós, a ferramenta indispensável para criar cidadãos autônomos, críticos, quem de reformularem Galiza, em chave soberanista, mas com uma generosa versatilidade, que tire os complexos, e faça abordagem de quaisquer problema que atinja @s cidadãos galeg@s.
Para nós, a política vai além da dinâmica parlamentar autoanémica e autocomprazente, mas vai mesmo além duma definição partitocrática da luta pela soberania, a soberania ganha-se no dia-a-dia, a nosso ver, trabalhando arréu, por descolonizar as nossas mentes, sem os dogmatismos, que de natural, se geram numa dinâmica partidária, apostamos neste 2007, porque os centros sociais da Galiza, continuem a construír o país, mas nuns termos declaradamente inclusivistas.
As autárquicas, tracejerão, talvez mais uma vez, os riscos básicos do défice democrático galego, desmobilização, desafeição na base, e mobilização exagerada dos principais quadros dos partidos majoritários, notadamente o PP, talvez o partido, e não é brincadeira, mais militante do país, quem de mobilizar um número altíssimo de pessoal prebendado através duma maciça rede clientelar, porém, não penalizada judiciariamente, mas no Bloco e no PSOE, reproduzem-se quando não idênticos, muito parecidos comportamentos,em regra, é comum a todos eles, a promessa mecanizada (e mastigada previamente) num intuito de incutir no pessoal, sempre as mesmas e básicas necessidades, são, portanto, quem cria as necessidades da gente, efeto, lógico, duma patética anormalidade democrática, mas avisamos, a Aguilhoar vai lá estar, onde se incumprirem as mais elementais regras democráticas, e disso, infelizmente, sabemos muito na comarca.
Escrito às 13:40:57 nas castegorias: Vozeiro
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Anuncia a próxima abertura de um centro social na Límia
O segundo número do «Vozes Livres», porta-voz oficial da associaçom limiã Aguilhoar veio à tona com nova informaçom, quer das actividades realizadas durantes os últimos meses por essa plataforma juvenil, quer dos objectivos futuros, entre os quais a abertura de um centro social fica em destaque.
Com efeito, de Aguilhoar defendem a necessidade de «dar mais um passo» criando um espaço físico que permita o desenvolvimento e dinamizaçom social e cultural na comarca, servindo como «guarda-chuvas contra a espanholizaçom da nossa cultura e lazer».
Por outro lado, as páginas do «Vozes Livres» também ecoam uma alargada reportagem da bem sucedida «I Ediçom do Festival da Mocidade», que teve lugar em Vilar de Santos no passado dia 18. Por palavras dos seus responsáveis, o festival «tentará assentar-se como data de referência para o reintegracionismo».
Aliás, informações acerca das diferentes actividades da associaçom nestes últimos seis meses, como o «I Curso de Língua», as «III Jornadas da Língua» -que este ano tratárom as variedades mais arcaizantes da nossa língua, os falares do Norte de Portugal e o seu continuum linguístico na Baixa Límia- enchem de conteúdos as 20 páginas da publicaçom.
Ainda, o «Vozes Livres» informa dos primeiros roteiros organizados pola comarca, publica um interessante artigo intitulado «A estandarizaçom do galego», da autoria de Borja Colmenero, e reproduz umha entrevista feita polo PGL na série AGAL e Futuro a um dos membros do grupo da Límia.
Descarga:
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=3113
Escrito às 18:08:50 nas castegorias: Vozeiro
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“Vozes Livres”, é mais um nome que se junta às diversas publicações informativas do movimento associativo galego. O objectivo fundamental do vozeiro é «ser a voz crítica numha comarca acostumada ao passivismo, tender laços com o resto do tecido associativo da Galiza e acabar com o permanente localismo que caracteriza estes colectivos», salientam de Aguilhoar, a associaçom impulsora desta publicaçom.
Nas sua páginas o «Vozes Livres» informa das actividades realizadas por Aguilhoar nestes primeiros meses de andaina na comarca limiá: o lançamento do Novas da Galiza, o torneio de futebol galego, a constutuiçom de Siareir@s Galeg@s-Límia ou mesmo o Curso de Língua celebrado em Vilar de Santos na passada quadra natalícia.
O vozeiro «tenta dar a visom da associçom sobre temas de actualidade como o ressugimento associativo no País ou a necessidade de auto-organizaçom», conforme afirmam de Aguilhoar.
Finalmente, nele também se inclui umha entrevista feita polo jornal Novas da Galiza em Setembro do passado ano aos responsáveis na altura, Borja Colmenero e André Taboada; e um pequeno, mas interessante trabalho, sobre as semelhenças das falas do limião e do barrosão assinado por David Casteleiro.
Descarga: http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=2559
Escrito às 17:32:57 nas castegorias: Vozeiro
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