
Altera Galiza.- Embora não esteja de tudo activa na altura, a chama da Agrupação Cultural Auriense continua acessa, uma chama prendida em 1967, tempos difíceis mas nos quais foram surgindo pela Galiza toda pequenos «fachos» que começaram a iluminar a escuridão. Ferro Couselo, Taboada Chivite, Xocas... e muit@s mais foram algumas dessas personagens que prenderam essa chama.
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Altera Galiza não podia faltar a este encontro com a história para render esta justa homenagem, pois se hoje ainda temos esperança de manter vivo este povo é graças também a projectos e iniciativas como aquela da Auriense, cuja data de nascimento, contexto e pessoas que se envolveram nela fazem parte da história viva deste povo.
Por volta das 11h00 (GMT) mais de um cento de pessoas se juntavam na histórica Cima de Vila (ainda conhecida como Praça do Corregedor) para celebrar o 40º aniversário da Agrupação Cultural Auriense.
O livreiro e activista social Xavier Paz apresentou o evento, que se seguiu com as palavras de um dos sobrevivintes daquela época, o advogado Nemésio Barja; do Presidente que mais anos esteve à frente da Auriense, o humorista Xosé Lois «O Carrabouxo»; e de uma das activistas que mais têm brigado pela entidade na última década, Montse Nóvoa.
Ainda, foi colocada uma oferta floral perante a estátua do ilustre Ramom Outeiro Pedraio, realizada pelo actual presidente da Auriense, Norberto Tavares, e Heitor Real, também presidente da entidade durante a década de 90 do século passado.
Finalmente, uma dança de honor e uma conversa animada deram por concluída esta bem merecida homenagem à Agrupação Cultural Auriense. A seguir colocamos uma foto-reportagem do acto, a brochura distribuída pela Auriense (em pdf), bem como o áudio completo e o vídeo da intervenção de Xosé Lois «O Carrabouxo».
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