
Altera Galiza.- A jornalista lucense Maria Yáñez (Eanes) esteve na Esmorga em passada quarta-feira, 19 de Dezembro, na sequência da exibição do documentário «Línguas Cruzadas», co-realizado com Mónica Ares, no quadro da II edição do ciclo «CinemGalego» que com grande sucesso está a organizar A Esmorga. Maria Yáñez apresentou o documentário bem como debateu durante mais de uma hora com as 20 pessoas que assistiram à projecção.

Altera Galiza.- Já são várias as ocasiões em que, quer directamente, quer colaborando com algum Centro Social, me têm convidado para palestrar acerca das minhas experiências com a língua e a internet, sempre dando uma visão na qual as artificiosas fronteiras políticas passam a lado*.

Altera Galiza.- Há uns dias um(a) usuário(a) da lista na net da associação ourensana A Esmorga, enviava uma mensagem-e na qual, nomeadamente para aquelas pessoas interessadas no sociolinguismo mas nem só, dava a conhecer um dos últimos mexericos da secção «Quen cho dixo?» (sic) do «genuinamente ourensano» jornal La Región, no qual criticavam Salustiano Mato pela língua utilizada no encontro textil realizado no Parque Tecnológico (ed. sexta-feira, 5 de Outubro de 2007).

Altera Galiza.- Lá por Dezembro de 2005 o relançado boletim «Em Movimento», do MDL, fazia-me uma alargada entrevista da qual depois publicaria um excerto no número 3 da sua 3ª época. Na verdade as minhas respostas foram longas demais por isso a impossibilidade de publicá-la na íntegra, mas recupero agora o documento completo que á para conhecer muito bem todo o que o pessoal quiser acerca do meu trabalho nos últimos anos e, ainda, alguma outra coisinha, nomeadamente o PGL (ver também entrevista que em seu dia me fez Dinahosting).

Altera Galiza.- Em Maio de 2006 a empresa fornecedora de serviços para a internet, Dinahosting, na qual se hospeda o Portal Galego da Língua, pediu-me para fazer uma entrevista e publicá-la no seu site na área de clientes. Na verdade, pois, na entrevista respondi como Director do PGL, em representação de toda uma equipa que trabalhou, trabalhava e trabalha nesse projecto, cujos frutos e bons resultados chamaram a atenção, sem qualquer dúvida, embora que tudo fosse feito desde um amadorismo, isso sim, o mais profissional possível.

Altera Galiza.- Tenho de reconhecê-lo, nunca fum um grande leitor de livros mas... talvez por acaso, duas leituras marcárom e acompanhárom o meu acordar lingüístico. O primeiro acordar aconteceu para me rebelar perante aquilo que achava umha anormalidade –por vezes cheguei a pensar que minha própria- a respeito da língua que eu falava e que «os meus» falavam e que diferia na altura daquela na qual éra(mos) educado(a)s na escola. E nom foi um livro muito volumoso, nem sequer um autor que esteja nos lábios de todo o mundo, o que me fijo reafirmar a luita pola minha normalidade linguística.
Escrito em 20-09-2007,
na categoria: Contributos, Língua
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Altera Galiza.- A organização das Jornadas do Ensino da Galiza e Portugal tinha declarado em dias passados a sua grande satisfação pelo grande sucesso recolhido neste ano, com mais de 200 inscrições. A boa média na assistência diária aos diversos cursos, atelieres, conferências e bate-papos vieram a confirmar a recuperação deste evento, já tradicional no mundo da docência, que decorre todos os anos na cidade das Burgas por volta da última semana de Agosto e primeira de Setembro.

Altera Galiza.- O cinema, como outras artes, não escapa à crescente espanholização do nosso galego. Bom, para sermos exactos, para a cidadania galega praticamente foi apagada a nossa língua desse mundo, embora salientáveis esforços mesmo nos últimos tempos... Mas não é aqui e agora que eu vou analisar isso, apenas ressaltar o fácil que pode ser, utilizando a net, conhecermos alguns títulos dobrados para a nossa língua, ou então conhecermos qual a sua versão adaptada na Lusofonia.

Altera Galiza.- Há uns dias foi divulgado na net o lançamento de um novo blogue, o Sinaliza!, que faz um apelo para realizar correcções linguísticas na sinaléctica galega, seguindo para isso a norma defendida pela Associação Galega da Língua (AGAL), próxima do português e bebedora das teses defendidas de sempre pelo galeguismo histórico.
Escrito em 09-08-2007,
na categoria: Contributos, Língua
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Em destaque a actualidade do estudo sobre Rosalia de Castro do pesquisador açoriano Alberto Machado da RosaAltera Galiza.- «Alberto Machado da Rosa foi umha das figuras que mais trabalhou no século XX polo relacionamento entre as culturas galega e portuguesa. Este pesquisador açoriano, exilado por problemas com a dictadura de Salazar desde 1947, e morto em 1974, realizou o seu labor nas universidades norte-americanas de Wisconsin e California (UCLA), e durante mais de duas décadas publicou estudos e trabalhos literários sobre a Galiza, além de propiciar a internacionalizaçom e a difusom da cultura do Norte de Minho em diferentes lugares e publicaçons especializadas.»
Assim se salientou em passado dia 30 de Setembro, pelas 12h30, em Ourense, na Livraria Torga, na seqüência do acto de lançamento do volume Rosalia de Castro, a mulher e o poeta, em que participaram Artur Alonso Novelhe e mais Joel R. Gômez.