O Apalpador estivo novamente em Lugo

Escrito em 31-12-2009 Categorias: CELEBRAÇONS/ACTOS

Tirado do blog do MÁDIALEVA

A S.C. Mádia Leva! celebrou esta quarta-feira 30 de Dezembro a chegada do Apalpador a Lugo. A isso das 17h00 saimos desde o local até onde se achegou o velho carvoeiro, fazendo um passa-ruas polo casco velho. Durante o percurso fomos dando castanhas as crianças e informando a gente da chegada da figura própria do Natal galego.

Logo montado no fermoso triciclo no que carregava o carvom e mais as castanhas chegamos até o centro sócio-cultural Uxio Novoneira. Lá na ludoteca agardavam mais crianças para conhecer ao nosso companheiro do Courel. As pandereteiras do Mádia Leva acompanharom com música toda a visita.

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O Apalpador estivo em Ferrol

Escrito em 31-12-2009 Categorias: CELEBRAÇONS/ACTOS

Tirado do blog da ARTÁBRIA

O Apalpador voltou a Ferrol, por segundo ano consecutivo, para repartir castanhas e presentes artesanais às crianças da nossa comarca. Depois de passar polo Centro Social da Fundaçom Artábria, agradecendo o labor de socializaçom da nossa própria cultura nacional e da figura do gigante carvoeiro, fijo umha visita ao local da Associaçom Vicinal de Esteiro, onde foi muito bem acolhido, igual que nas ruas de diferentes bairros da cidade. Um grupo de trasnos e a música tradicional galega acompanhárom com troula o passeio do Apalpador, que cumprimentou numerosas crianças ferrolanas.

O APALPADOR CHEGOU NO DIA CERTO. Um texto de Antom Labranha

Escrito em 29-12-2009 Categorias: CELEBRAÇONS/ACTOS

O Apalpador chegou no dia certo

-Antom Labranha-

“Pensar, analisar, inventar... são a normal respiração da inteligência”
J. L. Borges (Pierre Menard, autor do Quixote”

Numeração

Queria era uma dúzia de sardinhas, pode ser? Acontecia num mercado qualquer. Continuo e, noutra loja, compro meia dúzia de maçãs. Há tempos disso, hoje é que vão por quilogramas.

Olha, pá!, que aqui vendem ostras por dúzias,... ali fritos, ovos, doces!

O facto de ter o número 12 muitos divisores próprios (2, 3, 4 e 6), dá para o sistema de numeração base doze interessantes vantagens: dois grupos de seis, -seis de dois-, três grupos de quatro -quatro de três- fazem o conjunto (doze); também é fácil decidir quanto é meia, terça ou quarta; se desenhamos fracções numa régua na qual doze fosse a unidade, terço seria 0´4 -quatro riscas- e quarto 0´3 -três riscas-. (Confronte-se com a régua usual -base dez-: terço 0´33333... impossível concretizar, e quarto 0´25 -duas riscas e meia: precisamos mais um nível inferior para fixá-lo).

Até foram quem de identificar doze animaizinhos no círculo imaginário do céu e, relativamente a eles, definir o Zodíaco. Foram...? Quem? Se calhar estamos a falar da civilização suméria, aquela que no solstício de Inverno celebrava o nascimento do Sol, parido do ventre da deusa Inunna -depois Isthar, Astartê, Afrodita, Maria,...- (Mesopotâmia, IV milénio a.C.; há indícios mas não certeza -é que os números, como os deuses e os rios, também não evoluíram em linha recta; apenas é que as rectas assim faziam; nem sempre-).

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O Apalpador em Ginzo

Escrito em 29-12-2009 Categorias: CELEBRAÇONS/ACTOS

O Apalpador no programa BOS DIAS da TVG

Escrito em 28-12-2009 Categorias: CELEBRAÇONS/ACTOS

André Seoane, da Gentalha do Pichel, foi entrevistado pola TVG no programa Bos Dias, para divulgar a figura do Apalpador:

Aqui tendes a entrevista na sua totalidade:

O Apalpador em Vigo

Escrito em 28-12-2009 Categorias: CELEBRAÇONS/ACTOS

Extraído do blog de AGARIMAR

As crianças preparavam o desenho com o que receberiamos ao Apalpador numha tardinha cheia de nervos e ilusons.

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