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A nossa tencionava ser umha simples e sincera homenagem como a que cada ano dedicamos ao intelectual comprometido com a língua e o País. Porém, a resposta do fascismo oculto na noite refrescou na nossa memória o legado antifascista de Ricardo Carvalho Calero.
Continua:
E foi por isso que a oferta floral, as palavras e a música com que neste 25 de Março reivindicamos Carvalho, servírom para referir o seu compromisso republicano, a sua participaçom como voluntário nas tropas que combatêrom o fascismo, a sua passagem polas prisons franquistas sob acusaçom de "separatista", o ostracismo imposto à sua figura durante a longa noite de pedra...
O ataque anónimo às 5 da manhá do dia 25, segundo informaçons da vizinhança, contra o mural elaborado pola nossa entidade no dia anterior, serviu para nos lembrar que a mensagem de firme defesa dos nossos direitos lingüísticos é inassimilável polos herdeiros do franquismo. Por isso, reivindicarmos Carvalho Calero é também fazermos Memória Histórica.
(Breve) História de um Mural por Carvalho Calero
A seguir, mostramos-vos a breve história do mural com que a Artábria homenageou Ricardo Carvalho Calero neste XVII Aniversário da sua morte. Elaborado por sócios e sócias na passada sexta-feira, publicada a imagem do mesmo no nosso blogue e nas páginas do Diario de Ferrol de sábado, a visita de anónimos defensores da "España una" serviu para o borrar de negro na madrugada de sábado para domingo.
Finalmente, a legenda antigalega foi coberta com umha nova: a velha, mas vigente, reivindicaçom de que, na Galiza, em galego.





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