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Continuamos com a crónica deste VII Festival da Terra e da Língua. Como nom todo vai ser festa, houvo também lugar, na tarde do sábado, para o debate.
Continua:
A memória histórica centrada no ámbito cultural foi o tema central proposto pola Artábria, sob coordenaçom do nosso companheiro e historiador Joám Peres. Os também historiadores Bernardo Máiz e Eliseu Fernández, junto à mestra represaliada Sabela Diaz e ao também mestre e musicólogo Míni, trocárom impressons e informaçons de grande interesse sobre o significado da repressom em grande escala aplicada polos golpistas e durante as décadas seguintes de ditadura militar.
O debate, que durou umha hora e meia, abriu-se ao público, que também intervéu com perguntas e opinions.

Durante toda a tarde, diferentes colectivos da comarca e do País colocárom bancas para dar a conhecer problemáticas e luitas concretas, e para vender material com que colaborar no autofinanciamento de cada entidade.


Passadas as 21 horas, chegou o momento, como cada ano, do pregom prévio ao concerto de sábado. Desta vez, o protagonista foi Míni, que desculpou a ausência de última hora do seu companheiro Mero, e expujo um emocionante discurso dedicado a reivindicar a memória cultural e a defesa da nossa cultura popular como património essencial do Povo Galego.


Mas isso nom foi todo. Míni ofereceu a um público entregado três peças musicais da tradiçom representada polo histórico grupo Fuxan os Ventos.

A crónica do Festival continuará.

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