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Intervençom do nosso companheiro Vitor Santalha na homenagem a Carvalho Calero no XXVII Aniversário do seu passamento

16-05-2017

  02:11:00, por artabria   , 443 palavras  
Categorias: Concertos

Intervençom do nosso companheiro Vitor Santalha na homenagem a Carvalho Calero no XXVII Aniversário do seu passamento

Hoje completam-se 27 anos do passamento de Carvalho Calero, e mais um ano, reservamos um pedaço das nossas vidas para mostrarmos os nossos respeitos pola figura deste notável ferrolano, insubornável loitador a prol da cultura, a língua ou dos direitos soberanos do nosso País.

Nada novo poido dizer; e quase nem é preciso defender Calero no que atinge à sua criaçom, a sua obra defende-se por si própria. Mas apesar de que ninguém pode negar o valor do seu trabalho, a sua atividade continua desconhecida para o grande público; devido sem dúvida à atitude setária de membros do stablishment esforçados em enterrar de vez as suas ideias sobre do que a nossa língua deveria ser.

Nós, reivindicamos Carvalho como membro histórico do nacionalismo, como antifascista, pensador, investigador, como antifascista, como dramaturgo, renovador pedagógico ou como poeta, que era como ele gostava de que o reconhecessem por citar algum dos motivos. Mas para nós, reivindicá-lo é indissolúvel de reivindicarmos a sua visom internacional da nossa língua.

Há mais de umha década que se vem denunciando que a casa natal de um dos mais importantes nomes da cultura galega nascidos em Ferrol foi apodrecendo e caindo aos pedaços. Ano após ano desde o 1991, a nossa e outras entidades homenageamos Carvalho Calero aqui, pedindo de maneira reiterada que os sucessivos governos municipais, assumissem a restauraçom deste prédio mas o resultado dá nas vistas.

Eis a ruina natal de Carvalho Calero, quinhentos e tal mil euros! Será neste mandato?

Mas como esta construçom nom está isolada, fazemos extensiva a nossa denúncia ao estado geral de abandono do bairro de Ferrol Velho e ao desprezo que demostram cara a nossa identidade e o nosso património, deixando-o cair abaixo enquanto desviam milheiros de euros para a promoçom de culturas alheias.

Como muitas de vós saberedes, em 2014, a causa dumha das muitas iniciativas civís para reclamar o Dia das Letras a Carvalho, começamos a questionar-nos os esforços que perdiamos em questons instutucionais e burocráticas com entidades, que como dize umha companheira, nom vam fazer nada por nós. Quase cada umha por si própria chegamos à conclussom de que legitimar a essa elite cultural é dar-lhes carimbo para decretar o que deve ser recomendado e o que ser defenestrado e condenado ao ostracismo.

Artábria, entidade que recolhemos grande parte do legado do velho professor, somos mais umha, modesta, mas muito digna, mostra do que se pode fazer com a prática diária. Com certeza continuaremos trabalhando polo reconhecemento de Carvalho e a divulgaçom da sua obra. Sabemos que é um longo caminho até o topo se queremos rocanrolar mas devagar se vai longe e a nossa língua ou será galego-portuguesa ou nom será.

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Para saberes mais, lê a definiçom da Artábria na wikipédia + info

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