
No Festival de 2006, sob o mote Legaliza a nossa língua, dedicamos as actividades do Moinho de Pedroso à reivindicaçom explícita dos nossos direitos lingüísticos. A novidade deste ano foi o novo Concurso-concerto do Festival da Terra e da Língua, pensado para promover a criaçom musical em galego, e que nos surpreendeu polo bem que funcionou.

Diante da quinta Ediçom do nosso Festival, a gente da Fundaçom Artábria, antes de abrirmos as portas a este ponto de encontro da cultura, da reivindicaçom, da arte e o lecer, olhamo-nos para entender-nos e fazer-nos entender, para nos explicarmos e explicar o porquê desta cita anual.

Na ediçom de 2004, o Festival da Terra e da Língua realizou-se nos dias 17 e 18 de Junho, e incluiu as seguintes actuaçons e actividades:

Nos últimos dias de Junho de 2003, decorreu a terceira ediçom do nosso Festival, também no naronês Moinho de Pedroso. Lembramos aqui os conteúdos do principal evento de Verao da Fundaçom Artábria.

Na ediçom de 2002, o Festival da Terra e da Língua decorreu nos dias 28 e 29 de Junho, sexta-feira e sábado. Este foi o programa do Festival:
Este ano nom nos colheu a porta o dedo. Decidimo-lo com tempo. O 18 de Maio estávamos na Praia da Marosa ouvindo os acordes de Alberto Mbundi e a sua Turma que faziam as provas do som para o concerto da noite. Nesse momento chegárom os nossos amigos de Artábria com os cartazes do II Festival da Terra e da Língua. Gostamos muito. “Vaia nível. Este ano vamos!”, foi a resposta unánime. Desse jeito, ali na Festa da Marosa marcamos lugar e data para umha nova cita: os dias 28 e 29 de Junho no Moinho de Pedroso em Narom.
A Fundaçom Artábria está declarada de Interesse Galego e classificada de interesse cultural, com o número de inscriçom 54 e CIF:G15645518.
Para saberes mais, lê a definiçom da Artábria na wikipédia
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