Como poderedes supor pola profusão de posts nos últimos dias, não tenho muito que fazer... E a cabeça tem que trabalhar, se não vira mais lenta.
Para manter um pouco a actividade, estivem a traduzir uma canção, assim vejo se posso dizer o que quero com limitações de sílabas e de palavras. Levou-me duas manhãs (ou uma e meia) e penso que o resultado é aceitável.
O poema original é Les Passantes, de Antoine Pol, na versão cantada por Georges Brassens. A métrica da minha versão não é a mesma do original, mas penso que acai bem à música de Brassens. Como o meu francês não é muito bom, ajudei-me da versão italiana de Fabrizio de André, Le Passanti. A quarta estrofe foi cantada por Brassens só numa das duas versões publicadas, e não foi cantada por de André. Eu traduzi-a porque gostava, e a minha versão é para a mesma música que levam as outras estrofes.
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