Ao ler a letra da canção popularizada pelo Antonio Pinto Basto, mais convencido fiquei de quão são desnecessários os tão propalados " Acordos Ortográficos " da Língua Portuguesa. Imaginemos uma recolha de falares do Minho a Timor, quantas coisas belas e engraçadas não vão surgir e serem adicionadas à mais bela de todas as línguas vivas.
Soy estudiante de Relaciones Internacionales y estoy realizando un trabajo intenso sobre la situación actual de Olivenza.
Me interesa muchísimo sus opiniones, sobretodo las de Gianni como habitante de esta ciudad.
Les pediría, por favor, que contactasen conmigo para poder responder a unas preguntas y echarme una mano, ya que nadie mejor que vosotros para ilustrarme sobre este tema.
Gracias por vuestra atención
Pueden escribirme a dorotb@gmail.com
Eu sou a favor da união espanhola, da união ibérica, da união europeia, etc.
E nada tenho a ver com a direita (acho).
Além disso, a Galiza (como a Andaluzia, como as Baleares, como as Canárias, penso eu) tem razões de "civilização" para serem outra coisa. Mas a Catalunha é tão espanhola (ou mais) como Castela (ou as Castelas).
Eu não sei cousa do porquê... mas depois de ler e ouvir os comentários sobre esta questão da direita ultramontana espanhola, e dos seus numerosos seguidores (considerem-se os milhões de votantes do PP que concordam com esses comentários mediáticos), entendo que, alguns ou muitos, impelidos pola raiva e a dor, gritem pola independência, cheios já de tentarem educar o cerrilismo de boa parte da população espanhola. Porque não é só Intereconomia, é boa parte dos espanhóis que ainda se alporiçam e rabejam, quase que botando escumalho polos beiços abaixo, quando alguém aparece na TV a falar qualquer cousa que não seja o que eles chamam "espanhol"...
Eu depois de ver o que o espanholismo fez na Galiza esfarelando a comunidade lusófona e impedindo-a de usufruir como próprio o rico património cultural dos países lusófonos, quase que estou tentado, mas...
Ainda confio que numas décadas seja possível a concordia e o derrubamento de fronteiras, e que, porfim, a Galiza tenha o seu lugar na Lusofonia... por isso não sou pola independência quer da Galiza, quer da Catalunha, quer da Euzkadi...
É a minha opinião.
Olhe, eu sou um desses anarcoides; e não concordo com esta campanha nem com esta contradição tão grande. A abstenção é passiva, não ativa. E nas eleições sindicais também abstenção (ativa ou passiva)? Ou liberdade para votar ou não votar em todas ou silêncio. Na CGT há algumas pessoas que impõem essas ideias ilógicas como se isso fosse obrigatório para todos os anarcoides. Melhor ficarem calados e deixar LIBERDADE. "El bien más preciado es la libertad (...)", diziam antigamente os chefes dos sindicatos da CNT original.
Impressionante as cenas, mostram até onde vai o sanguinário apetite imperialista yanque. Dispostos a cometer qualquer ato covarde em nome da tal liberdade (a deles).
adorei imenso tanto ,que se me arranja-sem casa e escola para os meus 3 filhos me mudava para ai sem hesitar a fim de trabalhar tambem em prol do crescimento da comunidade e contra a deserteficaçao.
Claro que o segundo Estado mais terrorista do mundo tem muitas propriedades nesse mesmo mundo! e é dono da metade desse mundo, mas algo se pode boicotar. Tudo sei lá, porque os fabricantes quase nunca escrevem "feito em Israel" ou só em pequenino. Hoje mesmo boicotei uma coisa fabricada nesse lugar. Cortiça portuguesa? O parvo é sem dúvida o Souff, talvez lacaio do terror sionista. Saúde.
caro amigo deste site um pouco "parvo" com certeza que apelam a este boycotte mas estão a cumpri-lo? nao tem bebido sprit nem coca cola neste anos nem visto filmes? escreveu esse texto todo no seu computador com chips da Intel??feitos em israel,usa telemovel com invençoes israelitas como o MMS e a camera no telemovel ou o voice mail? duvido que esteja a fazer um boycott e se estiver ja deve tar morto de fome, sede, dando em louco!! ou comendo cortiça portuguesa!!ridiculo, por muito mais que tentem fazer boycott a economia israelita sobe, mesmo em tempos de crise!!
A cooperação ibérica traduz-se em comícios conjuntos e eternos anúncios de grandes projectos conjuntos. As cidades (e bem pior, as aldeias) fronteiriças são apenas paisagem.
Concordo: nós os Portugueses não estávamos preparados para uma republica em 1910, nem para uma democracia em 1974. Por isso a republica virou a Fascismo e a democracia virou a Fascismo de rua, ou um povo de brando costumes. Como os peixes seguimos e não sabemos muitas vezes se estamos vindo ou indo. Em fim, somos um povo de consumidores, não sabemos bem o que queremos. Olhem como copiamos estilos de música e maneiras de viver estrangeiras. Protestamos às tarde e más horas e praticamos um civismo pasmado que nos leva a nenhum lugar. Precisa-se de falar mal, de criticar, de dizer o que nos vai alma, se ainda temos alma de Portugueses.
silverio demelo
Sendo eu português sei que no nosso intimo manda a Língua portuguesa; com gosto arrastaríamos o Galego para a nossa brasa. Um pouco cidadão do mundo, contudo, concordo: Galego não é nem Português nem Espanhol. É uma língua com direito de existir independentemente de nós Portugueses e de Espanhóis.
Ora, tão próximo da nossa Língua, Galego é a nossa Língua irmã e sendo de família deve sim ser respeitada. Que Portugal, “Lisboa,” e todos os arrogados “eruditos”da nossa Língua nunca se atrevam a desenvolver uma atitude superciliar, imperialista, controladora, dominadora para com ela.
Olhe, os meus filhos compreendem o Português. Um deles, o mais novo fala um pouco. O seu Português faz-se entender. Passaria bem por Galego. Eu próprio às vezes, depois de um dia num ambiente totalmente americano atrapalho-me já no português. De qualquer forma, acho o Galego uma Língua bonita como é. Torná-la Portuguesa ou querer fazê-la passar por Português do Portugal de hoje é querer fazer passar Inglês por Alemão. Não dá mesmo.
Concordo: nós os Portugueses não estávamos preparados para uma republica em 1910, nem para uma democracia em 1974. Por isso a republica virou a Fascismo e a democracia virou a Fascismo de rua, ou um povo de brando costumes. Como os peixes seguimos e não sabemos muitas vezes se estamos vindo ou indo. Em fim, somos um povo de consumidores, não sabemos bem o que queremos. Olhem como copiamos estilos de música e maneiras de viver estrangeiras. Protestamos às tarde e más horas e praticamos um civismo pasmado que nos leva a nenhum lugar. Precisa-se de falar mal, de criticar, de dizer o que nos vai alma, se ainda temos alma de Portugueses.
silverio demelo
Paranóias ibéricas. Liberdade de expressão. Oliventinismos e oliventinices. Imprensa e mentiras dela, e verdades também. Rebuliço temático. Gaspachos vários. Acracias diversas. Etc. Aberto a todos. Condição: respeito e bom humor.