A natureza da guerra no Iraque

08-07-2007

Link permanente 22:33:03, por José Alberte Email , 471 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Ensaio

A natureza da guerra no Iraque

Insurgente

Guerra de destruição em massa unilateral, e guerras sujas e encobertas de grande intensidade Mercenários superam a soldados estadunidenses em Iraque.

EEUU tem ensaiado todo tipo de estratégias em Iraque. Em tempos de Paul Bremer - o primeiro virrey colonial- Washington liquidou toda a administração pública iraquiana; e destruiu ou apropriou-se de todo o património colectivo, que não tinha arrasado durante os dez anos de embargo armado com contínuas acções aéreas e operações de bombardeio de grande envergadura. Depois veio a tentativa de construir uma governação fantoche - apoiado pela ONU e os aliados fiéis -; e de isolar e destruir à guerrilha, criando a imagem de um Iraque atacado desde o exterior pela o Qaeda. Fracassado essa estratégia ?político militar?, os cérebros do Pentágono e do Conselho de Segurança Nacional dos EEUU jogaram a todas as cartas possíveis, desde a guerra sectária até a partiçom do país. Finalmente, recorreram à guerra suja realizada pelo - novo exército iraquí de Maliki - e pelos esquadrões da morte transformados num enorme exército mercenário. Agora estão combinado e superpor todas as maquinarias de matar: o exército profissional recrutado pelas forças armadas estadunidenses, e os dois exércitos paralelos: o dos - mercenários -, e o dos matarifes que organizou e que supervisiona Negroponte sob o controle operativo dos aliados locais dos EEUU. Assim nasceu o caos sangrento que tenta governar o presidente Bush.

Segundo informou o diário Los Angeles Times o Exército dos EEUU paga os serviços de uns 180.000 mercenários, cifra superior à dos 160.000 soldados do pentágono despregados na zona.

Graças ao dinheiro dos contribuintes, o Pentágono mantém em território iraquiano a uns 118 mil mercenários da região, 21 mil norte-americanos e 43 mil de terceiros países, segundo o mais recente sondagem.

As cifras põem em dúvida a capacidade norte-americana de manter uma guerra com seus próprios efectivos e propõe interrogantes sobre a privatização dos labores para reconstruir a nação árabe, refere o rotativo.

Agrega que a cifra de mercenários pode ser maior, já que na análise militar se obviou contar aos guardas encarregados da segurança de servidores públicos iraquianos e estadunidenses ou empresas trasnacionais.

Graças ao dinheiro dos contribuintes, o Pentágono mantém em território iraquiano a uns 118 mil mercenários da região, 21 mil norte-americanos e 43 mil de terceiros países, segundo o mais recente sondagem.

Servidores públicos militares sustentam que a paga de serviços diminui o custo da guerra. Outros, em mudança, criticam o método por temor a que os efectivos se neguem a operar sob condições de perigo, como ocorreu em 2004.

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