O sistema capitalista caminha como um zombei

03-12-2008

  03:44:51, por Corral   , 706 palavras  
Categorias: Outros

O sistema capitalista caminha como um zombei

IAR-Noticias

O sistema capitalista caminha como um zombei: Está morrido, mas segue funcionado (por inércia) e ninguém o termina de matar porque já nom lhe ficam inimigos estratégicos. O quadro é de pesadelo: EEUU está em recessom, Europa está em recessom, Ásia está em recessom, América Latina está em recessom, nom há nenhum número macro-económico que nom esteja em vermelho. As primeiras dez economias do mundo (um 85% do PBI mundial) estám em crise, e há deflaçom mundial e queda de vendas no comércio exportador e importador. A crise financeira já deveio em crise estrutural: Desapareceu o crédito, extingue-se o consumo, e num conjunto de países já há estanflaçom (suba de preços com baixa de produçom e vendas). Tanto nos países centrais como nos periféricos e emergentes há uma onda generalizada e latente (ainda contida) de despedimentos em massa que quando estoure vai paralisar os países com greves e estalidos sociais. As carteiras (catedrais do capitalismo parasita e especulador) derrubam-se e ao outro dia levantam-se numa compulsom repetitiva esquizofrénica marcada por compra-a" e a "venda" sem freio dantes de que vinga o furacám. Nom há lógica, nom há planejamento, a economia mundial capitalista é um conjunto inasível de "variáveis desbocadas" e ninguém sabe exactamente que vai passar dentro de um segundo. Há uma decadência acentuada pela confusom, a falta de informaçom lógica e a paralise geral, e os próprios especuladores internacionais perguntam-se a viva voz Onde está o piloto? Perderam-se as certezas, perdeu-se a concepçom estratégica do poder, nom há governabilidade do sistema, se perdeu o controle da totalidade, e só há (começando polos governos centrais e seus bancos) jogadas individualistas do "se salve" quem possa. O nom desenlace - por agora- da crise social- leva a que o processo de descomposiçom se distenda na superestrutura do sistema (os governos e os bancos centrais imperiais). Mas há umha ameaça latente que avança pelo lado da desocupaçom e a suba dos alimentos para compensar a falta de vendas. Os experientes esperam que se desate um furacám com "prognóstico reservado". Os sionistas que controlam o "negócio financeiro" aconselham a seus clientes que comprem dólares. Nestes "tempos de crises", o efectivo contante e sonante é Deus, afirmam. Nas ruas, as maiorias (que ainda conservam seu emprego), ignorantes do poder que controla o mundo, também caminham como zombeis. Às "massas", programadas e niveladas planetariamente pola ideologia do consumo, e metodicamente preparadas para votar presidentes e consumir qualquer cousa (menos inteligência reflexiva), está-se-lhes por cair a ideologia, ou seja o consumo. E o furacám pode trazer um tsunami ainda mais imperecível: O estoupido social dos famintos nas áreas periféricas mais empobrecidas do planeta capitalista. E a desocupaçom, ameaça com romper a corrente de contençom de sindicalistas e políticos "funcionais ao sistema" e converter-se numha maré de greves e de bloqueios de rotas que terminem por paralisar o único que mantém em pé ao sistema: Os negócios capitalistas. E se acabam-se os negócios, chegará, indefectivelmente a repressom militar e policial para restaurá-los. O sistema sim ou sim deverá retomar o controle e recobrar a governabilidade perdida, ao menos que pensemos que isto é o Apocalipses. Mas nom o é, o sistema capitalista está moribundo, mas ainda tem pano para sobreviver. E enfrente nom tem inimigos estratégicos, senom histeria colectiva e caos em crescimento. Vem-se Obama, vem-se Hilhary, vêm-se novos "resgates", mais do mesmo, mais negócios sionistas financeiros disfarçados com linguagem de "crise". Vêm-se novas escaladas militares, vêm-se novos conflitos conjunturais, "perigos terroristas" que nascem e morrem como as borboletas. O sistema capitalista, zombeis e decadente segue andando por falta de inimigos estratégicos. O único que o pode matar é o Apocalipses: Um estalido nuclear, um tsunami planetário, ou os famintos saqueando a Reserva Federal e os bancos centrais saturados de plus-valor. O sistema capitalista, que matou quase todo o que vivia no planeta, pode morrer de qualquer coisa. Por agora, se vem o furacám. Onde está o piloto?.

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