O IMPERIALISMO NOM É MUTÁVEL: OBAMA E O SEU PARTIDO SOM PARTE DA SUPERESTRUCTURA POLÍTICA DO IMPERALISMO - III -

25-02-2009

  12:07:52, por Corral   , 866 palavras  
Categorias: Dezires

O IMPERIALISMO NOM É MUTÁVEL: OBAMA E O SEU PARTIDO SOM PARTE DA SUPERESTRUCTURA POLÍTICA DO IMPERALISMO - III -

Por Luis Arce Borja

O IMPERIALISMO NOM É MUTÁVEL


Se alguém pensar Obama mudará a natureza do sistema político dos Estados Unidos, equivoca-se completamente. Para isso basta assinalar que o imperialismo nom é um conceito subjectivo na política, na economia, na ideologia ou no campo da moral. É antes de mais nada, um sistema de grandes monopólios industriais e financeiros, que aplicam a nível mundial acçons de colonizaçom e de opressom dos países pobres e dos seus próprios cidadans. Obama e o seu partido, som parte da superestructura política do imperialismo, cuja baseie económica é o sistema de exploraçom imposto por gigantescos monopólios fincados em Estados Unidos, Europa, Japom, Canadá, e outros países ricos. O imperialismo é de acordo a Lênim, a fase superior do capitalismo, a fusom do capital bancário com o industrial, a época das grandes unions monopolistas internacionais que se seguem repartindo as riquezas mundiais e que prosseguem a divisom territorial do mundo entre as maiores potências capitalistas. Como exemplo basta assinalar, que as riquezas petrolíferas roubadas a Iraque mediante a guerra e o crime repartiram-se principalmente entre as transnacionais americanas e europeias. Estes grupos nom têm limites na sua voracidade e som capazes de destruir ao ser humano e o mundo com tal de conseguir riquezas. Fazer brutais guerras, e cometer genocídios como o que acabam de praticar impunemente em Gaza, faz parte da natureza do imperialismo. é a sua razom de ser, e nom será um processo eleitoral hollywoodense nem a eleiçom de Obama, os que mudassem esta situaçom.

Umha das particularidades fundamentais do imperialismo, como diz Lênim, é que para estender a sua dominaçom e submeter aos povos, nom pode prescindir das guerras e da militarizaçom. Para este fim as potências se militarizam, e destinam gigantescas quantidades de dinheiro para fortalecer o seu aparelho repressivo militar. Os Estados Unidos, com um exército a mais de dois milhons de soldados, e 823 bases militares instaladas fora do seu território, ademais de um milhom de civis empregados nas instalaçons militares, é sem dúvida o aparelho de agressom militar mais volumoso da história da humanidade, cujo crescimento responde as necessidades das guerras imperialistas.

Segundo a BBC para o fim do ano 2003, Estados Unidos, tinha um orçamento militar 401.300 milhons de dólares, o mas importante gasto militar da história dizia as diário ínguas. Mas o orçamento militar USA para o 2005 aumento a 417.500 milhons de dólares, e como anunciou Bush, "Nenhum inimigo ou amigo pode duvidar de que Estados Unidos tem os recursos para prevalecer, e prevaleceremos". No ano 2007 o orçamento americano aumento a 532,8 mil milhons de dólares, e no 2008 a soma subiu a 700.000 milhons de dólares, e como assinalou o Secretário de Defesa, Robert Gates, servirá para enfrentar os desafios mundiais à segurança?, que noutras palavras significa agredir, fazer guerras, e cometer brutais genocídios em África, Meio Oriente, América Latina e outras latitudes.

Nom têm nenhum fundamento aqueles que pensar Obama vai mudar o rumo agressivo e criminal dos Estados Unidos. O encerramento da prisom de Guantánamo (Cuba), e outras medidas expedidas pelo presidente americano, servem de fogos artificiais, mas nom afectam o substancial da política imperialista do Estado americano. Baixo o pretexto da luita internacional antiterrorista, preparam-se novas agressons e Obama será o continuador das guerras imperialistas que podem mudar de forma mas nom de natureza. Estas guerras baixo o objectivo de apoderar-se do mundo seguírom sendo acçons de semicolonizaçom dos países pobres, sobretudo aqueles que têm consideráveis riquezas em petróleo, minerais, água e terras fértis. Para este fim, o novo presidente USA, anunciou que continuará aplicando a guerra anti-terrorista em países nom invadidos ainda, mas que no futuro imediato serám vitimas da política guerreira deste país. Alguns senhores da guerra ianque como o general Colin Powell (ex chanceler de Bush e chefe da guerra em Iraque), apoiaram a eleiçom do actual presidente USA. Barak Obama nom foi imparcial no genocídio em Gaza, e reconfortou aos governantes de Israel. Apoiou o suposto direito do Estado israelense ?defender-se dos terroristas de Hamas. Do mesmo jeito falou de retirar tropas em Iraque, mas quer meter-lhe o dente militarmente a Afeganistám, Iram e Paquistám. Sobre Irám chamou a evitar que este país tenha umha arma nuclear, e nom descarta nengumha acçom militar para evitá-lo. Mas o pior de tudo é que expôs aumentar o gigantesco orçamento militar dos Estados Unidos, o que significa militarizar mais o planeta. Com justa razom, James Petras, assinalou que com a eleiçom presidencial de Barak Obama, nom há nengumha ruptura com a política militarista. Mesmo há perigo de que tome medidas mais extremistas para mostrar aos militares e aos militaristas que ele também é um homem duro, um homem forte, capaz de enfrentar o que chamam os inimigos dos Estados Unidos. Este é o perigo de umha personagem débil que quer apresentar-se como um novo Napoleom estadunidense, com medidas mais agressivas?.

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