GALIZA, campo de ENSAIO

18-06-2009

  22:26:23, por Corral   , 404 palavras  
Categorias: Ossiam

GALIZA, campo de ENSAIO

Ossiam

Hoje a Galiza é espaço de confronto entre a patronal e o movimento operário. É o campo de ensaio para quebrar o aranguelo às organizaçons obreiras, consigna dictada pola patronal espanhola desde Madrid, da que as organizaçons patronais galegas som só um apêndice. E sob esta directriz, propiciar o debilitamento das organizaçons de populares, a patronal galega nom fai mais que aplicar as recomendaçons do Clube Bilderberg de deixar ainda mais à intempérie às classes trabalhadoras. Esta associaçom dos grandes patronos do mundo das finanças, dos ?mass média?, e dos políticos das grandes potências económicas e militares constituem o verdadeiro ?governo? na sombra das economias capitalistas.

A greve operária do metal de Vigo, a das trabalhadoras do têxtil de Caramelo na Corunha, os confrontos dos trabalhadores das empresas do leite como Pascual, o pessoal das fabricas como Bunge, Galfrío ou Vidreira del Atlântico som a expressom nídia da agudizaçom da luita de classes que esta acontecer na Galiza. A todo isto suma-se a destruçom planificada do tecido productivo do leite, patrocinado polas transnacionais lácteas apoiadas de facto pola actual Junta de Galiza que somem aos gandeiros na escuridade da miséria. Hoje Galiza é o campo de batalha contra a barbárie e mostra que é possível impedir a degradaçom das condiçons de vida dos trabalhadores. Todos e cada um dos anónimos militantes destes movimentos emancipadores mostram-nos qual é o caminho da dignidade: a defessa dos próprios interesses de classe o que só a mesma pode pôr fim à crueldade das patronais, a impiedade dos governos, tanto autonômico como central, e botar à esterqueira a aldraje a qual tentam submeter ao conjunto da cidadania.

A unidade entre as forças obreiras e cidadáns é a passagem para a victoria do movimento operário e ajuda a que NUNCA MAIS as classes trabalhadoras tenham que assumir com o seu lombo e a sua pobreza a dilapidaçom da riqueza criada por eles mesmos que fai a Banca e os seus servidores sociais: donos dos mass média, eirejas, políticos dos grandes partidos defensores da atrocidade capitalista. Esta é a crise do capital, dos capitalistas; nom é a nossa e pode ser, se somos inteligentes e pacientes, a chave para iniciar a mudança desta ineficiente organizaçom económico-social que é o capitalismo.

2009-06-18

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