27-08-2013

Link permanente 13:07:50, por José Alberte Email , 219 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Rússia assegura que Washington deve respeitar o Direito Internacional a respeito de Síria

Rússia assegura que Washington deve respeitar o Direito Internacional a respeito de Síria

Moscovo - Washington, Sana

O Ministério de Exteriores da Rússia afirmou que Washington deve ser cauteloso e tem que respeitar o Direito Internacional sobre Síria.

Chancelería russa acrescentou que as tentativas de fabricar pretextos para a intervençom militar na Síria fora do Conselho de Segurança, poderia conduzir a um desastre.

Rússia lamenta que Washington tenha postergado a reuniom da Haia

Por outra parte, o Vice-ministro de Exteriores russo, Gennady Gatilov, dixo que o seu país lamenta que Estados Unidos adiasse a mencionada reuniom sobre Síria, prevista para manhá quarta-feira na Haia.

Na sua conta na rede social Twitter, Gatilov dixo: "é lamentável que os nossos sócios decidam cancelar a reuniom bilateral russo-estadounidense para discutir a questom de convocar a conferência internacional sobre Síria", sublinhando que "o trabalho para encontrar critérios para umha soluçom política na Síria era algo útil, sobretodo porque no horizonte vem-se nuveiros de umha campanha militar".

Cabe salientar que o Departamento de Estado de EE.UU. anunciara o adiamento da reuniom prevista com Rússia na Haia para discutir os preparativos para a celebraçom da conferencia internacional sobre Siria em Genebra, sem especificar um calendário claro para a sua celebraçom, tomando como pretexto as noticias sobre um ataque com armas químicas na zona rural de Damasco.

Link permanente 00:37:30, por José Alberte Email , 225 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: A histeria belicista contra a Síria

http://www.resistir.info/

Em 2003 o imperialismo promoveu uma campanha histérica acerca de supostas armas de destruição maciça possuídas pelo Iraque. Como se viu, aquela mentira flagrante, cínica e deliberada do governo dos EUA destinou-se a justificar a invasão e ocupação daquele país. Hoje, mais uma vez, o imperialismo encena uma campanha mundial acerca de supostas "armas químicas" que teriam sido utilizadas pelas Forças Armadas sírias. Obama não apresentou uma única prova que corroborasse tal afirmação, mas a campanha prossegue. Destina-se a preparar a opinião pública para uma eventual agressão directa contra a República Síria à semelhança daquela desencadeada contra a Líbia. Diz-se a agressão directa porque a indirecta começou há vários anos com o armamento, treino e incentivo a bandos terroristas, os quais estão a ser derrotados pela Forças Armadas sírias. Tal como em 2003, os cães amestrados de Londres, Paris e Ancara ladram furiosamente a atiçar.
Por outro lado, a crise financeira capitalista intensifica-se. O seu sistema bancário está em ruínas, tanto nos EUA como na Europa. Os monstruosos resgates governamentais com o dinheiro dos contribuintes e com emissões monetárias (bail-outs) fracassaram, tendo desaparecido no buraco negro da banca – agora já planeiam resgates internos (bail-ins) com o dinheiro dos depositantes. O que tem isto a ver com uma eventual agressão à Síria? Muito. Historicamente o imperialismo sempre procurou na guerra a saída para as suas crises.

26-08-2013

Link permanente 17:39:17, por José Alberte Email , 550 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Lavrov tacha de falsas acusaçons contra governo sírio sobre uso de armas químicas

http://sana.sy/spa/213/2013/08/26/499279.htm
Moscovo, Sana

O ministro de Exteriores da Rússia, Sergi Lavrov, sublinha que as acusaçons dirigidas contra o governo de Síria sobre o uso de armas químicas som falsas e usam-se como pretexto para recorrer ao uso da força contra Síria, asseverando que "quem dirigem essas acusaçons nom possuem provas".

Numha conferência de imprensa hoje, o chefe da diplomacia russa denúncia que tanto Washington como Londres e Paris dérom declaraçons oficiais para dizer que possuem fortes provas que inculpam às autoridades da Síria, mais até agora nom pudérom apresentar ditas provas e contodo aumentam o seu tom e dizem que a linha vermelha foi transgrida e já nom é possível demorar as cousas.

Lavrov asseverou que estas declaraçons "contradim os acordos confirmados polos líderes do G-8 na declaraçom final da cimeira de Oraornoa no passado mês de Junho, que sublinha que qualquer caso de uso de armas químicas em Síria deve ser investigado escrupulosamente e apresentassem-se os resultados das investigaçons ao Conselho de Segurança".

Lavrov denuncia que esses países do Grupo do Oito abandonárom este acordo e que, aliás, atribuem-se a sim mesmos o papel dos investigadores e o papel do Conselho de Segurança".

O chanceler russo explicou que experto e especialistas de Grm-Bretanha, França, Rússia e outros países ocidentais tenhem critérios que indicam a invalidez das imagens que se comercializam através de Internet para acusar o governo da Síria de usar armas químicas, revelando que existem informaçons que afirmam que estas imagens se publicárom horas antes de ser anunciado o ataque com substâncias químicas o passado 21 de agosto.

Lavrov pergunta-se.. "Por que essas partes rejeitam os pactos e alegam que já é tarde e obstaculizam todas as provas sobre o uso de armas químicas"... por que nom falavam os nossos sócios ocidentais da mesma maneira quando se discutia sobre a investigaçom de uso de armas químicas em Khan Asal no campo de Alepo na passada Primavera"".

Lavrov: Rússia mira com profunda preocupaçom anúncios estadounidenses de intervençom militar na Síria

Sergei Lavrov afirmou antes durante umha conversaçom telefónica com o seu homólogo de EE.UU., John Ferry, que "os anúncios oficiais de Washington sobre a preparaçom das suas Forças Armadas para "intervir" no conflito sírio foram recebidos por Moscovo com profunda preocupaçom".

Segundo um comunicado oficial da Chanceleria russa, publicado na página web do Ministério russo de Exteriores, Lavrov dixo na conversaçom telefónica que umha intervençom na Síria produziria graves conseqüências em Oriente Meio, e agregou que "os telefonemas de EE.UU. a intervir na Síria som umha tentativa de apagar os esforços bilaterais encaminhados à celebraçom da conferência de Genebra.

O comunicado destacou que "Moscovo está preocupada "polas declaraçons de alguns representantes da Administraçom estadounidense sobre a suposta "prova" que tenhem da participaçom do Governo sírio num presumível uso de armas químicas da semana passada em Ghouta Oriental".

Rússia instou a EE.UU. a nom usar a força na Síria e a tentar criar as condiçons propícias para que a missom de peritos da ONU que se encontra agora em Damasco tenha a possibilidade de "realizar umha investigaçom escrupulosa, objectiva e imparcial".

Segundo Lavrov, estas condiçons fam-se imprescindíveis devido aos numerosos testemunhos existentes de que o incidente em Ghouta Oriental poderia ser resultado de umha acçom da "oposiçom irreconciliável" síria no sua tentativa por acusar a Damasco.

Fady M. & Eba Kh.

24-08-2013

Link permanente 23:25:58, por José Alberte Email , 214 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Atopam em Síria barris de gás tóxico fabricados na Arábia Saudita

http://www.hispantv.com/

Umha unidade do Exército sírio irrompeu num armazém situado no bairro de Jobar em Damasco (capital de Síria), onde atopou barris de gás tóxico com etiqueta de fabricaçom saudita, informárom neste sábado fontes oficiais do país árabe.

Segundo o relatório, um grande número de máscaras e medicamentos utilizados contra produtos químicos fórom atopados no lugar, que pertence a empresas e companhias farmacêuticas de Catar e Alemanha.

De igual maneira, umha autoridade governamental tem revelado que vários soldados apresentaram sintomas de asfixia ao entrar no bairro de Jobar, nos subúrbios de Damasco, controlados polos grupos terroristas.

Vários dos afectados, segundo comunicou-se, encontravam-se em estado grave, assim que foram transferidos a um centro de saúde.

O achado deste material químico, armazenado nos subúrbios de Damasco, tivo lugar uns dias depois de que os grupos terroristas que lutam contra o Governo de Bashar al Asad acusassem o Exército do país árabe de usar armas químicas num recente ataque.

Estas alegaçons levárom às autoridades do Pentágono a estudar a possibilidade de analisar a opçom militar contra Síria como umha resposta ao tema.

Contodo, Washington anunciou que nom dispom de provas para determinar a veracidade dessa afirmaçom.

Por sua parte, o Governo e o Exército sírios tenhem negado categoricamente qualquer tipo de participaçom neste presumível ataque químico.

msh/ybm/msf

22-08-2013

Link permanente 18:14:20, por José Alberte Email , 350 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Teeram: os grupos terroristas usárom as armas químicas se de verdade fórom utilizados em Damasco-campo

http://sana.sy/spa/213/2013/08/22/498552.htm

O chanceler iraniano Mohammad Javad Zarif, afirmou que o "Governo sírio nom pode ser responsável polo possível ataque com armas químicas contra Damasco-campo ontem quarta-feira", assinalando que "se é verdade, fórom utilizadas armas químicas, seriam os grupos terroristas que os utilizárom"".

Zarif dixo numha conversaçom telefónica com o seu homólogo turco, Ahmet Davutoglu ontem à noite, que "no momento em que se encontram os inspectores da ONU em Damasco e os grupos terroristas sofrem derrotas, como se poderia recorrer à supracitada acçom"", afirmando que este acto criminal foi perpetrado por grupos terroristas porque os seus interesses estám na escalada da crise na Síria e a sua internacionalizaçom.

O chanceler iraniano agregou que "se o tema da utilizaçom de armas químicas na Síria foi verdadeiro, está claro que se utilizou polos grupos terroristas takfiríes porque esses grupos demonstrárom que som capazes de cometer semelhantes crimes".

Assim mesmo, assinalou que o governo sírio condenou este incidente e dixo: "A República Islâmica do Irám esta realizando contactos com o governo sírio para estudar as diferentes dimensons deste incidente".

O chefe da diplomacia iraniana fixo ênfase nas posturas cruciais do Irám em rejeiçom às armas de destruiçom maciça, assim como condenou firmemente o uso de qualquer tipo de armas químicas.

China exorta aos inspectores da ONU na Síria a ser imparciais ao investigar no suposto uso de armas químicas

China chamou aos inspectores da ONU na Síria a adoptar umha atitude imparcial e profissional, assim como a consultar plenamente com o Governo sírio ao investigar o uso de armas químicas que se produziu supostamente ontem quartas-feiras no campo de Damasco"

A Cancilhería chinesa citada por Reuters nesta quinta-feira, declarou que China adopta umha postura clara em contra do uso de armas químicas, independentemente de quem o cometeu.

A postura da China vem depois de que o Conselho de Segurança Internacional exigisse ontem num comunicado de imprensa emitido trás umha sessom a portas fechadas, que se desvele a verdade acerca de um suposto uso de armas químicas em Damasco-campo, acolhendo com beneplácito o início de umha investigaçom a respeito disso.

Fady M., Lynn A.

21-08-2013

Link permanente 23:13:32, por José Alberte Email , 2222 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: A verdade proibida: Os EUA estão a canalizar armas química para a Al Qaeda na Síria

Por Prof Michel Chossudovsky

Estará o presidente Obama a preparar o cenário para uma “intervenção humanitária” ao acusar displicentemente o presidente sírio de matar o seu próprio povo?

“Na sequência de uma revisão deliberativa, nossa comunidade de inteligência estima que o regime Assad utilizou armas químicas, incluindo o agente de nervos sarin, em pequena escala contra a oposição múltiplas vezes durante o ano passado”

O vice-conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Ben Rhodes, afirmou numa declaração: “Nossa comunidade de inteligência tem alta confiança naquela estimativa devido a múltiplas e independentes fontes de informação”.

“Obama avisou o presidente Bashar Al Assad das “enormes consequências” de ter cruzado a “linha vermelha” ao alegadamente utilizar armas químicas.

Dinheiro e armas para a Al Qaeda

A saga das armas de destruição maciça (ADM) no Iraque, com base em provas falsificadas, está a desdobrar-se. Os media ocidentais em coro acusam implacavelmente o governo sírio de assassínio em massa premeditado, conclamando a “comunidade internacional” a vir resgatar o povo sírio.

“A Síria transpõe a “linha vermelha” sobre armas químicas. Como responderá Obama?

A “oposição” síria está clamar junto aos EUA e seus aliado para que implementem uma zona de interdição de voo (no fly zone).

A Casa Branca por sua vez reconheceu que a linha vermelha “fora cruzada”, enfatizando ao mesmo tempo que os EUA e seus aliados “aumentarão o âmbito e a escala da assistência” aos rebeldes.

O pretexto das armas químicas está a ser utilizado para justificar ainda mais ajuda militar aos rebeldes, os quais em grande parte foram liquidados pelas forças do governo sírio.

Estas forças rebeldes derrotadas – em grande parte compostas pela Al Nusrah, associada à Al Qaeda – são apoiadas pela Turquia, Israel, Qatar e Arábia Saudita.

Os EUA-NATO-Israel perderam a guerra no terreno. Seus combatentes da Frente Al Nusrah, os quais constituem a infantaria da aliança militar ocidental, não podem, sob quaisquer circunstâncias, serem repostos através de um fluxo renovado de ajuda militar dos EUA-NATO.

A administração Obama está num impasse: a sua infantaria foi derrotada. Uma “zona de interdição de voo”, nesta etapa, seria uma proposta arriscada dado o sistema de defesa aérea da Síria, o qual inclui o sistema russo S-300 SAM.

Os EUA-NATO estão a treinar rebeldes da “oposição” na utilização de armas químicas

As acusações de armas químicas são falsificadas. Numa ironia amarga, as provas confirmam amplamente que as armas químicas estão a ser utilizadas não pelas forças do governo sírio mas sim pelos rebeldes da Al Qaeda apoiados pelos EUA.

Numa lógica enviesada pela qual as realidades são invertidas, o governo sírio está a ser acusado pelas atrocidades cometidas pelos rebeldes associados a Al Qaeda patrocinados pelos EUA.

Os media ocidentais estão a introduzir desinformação nas cadeias de notícias, refutando despreocupadamente as suas próprias reportagens. Como confirmado por várias fontes, incluindo a CNN, a aliança militar ocidental não só disponibilizou armas químicas para a Frente Al Nusrah como também enviou empreiteiros militares (military contractors) e forças especiais para treinar os rebeldes.

O treino [em armas químicas], o qual está a ter lugar na Jordânia e na Turquia, envolve como monitorar e acumular stocks com segurança,além do manuseamento destas armas em sítios em materiais, segundo as fontes. Alguns dos empreiteiros estão sobre o terreno na Síria a trabalhar com os rebeldes para monitorar alguns dos sítios, segundo um dos responsáveis.

A nacionalidade dos treinadores não foi revelada, embora os responsáveis advirtam contra a suposição de que todos eles sejam americanos. ( CNN , 09/Dezembro/2012, ênfase acrescentada)

Se bem que as notícias e reportagens não confirmem a identidade dos empreiteiros da defesa, as declarações oficiais sugerem um estreito vínculo contratual com o Pentágono.

A decisão estado-unidense de contratar estranhos empreiteiros de defesa para treinar rebeldes sírios a manusearam stocks acumulados de armas químicas parece perigosamente irresponsável ao extremo, especialmente quando se considera quão inepta Washington foi até agora para garantir que apenas rebeldes laicos e confiáveis – na medida em que existam – recebam a sua ajuda e as armas que aliados nos estados do Golfo Árabe têm estado a fornecer.

Isto também corrobora acusações feitas recentemente pelo Ministério das Relações Exteriores sírio de que os EUA estão a trabalhar para compor o quadro de que o regime sírio como tendo utilizado ou preparado a guerra química.

“O que levanta preocupações acerca desta notícia circulada pelos media é o nosso sério temor de que alguns dos países apoiando o terrorismo e terroristas possam proporcionar armas químicas aos grupos terroristas armados e afirmar que foi o governo sírio que utilizou tais armas” , (John Glaser, Us Defense Contractors Training Syrian Rebels , Antiwar.com, December 10, 2012, ênfase acrescentada).

Não tenhamos ilusões. Isto não é um exercício de treino de rebeldes em não proliferação de armas químicas.

Enquanto o presidente Obama acusa Bashar Al Assad, a aliança militar EUA-NATO está a canalizar armas químicas para a Al Nusrah, uma organização terrorista na lista negra do Departamento de Estado.

Com toda a probabilidade, o treino dos rebeldes da Al Nusrah na utilização de armas químicas ficou a cargo de empreiteiros militares privados.

A Missão Independente das Nações Unidas confirma que forças rebeldes estão na posse do gás de nervos Sarin

Enquanto Washington aponta o dedo ao presidente Bashar al Assad, uma comissão de inquérito independente das Nações Unidas em Maio de 2013 confirmou que os rebeldes, ao invés do governo, têm armas químicas na sua posse e estão a utilizar gás de nervos sarin contra a população civil:

Investigadores de direitos humanos da ONU reuniram testemunhos das baixas da guerra civil da Síria e de equipes médicas indicando que forças rebeldes utilizaram o agente de nervos sarin, disse domingo um dos principais investigadores.

A comissão independente de inquérito das Nações Unidas sobre a Síria ainda não viu provas de que forças governamentais tenham utilizado armas químicas, as quais estão proibidas pelo direito internacional, disse Carla Del Ponte, membro da comissão. (ver imagem)

“Nossos investigadores estiveram em países vizinhos a entrevistas vítimas, médicos e hospitais de campo e, segundo o seu relatório da semana passada que vi, há fortes e concretas suspeitas, mas não ainda prova incontroversa, da utilização do gás sarin, a partir do modo como as vítimas foram tratadas “, disse Del Ponte numa entrevista à televisão suíça-italiana.

“Isto foi utilizado por parte da oposição, os rebeldes, não pelas autoridades governamentais”, acrescentou ela, a falar em italiano. (“ U.N. has testimony that Syrian rebels used sarin gas: investigator ,” Chicago Tribune, May, 5 2013, ênfase acrescentada)

Relatório da polícia turca: Terroristas do Al Nusrah apoiados pelos EUA possuem armas químicas

Segundo a agência de notícias estatal turca Zaman, o Diretorado Geral Turco de Segurança (Emniyet Genel Müdürlügü):

[A polícia] apreendeu 2 kg de gás sarin na cidade de Adana nas primeiras horas da manhã de ontem. As armas químicas estavam na posse de terroristas do Al Nusra que se acredita terem ido para a Síria.

O gás sarin é incolor, uma substância inodoro que é extremamente difícil de detectar. O gás é proibido pela Convenção das Armas Químicas de 1993.

A EGM [polícia turca] identificou 12 membros da célula terrorista Al Nusra e também apreendeu armas de fogo e equipamento digital. Esta é a segunda confirmação oficial importante da utilização de armas química por terroristas da Al Qaeda na Síria após recentes declarações da inspectora Carla Del Ponte confirmando a utilização de armas químicas pelos terroristas na Síria apoiados pelo Ocidente.

A política turca está actualmente a efectuar novas investigações quanto às operações de grupos ligados à Al Qaeda na Turquia. (Para mais pormenores ver Gearóid Ó Colmáin, Turkish Police find Chemical Weapons in the Possession of Al Nusra Terrorists heading for Syria, Global Research.ca, May 30, 2013 )

Quem cruzou a “Linha vermelha”? Barack Obama e John Kerry estão a apoiar uma organização terrorista na lista do Departamento de Estado.

O que se está a desenrolar é um cenário diabólico – o qual faz parte integral do planeamento militar dos EUA –, nomeadamente uma situação em que terroristas da oposição da Frente Al Nusrah aconselhados por empreiteiros ocidentais da defesa estão realmente na posse de armas químicas.

O Ocidente afirma que está vindo em resgate do povo sírio, cuja vidas alegadamente são ameaçadas por Bashar Al Assad.

Obama não só “Cruzou a linha vermelha” como está a apoiar a Al Qaeda. Ele é um Mentiroso e um Terrorista.

A verdade proibida, que os media ocidentais não revelam, é que a aliança militar EUA-NATO-Israel não só está a apoiar a Frente Al Nusrah como tambémestá a disponibilizar armas química para forças rebeldes da sua “oposição” proxy.

A questão mais ampla é: Quem constitui uma ameaça para o povo sírio? O presidente Bashar al Assad da Síria ou o presidente Barack Obama da América, que ordenou o recrutamento e treino de forças terroristas que estão na lista negra do Departamento de Estado dos EUA?

Numa ironia amarga, segundo o Bureau of Counter-terrorism do Departamento do Estado dos EUA, o presidente Obama e o secretário de Estado John Kerry, para não mencionar o senador John McCain, podiam ser considerados responsáveis por “conscientemente proporcionar, ou tentar ou conspirar para isso, apoio material ou recursos para, ou envolver-se em transacções com, a Frente al-Nusrah”.

O Departamento de Estado emendou o Foreign Terrorist Organization (FTO) e a Executive Order (E.O.) 13224 com as designações da al-Qaida no Iraque (AQI) a fim de incluir os seguintes novos pseudônimos: al-Nusrah Front, Jabhat al-Nusrah, Jabhet al-Nusra, The Victory Front, e Al-Nusrah Front for the People of the Levant. As consequências de acrescentar a Frente al-Nusrah como nova denominação para a Al Qaida incluem uma “proibição contra conscientemente proporcionar, ou tentar ou conspirar para proporcionar, apoio material ou recursos para, ou envolver-se em transacções com a Frente al-Nusrah, e o congelamento de toda propriedade e interesses na propriedade da organização que estão nos Estados Unidos, ou venham a estar dentro dos Estados Unidos ou controle de pessoas dos EUA. (ênfase acrescentada)

O conselho do Departamento de Estado reconhece que de Novembro de 2011 a Dezembro de 2012:

“A Frente Al-Nusrah reivindico aproximadamente 600 ataques – que vão de mais de 40 ataques suicidas a armas pequenas e operações com dispositivos explosivos improvisados – em centros de cidade principais incluindo Damasco, Alepo, Hamah, Dara, Homes, Idlib e Dayr al-Zawr. Durante estes ataques numerosos sírios inocentes foram mortos.

O conselho também confirma que “os Estados Unidos efectuam esta acção [de por a Frente Al Nusrah na lista negra] no contexto do nosso apoio geral ao povo sírio. …

O que se deixa de mencionar é que a administração Obama continua a canalizar dinheiro e armas para a Al Nusrah em desobediência flagrante da legislação contra-terrorismo dos EUA.

O “intermediário” de Washington: O general Salim Idriss

O “intermediário” de Washington é o Chefe do Supremo Conselho Militar da FSA, general de brigada Salem Idriss (v. foto), o qual está em ligação permanente com comandantes militares da Al Nusrah.

O secretário de Estado John Kerry reúne-se com representantes da oposição síria. Responsáveis dos EUA reúnem-se com o general Idriss. Este último, a actuar por conta do Pentágono, canaliza dinheiro e armas para os terroristas. Este modelo de apoio ao Al Nusra é semelhante àquele aplicado no Afeganistão pelo qual o governo militar paquistanês do general Zia Ul Haq canalizou armas para os jihadistas “Combatentes a liberdade” no auge da guerra soviética-afegã.

O apoio dos EUA a terroristas é enviado sempre através de um intermediário de confiança. Segundo um responsável da administração Obama: “Se bem que os Estados Unidos possam ter influência sobre o general Idris, não têm capacidade para controlar alguns jihadistas – como a Frente Nusra, a qual também está a combater forças do governo sírio”. ( New York Times, May 23, 2013 )

John McCain entra na Síria, em mistura com terroristas patrocinados pelos EUA

Enquanto isso, o senador John McCain “entrou na Síria [no princípio de Junho] a partir da fronteira turca do país e permaneceu ali por várias horas … McCain encontrou-se com líderes reunidos de unidades do Free Syrian Army tanto na Turquia como na Síria”. Ver imagem de John McCain junto com o general Salem Idriss).

O papel contraditório do Conselho de Segurança das Nações Unidas

No fim de Maio de 2013 o Conselho de Segurança da ONU acrescentou a Al Nusrah à Lista de sanções da Al Qaida do UNSC. Mas ao mesmo tempo, a decisão do Conselho de Segurança despreocupadamente descartou o facto, amplamente documentado, de que três membros permanentes do Conselho, nomeadamente a Grã-Bretanha, a França e os EUA, continuam a proporcionar ajuda militar à Frente Jabbat Al Nusrah, em desafio ao direito internacional e à Carta das Nações Unidas.

ANEXO 1
THE TERRORIST DESIGNATION OF AL NUSRAH BY THE US STATE DEPARTMENT
U.S. DEPARTMENT OF STATE
Office of the Spokesperson December 11, 2012
STATEMENT BY VICTORIA NULAND, SPOKESPERSON
Terrorist Designations of the al-Nusrah Front as an Alias for al-Qa’ida in Iraq

ANEXO 2
UNITED NATIONS SECURITY COUNCIL
Department of Public Information • News and Media Division • New York
Security Council Al-Qaida Sanctions Committee Amends Entry of One Entity on Its Sanctions List

ANEXO 3
TRANSCRIPT OF STATE DEPARTMENT PRESS BRIEFING CONCERNING AL NUSRAH
Senior Administration Officials on Terrorist Designations of the al-Nusrah Front as an Alias for al-Qaida in Iraq
Special Briefing Senior Administration Officials
Via Teleconference
Washington, DC
December 11, 2012

Ver também:

Deleted Daily Mail Online Article: “US Backed Plan for Chemical Weapon Attack in Syria to Be Blamed on Assad”

O original encontra-se em www.globalresearch.ca/…

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

07-08-2013

Link permanente 16:45:36, por José Alberte Email , 1795 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: O mundo sob a vigilância do governo estado-unidense e dos bancos

O mundo sob a vigilância do governo estado-unidense e dos bancos

por Valentin Katasonov [*]

O mundo financeiro como sistema de informação

O mundo contemporâneo das finanças é sobretudo acerca da informação, os dados sobre clientes de bancos, companhias de seguros, pensões e investimentos, bem como outras entidades que tratam de negócios financeiros, devem ser recolhidos, armazenados, processados e utilizados. As várias peças e informações esparsas de diferentes fontes são reunidas. No caso de indivíduos tudo se reduz a dinheiro, propriedade, trabalho, saúde, parentes e condições de vida. No caso de entidades legais a esfera de interesse abrange fundos e acordos de negócios, historial de crédito, investimentos planeados, principais líderes, accionistas e administradores, contratos, fundos de capital de companhias, etc. Estas são as coisas para as quais os bancos e outros agentes financeiros têm os seus próprios serviços. Além disso, as estruturas de informação incluem gabinetes de crédito, agências de classificação e informação especial. Alguns bancos ou firmas podem criar centrais (pools) de informação que armazenam a informação sobre clientes. Bancos centrais tornaram-se poderosas agências de informação, os quais executam funções de supervisão bancária, aproveitam o acesso praticamente ilimitado aos dados dos bancos comerciais. Além disso, alguns bancos centrais reúnem informação por sua própria iniciativa. O Banco da França, por exemplo, monitora empresas manufactureiras sob o pretexto da necessidade de aperfeiçoar sua política de crédito. Fluxos portentosos de informação financeira e comercial passam através de terminais de pagamentos, os quais são constituídos por sistemas de telecomunicações que transmitem dados. Sistemas de informação separados, mas estreitamente entrelaçados e inter-actuantes, fiscalizam vastas quantidades de fluxos de informação.

O grosso dos bancos e companhias financeiras opera seus próprios serviços de segurança. Formalmente sua missão é proteger a informação, a qual é propriedade das empresas. Não oficialmente muitos serviços obtêm informação adicional acerca de clientes e rivais. Naturalmente isso pressupõe que efectuem actividades encobertas utilizando equipamento técnicos especial e inteligência humana (HUMINT).

A informação recolhida é confidencial e exige procedimentos legais para a ela ter acesso. O facto de adquirirem informação confidencial e desfrutarem de independência significativa do estado traz os bancos mais perto de serviços secretos. Realmente, a cúpula da vigilância global da informação é operada em conjunto por bancos e serviços especiais. De facto, a fusão orgânica dos serviços especiais ocidentais e do sector financeiro e bancário aconteceu resultando num sombrio Leviatã gigante com vastos recursos financeiros e de informação para controlar todos os aspectos da vida humana.

O SWIFT como "cúpula" da vigilância financeira e de informação global

Estou certo de que a sigla SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication) é algo de novo para muitos. Trata-se de uma cooperativa possuída por membros do mundo financeiro que efectua suas operações de negócios. Mais de 10 mil instituições financeiras e corporações em 212 países confiam nela diariamente para intercambiar milhões de mensagens financeiras padronizadas. Esta actividade envolve o intercâmbio seguro de dados do proprietário enquanto assegura formalmente sua confidencialidade e integridade. Do ponto de vista legal é uma sociedade anónima (joint-stock company) constituída por bancos de diferentes países. Foi fundada em 1973 por 240 bancos de 15 Estados para enviar e receber informação acerca de transacções financeiras num ambiente seguro, padronizado e confiável. A Sociedade tem estado a funcionar desde 1977. O US dólar é utilizado para o grosso das transacções SWIFT. O SWIFT é uma sociedade cooperativa sob o direito belga e é possuído pelas suas instituições financeiras membro. Tem escritórios por todo o mundo. A sede do SWIFT, desenhada pelo Gabinete de Arquitectura Ricardo Bofill, está em La Hulpe, Bélgica, próximo de Bruxelas. O organismo governante máximo é a Assembleia-Geral. A decisão é tomada na base de "uma acção, um voto". Os bancos europeus ocidentais e estado-unidenses dominam os gabinetes de direcção. Os EUA, Alemanha, Suíça, França e Grã-Bretanha são os principais accionistas e decisores. As acções são distribuídas de acordo com o volume do tráfego transportado.

Qualquer banco que desfrute do direito de efectuar operações bancárias internacionais de acordo com a lei nacional pode aderir ao SWIFT. Desde o fim do século XX o SWIFT tornou-se indispensável no caso de alguém que queira enviar dinheiro para outro país. Uma vez que a fatia de leão das transacções internacionais era feita em dólares, todos os pagamentos foram-no através de contas abertas em bancos dos EUA, os quais, por sua vez, têm contas no Federal Reserve System (FRS). Portanto, sendo um organismo internacional, o SWIFT está atado ao FRS, mesmo que os bancos dos EUA não tenham qualquer controle accionário. Os servidores do SWIFT estão situados nos Estados Unidos e na Bélgica. Em meados da década passada a Sociedade serviu 7800 clientes em 200 países. O fluxo financeiro diário é de 6 milhões de milhões (trillion).

O SWIFT como empreendimento conjunto do FRS e da CIA

No Verão de 2006 aconteceu o SWIFT estar no centro de um escândalo sumarento provocado pelos jornais New York Times, Wall Street Journal e Los Angeles Times.

Eis como foi a história. Os acontecimentos do 11/Set estimularam a ideia de colocar sob controle todas as transacções financeiras dentro do país, especialmente aquelas transnacionais. Formalmente, o objectivo era impedir o financiamento de organizações terroristas. Quase de imediato a CIA estabeleceu contactos com o SWIFT para vigiar informação de pagamentos indo e vindo. A agência não tinha base legal para isso. Mesmo seus antigos empregados não estavam conscientes destas actividades. Houve uma tentativa para de certo modo justificar as operações, de modo que em 2003 a Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication e algumas agências estatais dos EUA, FBI e CIA inclusive, bem como o FRS (o seu presidente, Alan Greenspan, estava ali), mantiveram conversações sobre a questão em Washington.

As partes concordaram em continuar a cooperação sob a condição de que Washington observaria algumas regras. Consideraram que os EUA fortaleceriam o controle sobre a parte do Departamento do Tesouro e limitariam as actividades exclusivamente às actividades financeiras suspeitas de terem relação com o financiamento ao terror. Os Estados Unidos prometeram manter-se afastados de outros pagamentos, incluindo aqueles relacionados com evasão fiscal e tráfico de droga.

Nas conversações os EUA avançaram o argumento de que formalmente o SWIFT não era um banco mas sim uma ligação entre bancos. Assim, o acesso aos seus dados não era uma violação das leis estado-unidenses do segredo bancário. Foi afirmado que os bancos centrais da Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda, Suécia, Suíça e Japão estavam informados acerca das práticas da CIA. O Banco Central da Rússia não foi incluído na mencionada lista dos que estavam cientes...

Em alguns casos a informação do SWIFT e sua cooperação com os EUA era classificada e aos bancos centrais não era permitido que dessem conhecimento ao público, ao governo e ao parlamento (ainda que conscientes, eles nunca deixariam transpirar). Foi assim na Grã-Bretanha. No Verão de 2006 o Guardian publicou a notícia contando que o SWIFT partilhava com a CIA a informação relacionada com milhões de transacções bancárias. Segundo o Guardian, a partilha de dados classificados é uma violação do direito do Reino Unido e europeu (em particular, a convenção europeia sobre direitos humanos).

Um porta-voz do director de informação contou ao Guardian que a questão da privacidade estava a ser tomada de modo "extremamente sério". Se a CIA havia acessado dados financeiros pertencentes a indivíduos europeus então isto era "provavelmente uma quebra da legislação de protecção de dados da UE2, disse ele, acrescentando que as leis de protecção de dados do Reino Unidos também podem ter sido infringidas se transacções bancárias britânicas houvesse sido entregues [à CIA]. O director requereu mais informação do SWIFT e de autoridades belgas antes de decidir como proceder.

O Banco da Inglaterra, um dos 10 bancos centrais com assento no conselho de administração do SWIFT, revelou ter informado o governo britânico acerca do programa no ano de 2002. "Quando descobrimos informámos o Tesouro e passámos o caso para eles", disse Peter Rogers do Banco. "Também dissemos ao SWIFT que tinham de falar eles mesmo ao governo. Isto nada tem a ver connosco. Era um assunto de segurança e não de finança. Era uma questão entre o SWIFT e o governo".

Numa resposta parlamentar por escrito, Gordon Brown confirmou que o governo estava consciente do esquema. Contudo, mencionando a política do governo de não comentar sobre "questões de segurança específicas", o chanceler recusou-se a dizer se haviam sido tomadas medidas para "assegurar a privacidade de cidadãos do Reino Unidos que possam ter tido suas transacções financeiras visionadas como parte das investigações de contra-terrorismo dos EUA em conjunto com o SWIFT". Ele também se recusou a dizer se o programa SWIFT fora "legalmente reconciliado" com o Artigo 8 da Convenção Europeia de Direitos Humanos.

Finanças, a "cúpula" da informação hoje

Realmente não sabemos nada acerca da cooperação entre o SWIFT e os serviços especiais dos EUA. A questão parece ser mantida fora do conhecimento dos media. As apostas são altas e ainda estão em curso, suponho. Pelo menos, os Estados Unidos têm tudo o que precisa para fazê-lo (um dos dois servidores está localizado em solo estado-unidense). Há muitos sinais indirectos de que o SWIFT, uma entidade formalmente não estatal, está sob forte pressão de Washington. Um dos exemplos recentes foi a expulsão do Irão em 2012. É de conhecimento comum que a decisão foi tomada sob a pressão dos EUA.

Finalmente, utilizar o SWIFT não é o único meio de exercer controle sobre fluxos financeiros internacionais. O US dólar é a principal divisa internacional. Isto significa que todas as transacções se verificam através de contas baseadas nos EUA, mesmo se entidades legais e individuais estão situadas fora do país. Os dados são acumulados por bancos comerciais e pelo Federal Reserve System dos EUA.

A criação da base de informação consolidada, enorme e pormenorizada, do Departamento do Tesouro dos EUA está a aproximar-se da fase final. Ela utilizará a informação de bancos, companhias de seguros, fundos de pensões e outras organizações financeiras dos EUA. No princípio de 2003 os media informaram que todos os serviços especiais dos EUA, incluindo a Central Intelligence Agency, o Federal Bureau of Investigation, a National Security Agency e outros, teriam acesso a esta base de dados para proteger a segurança e os interesses nacionais.

O ritmo acelerado da criação da base de dados de informação para servir os banksters e os serviços especiais dos EUA faz com que outros países procurem protecção em relação ao controle invasivo exercido pelo Big Brother... Nos dias de hoje fala-se muito acerca da conveniência de comutar as transacções internacionais do US dólar para outras divisas. Normalmente isto é encarado como o meio para escapar da dependência financeira e económica dos Estados Unidos. Trata-se da coisa certa a fazer porque esta mudança também criará uma alternativa a confiar na informação controlada pelos EUA.

16/Julho/2013
[*] Economista, presidente da S.F. Sharapov Russian Economic Society

O original encontra-se em www.strategic-culture.org/...

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

20-07-2013

Link permanente 18:06:57, por José Alberte Email , 178 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ossiam

CANTA O MERLO: A Mafia PPSOE ocupa o Estado espanhol

O artigo 570 bis do Código Penal espanhol é o seguinte a respeito das organizações criminais:

1.- Quem promoverem, constituírem, organizarem, coordenarem ou dirigirem umha organizaçom criminal serám castigados com a pena de prisom de quatro a oito anos se aquela tiver por finalidade ou objecto a comissom de delitos graves, e com a pena de prisom de três a seis anos nos demais casos; e quem participarem activamente na organizaçom, fazerem parte dela ou cooperarem economicamente ou de qualquer outro modo com a mesma serám castigados com as penas de prisom de duas a cinco anos se tiver como fim a comissom de delitos graves, e com a pena de prisom de um a três anos nos demais casos. Aos efeitos deste Código percebe-se por organizaçom criminal a agrupamento formado por mais de duas pessoas com carácter estável ou por tempo indefinido, que de maneira concertada e coordenada repartam-se diversas tarefas ou funções com o fim de cometer delitos, assim como de levar a cabo a perpetraçom reiterada de faltas.

Que aguarda a A.N. para dissolver estes dous partidos?

28-06-2013

Link permanente 18:21:17, por José Alberte Email , 176 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Mafioso financista do Vaticano detido

http://www.aporrea.org/internacionales/n231630.html

Detenhem a Monsenhor Nunzio Scarano, funcionário do Vaticano que tratou de introduzir ilegalmente ao país 26 milhons de dólares

Nunzio Scarano, funcionário do Vaticano foi arrestado pola polícia italiana por presumivelmente tratar de introduzir ilegalmente ao país 20 milhons de Euros ($ 26 milhons) em efectivo desde Suíça num jet privado. O Fiscal Nello Rossi disse que Monsenhor Nunzio Scarano está acusado de corrupçom e calunias derivadas da trama e encontra-se preso numha prisom de Roma. Solicitou a uns amigos trazer de volta o dinheiro que lhe foi entregado ao financista Giovanni Carenzio na Suíça. Scarano supom-se que lhe pediu a Giovanni Maria Zito, um oficial militar e agente do serviço secreto italiano, que trouxesse o dinheiro num aviom desde Suíça, evitando a alfandega.
Scarano supostamente tinha que pagar-lhe a Zito umha comissom de 600.000 euros polo trabalho. Somente deu-lhe um pago inicial de 400.000 euros antes de ser preso. Carenzio e Zito também foram arrestados

Monsenhor Nunzio Scarano, já estava sob investigaçom pola suposta participaçom do Banco do Vaticano, no branqueio de dinheiro. Está acusado de fraude, corrupçom e calunia.

27-06-2013

Link permanente 20:18:36, por José Alberte Email , 237 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: O Vaticano: A corte dos pedófilos

http://actualidad.rt.com/actualidad/view/98499-igreja-catolica-pedofilia-curia-romana

Um novo escândalo de pedofilia sacode à cúria romana depois de abrir-se umha investigaçom contra um ex carabineiro que supostamente organizou umha rede de exploraçom sexual infantil para oferecê-la a clérigos.

O denunciante, o ex sacerdote Patrizio Poggi, afirma que no mínimo nove prelados católicos, entre eles o secretário de um bispo, "compravam os serviços" de menores por 150-500 euros cada visita. Supostamente, os encontros realizavam nas igrejas do norte de Roma.

Segundo o diário italiano 'Correr della Sera', a Promotoria de Roma abriu a investigaçom, mas os prelados acusados ainda nom foram interrogados e somente falaram três acodes que oficialmente nom tem vínculos com a Igreja católica.

O próprio Poggi assegura que decidiu denunciar os factos por "ser consciente dos incidentes graves que pom em perigo a integridade e as normas canónicas". Segundo as declaraçons de Poggi, os organizadores da rede recrutavam a crianças e jovens "com os olhos belos" nas ruas, piscinas públicas e agências de modelos.

Ademais da rede de exploraçom sexual, o ex carabineiro acusado também estava "involucrado no comércio ilegal de hóstias consagradas, adquiridas por membros de seitas satânicas", assegura Poggi.

Enquanto isso, os médios italianos nom confiam muito nas suas palavras, já que em 1999 foi condenado por violar a dous adolescentes de 14 e 15 anos na sua igreja de Santo Filipe Neri no norte de Roma. Trás cumprir a sua condenaçom, o sacerdote tentou voltar ao Vaticano, mas foi-lhe recusado o reingresso.

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