04-09-2005

  23:34:53, por Corral   , 50 palavras  
Categorias: Novas, Ossiam

Iraque: A impostura

Políticos de Aluguer
O primeiro ministro e outros cinco membros do gabinete iraquiano som cidadaos britânicos e o porta-voz dos parlamentários impostos polo duo da morte (Bush- Blair) é cidadao estadunidense. Os políticos clave da pretendida legitimidade do novo Estado iraquiano tenhem nacionalidade das potências ocupantes.

  13:53:41, por Corral   , 226 palavras  
Categorias: Outros, Dezires

Como o livre mercado matou a Nova Orleáns (1)

Michael Parenti

O livre mercado desempenhou um papel crucial na destrucçom de Nova Orleáns e a morte de milheiros dos seus moradores. Advertidos por adiantado que um colossal furacám (de força 5) ia a se abater sobre a cidade e os o redores, ,o que fizérom os funcionários? Pugérom em jogo o livre mercado.

Anunciarom que todo o mundo devia evacuar a cidade. Esperava-se que cada qual ideasse a sua própria saída da área de desastre por meios privados, assim como o dita o livre mercado, ao igual que ocorre quando o desastre assesta aos países de livre-mercado do Terceiro Mundo.

É umha cousa formosa, este livre mercado, no qual cada indivíduo persegue os seus próprios interesses pessoais, de tal modo que efectue um resultado óptimo para a sociedade inteira. É assim como a mao invisível obra os seus maravilhas.

Alá nom haveria nengumha evacuaçom "colectivista e regimental", como ocorreu em Cuba. Quando um furacám de alcance especialmente grande golpeou essa ilha o ano passado, o governo de Castro, apoiado polos comités cidadaos de vizinhos e os quadros locais do Partido Comunista, evacuou a 1,3 milhoes de pessoas, mais do 10 por cento da povoaçom do país, sen a perda dumha só vida; umha façanha alentadora que passou inadvertida na prensa estadunidense.

  01:34:46, por Corral   , 227 palavras  
Categorias: Novas, Ossiam

Quem me dera de novo a URSS

Viva o capitalismo!

Com os sequestros de recém nascidos em hospitais de Ucrânia, com fins de comercializaçom dos seus órgaos, cometem-se vários delitos contra as pessoas e contra a comunidade internacional: desapariçoes forçadas de bebés, tortura e extracçom ilegal e horrenda de órgaos vitais. Umha relatora suíça da Assembleia Parlamentária do Conselho de Europa viaja estes dias a investigar concretamente o caso de dous bebés nascidos a finais do 2002 numha mesma clínica ucraniana que fórom dados por mortos horas depois do alumbramento; aos pais negou-se-lhes a possibilidade - solicitada reiteradamente- de ver os corpos e posteriormente descobriram-se vários cadáveres de recém nascidos, com órgaos vitais extraídos, no lixeiro biológico do hospital. Umha ONG local chegou a afirmar que poderiam ter-se produzido trezentas desapariçoes similares entre o 2001 e o 2003.

Mesmo em Moldava aparecem anúncios de periódico nos que se anima ás mais a vender aos seus bebés por 3000 erros, unha autentica fortuna nessas latitudes. Pero, que se agacha trás o sequestro de bebés? A adopçom ilegal é umha possibilidade .O tráfico de órgaos, outra. A investigaçom médica poderia ser unha terceira opçom. Seja qual seja o motivo, ditas práticas devem ser erradicadas para tranquilidade dos pais e da comunidade internacional.

31-08-2005

  00:52:23, por Corral   , 321 palavras  
Categorias: Outros, Ensaio

EEUU e Europa: case aliados (1)

Por Immanuel Walherstein

George W. Bush, ao nom conseguir intimidar a Europa durante a sua primeira legislatura, decidiu tentar outra táctica. Primeiro, Condolezça Rice, depois Donald Rumsfled e posteriormente o mesmo Bush viajárom a Europa numha espécie de ofensiva sedutora. Todos dijérom, essencialmente, as mesmas três cousas: esqueçamos as nossas discrepâncias sobre Iraque; EEUU considera a Europa o seu aliado; e falemos que EEUU quer agora e o que podemos fazer juntos. Pero todos engadírom também umha quarta: EEUU nom fará o que querem se os europeus nom lhe seguem. Numha conferência de prensa celebrada em Europa, Bush dixo sobre o debate cos europeus sobre Irám: "A ideia de que EEUU se está a preparar para atacar Irám é singelamente ridícula. Dito isto, todas as opçoes estám sobre a mesa."
A lista de temas sobre os que EEUU e Europa estám mói em desacordo é impressionantemente longa: a guerra de Iraque e as relaçoes actuais com o regime iraquiano; o trato aos prisioneiros em Guantánamo; a política a seguir em Israel/Palestina; como gestionar o tema da proliferaçom nuclear em Irám e em Coreia do Norte; se manter ou nom o embargo armamentístico a China; o embargo a Balde; se a OTAN deveria seguir sendo a estrutura principal dentro da que levar a cabo as relaçoes EEUU-Europa ou se EEUU deveria tratar com a UE; Galileo versus GPS como sistema de navegaçom por satélite; a urgência do troco climático e o Protocolo de Kyoto; o apoio ao Tribunal Penal Internacional; as queixas mútuas (e ameaças de represálias) relacionadas cos subsídios industriais; a modificaçom genética de sementes agrícolas; a rivalidade entre Boeing e Airbus; e finalmente, pero nom menos importante, o nascimento do euro como potencial divisa mundial.

19-08-2005

  16:25:31, por Corral   , 1124 palavras  
Categorias: Novas

Os perigos reais de um holocausto nuclear ( e 5)

por Robert S. McNamara

Presumivelmente, os soviéticos de modo análogo apontavam muitas cidades americanas. A declaração de que as nossas armas nucleares não alvejam populações per se era e continua a ser totalmente enganosa no sentido de que o chamado dano colateral de grandes ataques nucleares incluiria dezenas de milhões de mortes de civis inocentes.

Isto, em poucas palavras, é o que fazem as armas nucleares: Elas indiscriminadamente explodem, queimam e irradiam com uma velocidade e determinação que são quase incompreensíveis. Isto é exactamente o que países como os Estados Unidos e a Rússia, com armas nucleares prestes a disparar ao primeiro alerta, continuam a ameaçar a cada minuto de cada dia neste novo século XXI.

NENHUMA MANEIRA DE VENCER

Tenho trabalhado sobre questões relacionadas com estratégia nuclear e planos de guerra dos EUA e da NATO ao longo de mais de 40 anos. Durante esse período nunca vi uma folha de papel que esboçasse um plano para Estados Unidos ou a NATO iniciarem a utilização de armas nucleares com algum benefício para os Estados Unidos ou a NATO. Fiz esta declaração frente a audiências, inclusive ministros da Defesa da NATO e responsáveis militares superiores, muitas vezes. Nem um alguma vez refutou-a. Lançar armas contra um oponente equipado com o nuclear seria suicídio. Fazê-lo contra um inimigo não nuclear seria militarmente desnecessário, moralmente repugnante e politicamente indefensável.

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17-08-2005

  15:31:53, por Corral   , 1124 palavras  
Categorias: Novas

Os perigos reais de um holocausto nuclear (4)

por Robert S. McNamara

Presumivelmente, os soviéticos de modo análogo apontavam muitas cidades americanas. A declaração de que as nossas armas nucleares não alvejam populações per se era e continua a ser totalmente enganosa no sentido de que o chamado dano colateral de grandes ataques nucleares incluiria dezenas de milhões de mortes de civis inocentes.

Isto, em poucas palavras, é o que fazem as armas nucleares: Elas indiscriminadamente explodem, queimam e irradiam com uma velocidade e determinação que são quase incompreensíveis. Isto é exactamente o que países como os Estados Unidos e a Rússia, com armas nucleares prestes a disparar ao primeiro alerta, continuam a ameaçar a cada minuto de cada dia neste novo século XXI.

NENHUMA MANEIRA DE VENCER

Tenho trabalhado sobre questões relacionadas com estratégia nuclear e planos de guerra dos EUA e da NATO ao longo de mais de 40 anos. Durante esse período nunca vi uma folha de papel que esboçasse um plano para Estados Unidos ou a NATO iniciarem a utilização de armas nucleares com algum benefício para os Estados Unidos ou a NATO. Fiz esta declaração frente a audiências, inclusive ministros da Defesa da NATO e responsáveis militares superiores, muitas vezes. Nem um alguma vez refutou-a. Lançar armas contra um oponente equipado com o nuclear seria suicídio. Fazê-lo contra um inimigo não nuclear seria militarmente desnecessário, moralmente repugnante e politicamente indefensável.

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  13:54:35, por Corral   , 241 palavras  
Categorias: Novas

O tabuleiro da primazia global (1)

Xulio Ríos

?Eurasia é o tabuleiro no que desenvolve o combate pola primazia global. A maneira em que os Estados Unidos administrem Eurasia é dumha importância crucial?, lembra-nos Zbigniew Brzezinski no seu livro ? grande tabuleiro? opiniom de Brzezinski, conselheiro para a seguridade dos Estados Unidos em tempos do Presidente Carter, Eurasia é o continente mais grande da terra e o seu eixo geopolítico. Aqui estám duas das três regioes mais desenvolvidas e produtivas do planeta, o 75 por cento da povoaçom mundial e a maioria das riquezas físicas (matérias primas e empresas), que representam o 60 por cento do total do globo.

A desapariçom da URSS abriu um novo horizonte ás expectativas dalguns Estados ocidentais e das multinacionais petroleiras, mais poderosas que muitos dos estados implicados nesta liorta. De Washington a Londres, passando por Berlim ou Ancara, as miradas estám postas desde ha anos nos ricos depósitos das novas Repúblicas situadas arredor do Mar Cáspio. As suas reservas energéticas (petróleo e gás) e minerais revistem unha enorme importância, tanto pola sua dimensom quantitativa como qualitativa. A posta em plena explotaçom destes recursos pode permitir a reducçom da dependência ocidental das reservas de Oriente Médio (na actualidade um 55 por cento, um 60 por cento no 2010 e um 75 por cento no 2015). Urge pois, troçar essa perspectiva e imaginar outro Golfo Pérsico arredor do Mar Cáspio.

15-08-2005

  21:41:25, por Corral   , 223 palavras  
Categorias: Novas, Ossiam

Vergonha, porca vergonha....!

O meu velho amigo Nicola di Palermo só diria: Vergonha, porca vergonha....!. Há só umha dúzia de dias que tocam poder e já atraiçoam à Cidadania e ao País. O número dous na jerarquia autonômica, a Presidenta do Parlamento, ex- Felipe, ex-PCG, e hoje mulher de governo no PSOE, Dolores Villarino, presidiu a manifestaçom ideológico política vaticana do Cristo da Vitoria em Vigo; bom, já conhecemos que os clericais mudam-lhe os nomes às cousas e chamam-lhe processom, assim pretendem dissimular o seu permanente abuso com a sociedade civil.

Esta é umha traiçom, na que a Presidenta do Parlamento Galego submete esta Instituçom às directrizes simbólicas do Estado Vaticano. O Parlamento, expressom do poder cidadám é entregado de pés e maos à Monarquia Sacerdotal. Em vésperas das acçoes de acosso previstas polos Virreis e Príncipes Vaticanos, (Arzobispos, Bispos,...etc.) contra o conjunto da sociedade espanhola (demandando a presença do seu discurso religioso como matéria avaliável no ensino público, demandando a permanência do Tratado (Concordato) por qual os cidadáns espanhóis somos obrigados a pagar impostos para o Estado Vaticano, assim mesmo a continuidade do privilegio da financiaçom dos seus centros de ensino privados), esta senhora que está obrigada a nos defender, entrega-nos.

Vergonha, porca vergonha....!

  10:28:04, por Corral   , 944 palavras  
Categorias: Outros, Ensaio

Os perigos reais de um holocausto nuclear (3)

por Robert S. McNamara

Os Estados Unidos e os nossos aliados da NATO enfrentavam uma forte ameaça convencional dos soviéticos e do Pacto da Varsóvia. Muitos dos aliados (e alguns em Washington também) sentiam fortemente que preservar a opção americana de lançar um primeiro ataque era necessário para o objectivo de manter os soviéticos à distância. O que é chocante é que hoje, mais de uma década após o fim da Guerra Fria, a política nuclear básica dos EUA não tenha sido mudada. Ela não se adaptou ao colapso da União Soviética. Os planos e procedimentos não foram revistos para fazer com que os Estados Unidos ou outros países menos propensos a premir o botão. No mínimo, deveríamos remover todas as armas estratégicas do alerta "pronto a disparar" ("hair-trigger"), como tem recomendado alguns, inclusive o Gen. George Lee Butler, o último comandante do SAC. Esta simples mudança reduziria muito o risco de um lançamento nuclear acidental. Ela também assinalaria a outros estados que os Estados Unidos estão a dar passos para finalizar a sua confiança nas armas nucleares.

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  00:51:19, por Corral   , 545 palavras  
Categorias: Outros, Dezires

Mau começo

Méndez Ferrím, X. L.

Por primeira vez na historia de Galiza, segundo creio, um Presidente (unha, nesta caso) do Parlamento Autonômico encabeçou a processom do Cristo da Vitoria . Dado que o Presidente do Parlamento ocupa o posto número dous na jerarquia autonômica, o acontecimento está dando lugar a diversos comentários. Dumha banda estám os nacionalcatólicos (nunca se atrevérom a fazer nada semelhante quando ocupavam a presidência do Parlamento) que reloucam de ledicia ao ver a socialista de longa trajectória antifranquista numha cerimonia de exaltaçom confessional de alto nível simbólico. No polo contrario situámo-nos os que consideramos intolerável e mesmo inconstitucional esta colusom entre a alta representaçom política de Galiza e a Igreja Católica numha manifestaçom privativa. Se Dolores Villarino houvesse concorrido á processom do Cristo cunha candeia na mao e no meio dos crentes, a opiniom laicista quadraria conforme. Que o fizesse na presidência do desfile, baixo maças e franqueada pola polícia municipal com morrioes emplumados (em boa etiqueta deveriam estes ir abatidos ás costas), além de esteticamente esperpêntico (falo do Ruedo Ibérico de Valle) semelha-me algo constitutivo de falta política grave.

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