02-08-2005

  19:18:53, por Corral   , 350 palavras  
Categorias: Outros, Dezires

Aumenta o consumo de drogas entre a mocidade do Estado espanhol

A ministra de Sanidade, Helena Salgado, alertou onte em Santander de que a escassa percepçom do risco está a produzir entre os jovens espanhóis um incremento no consumo de drogas que é "extraordinariamente preocupante". Nom falou sem embargo, da quota de responsabilidade que tem no indesejável incremento a falta de perspectivas que está a produzir o capitalismo selvagem nesse fundamental sector da povoaçom.

Helena Salgado, quem inaugurou na Universidade Internacional Menéndez Pelayo (UIMP) o encontro "Controlo da oferta de drogas: políticas complementarias ou excluientes?", destacou onte que as enquisas revelam que os jovens cada vez tenhem menos consciência do risco que súpom o uso de substancias como o álcool e o cannabis, e mesmo a cocaína.

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31-07-2005

  22:19:37, por Corral   , 38 palavras  
Categorias: Outros, Dezires

Efemérides

O 31 de julho de 1826, tem lugar em Valência o último auto de fé dos cometidos pola Igreja católica no Estado espanhol, polo que foi executado, acusado de herege, o mestre de escola e livre-pensador Cayetano Ripoll.

  22:03:22, por Corral   , 284 palavras  
Categorias: Novas, Ossiam

Mário Soares, um contra-revolucionário e agente do imperialismo.

O Partido Socialista mobiliza-se para lançar a candidatura de Mário Soares a Belém.
O ex-presidente afirmou que entrou em processo de reflexão. Abre-se agora a possibilidade de a próxima campanha presidencial assumir os contornos de uma tragicomédia.
A direita já tinha um candidato, Cavaco Silva. Os media, quase em uníssono, proclamam agora que a esquerda terá o "seu" em Mário Soares. Estamos perante uma perversão mediática.
O Partido Comunista anunciara já que apresentará um candidato próprio. Mas, para defender o seu conceito de democracia e o seu projecto de futuro. Sabemos que não será eleito.
A confirmar-se a candidatura de Mário Soares, qualquer que seja o presidente, este será em Belém instrumento activo de umha política ao serviço dos grandes capitais e do imperialismo.

Os políticos definem-se polos actos e não pelo discurso de circunstância. O povo português não esquece que nos seus dois mandatos Mário Soares, tripudiando sobre compromissos assumidos, se tornou cúmplice de políticas de direita, neoliberais, e contribuiu para o reforço de alianças com o imperialismo que encaminharam o pais para a gravíssima crise em que hoje se afunda.
Não pode merecer o nosso respeito um candidato que, afirmando ser socialista, renegou publicamente os ideais do socialismo e se declara amigo do ex-director da CIA, Frank Carlucci, a quem atribuiu uma alta condecoração por serviços prestados "à liberdade dos portugueses".

Os dous grandes revolucionários portugueses, Álvaro Cunhal e Vasco Gonçalves, coincidem em apontar Mário Soares como o maior responsável pela preparação e desenvolvimento da contra-revolução portuguesa.

  14:59:43, por Corral   , 784 palavras  
Categorias: Novas

Última entrevista de Vasco Gonçalves (2)

Última entrevista de Vasco Gonçalves
por Viriato Teles

VT: ? Há uma frase sua ? no livro que fez com Maria Manuela Cruzeiro ? a propósito do Programa do MFA, em cuja redacção participou: "Considerei que o Programa era muito interessante, uma vez que tinha sido elaborado por militares e estava nitidamente mais avançado do que o pensamento comum da generalidade dos militares". Quem o ouvir falar, até pode pensar que o senhor não tem grande apreço pelas qualidades intelectuais dos militares. É verdade?

VG: ? Essa dedução é errada. Do conteúdo em que se insere essa passagem da entrevista conclui-se, facilmente, que "pensamento" se refere a pensamento político, e não a pensamento tomado em sentido intelectual ou de desenvolvimento intelectual. Os militares eram sistematicamente educados e endoutrinados com o objectivo de afastar o seu pensamento das questões políticas e de os fazer aceitar como nacional e patriota a política do Estado Novo, ditatorial, da qual as Forças Armadas eram o último e decisivo sustentáculo. A Guerra Colonial foi para a grande parte dos oficiais do Quadro Permanente uma verdadeira escola de educação política, uma escola de consciencialização política, de percepção e de conhecimento das relações económico-sociais que conduziam à guerra que o governo fascista-colonialista fazia aos movimentos de libertação anti-colonialista e que arrastava o país para a grave situação em que se encontrava. Ora, o Programa reflectia essa consciencialização política, adquirida em grande parte com a guerra, pelos militares mais esclarecidos, que dirigiam o Movimento.

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29-07-2005

  15:46:47, por Corral   , 688 palavras  
Categorias: Outros, Dezires

Última entrevista de Vasco Gonçalves (1)

Última entrevista de Vasco Gonçalves

por Viriato Teles

Entre 18 de Junho de 1974 e 12 de Setembro de 1975, foi o Primeiro-Ministro de Portugal, e esse foi o tempo mais gratificante da sua vida. Aos 452 dias iluminados que então viveu, mais de dez mil horas quase todas vividas de olhos abertos, juntem-se-lhe todos os outros e as noites e as madrugadas acesas que fizeram o ano e meio da Revolução. Vasco Gonçalves sorri quando fala desse período, e não é um sorriso de dor ou de saudade: é o riso sereno de quem cumpriu o seu destino e está feliz por com isso ter contribuído para melhorar o destino dos outros.

Vasco, o Companheiro Vasco, foi o único ocupante do Palácio de São Bento a quem o povo concedeu o gosto de tratar pelo nome próprio. Os adversários e os inimigos vingaram-se, inventando o gonçalvismo ? tentando resumir num homem aquilo que para eles era a fonte de todos os medos, mas que mal ou bem nascia dos mais puros anseios de um povo que, pela primeira vez na história recente, tinha como chefe do Governo um homem que o escuitava e, mais importante, o compreendia.

Por esse tempo, Lisboa era um centro de conspirações e um ninho de espiões como já não havia desde a II Guerra Mundial. Longe, em Washington e em Moscovo, os senhores do mundo sentiam-se incomodados com este homem que falava como quem ama. Por razões diferentes mas concatenantes, Brejnev e Kissinger estavam preocupados com o futuro político deste país esquecido à beira-Atlântico. Esquecido, mas fundamental por razões geo-estratégicas, já que fica a meio do eixo que ligava e separava as capitais dos dous impérios.

Depois do 11 de Março de 1975, Vasco Gonçalves foi o centro de todas as atenções: daqueles que o admiravam, como daqueles que o temiam. Durante o PREC, Vasco e a Revolução foram uma e a mesma coisa. A queda do V Governo Provisório, dois meses antes de Novembro, foi o prenúncio de que a Revolução estava a chegar ao fim: "Vasco voltará", garantiam, então, os seus seguidores mais crédulos. Vasco não voltou, claro. Pela simples razão de que não chegou nunca a partir: ficou aqui, entre os seus. Certamente magoado por não ter tido todo o tempo que merecia, mas ainda assim feliz por ter vivido o que viveu. E o certo é que, nesse tempo, as pessoas eram felizes ? mesmo as que não gostavam dele. E, isso, ninguém lhe pode tirar.

* * *

Viriato Teles: - Saudades de abril, General Vasco Gonçalves?

Vasco Gonçalves: ? Tenho, naturalmente, saudades de Abril. Mas saudades saudáveis, não nostálgicas ou melancólicas. Saudades que animam a luta pelo futuro.

VT: ? "Não imagino como seria a minha vida se não tivesse participado no 25 de Abril". São palavras suas. Como é a sensação de estar não apenas a viver a História mas também a transformá-la?

VG: ? Uma grande alegria de estar a participar activamente, com o nosso povo, com os militares, num processo de transformação profunda, estrutural, da nossa sociedade a caminho da justiça social, da libertação do homem, do socialismo.

VT: ? Há quem diga que o 25 de Abril nasceu como golpe de Estado e só quando o povo saiu à rua se deu a revolução, Está de acordo?.

VG: ? No dia 25 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas derrubou o governo fascista-colonialista. Nesse mesmo dia, apoiando o golpe militar, desencadeou-se um espontâneo e vigoroso movimento popular e nacional. O impulso das massas populares e dos trabalhadores, exigindo um empenhamento social e político mais alargado e profundo do que o inicialmente previsto pelo Movimento das Forças Armadas, fez com que a relação de forças dentro do Movimento fosse favorável aos militares que mais se identificavam com as aspirações, as reivindicações, os interesses populares, e imprimiu umha dimensão revolucionária ao golpe militar.

  15:23:41, por Corral   , 459 palavras  
Categorias: Outros, Ensaio

O império barranco abaixo (y 3)

O império barranco abaixo.

Jorge Beinstein

Repercussoes económicas:

A evolução da "petroguerra" começa a causar impacto na economias dos países centrais e, a partir dali, no resto do mundo. A conexão entre as "más notícias" enumeradas e o aumento do preço do petróleo é evidente. Trata-se de factores da conjuntura que agravam, convergem, com uma tendência pesada do sistema global em direcção ao tecto máximo de produção de petróleo que estamos a ponto de alcançar e a partir do qual a economia mundial enfrentará a seguinte opção: continuar a crescer para espatifar-se com o colapso energético ou retardar o referido colapso com taxas de crescimento económico próximas do zero ou negativas. Mas para que esta última alternativa seja socialmente viável e não derive numa explosão de caos e desemprego seria necessário introduzir mudanças revolucionárias na economia e na cultura que excederiam em muito as possibilidades do capitalismo, da sua lógica de rentabilidade a qualquer custo. O bloqueio energético global era tecnicamente previsível desde há mais de três décadas quando a hipótese de King Hubbert restrita à exploração petroleira nos Estados Unidos começou a ser cuprida (a superpotência iniciou o seu declínio como produtor de petróleo) e a sua extrapolação à produção mundial assinalava que o máximo seria alcançado entre a primeira e a segunda década do século XXI a partir do qual se instalaria a penúria energética. Mas as vias alternativas de poupança energética e a introdução de novas fontes de energia (solar, eólica, biotecnologia, etc) puderam desenvolver-se de maneira muito limitada, não só devido a dificuldades tecnológicas (superáveis a longo prazo) como basicamente à sua não adaptabilidade à dinâmica de acumulação do capital, suas taxas de lucro, seu ritmo crescente de inovação e incremento da produtividade, sua cultura de consumo, etc.

O actual afundamento militar do Império traz ou trará também a curto prazo outras consequências negativas para o sistema, dentre elas a baixa persistente do dólar, resultado dos desajustes fiscais e comerciais dos Estados Unidos, e a desaceleração da euforia consumista no referido país, único mega motor da procura global. Desse modo a solução neoconservadora (militarista) à decadência do Império torna-se um catalisador da mesma. A crise segue seu curso.

___________
(1) Pepe Escobar, Asia Times; "Iraq, the new Afghanistan" (Jun 24, 2005) e "The first, not the last throes" (Jun 25, 2005).
(2) ibid.
(3) M.K. Bhadrakumar, "Left, Right: Iran and Venezuela in lockstep", Asia Times, Jul. 8 2005.
(4) Goinaz Esfandiari, "Afghanistan, Iraq-style", Asia Times, Jul. 13 2005.

  15:23:22, por Corral   , 459 palavras  
Categorias: Novas

O império barranco abaixo (y 3)

O império barranco abaixo.

Jorge Beinstein

Repercussoes económicas:

A evolução da "petroguerra" começa a causar impacto na economias dos países centrais e, a partir dali, no resto do mundo. A conexão entre as "más notícias" enumeradas e o aumento do preço do petróleo é evidente. Trata-se de factores da conjuntura que agravam, convergem, com uma tendência pesada do sistema global em direcção ao tecto máximo de produção de petróleo que estamos a ponto de alcançar e a partir do qual a economia mundial enfrentará a seguinte opção: continuar a crescer para espatifar-se com o colapso energético ou retardar o referido colapso com taxas de crescimento económico próximas do zero ou negativas. Mas para que esta última alternativa seja socialmente viável e não derive numa explosão de caos e desemprego seria necessário introduzir mudanças revolucionárias na economia e na cultura que excederiam em muito as possibilidades do capitalismo, da sua lógica de rentabilidade a qualquer custo. O bloqueio energético global era tecnicamente previsível desde há mais de três décadas quando a hipótese de King Hubbert restrita à exploração petroleira nos Estados Unidos começou a ser cuprida (a superpotência iniciou o seu declínio como produtor de petróleo) e a sua extrapolação à produção mundial assinalava que o máximo seria alcançado entre a primeira e a segunda década do século XXI a partir do qual se instalaria a penúria energética. Mas as vias alternativas de poupança energética e a introdução de novas fontes de energia (solar, eólica, biotecnologia, etc) puderam desenvolver-se de maneira muito limitada, não só devido a dificuldades tecnológicas (superáveis a longo prazo) como basicamente à sua não adaptabilidade à dinâmica de acumulação do capital, suas taxas de lucro, seu ritmo crescente de inovação e incremento da produtividade, sua cultura de consumo, etc.

O actual afundamento militar do Império traz ou trará também a curto prazo outras consequências negativas para o sistema, dentre elas a baixa persistente do dólar, resultado dos desajustes fiscais e comerciais dos Estados Unidos, e a desaceleração da euforia consumista no referido país, único mega motor da procura global. Desse modo a solução neoconservadora (militarista) à decadência do Império torna-se um catalisador da mesma. A crise segue seu curso.

___________
(1) Pepe Escobar, Asia Times; "Iraq, the new Afghanistan" (Jun 24, 2005) e "The first, not the last throes" (Jun 25, 2005).
(2) ibid.
(3) M.K. Bhadrakumar, "Left, Right: Iran and Venezuela in lockstep", Asia Times, Jul. 8 2005.
(4) Goinaz Esfandiari, "Afghanistan, Iraq-style", Asia Times, Jul. 13 2005.

27-07-2005

  20:42:14, por Corral   , 286 palavras  
Categorias: Outros, Dezires

Nom merqueis em Repsol

As vidas dos pobres nom contam para esta transnacional. Dous labregos morren e um está mui grave

O 30jun05 três membros dumha mesma família, campesinhos todos, fórom vítimas dumha terrível inflamaçom de GAS, ventado pola empresa REPSOL YPF.
Dous morrêron, o pai Emilio Ucieda e o filho Mario Ucieda, mentres o irmao maior, Edgar Ucieda, atopa-se em estado de shock num hospital de Argentina.
As vítimas prendêron um cigarro para axotar aos mosquitos, perto ao poço petroleiro Surubi D, situado a 300 quilómetros da cidade de Cochabamba, e o gás incendiou toda a superfície e 50 metros no seu o redor.
Os técnicos de REPSOL prometerom que 'unha equipa especializada em acidentes investiga as causas do acidente'.
Com o fim de fazer fronte a estas práticas e fazer umha denúncia a nível nacional e internacional, o 22jul05 , umha comissom inter-institucional da sociedade civil de Cochabamba realizou unha inspecçom ao Poço Surubi D, a qual constato que, sendo o ventar gás umha actividade ilegal que por em risco a povoaçom, Repsol nom só venta (já que se verificou que a emissom de gás continua), se nom que o fai ao exterior do espaço perimetral resguardado, polo tanto, o trágico desenlace, só era questom de tempo.
Até o momento Repsol só se responsabilizou dos gastos do enterro das duas vítimas, pero se nega a costear a pensom de viuvidade da esposa e mae dos falecidos, a qual ficou a carrego dum filho com demora mental e outro que ainda permanece hospitalizado em Argentina com queimaduras graves e em estado de shock, a raiz do acidente.

25-07-2005

  00:31:42, por Corral   , 20 palavras  
Categorias: Novas, Ossiam

Paco Vázquez

Tedes que me perdoar. Paco Vázquez nom é numerario do Opus Dei; é membro da seita mas nom nesse grao.

Ossiam

24-07-2005

  21:25:32, por Corral   , 546 palavras  
Categorias: Outros, Ensaio

Aznar ao Menem: Feixistas e Corruptos

Vendeu 48 empresas públicas por embaixo do seu valor real

Diego Díaz Olonso

Um informe do Tribunal de Contas considera que durante os governos de José María Aznar se vendêrom em Espanha 48 empresas públicas por embaixo do seu valor real, entre elas IBERIA, Rede Eléctrica de Espanha (REE) e a siderurgia estatal ENSIDESA. Segundo o documento aprovado polo pleno do Tribunal de Contas para a sua elevaçom ao parlamento, o prezo polo que o estado vendeu parte ou a totalidade das suas empresas foi "sensivelmente inferior" á estabelecida nas valoraçoes independentes. O informe também sinala que, se bem os processos de venda contárom "alomenos com umha valoraçom externa", foi "frequente" que o responsável da auditoria "fosse também o assessor da operaçom de privatizaçom", circunstancia que, a juízo do Tribunal de contas, puído "influir na objectividade da operaçom". Assim por exemplo, a Oferta Pública de Venda (OPV) de ENDESA em 1997, foi coordenada, entre outros, por dous bancos de negócios com participaçoes na companhia eléctrica. Algo semelhante aconteceu com REPSOL também em 1997, pois dous dos bancos que actuárom com o assessor e coordenador global da venda, respectivamente, eram accionistas da petroleira.

Lembremos que durante o período 1996-2002 Espanha viveu um frenesi privatizador no que se culminó o processo iniciado nos 80 polos governos de Felipe González. Os governos do PSOE nom só fórom os pioneiros na desmantelaçom do sector público industrial, se nom que também preparárom moitas empresas para a venda em anos posteriores, assumindo para isso grandes custes económicos e sociais. Este foi o caso da siderurgia pública ENSIDESA. Se bem os altos fornos asturianos nom se privatizárom até 1997, é dizer, com o PP, os governos de Felipe González se encarregárom de fazer a venda atractiva aos inversores privados. Para isso o estado realizou fortes investimentos tecnológicos na renovaçom das instalaçoes, assim com o assumió os custes económicos acarreados pola reduçom do pessoal laboral em 13.000 trabalhadores: indemnizaçoes, subsídios de desemprego, prejubilaçoess, etc...Umha vez feitas estes custosas investimentos e ajuste s laborais, a empresa estivo em condiçoes de ser vendida, agora descobre-se que por embaixo do seu valor real.

Os governos do PP completarom o processo de desmantelaçoes da indústria pública baixo critérios ainda mais ortodoxamente neoliberais. Se bem o PSOE reconhecia a necessidade de que o estado conservasse algumhas acçoes dos seus antigos negócios, o PP apostou na maioria dos casos pola privatizaçoes total. O responsável político das privatizaçoes durante os governos do PP, que segundo a revisom do Tribunal de Contas tivérom graves irregularidades, o entom ministro de economia Rodrigo Rato, é na actualidade o novo director do Fundo Monetário Internacional.

O Tribunal de Contas finaliza aconselhando que no futuro os processos similares se façam "mediante convocatórias públicas com difusom em meios de informaçoes geral para incrementar a concorrência de ofertas e a transparência". Sem embargo, nom deveríamos perguntar-nos se seica a corrupçoes nos processos privatizadores nom é algo acidental se nom consustancial a estas operaçoes.

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