26-12-2012

  19:26:00, por Corral   , 223 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: A Arábia Saudita envia para a Síria os seus condenados à morte a fim de travarem a "jihad"

A Arábia Saudita envia para a Síria os seus condenados à morte a fim de travarem a "jihad"

Um documento oficial inquietante, com o carimbo de "muito confidencial", datado de Abril de 2012, que seria proveniente do Ministério do Interior da Arábia Saudita, confirma o envio de condenados à morte para combater na Síria.

Muito confidencial [*]

Reino da Arábia Saudita

Ministério do Interior

Sua excelência o general Seoud al Thounayane

Gabinete secreto do Ministério do Interior

25/05/1433 hégira

Saudação e benção de Alá

Sequência do telegrama do gabinete real nº 112 com data de 19/04/1433 hégira.

Nas prisões do reino detidos (105 iemenitas, 21 palestinos, 212 sauditas, 96 sudaneses, 254 sírios, 82 jordanos, 68 somalis, 32 afegãos, 194 egípcios, 203 paquistaneses, 23 iraquianos e 44 kuwaitianos) acusados de tráfico de droga, de assassínio, de violação, merecendo o castigo da charia islâmica e da execução pela espada serão ? em acordo com eles ? agraciados com a contrapartida de irem combater pela jihad na Síria após treino e equipamento. Um salário mensal será pago aos seus familiares e seus próximos que se verão proibidos de viajar para fora da Arábia Saudita.

Queira receber as minhas saudações.

Abdallah ben Ali al Rmeizan
Director do gabinete de acompanhamento no Ministério do Interior

- Cópia ao director do Comité para ordenar o Bem e proibir os actos ímpios.
- Cópia às informações gerais

[Fim]

11/Dezembro/2012

O original encontra-se em http://www.silviacattori.net/article4033.html

Este texto encontra-se em http://resistir.info/ .

17-12-2012

  17:55:14, por Corral   , 413 palavras  
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: O Reino Boubónico de Espanha a nível de Niger em compartimento da riqueza e à cola da Europa em gasto social

http://www.rebelion.org/noticia.php?id=160915

Diminuiçom drástica da igualdade de oportunidades em dados como conseqüência da crise provocada polo capital e a contra-revoluçom neo-fascista (ajustes neo-liberais) de Rajoy e a troika: 26'5% de abandono escolar, gasto social de quase nom 30%, crescimento da desigualdade social e aumento da pobreza.

A igualdade de oportunidades em Espanha retrocedeu a níveis de 1998, segundo denunciou um relatório publicado pola Fundaçom Ideias, que trata a evoluçom da desigualdade económica e social no país desde 1995.

No estudo, que analisa diversos indicadores sociais como nível educativo, salários ou redistribuiçom de impostos aos grupos mais desfavorecidos, mostra-se que a igualdade de oportunidades no Reino Boubonico de Espanha em 2010 quase nom chegava a um 33 sobre 100, um resultado similar aos 30 pontos registados em 1998. Este dado supom umha queda muito pronunciada com respeito aos 72 pontos alcançados só dous anos antes, em 2008, que se mantem como o registro mais alto da série que arrinca em 1995. Entre os dados analisados polo estudo, Espanha nom resulta favorecida em comparaçom com os 15 países da Europa ocidental que faziam parte da Uniom Europeia antes da ampliaçom aos países do lês-te em 2004 e 2007 (UE-15).

Assim, segundo o escritório de dados europeia Eurostat, Espanha é o país com a maior taxa de abandono escolar, chegando a 26,5 por cento face ao 14 em media da UE-15, e a sua taxa de desemprego entre intitulados universitários é superior em sete pontos (12,7 por cento face a 5,7 por cento na UE-15).

Em gasto social, Espanha é o penúltimo do ranking, sem chegar a 30 por cento do produto interno bruto (PIB), só por diante de Luxemburgo e longe de 35 por cento de investimento que realizam a França e Dinamarca. A respeito da desigualdade de ingressos entre os cidadaos mais ricos e mais pobres que estuda o índice Gini da ONU, Espanha alcança os 340 pontos, empatada com Niger, e 38 pontos por enzima da média da zona Euro, que fica em 302. Esta diferença reflecte-se no feito de que no Estado Espanhol, em 2010, 20 por cento mais rico da populaçom tivesse 6,9 vezes mais ingressos que 80 por cento da populaçom restante, face a 5 vezes em media na UE. Todos estes indicadores fam com que a taxa de risco de pobreza alcançasse o maior nível desde o inicio da série: 21,8 por cento em 2011 face a 19 por cento em 1995, segundo Eurostat.

Na sua análise, a Fundaçom Ideias pediu proporcionar "alternativas e soluçons que se adiantem às possíveis situaçons de desigualdade" e advogou por manter ao Estado como "um instrumento ao serviço de todos" que gere crescimento económico e coesom social.

16-12-2012

  00:01:54, por Corral   , 603 palavras  
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: Os Banqueiros Centrais manipulam a economia mundial

http://www.aporrea.org/actualidad/a155992.html
Por: Raúl Crespo

Umha vez cada dous meses num domingo mais de umha dúzia de banqueiros reúnem-se em Basilea, num edifício com vista ao Rhim no piso 18 para conversar de economia, da estafa bancária e de como amarrar aos governos com ela, estas reunions som secretas e as conversaçons nom só se centram nas agressivas medidas que os bancos centrais adoptam para chuchar as economias nacionais desde a crise que começou em 2007-2008.

Desde a crise financeira tenhem injectado ao sistema milhares de milhons de dólares, euros, yenes, yuanes, libras esterlinas em bancos e mercados em crises por mais de 11 bilions de dólares e programam injectar milhares de milhons mais em bônus soberanos, hipotecas e presta-mos comerciais.

Porém, em realidade, estes banqueiros centrais professores do MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) nos 70 e 80 seguem um experimento de alto risco que aparentemente nom dá resultado. O trabalho académico de Ben Bernanke (FED) Mervyn Kin Governador do Banco Central da Inglaterra e Mario Droghi do Banco Central da Europa (BCE) som as cabeças visíveis do três Bancos Centrais mais poderosos do mundo com os seus 51 bilions de dólares, três quartas partes da economia mundial do produto interno bruto anual.

Este três presidentes dos Bancos Centrais mais grandes do mundo nom só dérom classes senom que partilhárom escritórios num edifício conhecido como E52 sede do departamento de economia do MIT. É indiscutível que o Instituto Tecnológico de Massachusetts, é umha das Universidades que estivo e está muito ligado como assessor ao Complexo Militar Industrial, ao dinheiro, e às finanças mundiais. Também é óbvio as suas ligames nas constantes projecçons globais o aquecimento global, a pobreza, as mudanças climáticas, a corrupçom bancária e a estupidez de EEUU polas contínuas e prolongadas guerras passar por alto e aceleraram a recessom global.

Três e meses leva a banda do MIT com os seus bancos centrais injectando capital especulativo enquanto os políticos da Europa, EEUU, Japom, China, nom se pom de acordo, na Itália, o primeiro-ministro Monti renunciou porque os banqueiros centrais tenhem-os arrincoado, estám a destruir o poder político com os ?Mercados Financeiros? que manipulam aos governos, assustam-nos umha vez cada mês para que o FMI e o BM com as suas análises sombrias dirijam os giros que está a tomar a geopolítica mundial desde a economia, enquanto EEUU, Israel, NATO, ONU entrete-nos com Síria, Irám, Coreia do Norte, peons que esperam ser comidos polos cavalos de Troia, situados em pontos estratégicos dessas geografias.

EEUU está a aproveitar o saqueio dos grandes banqueiros para se situar no mundo militarmente como nunca antes, demonstra-se quando os políticos europeus continuam com as suas lerdezas, agora, estes medíocres políticos buscam criar um orçamento comum com um supervisor comum quando o BCE fabrica euros para ajudar ao espólio; EEUU atiro um plano para restabelecer o emprego comprando valores apoiados por hipotecas a um custo de 40.000 milhons de dólares mensais vigente até superar a crise mas nada comparado com os 1.25 bilions atirados pola FED no 2009.

Todo o ano 2012 a economia mundial haver estado prestes a voltar à recessom. ?As reacçons tardias à crise em especial à zona euro produziram acumulaçom de problemas difíceis de resolver? manifestou o ministro de fazenda do Brasil, Guido Mantega.

Os planos de austeridade provocaram danos irreversíveis aos povos da Grécia, Espanha, Itália, Portugal. O conflito territorial entre China e Japom, segunda e terceira economia mundiais e se a primeira economia EEUU nom soluciona os recortes orçamentais antes que as reduçons automáticas de gastos e alças de impostos e, se China nom reverte o resfriado e Japom nom termina por recuperar-se a balança da economia global inclina-se a outra mortal recessom.

14-12-2012

  22:05:26, por Corral   , 893 palavras  
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: Islândia mostrou o caminho ao rechaçar a austeridade

Islândia mostrou o caminho ao rechaçar a austeridade

por Salim Lamrani

http://www.voltairenet.org/article176311.html

Quando, em setembro de 2008, a crise econômica e financeira atingiu a Islândia ? pequeno arquipélago no norte da Europa, com uma população de 320 mil habitantes ?, o impacto foi desastroso, tal como no resto do continente. A especulação financeira levou os três principais bancos à falência, de modo que seus ativos representavam uma soma dez vezes superior ao PIB do país, com uma perda líquida de 85 bilhões de dólares. A taxa de desemprego se multiplicou por nove entre 2008 e 2010, ao passo que, antes, o país gozava de pleno emprego.

A dívida da Islândia representou 900% do PIB e a moeda nacional se desvalorizou 80% em relação ao euro. O país caiu em uma profunda recessão, com uma diminuição do PIB em 11% em dois anos. [1]

Diante da crise

Em 2009, quando o governo quis aplicar as medidas de austeridade exigidas pelo FMI em troca de uma ajuda financeira de 2,1 bilhões de euros, uma forte mobilização popular o obrigou a renunciar. Nas eleições antecipadas, a esquerda ganhou a maioria absoluta no Parlamento. [2]

No entanto, o novo poder adotou a lei Icesave ? cujo nombre provém do banco online que quebrou e cujos correntistas eram, na maioria, holandeses e britânicos ? com a finalidade de reembolsar os clientes estrangeiros. Essa legislação obrigava os islandeses a reembolsar uma dívida de 3,5 bilhões de euros (40% de seu PIB) ? nove mil euros por habitante ? em quinze anos e com uma taxa de juros de 5%. Diante dos novos protestos populares, o presidente se recusou a assinar o texto parlamentar e o submeteu a um referendo. Em março de 2010, 93% dos islandeses rechaçaram a lei sobre o reembolso das perdas do Icesave. Quando foi submetida novamente a referendo em abril de 2011, 63% dos cidadãos voltaram a rechaçá-la. [3]

Uma nova Constituição, redigida por uma Assembleia Constituinte de 25 cidadãos eleitos por sufrágio universal entre 522 candidatos, composta por nove capítulos e 114 artigos, foi adotada em 2011. Ela prevê o direito à informação, com acesso público aos documentos oficiais (Artigo 15), a criação de uma Comissão de Controle da Responsabilidade do Governo (Artigo 63), o direito à consulta direta (Artigo 65) ? 10% dos eleitores podem pedir um referendo sobre as leis votadas pelo Parlamento ?, assim como a nomeação do primeiro-ministro pelo Parlamento. [4]

Assim, ao contrário das outras nações da União Europeia na mesma situação, que aplicaram escrupulosamente as recomendações do FMI que exigiam medidas de austeridade severas, como na Grécia, Irlanda, Itália ou Espanha, a Islândia escolheu uma via alternativa. Quando, em 2008, os três principais bancos do país ? Glitnir, Landsbankinn e Kaupthing ? desmoronaram, o Estado islandês se negou a injetar neles fundos públicos, tal como havia feito o resto da Europa. Em vez disso, realizou sua nacionalização.

Do mesmo modo, os bancos privados tiveram que cancelar todos os créditos com taxas variáveis que superavam 110% do valor dos bens imobiliários, o que evitou uma crise de subprime, como nos Estados Unidos. Por outro lado, a Corte Suprema declarou ilegais todos os empréstimos ajustados a divisas estrangeiras que foram outorgados a particulares, obrigado assim os bancos a renunciarem a seus créditos em benefício da população. [5]

Quanto aos responsáveis pelo desastre ? os banqueiros especuladores que provocaram o desmoronamento do sistema financeiro islandês ?, não se beneficiaram da mansidão que se mostrou diante deles no resto da Europa, onde foram sistematicamente absolvidos. Com efeito, Olafur Thor Hauksson, Procurador Especial nomeado pelo Parlamento, os perseguiu e prendeu, inclusive ao ex-primeiro-ministro Geir Haarde. [6]

Uma alternativa à austeridade

Os resultados da política econômica e social islandesa têm sido espetaculares. Enquanto a União Europeia se encontra em plena recessão, a Islândia se beneficiou de uma taxa de crescimento de 2,1% em 2011 e prevê uma taxa de 2,7% para 2012, além de uma taxa de desemprego de 6%. [7] O país até se deu ao luxo de realizar o reembolso antecipado de suas dívidas ao FMI. [8]

O presidente islandês Olafur Grímsson explicou este milagre econômico: ?A diferença é que, na Islândia, deixamos os bancos quebrarem. Eram instituições privadas. Não injetamos dinheiro para salvá-las. O Estado não tem por que assumir essa responsabilidade?. [9]

Agindo contra qualquer prognóstico, o FMI saudou a política do governo islandês ? o qual aplicou medidas totalmente contrárias às que o Fundo preconiza ?, que permitiu preservar ?o precioso modelo nórdico de proteção social?. De fato, a Islândia dispõe de um índice de desenvolvimento humano bastante elevado. ?O FMI declara que o plano de resgate ao modo islandês oferece lições nos tempos de crise?. A instituição acrescenta que ?o fato de que a Islândia tenha conseguido preservar o bem-estar social das unidades familiares e conseguir uma consolidação fiscal de grande envergadura é uma das maiores conquistas do programa e do governo islandês?.

No entanto, o FMI omitiu omitiu a informação de que esses resultados só foram possíveis porque a Islândia rechaçou sua terapia de choque neoliberal e elaborou um programa de estímulo econômico alternativo e eficiente. [10]

O caso da Islândia demonstra que existe uma alternativa crível às políticas de austeridade que são aplicadas na Europa. Estas, além de serem economicamente ineficientes, são politicamente custosas e socialmente insustentáveis. Ao escolher colocar o interesse geral acima do interesse dos mercados, a Islândia mostra o caminho ao resto do continente para escapar do beco sem saída.

Salim Lamrani Professor. Ensina nas universidades Paris-Descartes e Paris-Est Marne-la-Vallée. Último livro publicado : Cuba. Ce que les médias ne vous diront jamais (Estrella, 2009).

Tradução
Alva

  00:41:19, por Corral   , 776 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Sair do euro?

por Vicenç Navarro, Juan Torres López e Alberto Garzón [*]

Até este ponto apostámos por reformas dentro da União Europeia que permitam construir uma verdadeira união da população europeia. Contudo, nem todos os economistas consideram que seja a única ou inclusive a melhor opção que resta aos países que agora estão a ser arrasados pelos planos de ajuste e pelos mercados financeiros que os impõem. Uma das visões alternativas é a da saída do euro.

Com efeito, não cabe a menor dúvida a ninguém das vantagens que dispor de uma união monetária na Europa pode trazer para todos. Mas são vantagens que só podem ser desfrutadas quando esta está bem concebida e quando dispõe dos necessários mecanismos compensatórios para evitar que as diferenças que costumam haver entre os países ou territórios que a componham se convertam numa ameaça para a própria união e numa fonte de desigualdades sociais e pessoais, de desequilíbrios territoriais, de conflitos económicos e, em suma, de empobrecimento para alguns deles.

Contudo, todos percebem que sair do euro é uma opção de custos extraordinários que levaria o país que o fizesse a sofrer agressões sem precedentes na Europa e a viver alguns anos de caos financeiro e de empobrecimento [3] . Nada mais certo.

Mas por acaso está a propiciar outra coisa melhor um euro ao serviço exclusivo do capital financeiro e das grandes empresas? Por acaso deu segurança e bem estar à Grécia, Portugal ou Irlanda? Por acaso a Espanha não fez os deveres do euro e não pôs sem reclamar nas mãos do capital alemão e europeu suas maiores empresas e centros de produção? Por acaso está a proteger-nos da extorsão e dos ataques especulativos? O euro não alentou, em benefício da banca europeia, o endividamento privado impondo os cortes salariais ao invés da estabilidade financeira?

"... E A SAÍDA DO EURO SERÁ A ÚNICA OPÇÃO"

Se se mantiverem as políticas que se têm aplicado e não se puser fim aos sofrimentos extraordinários que agora padecem países como a Grécia mas que em breve podem estender-se a outros mais, será impossível garantir a mínima estabilidade económica e social e a saída do euro será a única opção. Na nossa opinião, se não houver uma viragem urgente na política europeia, se não se impuser a cooperação, a harmonia e a repartição equitativa da riqueza, se não se admitir que quem deve governar a Europa é a cidadania mediante seus representantes e não os grupos de pressão e os poderes financeiros, não restará outro remédio senão reclamar a saída de um euro convertido num inferno para as classes trabalhadoras e que no futuro só serviria para que a Europa ficasse como parque de atracções dos endinheirados de outros continentes.

PARA ALÉM DA GLOBALIZAÇÃO NEOLIBERAL

A crise financeira voltou a por sobre a mesa, mais uma vez, a necessidade de enfrentar a situação de um planeta à deriva onde, segundo o Banco Mundial, hoje há 1.200 milhões de pessoas que vivem no umbral da pobreza, e mais ou menos o mesmo número de pessoas famintas, e onde não há maneira de os governos cumprirem seus compromissos de ajuda e reformas para evitar tudo isso.

Os resgates bancários destacaram o duplo critério para medir os poderes económicos dos países desenvolvidos, que sempre haviam justificado sua falta de acção contra a pobreza, a fome e a desigualdade com a falta de dinheiro. Só em 2007, o Banco Central Europeu injectou nas entidades financeiras um total de 645 mil milhões de euros e a Reserva Federal dos Estados Unidos. só no mesmo mês em que começou a crise, mais de 200 mil milhões de dólares ? e não se importou em nacionalizar entidades com grandes custos para salvar o lixo dos banqueiros que arriscaram demasiado com o dinheiro alheio. Ainda que seja difícil calcular, entre a Europa e os Estados Unidos foram gastos mais de 15 milhões de milhões de dólares para enfrentar a crise ajudando as empresas e os bancos que a haviam provocado. Contudo, não se pode dizer que com isso se hajam solucionado os problemas porque, como comentámos, estes têm carácter estrutural e, além do dinheiro, necessitam reformas profundas.

(...)
[3] Na realidade, conforme as normas legais europeias, nenhum país pode sair do euro uma vez que esta possibilidade não é contemplada (o que por si mesmo diz muito do carácter do clube de que fazemos parte). Seria uma possibilidade que só poderia ser levada a cabo mediante procedimentos extraordinários.

[*] Excerto de Hay alternativas (pgs. 180-183), de Vicenç Navarro, Juan Torres López e Alberto Garzón Espinosa, ed. Sequitur , Madrid, 2011, 224 p., ISBN: 978-84-95363-94-7.

Para descarregar o livro clique com o botão direito do rato em Hay alternativas e faça Save As... (PDF, 1,7 MB).

Este excerto encontra-se em http://resistir.info/ .

13-12-2012

  10:55:27, por Corral   , 223 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Os sionistas empregam armas químicas enquanto Obama ameaça a Síria se as emprega

Os sionistas empregam armas químicas enquanto Obama ameaça a Síria se as emprega

Dezembro 12, 2012

http://resistencialibia.info/?p=5341

O plano criminal de Washington para justificar a sua agressom contra Síria baseou-se nos últimos dias num "eventual perigo" de que as forças armadas sírias empregariam armas químicas contra os esquadrons da morte enviados a semear o terror e derrocar ao governo sírio. Acusaçons sem a menor base nem fundamento como o fôrom as que justificárom a criminal invasom e destruiçom do Iraque em 2003 pola administraçom imperialista de entom.
Em troques quem empregou impunemente armas químicas e outras armas proibidas de destruiçom maciça contra a populaçom civil é o regime sionista de Israel dirigido por Netanyahu. Os médicos de Gaza descobrírom arrepiados nos corpos dos palestinianos assassinados polas bombas e mísseis sionistas queimaduras desconhecidas que penetravam profundamente no organismo e voltavam-no de cor azul, corpos completamente queimados ou completamente esquartejados, queimaduras que destroem até a terceira camada de pele, ferimentos que provocam mutilaçons de braços e pernas. Os sionistas empregárom armas recobertas de urânio empobrecido e armas de tungsténio (chamadas DIME) que provocam ao explorar temperaturas de 6 mil graus centígrados e outras armas mas perfeccionadas que na agressom de 2009. Duas varas de medir, dupla medida. Os sionistas apoiados pola NATO, Uniom Europeia e até polos cínicos da liga árabe e Turquia, enquanto crescem os ataques terroristas contra Síria

05-12-2012

  19:31:57, por Corral   , 214 palavras  
Categorias: Ossiam

CANTA O MERLO: Os Governos do PSOE e a miseralizaçom das classes trabalhadoras

Por Ossiám

Mais de 4.000.000 pessoas desempregadas, com o PSOE.

380.000 Famílias desafiuzadas, com o PSOE.

Subida da idade de jubilaçom aos 67 ANOS, e 37,5 de cotizaçom para os trabalhadores, para os POLÍTICOS com só 8 ANOS de estar sentados chegam para PAGAS VITALICIAS. (BINGO), com o PSOE

Congelaçom das pensons dos trabalhadores, com o PSOE.

Rebaixa do 5% dos salários dos empregados públicos, com o PSOE.

Menos 8.1% em educaçom, com o PSOE.

Rebaixa de 31,3% no meio ambiente, com o PSOE.

Recorte de 7% em I +D+I, com o PSOE.

Subida do IVA a 18%, com o PSOE.

Baratear o Despedimento, com o PSOE.

O PSOE regala-lhe 40 mil milhons (40.000.000.000) euros à BANCA.

Benefícios da BANCA: 32.000.000.000 de euros 2008/09, com o PSOE

Rebaixas fiscais para os patrons em 1.000.000.000 de euros no 2011, com o PSOE

Ajuda para os despedimentos: 8 dias de indemnizaçom por cada despedimento, com o PSOE.

Mudança da Constituiçom para favorecer aos especuladores financeiros, com o PSOE.

Limpa cu da NATO. Pôr escudos anti-missís em Rota e Moron, com o PSOE

Felipe González contratam-no numha empresa que ele mesmo privatizou (saqueou) e ganha 200.000,.- euros ao ano na mesma. Nom é estranho?

Indulto a banqueiro do BANCO SANTADER quando o PSOE era Governo provisional. Nom é estranho?

Roubam UM MILHOM DOUS CENTOS MIL (1.200.000.000) euros do ERE em Andaluzia com os governos do PSOE

  18:31:25, por Corral   , 649 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Felipe Gonzalez: homenagem à corrupçom, a NATO e à amnesia da Memória Histórica

http://www.larepublica.es/

Antonio Romero Ruiz
Coordenador da Rede de Municípios pola III República

Celebrou-se em Madrid umha homenagem com motivo do 30 aniversário de toma-a posse de Felipe González como Presidente do Governo. ?Ganhou Felipe". Esse era o titular mais destacado ilustrado com umha foto na que Felipe e Guerra saudam desde umha janela do hotel aos militantes e votantes do PSOE que celebrassem a sua contundente vitória.

A UCD era derrotada, dinamitada desde dentro com a ajuda da embaixada de EEUU que forçou a demissom de Adolfo Suárez por negar à entrada de Espanha na NATO. Ainda hoje nom conhecemos dezenas de cintas gravadas das conversas do palácio da Zarzuela com a embaixada estadounidense durante o golpe de estado do 23F

A transiçom da ditadura à democracia fechava a sua página fundamental e fazia-o com a alternância com Felipe no poder, atrás ficavam os consensos, a constituiçom de 1978, a lei eleitoral fraudulenta e canalha deita para reduzir a força do PCE que com mais de dous milhons de votos corresponderam-lhe 47 escanos e ficou em 21, desenhando-se assim um bi-partidismo que apresentava o PSOE como alternativa de poder real, culminando assim a carreira de Felipe González que contara com o apoio da social democracia alemá, da CIA e dos poderes facticos.
A ilusom da gente incluindo o milhom de votos comunistas que o apoiaram e também dos que nom o votamos da esquerda em geral era enorme "homem algo notará-se dizia a gente".

Transcorridos este trinta anos com o balanço sobre a mesa há muitas e poderosas razons para nom fazer esta homenagem porque na prática também se fixo a:

A traiçom à palavra dada de que tiraria a Espanha da NATO. Felipe González é o máximo responsável pola entrada de Espanha na NATO e dos nom cumprimentos de todas as condiçons estabelecidas num referendo arranjado em todos os seus resultados.
A criaçom dos GAL, o enterro em qual vivo de Lasa e Zabala, o seqüestro de Segundo Maray e todos os episódios da guerra suja baixo o seu mandato. Felipe González, por acçom ou omissom consciente é o Sr. X.
A reconversom industrial selvagem, o plano de emprego juvenil, as reformas laborais (estatutos dos trabalhadores, segurança social, pensons") enfrontárom-no a Camacho e a Redondo, as greves gerais". A equipa de González Solchaga e Boyer saqueárom (privatizárom) mais de quarenta empresas de sectores estratégicos muitas delas. A maior privatizaçom da história de Espanha.
Nicolás Redondo dixo deste equipo que tinha a mesma sensibilidade social que umha ameixa.
A UVI para os bancos com dinheiro público da época permitiu que Felipe González e os grandes banqueiros desenhassem numha mesa de padiola, o modelo financeiro que hoje tem o Reino Boubónico de Espanha e que produz os actuais abusos e vexaçons.
A amnesia sobre a memória histórica há em Espanha 150,000 mil pessoas enterradas nas gáveas e nas oliveiras. Nom fixo nada entre os seus governos contra a ideologia fascistas, blindando o franquismo numha democracia de vencedores.
A ajuda Europeia aos terratenentes que levam 80% das subvençons à agricultura entre eles a duquesa de Alba e o sete magníficos,
Mantivo o tratado (concordato) preconstitucional com o Estado Vaticano, cheio de privilégios para a eireja católica, incumprindo com o mandato constitucional da aconfessionalidade e da laicidade do Estado.
Traio ao povo saarauí e participou da primeira guerra do Golfo da mao de Bush pai.

Felipe González afirmo fazer a revoluçom burguesa em Espanha, repartiu os refugalhos de Rumasa entre os ricos e pujo tapete às grandes fortunas do franquismo.

Agora é um pensionista de ouro, à pensom de OITENTA E DOUS MIL EUROS anuais como ex presidente de governo suma-lhe o mais de CENTO VINTE E SEIS MIL euros como membro do Conselho de administraçom Gás Natural, e a assessoria a governos e empresas estrangeiras. Total DOUS CENTOS MIL EUROS anuais como mínimo, que se saiba. À vez que se apertam a cravelha aos trabalhadores e autónomos.

30-11-2012

  10:23:25, por Corral   , 341 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Governo do Reino Boubónico de Espanha e o terrorismo internacional

http://resistencialibia.info/?p=5270

Na conferência de imprensa realizada em Caracas durante a sua gira por Cuba, Nicarágua, Equador e Venezuela em resposta a umha pergunta da agência espanhola EFE, o vice-ministro sírio de assuntos exteriores Faisal Ao Mokdad denunciou a "posiçom irresponsável do governo espanhol que colabora com terroristas" em referência às hordas criminais treinadas pola CIA que desde fai 20 meses sementam o terror e a morte na populaçom civil síria, exterminam às minorias com especial sanha com cristians, drusos e alauitas, assassinam de jeito bárbaro a soldados e polícias, destroem edifícios oficiais, afectam à infra-estrutura económica do país árabe. Imediatamente a autoridade síria assegurou que já "conhecem as razons" de tal conduta.

O vice-ministro informou que já som 10 mil as vítimas sírias da ofensiva criminosa, entre civis e militares. Assegura que se o governo sírio resiste é polo enorme apoio que recebe do povo. A tirania tunisiana tardou 17 dias em cair, a egípcia de Mubarak-CIA caiu rápido apesar de dispor de milhom de polícias na sua defesa, o regime líbio caiu trás 8 meses de conflito e o assassinato por parte da NATO de 80 mil cidadaos, o que imprensa internacional silencia. Mas Síria resiste trás 20 meses de ataque infernal.

O vice-ministro assinala que a situaçom geral é de calma relativa e que as operaçons militares vam bem apesar de que vam lentamente porque o Exército e as forças de segurança esforçam-se em preservar a vida e integridade da populaçom civil síria.

Afirma que a situaçom mas tensa e perigosa produz na fronteira com Turquia já que o regime e exército turcos tentam repetir a operaçom "Bengasi", é dizer, instalar em Alepo a ponta de terroristas, assassinatos, bombas e violência umha cidade "liberta" desde a que a NATO poderia atirar ataques generalizados contra todo o país.

O dirigente afirmou que nom é secreto que o governo sírio apoia à resistência palestiniana já que é "umha questom de princípios". Reiterou que o governo e o povo resistirám e fixo umha chamada aos alçados em armas para que se incorporem ao diálogo e deixem de matar.

12-11-2012

  01:53:04, por Corral   , 1205 palavras  
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: Eleições em Cuba: Quem indica os candidatos é o povo

De acordo com o estabelecido na Constituição da República e na Lei Eleitoral nº 72, de 29 de outubro de 1992, o Conselho de Estado de Cuba convocou, no último 5 de julho, eleições gerais para delegados às Assembleias Municipais, Provinciais e Nacional do Poder Popular.

http://port.pravda.ru
Por Vânia Barbosa *

Em uma primeira etapa, no dia 21 de outubro os eleitores elegem, para um mandato de dois anos e meio, os delegados às Assembleias Municipais, e em 28 de outubro, em segundo turno, nas localidades onde nenhum dos candidatos tenha obtido 50% dos votos válidos mais um. Os delegados às Assembleias provinciais e à Assembleia Nacional do Poder Popular serão eleitos por um período de cinco anos, em uma nova data a ser estabelecida. Está prevista a participação de cerca de 8,5 milhões de cubanos.

Desvinculado do modelo partidarista o sistema eleitoral cubano possibilita o exercício livre da cidadania com a escolha dos candidatos pelos próprios eleitores, o que incentiva o alto índice de comparecimento às eleições, mesmo que o voto não seja obrigatório. Os candidatos não são indicados por partidos e sim pelos cidadãos maiores de 16 anos que automaticamente são inscritos no Registro Eleitoral, sem custos ou burocracia. Conforme o Artigo 3º da Lei Eleitoral, o voto é livre, igualitário e secreto, e o cidadão está protegido contra punições, multas ou sanções no trabalho caso se abstenha de votar, ao contrário do que ocorre em outros países. Os membros das Forças Armadas têm direito a votar, eleger e a ser eleitos.

Após a convocação das eleições, no início de julho, mais de 170 mil cubanos - representantes de todos os setores sociais do país - se qualificaram como autoridades eleitorais para integrar as comissões provinciais, municipais e de circunscrição que conduzem o processo de escolha dos delegados e, posteriormente, validam os resultados. Desde o último dia 3 de setembro e até o dia 29, a população participa das mais de 50.900 assembleias - organizadas também pela Comissão Eleitoral Nacional (CEN) - e ali indica, abertamente, os delegados que concorrem às Assembleias Municipais e Provinciais e à Assembleia Nacional do Poder Popular, eleitos mediante voto em urna, direto e secreto.

Os encontros são realizados em cerca de 29.500 circunscrições eleitorais e cada eleitor pode indicar um candidato entre os moradores residentes na área e, inclusive, de outra área pertencente à mesma circunscrição, caso seja necessário. Seguindo a legislação eleitoral - dependendo do número de habitantes - cada área terá entre dois e oito candidatos, tudo para garantir outras opções aos votantes e a indicação de pessoas com "méritos, capacidade, condições e possibilidades de representar a população". A circunscrição eleitoral é uma divisão territorial do município a partir do número de seus habitantes, e se constitui em célula fundamental do Sistema do Poder Popular.

Desde o dia 22 de setembro foram divulgadas as listas dos candidatos para que a população as revise e, caso necessário, solicite adequações ou emendas, através das autoridades eleitorais. As alterações poderão ser feitas até a primeira quinzena de outubro e a partir daí tem inicio os preparativos para a etapa inicial das eleições, no dia 21 do mesmo mês.

Segundo dados da CEN, desde 1976, quando entrou em vigor a atual Constituição, mais de 95 por cento dos eleitores inscritos têm participado das eleições. Nas últimas eleições para deputados votaram cerca de 8 milhões de cubanos, cifra que superou 98 por cento de participação e com baixo índice de votos nulos ou em branco. Em Cuba, o registro de eleitores para as eleições gerais 2012-2013 conta com cerca de 8,5 milhões de cubanos, em um país de 11 milhões de habitantes.

A propaganda eleitoral

Outra característica no processo eleitoral cubano é a ausência de marketing e custos com propaganda, fatores que em outros países favorecem candidatos com maior poder econômico ou implicam na necessidade de obtenção de fundos para eleger um representante. As praças e as ruas são limpas de painéis ou panfletos e os candidatos não precisam disputar ou pagar espaços nos jornais, rádios e televisões. Também não ocorrem campanhas difamatórias entre os candidatos. A propaganda é feita pelas autoridades eleitorais que são responsáveis por publicar, na área de residência dos eleitores, as foto dos candidatos - todas em um mesmo formato e tamanho - e uma síntese da sua biografia.

Para concorrer não é necessário que o candidato seja filiado a qualquer partido político e as regras são as mesmas para todos os cargos do Poder Popular. As candidaturas deverão ser antes apresentadas por alguma organização ou movimento social e submetidas à consideração da Assembleia do Poder Popular da circunscrição correspondente, além de aprovadas pelos delegados. Será considerado eleito aquele que obtenha mais da metade dos votos válidos dos eleitores. 50% das vagas são garantidas às mulheres.

Após eleger o seu representante a população participa das discussões e decisões mais importantes. Também, a qualquer momento o mandato poderá ser revogado pela maioria dos eleitores caso o eleito não cumpra com as obrigações assumidas em sua base eleitoral. Não existe remuneração para o exercício do mandato e os eleitos permanecem exercendo suas profissões e recebendo o salário correspondente ao seu trabalho.

A Composição atual do Poder Popular se dá da seguinte forma: Assembleia Nacional do Poder Popular; Assembleias Provinciais do Poder Popular, em cada uma das 15 províncias, além do município especial da Isla de la Juventud; Assembleias Municipais, nos 169 municípios; 1540 Conselhos Populares, cada um agrupando várias circunscrições eleitorais e integrados pelos seus delegados, dirigentes de organizações de massas e representantes de entidades administrativas; circunscrições eleitorais, ainda que não pertençam de forma orgânica à estrutura do sistema do Poder Popular ou do Estado são fundamentais antes e após o processo eleitoral.


O Presidente, o Conselho de Estado e o Conselho de Ministros.

Tanto os membros do Conselho de Estado como os do Conselho de Ministros são indicados pelos delegados eleitos para a Assembleia Nacional do Poder Popular. Considerando o Art.74 da Constituição da República de Cuba, o Conselho de Estado é formado por um presidente, um Primeiro Vice-Presidente, cinco Vice-Presidentes e um Secretário.Para ser Presidente do Conselho de Estado é necessário antes ser eleito deputado com mais de 50% dos votos válidos, diretos e secretos da população e, em nova votação, deverá alcançar mais de 50% dos votos secretos dos parlamentares.

O Partido Comunista Cubano

Há muitas dúvidas ou distorções que pairam sobre a existência de um partido único em Cuba, o Partido Comunista Cubano, e a relação que isso tem com a democracia. De acordo com a Constituição cubana, durante o processo eleitoral o PCC não indica candidatos e nem faz campanha a favor de seus militantes. Por se diferenciar do conceito clássico de partidos políticos se mantém em sua condição de força dirigente superior da sociedade com a missão de representar os interesses de todo o povo e não somente os da sua militância.

O Partido não tem ingerência na Assembleia Nacional do Poder Popular e nem no governo, e só após consulta à população, via assembleias, apresenta propostas para serem apreciadas nestas instituições. Em processos eleitorais ocorridos até hoje já foram eleitos inúmeros militantes do PCC, indicados pelas assembleias populares em razão dos seus méritos pessoais e compromissos com a sociedade, e não pela sua militância no Partido. Um importante papel exercido pelo PCC é o de acompanhar e garantir o cumprimento das leis do país, entre elas, a Lei Eleitoral.

*Jornalista e presidente do Conselho Deliberativo da ACJM/RS
Timothy Bancroft-Hinchey

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