12-10-2011

  20:42:44, por Corral   , 119 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - A Resistência popular líbia desmascara à NATO e os seus sicários.

http://leonorenlibia.blogspot.com/

Pavel da Rússia informa...12/10

Novas: O exército de Líbia capturou 16 soldados britânicos que queriam ajudar aos sicários da NATO . O exército de Sirte capturárom um comandante os rebeldes da NATO e alguns dos seus combatentes , todos eles confessaram que eram mercenários estrangeiros .

Vários explosons abalaram Tripoli ontem, hoje os helicópteros da NATO Apache seguem vigiando desde o céu da cidade .

Até agora Sirte e Beni-Walid estám sob o controlo da populaçom civil de Líbia , e os mercenários da NATO estám a sofrer grandes perdas .

O líder de Al-Qaeda -organizaçom criada pola CIA, Mosad, M16, e serviços secretos de Árabia- pediu Az-Zavahiri líbios para viver pelas leis do Shariat e argelinos que se levantam contra o seu governo legítimo.

  16:46:20, por Corral   , 116 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - A imprensa internacional nom informa sobre manifestaçons e confrontos em Trípoli

Outubro 12, 2011

A estratégia desinformativa desenhada diariamente polo escritório político da NATO e da CIA centra-se em anunciar aos quatro ventos a queda iminente de Sirte como o fizérom quase diariamente no último mês.

Contodo silenciam sistematicamente qualquer acto de resistência pacífica ou armada em qualquer parte do país para transmitir a falsa sensaçom de ?tranqüilidade?.

Chegam-nos notícias de numerosas emboscadas em Tripoli nas últimas horas nas que morreriam 23 sicários do chamado polos médios internacionais ao serviço da NATO ?novo regime?, em realidade é a ocupaçom estrangeira militar imperialista com fachada de fascistas locais. Informa-se de confrontos na ponte do distrito de Andalusia, nos distritos de Salahedin e Abu Slim e na periferia da cidade.

Fonte http://www.facebook.com/aljamahiria#!/pages/Libya-Liberal-Youth-to-publish-the-facts-for-Libya-tomorrow/135809009826863

  13:45:57, por Corral   , 344 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - A NATO, o GENOCIDIO como negocio.

http://leonorenlibia.blogspot.com/

12/10/11
Twitters de Brian Souter

A NATO declara que a defesa de Sirte polo seu povo complica a "missom" da NATO para "proteger aos civis".

A NATO está a tentar fazer acreditar a ocidente que a defesa de líbia polos civis líbios que defendem as suas próprias casas e as suas famílias, em realidade som mercenários africanos "pro Gadafi". Assim os problemas para invadir Líbia fronte à populaçom que defende o seu país, resolvem-nos rápido, chamando-lhes mercenários.

Contodo os únicos mercenários reais som egípcios, tunisianos e de outros países que utiliza a OTAN para invadir Líbia.

A agenda da OTAN nom se trata de ganhar guerras rápido. Trata-se de manter guerras perpétuamente para o grande benefício dos novos senhores do mundo.

Os sicários estám a assaltar todas as casas dos arredores de Sirte e logo incendeiam-nas.

Nestes momentos todo o oeste de Sirte está em maos do seu povo e agora tentam botar aos mercenários que entrárom polo Leste de Sirte.

Ontem a NATO desembarcou mais tropas nas costas de Líbia.

Sabha: Ontem à noite o exército líbio abandonou um míssil scud com TNT nos arredor da cidade e explorou numha brigada de sicários, o que produziu por volta de 15 baixas.

Os invasores a Líbia tem mais de 1000 prisioneiros cidadaos líbios e por cada mercenário que morre na agressom na frente, executam um líbio do cárcere.

DESDE LÍBIA ZORÁN INFORMA...12/10

ALERTA: 16 pára-quedistas britânicos do regimento 22 SAS de Creden Hill Reino Unido, fôrom capturados em Sirte a passada noite. Todos os demais morrêrom. Os 44 restantes da equipa morrêrom antes de aterrar. As cifras de vítimas aos membros da 82a Airbone de Carolina do Norte, cujo transporte aviom foi derrubado em Ras Lanuf ao tratar de tomar terra para assegurar as maiores jazidas de petróleo de Líbia agora destruídas, ainda nom estám confirmados. Piloto Julián Manyon é o piloto da RAF, ainda permanece em custodia de Líbia.

Como se pode observar a NATO está a tentar umha verdadeira invasom ao país soberano LÍBIA, enquanto o mundo cala e os meios de comunicaçom miram para outro lado.

  08:36:23, por Corral   , 587 palavras  
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: Declaração da Conferência europeia contra a austeridade e a privatização

Resistir.info

Após um dia de intenso debate, análise e planeamento para a cooperação e a acção, a Conferência Europeia contra a austeridade e a privatização ouviu o secretário da Coligação de Resistência, Andrew Burgin, propor a seguinte Declaração, em nome do Comité Preparatório Europeu. A Declaração foi unanimemente aprovada pela Conferência, à qual compareceram mais de 600 pessoas.
"Era mais do que tempo para esta conferência europeia.

Os povos da Europa enfrentam uma crise social, política e económica sem precedentes.

Nossos governos estão a implementar os mais selvagens cortes de despesas destinados a destruir todos os ganhos sociais do período posterior à guerra. Isto arruinará as vidas de milhões ao devastar empregos, pagamentos, pensões, saúde, educação e outros serviços.

A crise financeira mundial de 2008 foi transformada numa crise de dívida do estado ? estados-nação salvaria o sistema financeiro, mas ao assim fazê-lo enfraqueceram gravemente os seus próprios balanços. A Grécia está à beira do incumprimento e outros estados não estarão muito atrás.

A única solução oferecida pela elite dominante é austeridade para a grande maioria e salvamentos para os bancos e o conjunto do sistema financeiro.

Enquanto o povo comum enfrenta grandes dificuldades, milhões de milhões de euros estão a ser despejados nos bolsos dos ricos. Nunca houve uma disparidade maior de riqueza entre o capital e o trabalho ? entre ricos e pobres.

Por toda a Europa os povos estão a revidar. Eles estão determinados a defender suas sociedades e vencer o barbarismo da austeridade. Nosso objectivo é ajudar a unir estas lutas. Precisamos de uma frente europeia comum para defender os povos da Europa. Estamos comprometidos a opor-nos a todos os cortes, privatizações e ataques ao estado previdência e a construir solidariedade com resistência a estes ataques.

Portanto apoiamos a resistência dos sindicatos através de greves e outras formas de acção industrial. Dizemos não a guerras imperialistas e à sua drenagem infindável de recursos e dizemos sim ao bem-estar social, paz e justiça.

Opomo-nos a apresentar comunidades imigrantes como bodes expiatórios da crise económica e à incitação ao racismo e à islamofobia que divide e enfraquece a nossa resistência. Faremos campanha contra a ascensão da extrema-direita que procura fazer isto.

O caminho em frente depende tanto da resistência como da elaboração e promoção de uma estratégia económica alternativa: os bancos devem ser colocados sob controle democrático. Bancos privados devem ser socializados e os mercados financeiros regulamentados. A União Europeia e os governos nacionais devem atender às necessidades do povo ? não impor programas de austeridade. Elevar impostos para os ricos e as corporações. Deve-se renunciar à dívida ilegítima. Os credores devem ser considerados responsáveis. Nós não pagaremos pela sua crise.

Uma estratégia económica e política alternativa apoiaria o bem-estar, desenvolveria lares, escolas e hospitais, protegeria pensões e promoveria uma abordagem verde para a despesa pública ? investindo em energia renovável e transporte público, criando portanto milhões de novos empregos.

Esta conferência resolve construir sobre as ligações desenvolvidas na sua preparação e estabelecer uma coordenação europeia permanente para organizar e suportar a resistência à dívida e à austeridade.

Prometemos apoiar
-as mobilizações dos Indignados em 15 de Outubro,
-as acções contra a dívida e Instituições Financeiras Internacionais de 8 a 16 de Outubro e
-as acções contra a cimeira do G20, em Nice, no mês de Novembro.

Também prometemos trabalhar rumo a um dia de acção comum contra a austeridade em 2012.

Apelamos ao movimento sindical de toda a Europa a que prepare um dia de acção industrial contra a austeridade.
O original encontra-se em http://www.europeagainstausterity.org/10/european-conference-declaration/

Esta declaração encontra-se em http://resistir.info/ .

11-10-2011

  17:45:43, por Corral   , 57 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - A NATO e os seus mercenários seguem a machucar ao povo líbio

http://leonorenlibia.blogspot.com/

Beni Walit: Nestes momentos 60 4x4 artilhados dos mercenários dirigem-se a agredir Beni Walit.

Sirte: O contingente agressor a Sirte está composto de 4000 mercenários NATO, 200 morteiros, 30 lança-granadas, 255 4x4 artilhados, 50 tanques e entre 120 e 150 armas pesadas..

Usam armas químicas desde o ar e desde o mar contra Líbia, os estados terroristas de : França, Gram Bretanha, Qatar, Jordânia, Israel,...

10-10-2011

  22:20:03, por Corral   , 104 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - Mandela rende homenagem a Gadafi

http://resistencialibia.info/
Outubro 10, 2011

Gadafi é o guia de todos nós. Nengum dirigente africano terá nunca a sua estatura, a sua aura e a sua prestância. É um construtor; quando miro o que este homem fixo do seu país apesar das tormentas ocidentais disfarçadas de mísseis que mataram crianças, nom abandonou, nom tivo medo.

Este homem é seguramente um homem de Deus. Fai faltar tutear a Deus para ter esse domínio.

Fixo de líbia um país prospero, nom endividado e que investiu nas economias do África preta.

http://libyasos.blogspot.com/p/news.html

16 soldados britânicos capturados nos arredor da cidade de Sirte depois o desembarco realizado por um aviom da NATO

  21:25:41, por Corral   , 373 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - Os abutres sonham com SIRTE

http://leonorenlibia.blogspot.com/

É impressionante ver as razons reais deste assédio, acosso, genocídio, bombardeio ao povo de Sirte. É singelamente e só para roubar a Líbia o petróleo, para se apoderar das bocas de saída do petróleo, como bem clarifica Petroleun Economist desde Inglaterra.

Fala de que em duas semanas poderám já começar a verter desde Sirte, é dizer em duas semanas já nom ficarám líbios vivos em Sirte que defendam a sua casa e a sua cidade e já nos apoderamos da sua riqueza, contodo dizem-no com a máxima naturalidade.

Esta claro que para esta revista o de menos som os líbios e o importante som os barris que esperam extrair tendo em conta os planos de apoderar-se esta cidade Líbia.

Nom falam da agressom a Líbia, nom falam dos líbios, nom falam de que os líbios de Sirte seguem defendendo a sua própria cidade e as suas casas com a morte. A revista salta-se estas nimiedades para informar que em breve já vam extrair o petróleo desde Sirte.

http://www.petroleum-economist.com/Article/2914604/News-and-Analysis-Archive/EXCLUSIVE-Libya-oil-output-to-double-by-November.html

O relatório divulgado fornece actualizaçons sobre a produçom de petróleo de campos a todo o país é, de saída quase 370 mil barreis/ dia

Derek Brower, LONDON: a saída de petróleo da Líbia continua a aumentar mais rapidamente do que o esperado e deve chegar a quase 750 mil barris por dia (b / d) até final de Outubro e mais de 1 milhom de b / d no final do ano, de acordo com um documento interno preparado para National Oil Corporation (NOC).

A produçom de petróleo está agora em 365,654 b/d, di o relatório. O relatório, divulgado ao Petroleum Economist, dá a avaliaçom mais detalhada e com autoridade do sector de petróleo da Líbia desde que os combates eclodírom no país em Fevereiro, e sugere que a produçom se está recuperando muito mais rapidamente do que o esperado.

A produção de Sarir e Misla, dous campos petrolíferos operados por NOC unidade Arabian Gulf Oil (Agoco) no leste da Líbia, chegou a 220 mil b / d, segundo o relatório, ou cerca de 130.000 b / d menos do que a capacidade antes da guerra

Agoco planeja reiniciar a produçom nos campos petrolíferos de Sirte-bacia de Nafura e Bayda, ambos ao sul de Brega, dentro de duas semanas, dim os autores do relatório

09-10-2011

  17:52:09, por Corral   , 1810 palavras  
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: Uma história da complexidade energética

por Gail Tverberg

Joseph Tainter e Tadeusz Patzek são os autores do livro Drilling Down: The Gulf Oil Debacle and Our Energy Dilemma . Este livro faz parte da série Briefs in Energy da editora Springer. A obra anterior desta série foi The Limits to Growth Revisited , de Ugo Bardi.

O novo livro, Drilling Down, não é simplesmente a história da fuga de petróleo no Golfo [do México] (embora conte esta história bastante bem). Tainter e Patzek usam a história da fuga no Golfo [1] como pano de fundo para discutir a espiral de complexidade da energia e o seu relacionamento com este acidente.

A espiral de complexidade ocorre porque a disponibilidade de energia abundante e barata permite a complexidade acrescida. A complexidade tem a vantagem de permitir à sociedade resolver mais problemas, mas tem a desvantagem de ser mais custosa ? o que significa exigir mais energia para a sua criação. A necessidade de mais energia (e o facto de que o rácio Energia Retornada sobre Energia Investida (EROEI) está a declinar) leva à necessidade de mais complexidade para obter esta energia adicional, assegurando que o ciclo continua. Com complexidade crescente, há um risco acrescido de acidentes que se pode esperar devido à natureza complexa do sistema, mas os quais são difíceis de prever pelos participantes.

Tainter e Patzek acrescentam novas perspectivas ao que foi relatado em outros lugares, tais como em The Oil Drum . Joe Tainter é um antropólogo e historiador que ensina no Departamento de Ambiente e Sociedade da Universidade Estadual de Utah. O seu trabalho mais conhecido é The Collapse of Complex Societies . Tad Patzek tem um Ph.D. em Engenharia Química e ensina na Univesidade do Texas, Departamento de Petróleo e Engenharia de Geosistemas. Ele testemunhou em audiências no Congresso sobre a fuga de petróleo.

O livro tem nove capítulos:
- Introdução
- A importância do petróleo no Golfo do México
- A Energia que move o mundo
- Perfuração e produção offshore: Uma breve história
- A espiral da complexidade energética
- Os benefícios e custos da complexidade
- O que aconteceu no Furo Macondo
- Porque o desastre do Golfo aconteceu
- A nossa energia e o dilema da complexidade: Perspectivas para o futuro

Nós já extraímos muito do petróleo fácil de extrair. Como caminhamos para petróleos mais difíceis de extrair, descobrimos que é necessário utilizar tecnologias mais complexas, custosas e arriscadas, guiadas pelo EROEI em queda, numa espiral de complexidade da energia. Esta espiral na produção de petróleo espelha a espiral maior de complexidade da energia na sociedade como um todo. A introdução descreve o objectivo do livro como duplo:

... primeiro explicar o desastre do Golfo, a espiral de complexidade da energia, e como elas estão necessariamente conectadas; em segundo lugar encorajar todos os consumidores de energia a considerar se esta espiral é ou não sustentável e o que significará para nós

Os dois autores contribuem com as suas perspectivas para a situação. Patzek conta a história técnica da extracção de petróleo, porque precisamos do petróleo do Golfo do México e como o óleo ali é encontrado em reservatórios cada vez mais pequenos e cada vez mais profundos. Ele também conta alguns dos pormenores acerca da complexidade da extracção quando mais pessoas e empresas são envolvidas no processo e quando mais complexo equipamento de extracção é necessário. Tainter dá a visão geral de como funciona a espiral da complexidade em energia. Ele também mostra como civilizações anteriores manejaram a complexidade crescente e a dificuldade de manter uma oferta adequada de energia quando os retornos marginais declinam. Em conjunto, eles contam a história específica do acidente do Deepwater Horizon, assim como a história mais geral da nossa busca por maiores abastecimentos de energia e os problemas envolvidos.

O livro descreve o Deepwater Horizon como um "acidente normal":

Perrow utiliza a expressão "acidentes normais" parcialmente como sinónimo de acidentes "inevitáveis", acidentes cuja probabilidade é inerente num sistema tecnológico complexo. Numa peça de tecnologia com muitas partes e altamente complexa, acontecem acidentes de interacções imprevisíveis entre algumas das partes. A complexidade torna falhas praticamente inevitáveis. Os engenheiros tentam evitar a falha acrescentando mais complexidade, a qual torna a operação de sistemas tecnológicos difícil para o entendimento de operadores humanos.

Acidentes normais surgem como se fossem Cisnes Negros [2] , algo que não pode acontecer. De facto, a própria natureza de tecnologias complexas torna os acidentes prováveis. Eles são um subproduto normal da operação de sistemas cuja complexidade está para além do entendimento humano.

A razão porque acidentes tendem a acontecer é em parte porque várias tarefas são divididas entre várias companhias, cada uma delas tentando obter um lucro. Dentro de cada companhia as tarefas são mais uma vez divididas entre muitos trabalhadores.

Pode-se esperar que a probabilidade de "acidentes normais" aumente quando a furação é principiada em lugares cada vez mais arriscados, tais como a costa da Gronelândia e o Norte do Círculo Árctico.

Drilling Down cobre muitos tópicos interessantes, desde pormenores acerca de como é feita a extracção, a pormenores acerca do que aconteceu no momento do acidente, vistas gerais de como várias civilizações trataram da ascensão da complexidade e de fluxos de energia reduzidos. Tainter levanta a questão do declínio do retorno marginal no investimento em complexidade ? e de como isto parece ser demonstrado, por exemplo, por menos patentes novas, mesmo em sectores da energia. O livro também menciona que soluções mais complexas ? desde carros híbridos gás-electricos até aviões militares aprimorados ? tendem a ser mais caras por unidade construída e estes custos mais altos limitam quantos são realmente vendidos.

O livro considera o modo como escravos energéticos na forma de combustíveis fósseis são um meio de pagar pela complexidade acrescida, pelo menos até que eles comecem a escassear. A obra também menciona coisas que deveriam ser óbvias ? como a nossa dependência dos combustíveis fósseis ? são mascaradas pelo facto de serem uma parte tão grande da nossa vida diária e de durante muitos anos isso não ter sido um problema. Ao explicar isto, mostra-se que um peixe não saberia que o seu nariz está húmido ? a água tão parte do seu ambiente diária que passa desapercebida.

Não se trata de um livro que dê uma fórmula para resolver nossos problemas de energia. O que se segue é parte das observações finais do livro (o texto pode variar ? o manuscrito que estou a ver não é o final).

É elegante pensar que seremos capazes de produzir energias renováveis com tecnologias mais suaves, com máquinas mais simples que produzem menos dano à terra, à atmosfera e às pessoas. Todos desejamos isso, mas devemos abordar tais tecnologias com uma dose de realismo e uma perspectiva a longo prazo. Um projecto geotérmico na Basileia, Suíça, começou em Dezembro de 2006, esteve em andamento só uns poucos dias quando houve um pequeno tremor de terra de magnitude 3,4, assustando pessoas e danificando edifícios. Mas de 100 réplicas continuaram em 2007 e o projecto foi abandonado porque o povo estava demasiado assustado. A energia solar e eólica, numa escala suficientemente grande para ser significativa, consumiria grandes quantidades de terra... Energia renovável que desse a mesma potência per capita que desfrutamos hoje não seria livre de danos ambientais... Na verdade, nas grandes áreas de terra que exigiria, a energia renovável poderia causar mais danos ambientais do que aqueles causados pela nossa utilização de combustíveis fósseis. Sabemos que isto não é uma observação agradável, mas ao longo de todo o livro enfatizámos a necessidade de realismo.

É sempre importante manter em mente os processos a longo prazo, bem como as regularidades do comportamento humano. Tal como com os combustíveis fósseis, primeiro exploraremos fontes de energia renovável com os gradientes de energia mais pronunciados, os mais altos EROEI. Uma vez que estas já não satisfaçam as nossas necessidades, faremos o que estamos a fazer agora com o petróleo. Produziremos energia renovável em lugares que são cada vez mais desfavoráveis e para isto desenvolveremos tecnologias que são complexas, custas e arriscadas. Talvez no fim as consequências não venham a ser tão grandes como a fuga no Golfo, embora não ousemos imaginar como as pessoas podem ponderar os custos económicos e emocionais de tremor de terra com os de uma fuga de petróleo, ou a diferença entre abrir o Refúgio Nacional Árctico de Vida Selvagem à prospecção de petróleo e ocupar um vasto ecosistema deserto para capturar sua energia solar. Esperamos que a energia renovável será mais ambientalmente benigna do que tem sido os combustíveis fósseis, mas só saberemos isso quando nos expandirmos para fontes de energia renovável que rendam retornos marginais declinantes.

O que são as alternativas? As crises fiscais experimentadas actualmente por muitos governos dão-nos uma antevisão do que provavelmente estaria à nossa espera caso as nossas fontes de energia se demonstrassem inadequadas... Professores estão a ser despedidos, programas cancelados e anos de escola abreviados. A Grã-Bretanha eliminou todas as agências de governo e planeamento a fim de implementar a mais drástica redução de serviços públicos desde a II Guerra Mundial. Tudo isto está a acontecer num tempo em que a energia ainda é abundante e relativamente barata.

Nossas sociedades não podem adiar uma discussão pública acerca da energia futura. Como dissemos antes, isto deve ser uma discussão adulta, uma discussão que seja honesta, sérias e realista. Ela não pode ser baseada em sabichões ideologicamente orientados (punditry), ou teoria económica baseada na fé, ou optimismo tecnológico ilimitado... Podemos antecipar e planear o nosso futuro ou podemos simplesmente permitir que o futuro acontecer. Esta é a nossa opção.

A era de abundância petrolífera acabará algum dia, esperançosamente sem quaisquer acidentes mais da magnitude da explosão do Deepwater Horizon. Não sabemos quando isto acontecerá, nem qualquer outra pessoa. Certamente acontecerá mais cedo do que desejamos. Mas temos alguma capacidade para entender como o futuro se desdobrará. Podemos projectar o futuro com base na nossa experiência passada, pois não somos os primeiro a encontrar os desafios da energia. Na nossa discussão é sempre valioso manter em mente a redefinição da Lei de Stein: Uma tendência que não pode continuar, não continuará.

Drilling Down está disponível para pré-encomenda. Disseram-me que o livro estará pronto na primeira semana de Outubro. O livro vale bem o seu modesto preço de US$13,23, na minha opinião. Com um autor orientado para o pormenor e outro para o "grande quadro", o livro contém algo para toda a gente. Não é exigido conhecimento prévio da terminologia do petróleo; a obra dispõe de um glossário.
03/Outubro/2011

[1} O desastre do rig da BP no Golfo do México, verificado em 20/Abril/2010, custou a vida de 11 operários e provocou a fuga de milhões de barris de petróleo ao longo de vários meses. É possível que a fuga ainda continue neste momento, mesmo depois de estar oficialmente controlada, devido à fracturação do subsolo marinho.

[2] Referência ao livro Black Swans, de N. Taleb, acerca dos acontecimentos aleatórios

O original encontra-se em ourfiniteworld.com/... e em http://www.countercurrents.org/tverberg031011.htm

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

  17:35:53, por Corral   , 125 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - A NATO e os seus mercenários seguem com as operaçons de genocido

Desde Al RAI TV ( envía Brian Souter)
http://leonorenlibia.blogspot.com/

O hospital de Sirte Ibn Sine foi o objectivo da NATO e dos seus mercenários.
O total de feridos em estado crítico é de 30 e a maioria som civis.
O morteiro deu de cheio sobre a área de cardíacos do hospital.
Destruírom um grande número de ambulâncias e de material médico com os bombardeios.
Um doutor foi ferido na sala de cirurgia enquanto estava a operar a um paciente.
Morte de dous pacientes na sala de intensivos pelas bombas.
Morte de outros pacientes do hospital conseqüência das bombas.
Morte da enfermeira Mansour Khweiter enquanto realizava o seu trabalho.
A gente refugia na mesquita para proteger das bombas.
A actividade do hospital ficou completamente parado conseqüência da agressom.

08-10-2011

  00:01:53, por Corral   , 75 palavras  
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Líbia - Operaçons especiais da resistência nacional líbia causam pavor entre os mercenários da NATO

Fonte http://allainjules.com/2011/10/07/libye-dernieres-nouvelles-du-front-07-10-2011/

Outubro 7, 2011

Seguem caindo selectivamente chefes operativos das bandas terroristas. Em Sirte foi eliminado o importante chefe de Al-Qaeda Ziad Ben Farj Albash alias ?O leom de Alá o libio? e o também chefe rata Bachir Toufik.

Um comando de 5 combatentes do Batalhom Taqurat do exército libio conseguiu se infiltrar num acampamento rata perto de Sirte colocando diversos explosivos cuja detonaçom provocou 43 mortos e a destruiçom de 14 tanques e um helicóptero cheio de armas

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