http://www.debka.com/article/21718/
Umha web israelense afirma que um serviço especial britânico e militares qataríes combatem em Homs ao Povo e Forças Armadas da Síria
Fevereiro 9, 2012
Um relatório de inteligência revelou que militares britânicos e de Qatar estám a liderar às bandas armadas terroristas na cidade síria de Homs na sua sangrenta batalha contra os civis e as forças do exército sírio. Segundo o sitio web israelense, DEBKAfile, que é conhecida polos seus vínculos com fontes de inteligência, “as tropas britânicas e de Qatar estám a dirigir entrega-las muniçons e tácticas rebeldes na sangrenta batalha de Homs”. O relatório di que a agência de espionagem britânica no estrangeiro, o O MI6, estabeleceu quatro centros de operaçons na cidade com tropas sobre o terreno que achandaríam o caminho para umha incursom militar turca na Síria.
A campanha mundial de desinformação sobre a Síria de vez em quando resvala para a mentira pura e simples. É o que se pode ver nesta notícia http://www.iranews.com.br/noticias.php?codnoticia=7418 , em que o governo sírio desmente qualquer bombardeamento à cidade de Homs. Verifica-se assim que a campanha dos media corporativos – a que Paul Craig Roberts chama os "presstitutos" – já nem sequer se preocupa com a verdade factual. Neste momento em que o caso Síria vai ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, intensifica-se a campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo & o sionismo.
http://www.resistir.info/grecia/greve_geral_17jan12.html
por KKE
Na terça-feira, 17 de janeiro, realizou-se na área metropolitana de Atenas uma greve importantíssima e dura contra os patrões, organizada pelos três Centros Sindicais da capital, com um grande esforço de pressão exercido pelas forças da PAME [1] , e também numa das outras grandes cidades do país, Volos, onde a greve foi convocada pelas organizações sindicais de base, por iniciativa das forças da PAME. O objetivo da greve era dar uma resposta da classe operária à catadupa de medidas antitrabalhadores tomadas pelo governo da frente negra – a coligação governamental PASOK, ND, LAOS e a troika – no sentido de tornar as relações laborais mais flexíveis, de reduzir no futuro os salários em 150-200 euros, de abolir os subsídios sazonais no sector privado, do pagamento das prestações da segurança social em função do desempenho individual, contra as privatizações e a aplicação selvagem de impostos, através do pagamento imediato de taxas, que levaram à ruína as famílias da classe operária e das camadas populares e conduziram centenas de milhares delas à destruição, à sopa dos pobres e aos despejos. É elucidativo que milhares de famílias não tenham pago as taxas imediatas, constantes da fatura da eletricidade, e que o governo tenha começado ontem a enviar piquetes para cortar o seu fornecimento às famílias das camadas populares.
Não foi por acaso que a greve coincidiu com a chegada da delegação da troika à Grécia para gizar, em conjunto com o governo, o endurecimento da ofensiva antitrabalhadores, em benefício do capital. É sintomático que, numa questão de poucas semanas, os patrões tenham sido beneficiados com novos subsídios e privilégios, com o aumento provocatório do número de negócios subsidiados e a criação de zonas industriais - onde agora, por lei, haverá completa imunidade para o capital e os salários dos trabalhadores serão literalmente gratificações - e que, ao mesmo tempo, os armadores tenham adquirido novos privilégios, com a liberalização que impuseram através da abolição da cabotagem.
Esta greve e a sua preparação tiveram também um papel mais vasto, uma vez que se realizou em solidariedade com a greve dos trabalhadores da siderurgia. E nas duas cidades em que a greve se realizou o ambiente foi criado pelos trabalhadores da "Greek Steelworks", cujas três fábricas encerraram com a greve. Esta greve tinha sido precedida pela de 12 de janeiro, na região de Volos, no sector metalúrgico, que abriu uma segunda frente para exercer a maior pressão possível sobre os industriais, que tinham despedido 65 trabalhadores da "Greek Steelworks". Os grevistas na fábrica de Atenas e o seu sindicato, que pertence à PAME, continuam firmes há 80 dias, enquanto o laço se aperta à volta do pescoço dos donos da empresa, pois a greve de ontem foi a segunda em 5 dias. Até agora, o industrial Manessis compensou as suas perdas com a longa greve de Atenas através da duplicação da produção nas outras duas fábricas.
Os trabalhadores metalúrgicos de Volos, com todas as forças de classe na região, travaram uma dura batalha e venceram; organizados e determinados contra um mecanismo organizado composto por polícias (o director da polícia da região de Volos exigiu que os grevistas declarassem os seus nomes), pela burocracia sindical, esquemas fura-greves, MP [2] dos partidos burgueses e órgãos de comunicação locais que gritavam "A PAME quer destruir as fábricas".
O 12 de janeiro foi a primeira vez, desde há 24 anos, em que todas as máquinas do complexo da Greek Steelworks, em Volos, pararam de trabalhar. A situação repetiu-se na 3ª feira, 17 de janeiro.
Os patrões estavam tão furiosos que durante a segunda greve manipularam um turno de trabalhadores da fábrica e mandaram alguns dos seus lacaios empunhar uma faixa com palavras de ordem contra a PAME. Apesar da utilização deste instrumento furagreves o industrial não conseguiu que a fábrica trabalhasse.
Temos de referir que a GSEE [3] , o Centro Sindical de Atenas (EKA) e as direções reformistas participaram hipocritamente na greve só no último minuto. Mas, as mesmas forças sindicais do PASOK e da ND que se opuseram a esta greve nas duas outras fábricas da Greek Steelworks, que durante 80 dias não puseram os pés na fábrica da Greek Steelworks, no dia seguinte declararam que participariam no diálogo social juntamente com o governo e os industriais para negociarem quanto é que os trabalhadores iriam perder.
A postura do sindicalista que representa o SYNAPISMUS (um partido na presidência do Partido da Esquerda Europeia) no sindicato que convocou a greve, em Volos, também foi característica. Não votou a favor da greve, votou em branco, e fez a declaração provocatória de que " a greve beneficia os patrões ". Com o seu posicionamento – eles votaram, na realidade, contra a greve –, os oportunistas recusaram na prática a solidariedade com a heróica greve de 80 dias dos trabalhadores da siderurgia, apesar dos seus apelos oportunistas à solidariedade. Na sua pergunta no Parlamento sobre "os custos do trabalho" o líder do SYN, A. Tsipras, aceitou a lógica do governo (nomeadamente que o salário do trabalhador é um "custo" – um termo que justifica o assalto do capital aos salários, às pensões e aos subsídios de natal e férias).
A PAME organizou uma grande reunião em Atenas, onde falaram o presidente do sindicato da Greek Steelworks, G. Sifonius, e outros quadros da PAME. As forças de classe declararam a sua firme determinação em travar a luta de classes, continuar a luta na Greek Steelworks, em recusar qualquer participação nos chamados "diálogos sociais", em organizar "guarnições" em todos os bairros de trabalhadores, para evitar o corte de eletricidade a qualquer família de trabalhadores ou de camadas populares e em agudizar a luta com uma nova greve geral.
NT
1. PAME: sigla, em grego, de "Frente Militante de Todos os Trabalhadores", central sindical de classe da Grécia.
2. MP: membros do Parlamento.
3. GSEE: central sindical reformista do setor privado.
A versão em inglês encontra-se em http://inter.kke.gr/News/news2012/2012-01-18/
Tradução de TAM em http://www.pelosocialismo.net/
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
http://elcaminodehierro.blogspot.com/2010/09/el-milagro-de-chile.html
Em 1973, ano em que o general Pinochet tomou o poder, a taxa de desemprego em Chile era de 4,3 por 100. Em 1983, trás dez anos de modernizaçom de livre mercado, o desemprego alcançou o 22 por 100. Os salários reais desceram um 40 por 100 baixo o governo militar. Em 1970, o 20 por 100 da populaçom chilena vivia na pobreza. Para o ano em que o «presidente» Pinochet deixou o cargo, o número de indigentes duplicou-se até alcançar o 40 por 100. Todo um milagre.
Pinochet nom destruiu a economia de Chile só. Foram necessários nove anos de duro trabalho das mentes mais brilhantes do mundo académico, o grupo de aprendizes de Milton Friedman a quem já mencionamos: os Chicagos Boys. Baixo o feitiço das suas teorias, o general eliminou o salário mínimo, ilegalizou os direitos de negociaçom dos sindicatos, privatizou o sistema de pensons, aboliu todos os impostos sobre a riqueza e os benefícios empresariais, recortou o emprego público, privatizou 212 empresas propriedade do estado e 66 bancos e administrou um superavit fiscal. O general fixo marchar à sua naçom polo carreiro «neoliberal» (livre mercado), e pronto Thatcher, Reagan, Bush, Clinton, o FMI e todo o planeta seguiriam o seu exemplo.
Mas, que ocorreu realmente em Chile? Livre das esgotadas maos da burocracia, os impostos e as normas sindicais, o país deu um salto de gigante adiante? para a bancarrota. Depois de nove anos de economia ao estilo de Chicago, a indústria chilena naufragou e morreu. Em 1982 e 1983, o PIB desceu um 19 por 100. Isto é umha depressom. O experimento de livre mercado estava kaput, os tubos de ensaio factos cachiços. O sangue e os cristais cobriam o chao do laboratório.
PressTV, Aporrea
Um ex funcionário estadounidense advertiu que EE. UU. quer responsabilizar a Israel pola possível guerra de Washington contra Irám que poderia acabar com a vida na Terra.
As advertências de EE. UU. a Israel de nom atacar a Irám é para evitar a responsabilidade para a guerra que Washington a preparado, escreveu o ex assistente do Secretário do Tesouro, Paul Craig Roberts, num artigo em Global Research.
"Se a guerra sai-se de controlo, e se Rússia e China intervém ou armas nucleares começam a voar, Washington quer responsabilizar o demais a Israel, e Israel parece estar disposto a aceitar a culpa", dixo Craig Roberts.
"Se Washington nom queria umha guerra contra Irám nom forneceria as armas necessárias a Israel. Nom despregaria a milhares de tropas estadounidenses a Israel", argumentou o ex funcionário.
"Washington nom desenvolveria um sistema de defesa anti-mísseis para Israel e nom estaria a conduzir exercícios conjuntos com o exército israelense para assegurar-se de que funciona", acrescentou Craig Roberts.
"Washington nom impedirá a guerra que tom fervorosamente deseja. Também nom o fará a NATO, fantoches de Washington", dixo.
"Gram-Bretanha fai o que se lhe di, Alemanha submissa e ocupada, França em quebra, Itália ocupada com bases aéreas estadounidenses com um governo infiltrado pola CIA, Espanha e Grécia em bancarrota, todos, com a esperança de umha chuva de dólares da EE.UU. e desprovistos de qualquer dignidade ou honra, apoiam a nova guerra que poderia acabar com a vida na terra", acrescentou Paul Craig Roberts.
Em dous anos já morrêrom três imigrantes nos novos campos de concentraçom do reino boubónico
Um jovem africano de 21 anos faleceu os passados dias num cárcere de imigrantes de Barcelona.
O jovem, que fora transferido a Barcelona o passado 22 de Dezembro desde o Centro de Internamento de Estrangeiros (CIE) de Melilla, encontrava-se passada a meia-noite na cela com outro cinco internos também africanos, quem alertaram aos vigilantes de que o jovem estava a ter problemas respiratórios. Está-se pendente dos resultados da autópsia para confirmar as causas do seu falecimento
Um historial de mortes preocupante
Os dados do cárcere de imigrantes de Zona Franca som alarmantes. Em questom de dous anos já morreram três internos em circunstâncias estranhas. Os dous últimos foram um jovem de Equador e outro de Marrocos.
Os CIEs som cárceres que se convertem em limbos legais onde resulta muito complicado aceder e recopilar informaçom sobre as condições dos internos.
Segue o "cachondeo" no reino boubónico. Os cidadaos e trabalhadores vam ser malhados a jeito.
O Ministério do Interior compra toneladas de gases lacrimogêneos para o 2012.
Rajoy gasta-se 1.500.000 euros em lacrimogêneos para despedir o ano
No Boletim Oficial do Estado do 31 de Dezembro 2011 abre a licitaçom para a adquisiçom de:
Artifícios lacrimogêneos: 1.071.770, 40 €
Artifícios fumigêneos: 416.799,60 €
https://nacionalizacioncajamadrid.wordpress.com/
Os governos do novo “Movimento Nacional Espanhol-PPSOE" como gerentes e comissionistas do capitalismo no Reino Boubónico de Espanha saqueárom aos espanhóis para lhe entregar aos banqueiros 141.000 milhons de euros
O sistema financeiro espanhol recebeu 141.000 milhons de euros em apoio público até o dia de hoje, em diversas formas: compra de participaçons, avais? Ao todo, equivale a 3.200 euros por habitante, que nom está mal. A quantas pessoas avalia-lhes ou lhes presta o Estado se vem com a ameaça de desafiuzamento? É evidente que existem duas varas de medir segundo sejas banqueiro ou um simples cidadao do montom. E isso ainda nom acabou, pois os bancos e caixas ainda reclamam mais apoio público para compensar as perdas pela morosidade imobiliária.
Salvador López Arnal
www.rebelión.org
A família Infanta Borbón-Duque Urdangarín é umha família com um funcionamento digamos usual? É pensável e razoável que as falcatruadas do senhor Urdangarín sejam desconhecidas na sua totalidade pola sua senhora esposa, a infanta Cristina Borbón? Cabe um suposto assim em algumha racionalidade social que nom estale em mil pedaços e provoque oceanos de hilaridade?
Cabe interpretar a visita da Rainha Sofia à sua filha e genro, fotografia incluída, de algumha maneira que nom seja o respaldo da Casa Real, e, portanto, da máxima autoridade do Estado ao casal partidário da acumulaçom primitiva acelerada? Para que pode ir o membro permanente do clube Bilderberg e esposa boubónica à capital imperial? Para fazer-se umhas fotinhos com a meninha Cristina e o genro?
Nengum dos múltiplo assessores e servidores da Casa Real conhecia a participaçom Borbón-Urdangarín num projecto, um novo projecto de privatizaçom de bens e orçamentos públicos com procedimentos potencialmente delituosos?
Como assinalou Alberto Montero Soler: algo totalmente novo baixo o sol? É irreal a alargada sombra da suspeita que se estende sobre a origem do património do próprio monarca?
Que pode significar o simulacro de expulsom de Urdangarín da Casa Real e a sua pronta e urgente reincorporaçom?
Que parte do orçamento público entregado à Casa Real sem controlo público sobre o seu destino pode ser desviado para abonar investimentos do casal boubónico em praças de garajem, pisos em cidades operárias ou palacetes em bairros privilegiados de Barcelona?
Som o casal em questom familiares díscolos ou seguem práticas cultivadas, abonadas e ensinadas na sua tradiçom familiar? É necessário lembrar os nomes de turvos financeiros encarcerados amigos íntimos da Casa Real Borbónica?
Nom terá que ver o sucedido, ainda que seja indirectamente, com o artigo 56 da nossa sacra Constituiçom que assegura que “a pessoa do Rei é inviolável e nom está sujeita a responsabilidade” Como é possível aceitar umha barbaridade jurídica de tal dimensom? Umha constituiçom pode ser democrática se inclui um princípio assim?
“Ante a acumulaçom de informaçons e comentários aparecidos nos médios de comunicaçom relativos às minhas actuaçons profissionais, desejo concretizar que lamento profundamente que os mesmos estejam a causar um grave prejuízo à imagem da minha família e da Casa da sua Majestade o Rei, que nada tem que ver com as minhas actividades privadas” manifestou o Duque sobre o que chama o seu “actuaçons profissionais”. Di algo sobre a legalidade e legitimidade das mesmas?
Que tipo de “assessor jurídico e porta-voz” é o senhor Mario Pascual Vives, letrado do Colégio de Advogados de Barcelona? Umha pessoa autorizada a falar no seu nome? Por que?
Se a investigaçom do juiz de Palma José Castro que aponta a que o senhor Urdangarin facturou através de Instituto Nóos e o seu conglomerado de empresas mais de 16 milhons de euros -case 40% dos ingressos totais saíram do erário- e que a engenharia financeira da trama permitiu-lhe se lucrar com dinheiro público e pagar menos impostos, nom deveria merecer todo isso a máxima atençom da opiniom pública? Ainda que nom seja comprável, nom tivo o senhor duque, quando ainda nom era senhor duque, alguns probleminhas
com o pago de coimas?
Um partido socialista e operário tem que se limitar a expressar respeito e a defender a presunçom de inocência depois de que Urdangarín assegurasse que a Casa do Rei nada tem que ver com as suas actividades privadas? E já está? Passamos página e esperamos que chova em Abril?
Como pode admitir-se que umha instituiçom como a Generalitat valenciana alterasse a posteriori um expediente para justificar o pago de 3,1 milhons à ONG de Urdangarin? A Generalitat fraudou a lei para favorecer a Iñaki Urdangarin e a ONG que presidia? O Estado fraudua a sua própria lei?
Que papel jogou em toda esta trama Diego Torres, um ex professor que era professor durante toda esta “brilhante jogada financeira” da barcelonesa e renomeada escola de negócios ESADE em toda esta trama? É o novo Javier de la Rosa dos Borbóns mais novos? Também nom sabiam nada em ESADE das andadas cortesás das senhor Torres?
A Sindicatura de contas valenciana pode censurar à Generalitat o seu comportamento com Nóos tanto no seu relatório de 2005 como no de 2006 e nom passou nada? A advertência da sindicatura: ”Considera-se necessário que no expediente fique acreditada a necessidade do gasto, a excepcionalidade na aplicaçom de publicidade e concorrência e a justificaçom do importe comprometido pola sociedade”, nom era altamente significativa?
De quem proveu a ordem de preparar um falso relatório dado a ex-directora de operaçons de Cacsa? Do entom director da empresa pública? Por decisom própria? E quem deu a ordem ao que ordenou?
Nom devem clamar as cidades e praças exigindo transparências, demissons, responsabilidades e contemplando de frente o que realmente é - e foi- a Casa Real Borbónica?
PS: Por certo, se a minha informaçom nom errónea, nom deveria EU perguntar também sobre este segundo escândalo bancário, nom mui longe do primeiro território de abjecçom, infâmia e formigom:
Por que os bancos, quando ficam com a vivenda dos cidadaos podem-na vender sem pola ao seu nome e assim nom pagar 7% de transmissons patrimoniais? Quantos milhares de milhons de euros teriam que pagar a Fazenda se o fizessem, se tivessem feito?
Um cálculo que correu na rede: se foi 1 milhom o número de vivendas que os bancos arrebatárom aos hipotecados frustados e pondo um valor médio à vivenda de 200.000 euros, o montante total do inhumano desaguisado seria de 200.000 milhons de euros.
A 7%, o resultado é de 14.000 milhons de euros. Estas som as dimensons deste possível novo roubo bancário?
Declaraçom numha entrevista concedida a Castilla-Máncha Radio, recolhida por Europa Press,falando do PP e do PSOE