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01-08-2010

Link permanente 23:53:32, por José Alberte Email , 120 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

BOICOTAGEM aos morangos de Huelva

Luita de classes: Patrons escravistas. Junta de Andaluzia proxeneta cúmplice

Umhas 50.000 mulheres, todas pertencentes ao proletariado europeu (polacas, rumanas, ... ou norte-africano (marroquinas, ...), vivem amoreadas em choupanas durante a longa tempada da colheita de morangos nos campos de Huelva. Se a dura jornada, de umhas 12 horas diárias sob o sol de verao e no campo nom fosse davondo, por 36 €/dia; polas noites os patrons acompanhados de familiares e amigos acodem aos alpendres obrigando-lhes a ter sexo com eles, sofrendo toda classe de abusos e agressons sexuais. De nom aceitar, som ameaçadas com lhes proibir ir ao banheiro ou beber mentres estejam trabalhando e nom voltar a ser contratadas. Entretanto a “socialista” Junta de Andaluzia olha para outra banda, como proxeneta cúmplice.

16-07-2010

Link permanente 21:02:40, por José Alberte Email , 974 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

A valentia de Zapatero e o PSOE - Para os trabalhadores: FAME, para a oligarquia financeira: O SAQUEIO

Servir ao capital aproveitando o gasto social

Milhares de milhons de euros aos que Zapatero nunca recorrerá

José Daniel Fierro
Rebeliom

No seu discurso da passada quarta-feira ante o Parlamento o presidente José Luis Rodríguez Zapatero reclamou um "esforço nacional e colectivo, especial, singular e extraordinário" ante a crise e assegurou que as medidas anunciadas para reduzir o deficit som muito duras mas imprescindíveis. Zapatero antecipou desse modo um plano imposto polo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Uniom Europeia (UE) que significará um severo revés para a classe trabalhadora, que é a que está a levar a pior parte desde que se iniciasse a crise capitalista. E ainda que durante a campanha eleitoral de 2004 o presidente afirmou: governarei para os mais débeis, a realidade é que o seu governo nom fai mais que trabalhar para os bancos e as grandes empresas.

Com todo isso, o governo espera cumprir com cresces o recorte extra de 0,5% do PIB para este exercício e de 1% para o que vem, o que supom reduzir o gasto em 15.000 milhons e situar o deficit de 11,2% actual ao 6% no ano que vem.

Poderia parecer que umha quantidade como 15 mil milhons de euros é tám descomunal que só se pode reunir recorrendo a um duríssimo ajuste económico sobre os mais débeis. Vejamos no entanto que medidas governamentais se levaram a cabo nos últimos meses:

- Em 2009 criou-se o FROB (Fundo para a Reestruturaçom Ordenada Bancária), dotado com um orçamento de 9.000 milhons de euros, ampliáveis até 90.000 milhons, com o que se garantiu à burguesia financeira os fundos públicos necessários por se fizesse falta ir ao resgate de bancos e caixas com problemas.

- Pô-se em marcha também um plano para o investimento em obras públicas, tratando de frenar a sangria da perda de empregos na construçom (Plano E de obras públicas, ajudas à moradia de diferente tipo ?). Agora o governo projecta recortar em 6.045 milhons de euros esse investimento estatal em infra-estruturas, o que implicasse um aumento do desemprego entre os trabalhadores que se podiam ter beneficiado do citado programa.

- No mês de Dezembro o presidente anunciou a subida do IVA até o 18%; e um Plano de Austeridade e Poupança a desenvolver com as prefeituras e as Comunidades autónomas. Agora nom se descarta para Julho umha nova subida do IVA (que a sofrem maioritariamente as rendas mais baixas) enquanto a fraude fiscal (do que se beneficiam fundamentalmente as rendas mais altas) atinge os 280.000 milhons de euros segundo umha estimaçom levada a acabo polos Inspectores de Fazenda. Isto é um monto 20 vezes maior do que se pretende obter com o plano de ajuste. Quando na passada quarta-feira no Congresso Joan Herrera, de ICV, exigiu ao presidente explicaçons por nom subir os impostos aos que mais ganham, este contestou que fá-se-ia mais adiante e com acalma.

Além do anterior, ainda planeiasombra de incrementar a idade de aposentaçom e nos anos de cotizaçom necessários para o cálculo do custo das pensons.

Numha recente entrevista (O País 12-04-2010) ao presidente permanente do Conselho Europeu, Herman Vom Rompuy, afirmou que o maior perigo é o populismo reinante e em conseqüência a falta de compromisso europeu, o populismo fai difícil tomar as medidas que terá que adoptar para o futuro de Europa. Estamos obrigados a tomar medidas impopulares, nom poder-se-á escapar a reformas impopulares nos próximos anos, mas há que ser valentes. Com as medidas adoptadas Zapatero demonstrou, sem dúvida, a sua valentia em frente aos débeis e o seu servilismo ante os poderosos.

Sirva como exemplo a sua docilidade ante outra série de gastos públicos, outras partidas orçamentais também milionárias, às que nunca ocorrerá-se-lhe ir nem inquietar. Recordemos que com a reduçom e congelaçom dos salários dos empregados públicos se espera colectar 4.500 milhons de euros. A listagem é unicamente um breve aponte nom exaustivo.

18.160 milhons de euros destinados ao gasto militar para 2010

2.510 milhons de euros previstos para este ano em gasto armamentístico
.

http://www.antimilitaristas.org/IMG/pdf/Informe_gasto_2010.pdf

Mais de 800 milhons de euros previstos para 2010 nas missons de guerra que o governo mantém no exterior pese ao seu pretendido carácter pacifista (a metade levar-lho-á a ocupaçom de Afeganistám). O orçamento destinado a estas operaçons nom está incluído no orçamento de Defesa e se finança través de um crédito extraordinário aprovado polo ministério de Economia e Fazenda.

http://www.rebelion.org/notícia.php?ide=101304&titular=o-env%EDo-de-511-militares-m%E1s-a-afganist%E1n-incrementar%E1-o-custo-de-a-misi%F3n-em-

Mais de 7.000 milhons de euros é o custo do financiamento público à Igreja católica, segundo um relatório realizado por Europa Laica dentre as diferentes Administraçons do Estado. A esta cifra há que somar o enorme custo para as arcas públicas (administraçom central, autonómica e local) que supóm quantidades que nom se ingressam em conceito de IBI, licenças de obras, etc., e que a UE pediu em reiteradas ocasions que se ponha fim a esse trato de favor.

http://www.rebelion.org/notícia.php?ide=104585&titular=europa-laica-reclama-a-eliminaci%F3n-de-as-casillas-de-asignaci%F3n-tributário-a-a-igreja-cat%F3lica-

Cerca de 9 milhons de euros é o orçamento para 2010 da Casa Real. Exactamente 8.896.920 euros, que o cidadao Juan Carlos de Borbón poderá dispor sem nengum controle público, já que segundo o artigo 65.1 o monarca "recebe dos Orçamentos do Estado umha quantidade global para suster a sua família e Casa, e distribui livremente a mesma".

30.000 milhons de euros estabelecidos nos Orçamentos Gerais a subvencionar actividades empresarias, entre os que se encontram os 2.800 milhons de euros dedicados a políticas activas de emprego e que tanto empresários como sindicatos reconhecem a sua nula utilidade.

155 milhons de euros (em 2008) que a Administraçom central do Estado destina à compra de software proprietário (cujo principal beneficiário é o gigante Microsoft) em lugar de apostar polo software livre cuja aquisiçom é gratuita.

http://www.csi.map.é/csi/rainha2009/capitulo3/c3t04.htm

Bastam estes dados para fazer-nos umha ideia de quais som as intençons de um governo que se desvive por manter a flutue um sistema capitalista que fai águas e ameaça com se levar por diante décadas de lutas sindicais, políticas e sociais.

Rebeliom publicou este artigo com a permissom do autor mediante umha licença de Creative Commons, respeitando a sua liberdade para publicá-lo em outras fontes.

Link permanente 20:49:06, por José Alberte Email , 59 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

Para os “proletas” a MISÉRIA e a “PUTA RUE”, para os do Partido Obreiro ENCHER OS PETOS COM O DINHEIRO PÚBLICO

A ex ministra de Fomento e actual eurodeputada socialista Magdalena Álvarez assume nesta quinta-feira o cargo de vice-presidenta do Banco Europeu de Investimentos (BEI)

Magdalena Álvarez ocupará este cargo ao menos seis anos e cobrará ao mês ao menos 20.000 euros mais os benefícios fiscais que lhe outorga seu novo posto. Ademais há que acrescentar seu salário de ex ministra

14-07-2010

Link permanente 14:31:40, por José Alberte Email , 1628 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

Teoria da política externa dos EUA – I

por Leo Huberman e Paul M. Sweezy [*]

A política externa dos Estados Unidos tem gerado derrotas há bem mais de uma década mas nunca a um ritmo tão rápido e furioso como durante os últimos meses [NR: escrito em 1960].

Qual é a reacção da classe dominante americana a este fracasso constante e generalizado da política externa? Poder-se-ia esperar uma acumulação de críticas e um apoio crescente a política ou políticas alternativas. Mas olha-se em vão por qualquer coisa desta espécie nos Estados Unidos de hoje. Estamos em meio a uma campanha eleitoral, a qual dá a todos os líderes políticos de ambos os partidos muitas oportunidades para expor ao público os seus pontos de vista. Tanto quanto sabemos, nenhum deles exprimiu qualquer crítica dos fundamentos da política americana ou propôs que fosse mudada em qualquer aspecto importante.

Como explicar isto? Como explicar o facto de que a resposta virtualmente unânime da classe dominante americana é uma evasão a qualquer análise séria das causas e uma adesão teimosa às mesmas políticas que no passado conduziram constantemente ao fracasso?

Sem dar respostas completas a estas questões, [1] podemos no entanto expor algumas considerações relevantes.

Para começar, é crucialmente importante reconhecer que a política externa é modelada e dominada por interesses de classe internos. Isto é verdade para os Estados Unidos de hoje assim como o foi para o Império Romano ou a França de Luís XIV. Em alguns países, em certos momentos, a estrutura de classe e o padrão de interesses reflectido na política externa apresenta um puzzle mais ou menos complicado. Isto foi verdadeiro, por exemplo, nos Estados Unidos dos meados do século XIX quando o país incluía duas formas contraditórias de sociedade a lutarem pelo controle do governo nacional, cada uma com a sua própria estrutura de classe e suas necessidades particulares na área da política externa. Também foi verdadeiro, para dar outro exemplo, na Alemanha Imperial no meio século que antecedeu a I Guerra Mundial, aquela conjugação única de feudalismo e capitalismo que era levada por uma rigorosa lógica interna a antagonizar tanto a Rússia a Leste como a Inglaterra a Oeste e portanto a garantir a sua própria derrocada final.

WELFARE OU WARFARE

Os Estados Unidos de hoje, em comparação, são um caso muito mais simples. O país é dominado totalmente pelo capitalismo monopolista, pois os remanescentes de formas sociais anteriores (particularmente a classe agrícola independente) são em grande medida destituídos de poder. O estado normal de uma sociedade avançada no capitalismo monopolista – no sentido da norma rumo à qual ela tende sempre – é a depressão crónica. Os Estados Unidos atingiram esta etapa do desenvolvimento em algum momento entre 1910 e 1930, com a norma tornando-se realidade na década de 1930. A depressão crónica não é uma condição viável, sendo contra os interesses tanto dos capitalistas como dos trabalhadores. Ela pode ser ultrapassada (mas não eliminada como tendência) só e exclusivamente através de um sector público amplo e em crescimento firme. Teoricamente, este sector púbico pode assumir tanto uma forma "welfare" (estado previdência) ou uma forma "warfare" (estado guerreiro). Mas um amplo e crescente programa de previdência contraria os interesses de uma classe dirigente privilegiada, uma vez que necessariamente implica um programa cumulativo de reforma social, a erosão de direitos e privilégios especiais, etc. Um vasto e crescente programa de guerra, por outro lado, não só "resolve" o problema económico do capitalismo monopolista como também ajuda a preservar intacta a estrutura de classe existente com o seu sistema graduado de classificação, status e privilégio. Além disso, e isto é da máxima importância, o poder militar que cria é essencial para a manutenção do império económico à escala mundial, o qual proporciona ao capitalismo monopolista as indispensáveis (e altamente lucrativas) matérias-primas, mercados e saídas de investimentos. A classe dominante portanto tem todo o interesse em fazer com que o necessário sector público seja um sector guerreiro (warfare). A classe trabalhadora, embora naturalmente os seus interesses objectivos fossem melhor servidos por um sector previdência (welfare), prefere o sector warfare ao desemprego em massa e – a julgar pela experiência até à data – pode ser persuadida em massa de forma relativamente fácil a aceitar isto como um dever patriótico.

Portanto vemos que no caso da América de meados do século XX a investida dos interesses de classe internos imperativamente requer a guerra fria e a corrida às armas, e torna-se tarefa primária da política externa proporcionar a justificação necessária.

Observámos anteriormente que a resposta quase unânime da classe dominante a esta deterioração da posição mundial da América tem sido não o questionar da política que levou a isto mas, ao invés, insistir em que é necessário mais empenho em aplicar aquela política. A análise precedente permite-nos explicar este paradoxo aparente. Até agora, o declínio dos Estados Unidos como potência mundial tem tido apenas repercussões menores sobre a economia interna e portanto deixou imperturbado o padrão de interesses de classe que determina a política externa. Enquanto isto permanecer verdadeiro não há razão para esperar nem uma mudança na política externa nem uma interrupção no processo de declínio.

Neste ponto devemos desviar por um momento do ponto principal para responder a uma possível objecção. Pode ser afirmado que a nossa teoria deixa de fora um factor importante, que ao determinar suas acções as pessoas podem e levam em conta não só a situação imediata que as confronta como também tendências e prováveis situações futuras. Não será um mistério a razão por que a classe dominante americana não só nada faz para conter a deterioração da posição mundial dos Estados Unidos como realmente intensifica as políticas que são responsáveis pela deterioração? A resposta, parece-nos, depende da característica mais fundamental de uma sociedade burguesa (ou de qualquer outra sociedade baseada na propriedade privada), nomeadamente que a preocupação predominante de cada indivíduo é e deve ser cuidar dos seus próprios interesses o melhor que puder. O que acontece à sociedade toda é a resultante de um número infinito de acções individuais em causa própria. A mentalidade dos membros de tal sociedade (além das classes ou grupos revolucionários, se houver) é completamente dominada por esta disposição. Cada um identifica o interesse público com o seu próprio interesse privado e portanto não tem inibições ou sentimentos de culpa acerca da promoção dos seus próprios interesses privados mesmo se chegar a ocupar uma posição governamental arcando com o dever de servir toda a sociedade. [2] Não existe nada em tudo isto que impeça o indivíduo de antecipar e planear seus negócios privados de forma a levar em conta o antecipado bem como situações reais, mesmo que isto signifique algum sacrifício no presente. Mas isto não significa que indivíduos não possam antecipar-se e aproveitar-se ou procurar impor sobre outros os sacrifícios do presente em troca de um antecipado benefício futuro para o grupo. Esta é a razão porque numa sociedade capitalista a previsão colectiva e o planeamento antecipado são possíveis só na medida em que envolvam sacrifícios insignificantes no presente e benefícios finais para todos ou quase todos os indivíduos que contam (isto é, possuidores de propriedade). Se os sacrifícios no presente forem substanciais e os benefícios no futuro forem colectivos, nenhuma acção é possível. A mentalidade burguesa, por outras palavras, é tão condicionada que nunca pode transcender o horizonte dos interesses individuais. Quando uma dada situação histórica parece apelar a um tal esforço, a resposta é um recurso a racionalizações as quais, se bem que distorcendo a realidade, proporcionam a justificação necessária para atitudes e acções que possam passar no teste do interesse privado.

Esta análise explica uma das coisas mais óbvias e ainda assim desconcertantes acerca da sociedade capitalista, a qual nunca pode actuar antecipadamente para impedir uma crise, não importa quão previsível possa ser, mas deve sempre esperar e actuar depois de a crise ter ocorrido. Centenas de ilustrações desta proposição poderiam ser mencionadas, mas basta uma. Sociólogos urbanos e planeadores de cidades são quase unânimes em dizer-nos que os nossos grandes centros metropolitanos caminham para a paralisia e que as políticas de transportes dos dias actuais estão a acelerar o dia do desastre. E ainda assim nenhumas contra-medidas efectivas são tomadas e é seguro prever que nenhuma o será até que interesses privados decisivos sejam imediata e esmagadoramente ameaçados. Sugerimos que precisamente o mesmo princípio se aplica no campo dos assuntos internacionais. Uma política externa que repousa sobre interesses privados está a precipitar o declínio e a queda dos Estados Unidos como potência mundial. Nada será feito quanto a isto, contudo, a menos e até que aqueles mesmos interesses privados comecem a ser prejudicados ao invés de beneficiados.

Quão logo e por que meios podemos esperar que a deterioração da posição mundial da América comece a ter efeitos adversos sérios sobre a economia americana? E quais as formas que estes efeitos adversos provavelmente tomarão?

Notas
1- Elas podem ser uma preocupação primária de cientistas sociais profissionais, mas não são. A razão é que cientistas sociais neste país hoje são dependentes de universidades e fundações as quais por sua vez estão sob o controle directo e estreito de representantes autênticos dos interesses e da ideologia da classe dominante. Os cientistas sociais são tratados generosamente e permite-se-lhes que façam o que quiserem, mas com uma condição, nomeadamente de afastarem-se de qualquer tentativa de uma análise crítica da sociedade americana. Há excepções, naturalmente, mas elas são todas daquelas que confirmam a regra.
2- Recordar a formulação clássica de Charlie Wilson: "O que é bom para a General Motors é bom para os Estados Unidos".

[*] Paul M. Sweezy (1910-2004): economista marxista e fundador da Monthly Review . Leo Huberman (1903-1068): marxista americano, co-fundador e co-editor da MR. O texto acima é um excerto da "Revisão do mês" publicada no número de Setembro de 1960 da MR.

O original encontra-se em http://mrzine.monthlyreview.org/2010/hs120710.html

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

11-07-2010

Link permanente 23:11:15, por José Alberte Email , 635 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

AS CONSEQUÊNCIAS POLÍTICAS DO FMI E DA UE

Vicenç Navarro

A Uniom Europeia dominada pola banca alemá e a banca dos outros países do centro da UE-15, assistida polo Fundo Monetário Internacional, já tem aplicado estas políticas desde fai anos nos países bálticos como condiçom para os admitir na Eurozona. Os resultados fôrom desastrosos. Calcula-se que o PIB destes países reduzir-se-á um 20% desde que tais reformas se iniciaram em 2007. Nengum país (desde que EEUU perdeu o 25% de seu PIB durante a Grande Depressom) experimentou umha situaçom semelhante. O FMI assume com excessivo optimismo e falta de realismo que tais economias se recuperarám. Mas inclusive utilizando suas projecçons, reconhecem que em Lituânia o PIB será em 2014 um mais 7,1% baixo que o do ano 2007; em Estónia um 9,1%; e em Letónia um 14%. Enquanto, em todos eles o desemprego se disparou e está entre o 15% e o 20%. Estas receitas, por verdadeiro, deram sempre os mesmos resultados em todos os países em que se levaram a cabo. Latinoamérica é o continente que mais as sofreu como conseqüência de que o FMI impô suas receitas a um grande número de países, sendo os casos mais conhecidos os de Argentina e Bolívia. Naqueles países a intervençom do FMI determinou um descendo do PIB e um aumento espectacular da pobreza. Em realidade, estes casos som exemplo de políticas enormemente impopulares, por ser daninhas para os interesses das classes populares, sendo ao mesmo tempo, sumamente ineficientes. Daí o enorme desprestigio do FMI (que chegou a se questionar inclusive o valor de sua permanência) e o surgimento de governos de esquerda, que praticamente expulsaram ao FMI de seus países. Argentina, com o governo Kirchner em 2001, mudou radicalmente suas políticas económicas, abandonando as políticas neoliberais do FMI, e em lugar do desastre que o FMI tinha vaticinado, após seis meses desde o início de políticas keynesianas, cresceu um 9% durante os seguintes seis anos. Em 2008 a economia argentina tinha crescido enormemente, tendo aumentado seu tamanho um terço de seu volume.

Umha situaçom semelhante ocorreu em Bolívia, onde o Governo Morales mudou radicalmente de políticas, passando de políticas neo-liberais a políticas tradicionalmente expansivas de gasto público, nacionalizando ao mesmo tempo o gás e o petróleo. Bolívia é hoje um dos países com maior crescimento em América Latina.

Por quê estas políticas neo-liberais tam nocivas se continuam a propor? A explicaçom que se deu com maior freqüência é a persistência de um dogma o dogma neo-liberal reproduzido no Consenso de Washington e sua versom europeia, o Consenso de Bruxelas- nos forums financeiros e as instituiçons políticas que influência. Mas a pergunta que deve se fazer é por que esta ideologia continua se promovendo. E a resposta é obvia. Estas políticas continuam-se implementando porque servem aos interesses das classes financeiras e empresariais. O facto de que considerem que a reduçom do deficit e da dívida é o objectivo mais importante de suas políticas é porque a reduçom da protecçom social e o elevado desemprego debilita enormemente à classe trabalhadora, e lhes reforça a eles, aumentando seus benefícios. Como conseqüência das políticas neo-liberais, as rendas do capital aumentaram atingindo níveis sem precedentes e as rendas do trabalho desceram. E isto é o que conta para eles. Todo o demais é secundário.

Mas para poder fazê-lo, precisam apresentar tal prática como necessária, sendo assistidos neste labor por instituiçons neo-liberais que configuram a sabedoria convencional económica, promovida na maioria de meios de informaçom e persuasom, ocultando ao mesmo tempo realidades vexatórias que mostram nom só suas incompetências senom também suas incoerências. O FMI, que está a impor aos países enormes sacrifícios salariais e grandes reduçons dos benefícios sociais (tais como atrasar a idade de jubilaçom) paga a seus servidores públicos salários astronómicos (apesar de suas claras deficiências), lhes permitindo que se jubilem aos 51 anos (sim, leu-no correctamente, 51 anos) pagando-lhes pensons que ultrapassam os 100.000 dólares estadunidenses nom fai falta acrescentar mais comentários.

17-06-2010

Link permanente 19:27:22, por José Alberte Email , 173 palavras   Português (GZ)
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O que calam os post-modernos: OBAMA PIOR QUE BUSH

ALAI, América Latina en Movimiento

Pot Fortunato Esquivel

Obama pior que Bush

Umha investigaçom publicada polo jornal Washington Post, assinala que Barak Obama acaba de autorizar a expansom da guerra secreta contra grupos radicais, incrementando o orçamento necessário.

De acordo com o Post, as operaçons especiais realizam-se em 75 países com o concurso de 13.000 efectivos militares e civis, experientes em operaçons de inteligência, guerra psicológica, assassinato selectivo, missons de treinamento, acçons clandestinas e outros.

A jornalista venezuelana-estadunidense Eva Golinger assinala num de seus recentes artigos que o pesquisador Jeremy Scahill descobriu que o Governo de Barak Obama enviou equipas de elite de forças especiais, baixo o Comando de Operaçons Especiais Conjuntas a Irá, Geórgia, Ucrânia também a Bolívia, Paraguai, Equador e Peru.

Planos estadunidenses para desestabilizar governos existem em numerosos lugares. Estám preparados e Washington só espera o momento para os activar. O artigo de Golinger, fai referência a um alto militar do Pentágono, quem afirmou que Obama está a permitir muitas acçons, estratégias e operaçons que nom foram autorizadas durante George W. Bush.

13-06-2010

Link permanente 16:57:10, por José Alberte Email , 2747 palavras   Português (GZ)
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OS DONOS DO SISTEMA: O poder oculto:-De onde nasce a impunidade de Israel

(IAR Notícias) 04-Junho-2010

A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses nom se gestam por medo a Israel, senom por medo ao que representa o Estado judeu.. Israel é o símbolo mais emblemático, a pátria territorial do sionismo capitalista que controla o mundo sem fronteiras desde os directorios dos bancos e corporaçons trasnacionais. Israel, basicamente, é a representaçom nacional de um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com os seus recursos naturais e sistemas económico-produtivos. E que controla o planeta desde os bancos centrais, as grandes correntes mediáticas e os arsenais nucleares militares.

Por Manuel Freytas (*)

A) O poder oculto

Israel, é a mais clara referência geográfica do sistema capitalista trasnacionalizado que controla desde governos até sistemas económico produtivos e grandes meios de comunicaçom, tanto nos países centrais como no mundo subdesenvolvido e periférico.

O Estado judeu, para além do seu incidência como Naçom, é o símbolo mais representativo de um poder mundial controlado nos seus médios decisivos por grupos minoritários de origem judia, e conformado por umha estrutura de estrategas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e mediáticas do capitalismo transnacional estendido polos quatro pontos cardinais do planeta.

Com umha populaçom de ao redor de 7,35 milhons de habitantes, Israel é o único Estado judeu do mundo.

Mas quando falamos de Israel, falamos (por extensom) da referência mais significante de um sistema capitalista globalizado que controla governos, países, sistemas económicos produtivos, bancos centrais, centros financeiros, arsenais nucleares e complexos militares industriais.

Quando falamos de Israel, falamos dantes que nada de um desenho estratégico de poder mundial que o protege, interactivo e totalizado, que se concreta mediante umha rede infinita de associaçons e vasos comunicantes entre o capital financeiro, industrial e de serviços que converte aos países e governos em gerências de enclave.

O lobby sionista que sustenta e legitima a existência de Israel, nom é um Estado no longínquo Médio Oriente, senom um sistema de poder económico planetário (o sistema capitalista) de bancos e corporaçons transnacionais com sionistas dominando a maioria dos pacotes accionários ou hegemónicos as decisons gerenciais desde postos directrizes e executivos.

Quem tome-se o trabalho de pesquisar o nome dos integrantes dos directorios ou dos accionistas da grandes corporaçons e bancos multinacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o comércio exterior e interior até os sistemas económico produtivos dos países, tanto centrais como "subdesenvolvidos" ou "emergentes", poderá facilmente comprovar que (numha abrumante maioria) som de origem judia.

Os directores e accionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam no índice Dow Jones de Wall Street, som maioritariamente de origem judia.

Megacorporaciones do capitalismo sem fronteiras como:

Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Bicha, Dupont, Exxon Mobil (petrolera), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon,

som controladas e/ou gerenciados por capitais e pessoas de origem judia.

Estas corporaçons representam a crema da crema dos grandes consórcios transnacionais sionistas que, através do lobby exercido polas embaixadas estadunidenses europeias ditam e condicionam política mundial e o comportamento de governos, exércitos, ou instituiçons mundiais oficiais ou privadas.

Som os amos invisíveis do planeta: os que manejam aos países e a presidentes por controle remoto, como se fossem fantoches de última geraçom.

Quem pesquise com este mesmo critério, ademais, os meios de comunicaçom, a indústria cultural ou artística, câmaras empresariais, organizaçons sociais, fundaçons, organizaçons profissionais, ONGs, tanto nos países centrais como periféricos, se vai surpreender da notável incidência de pessoas de origem judia nos seus mais altos níveis de decisom.

As três principais correntes televisivas de EEUU:
CNN, ABC, NBC e Fox
os três principais diários:
The Wall Street Journal, The New York Times e The Washington Post

estám controlados e gerenciados, através de pacotes accionários ou de famílias, por grupos do lobby judeu, principalmente nova-iorquino.

Assim mesmo como as mais três influentes revistas:
e consórcios hegemónicos de Internet como Newsweek, Time e The New Yorker
Time-Warner (fusionado com América on Line) ou Yahoo,estám controlados por gerência e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

Colosos do cinema de Hollywood e do espectáculo como

The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox,

entre outros, fam parte desta rede interactiva do capital sionista imperialista.

A concentraçom do capital mundial em mega-grupos ou mega-companhias controladas polo capital sionista, numha proporçom esmagadora, possibilita decisons planetárias de todo tipo, na economia, na sociedade, na vida política, na cultura, etc., e representa o aspecto mais definitório da globalizaçom imposta polo poder mundial do sistema capitalista imperial.

O objectivo central expansivo deste capitalismo sionista transnacionalizado é o controle e o domínio (por médio das guerras de conquista ou de "sistemas democráticos) de recursos naturais e sistemas económico - produtivos, num accionar que os seus defensores e teóricos chamam "políticas de mercado".

O capitalismo multinacional, a escala global, é o dono dos estados e dos seus recursos e sistemas económico- produtivos, nom somente do mundo dependente, senom também dos países capitalistas centrais.

Portanto os governos dependentes e centrais som gerências de enclave ( por esquerda ou direita) que com variantes discursivas executam o mesmo programa económico e as mesmas linhas estratégicas de controle político e social.

Este capitalismo multinacional "sem fronteiras" do lobby sionista que sustenta ao Estado de Israel se assenta em dous peares fundamentais: a especulaçom financeira informatizada (com assento territorial em Wall Street ) e a tecnologia militar-industrial de última geraçom (cuja expressom máxima de desenvolvimento concentra-se no Complexo Militar Industrial de EEUU).

O lobby sionista internacional, sobre o qual se assentam os pilares existenciais do Estado de Israel, controla desde governos, exércitos, polícias, estruturas económicos produtivas, sistemas financeiros, sistemas políticos, estruturas tecnológicas e científicas, estruturas sócio-culturais, estruturas mediáticas internacionais, até o poder de polícia mundial assentado sobre os arsenais nucleares, os complexos militares industriais e os aparelhos de despregue militar de EEUU e das potências centrais.

A esse poder, e nom ao Estado de Israel, é ao que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam a diário os genocídios de Israel em Médio Oriente temerosos de ficar sepultados de por vida baixo a lapida do "antisemitismo".

O lobby imperial

O lobby sionista pró-israelense, a rede do poder oculto que controla Casa Branca, o Pentágono e a Reserva Federal nom reza nas sinagogas senom na Catedral de Wall Street. Um detalhe a ter em conta, para nom confundir a religiom com o mito e o negócio.

Quando se referem ao lobby sionista (ao que chamam lobby pró-israelense) a maioria dos experientes e analistas falam de um grupo de servidores públicos e tecnocratas, em cujas maos está o desenho e a execuçom da política militar norte-americana.

A este lobby de pressom atribui-se-lhe o objectivo estratégico permanente de impor a agenda militar e os interesses políticos e geopolíticos do governo e o Estado de Israel na política exterior de EEUU.

Como definiçom, o lobby pró-israelense é umha gigantesca maquinaria de pressom económica e política que opera simultaneamente em todos os estamentos do poder institucional estadunidense: Casa Branca, Congresso, Pentágono, Departamento de Estado, CIA e agências da comunidade de inteligência, entre os mas importantes.

Por médio da utilizaçom política do seu poder financeiro, da sua estratégica posiçom nos centros de decisom, os grupos financeiros do lobby exercem influência decisiva na política interna e externa de EEUU, a primeira potência imperial, além do seu papel dominante no financiamento dos partidos políticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

A nível imperial, o poder financeiro do lobby expressa-se principalmente por médio da Reserva Federal de EEUU, um organismo fulcral para a concentraçom e reproduçom do capital especulativo a nível planetário.

O coraçom do lobby sionista estadunidense é o poderoso sector financeiro de Wall Street que tem directa implicância e participaçom na designaçom de servidores públicos fulcrais do governo de EEUU e dos órgaos de controle de política monetária e instituiçons creditarias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

Os organismos económicos financeiros internacionais como a OCDE, o Banco Mundial, o FMI, estám baixo directo controle dos bancos centrais e dos governos de EEUU e das potências controladas polo lobby sionista internacional (Grã-Bretanha, Alemanha, França, Japom, entre as mais relevantes).

Organizaçons e alianças internacionais como a ONU, o Conselho de Segurança e a OTAN estám controlados polo eixo sionista USA-Uniom Europeia cujas potências centrais som as que garantem a impunidade dos extermínios militares de Israel em Médio Oriente, como sucedeu com o último massacre de activistas solidários com o povo de Gaza.

As principais instituiçons financeiras do lobby
(Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brothers, etc e
os principais bancos
Citigroup, JP Morgan e Merrill Lynch, etc

influem decisivamente para a selecçom dos membros da Reserva Federal, o Tesouro, e a secretaria de Comércio, além dos directores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

C) O mito do "antisemitismo"A este fenómeno de "poder capitalista mundial" judeu, e nom a Israel, é o que temem os presidentes, políticos, jornalistas, e intelectuais que evitam minuciosamente condenar ou nomear os periódicos genocídios militares de Israel em Gaza, repetindo o que já fizérom durante o massacre israelense no Libano no 2006.

A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses nom se gestam por medo ao Estado de Israel senom por medo ao que representa o Estado de Israel.

Nom se trata de Israel, um Estado sionista mais, senom do "Grande Israel", a pátria do judaísmo mundial (com território roubado aos palestinos), da qual todos os judeus do mundo se sentem os seus filhos pródigos espalhados polo mundo.

Nom se trata de Israel, senom das poderosas organizaçons e comunidades judias mundiais que apoiaram em bloco o genocídio militar de Israel em Gaza, que utilizam o seu poder e "escala de prestígio" (construída mediante a sua victimizaçom histórica com o Holocausto) para converter num leproso social ao que se atreva criticar ou a levantar a voz contra o extermínio militar israelense em Gaza.

Os governos do mundo capitalista, os jornalistas, intelectuais, organizaçons sindicais e sociais nom lhe temem a Israel, senom a sua lapidaçom social como "antisemita" (alcume que se lhe outorga ao que enfrenta e/ou denúncia ao sionismo judeu).

Nom lhe temem ao Estado de Israel, senom aos filhos de Israel camuflados nos grandes centros de decisom do poder mundial, sobretodo económicos-financeiros e mediático-culturais.

Os políticos, intelectuais e jornalistas do sistema nom temem a Israel, senom que temem aos meios, organizaçons e empresas judias, e a sua influência sobre os governos e processos económicos-culturais do sistema sionista capitalista estendido por todos os países a escala planetária.

Em definitiva temem que as empresas, as universidades, as organizaçons e as fundaçons internacionais sionistas que financiam e ou promocionam as suas ascensons e postos na maquinaria do sistema os declarem "antisemitas" e os deixem sem trabalho, sem férias e sem aposentaçom.

Essa é a causa principal que explica porque os intelectuais, académicos e jornalistas do sistema vivem elucubrando sisudos análise da "realidade" política, económica e social sem a presença da palavra judeu ou do sistema capitalista que paga polos seus serviços.

Conquanto há um grupo de intelectuais e de militantes judeus de esquerda (entre eles Chomsky e Gelman, entre outros) que condenárom e protestárom contra o genocídio israelense em Gaza, a maioria abrumante das comunidades e organizaçons judias a escala planetária apoiaram explicitamente o massacre de civis em Gaza argumentando que se tratava de umha "guerra contra o terrorismo".

Apesar de que Israel nom invadiu nem perpetrou um genocídio militar em Gaza com a religiom judia, senom com avions F-16, mísseis, bombas de racemo, helicópteros Apache, tanques, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e umha estratégia e um plano de extermínio militar em grande escala, quem questione esse massacre é condenado por "antisemita" polo poder judeu mundial distribuído polo mundo.

Apesar de que o lobby judeu sionista que controla Israel, tanto como a Casa Branca, o Tesouro e a Reserva Federal de EEUU nom reza nas sinagogas senom na Catedral de Wall Street, o que o critique é chamado de imediato como "antisemita" ou "nazista" polas estruturas mediáticas e culturais controlados polo poder judeu mundial.

As campanhas de denúncia de antisemitismo com as que Israel e as organizaçons judias procuram neutralizar às criticas contra o massacre, abordam a questom como se o sionismo judeu (sustenta do estado de Israel) fosse umha questom "racial" ou religiosa, e nom um sistema de domínio imperial que abrangue interactivamente o plano económico, político, social e cultural, superando a questom da raça ou das crenças religiosas.

O lobby sionista nom controla o mundo com a religiom: maneja-o com bancos, transnacionais, hegemonia sobre os sistemas económicos-produtivos, controle sobre os recursos naturais, controle da rede informativa e de manipulaçom mundial, e manejo dos valores sociais através da publicidade, a cultura e o consumo estandardizado e globalizado polos meios de comunicaçom.

Em definitiva, o lobby judeu nom representa a nengumha sinagoga nem expressom racial, senom que é a estrutura que maneja o poder mundial através do controle sobre os centros económicos-financeiros e de decisom estratégica do sistema capitalista expandido como civilizaçom "única".

Antes que pola religiom e a raça, o lobby sionista e as suas redes se movem por umha ideologia política funcional: o sionismo capitalista-imperial que antepom o mercado, a concentraçom de riqueza, a "política de negócios", a qualquer filosofia que roce as noçons do "bem" ou do "mau" entendidos dentro de parâmetros sociais.

Entom: De que falam quando falam de "antisemitismo" ou de "anti-judaísmo religioso? Em que parâmetros referenciais se baseia a condiçom de "antisemita"? Quem é antisemita? Quem critica aos judeus pola sua religiom ou pola sua raça nas sociedades do mundo?

No máximo, aos judeus, como está provado na realidade social de qualquer país, nom lhos critica pola sua religiom ou condiçom racial senom polo seu apego excessivo ao status do dinheiro (também cultivado por outras colectividades) e a integrar estruturas ou hierarquias de poder dentro de um sistema injusto de opressom e de exploraçom do homem polo homem, como é o sistema capitalista.

Em resumem:

O lobby sionista que protege ao Estado de Israel (por "direita" e por "esquerda) esta conformado por umha estrutura de estrategas e tecnócratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e mediáticas do capitalismo transnacional estendido polos quatro pontos cardinais do planeta.

As suas redes expressam-se através de umha multiplicidade de organizaçons dedicadas a promover o actual modelo global, entre as que se contam principalmente:

The Hudson Institute, The RAND Corporation, The Brookings Institution, The Trilateral Commission, The World Economic Forum, Aspen Institute, American Enterprise Institute, Deutsche Gesellschaft für Auswärtigen Politik, Bilderberg Group, Provo Institute, Tavestock institute, e o Carnegie Endowment for International Peace, entre outros.

Todos estes think tanks ou "bancos de cérebros", reúnem aos melhores tecnocratas, cientistas e estudiosos nos seus respectivos campos, egressados dos as universidades de EEUU, Europa e de todo o resto do mundo.

O lobby nom responde somente ao Estado de Israel (como afirmam os analistas da "cara de direita" dos neocons) senom a um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com os seus recursos naturais e sistemas económico-produtivos.

O lobby nom somente está na Casa Branca senom que abrangue todos os níveis das operaçons do capitalismo a escala transnacional, cujo desenho estratégico está na cabeça dos grandes charmans e executivos de bancos e consórcios multinacionais que se sentam no Consenso de Washington e se repartem o planeta como se fosse um pastel.

Nem a esquerda nem a direita partidária falam deste poder "totalizado" pola singela razom de que ambas estám fusionadas (a modo de alternativas falsamente enfrentadas) aos programas e estratégias do capitalismo transnacional que controla o planeta.

Portanto, e enquanto nom se articule um novo sistema de entendimento estratégico (umha "terceira posiçom" revolucionária do saber e o conhecimento) o poder mundial que controla o planeta seguirá se perpetuando nas falsas opçons de "esquerda" e "direita".

E o lobby judeu de "direita" dos republicanos conservadores seguirá sucedendo ao lobby judeu "de esquerda" dos democratas liberais numha continuidade estratégica das mesmas linhas rectoras do Império sionista mundial.

E os massacres do Estado de Israel seguirám, como até agora, impunes e protegidas polas estruturas do sistema de poder mundial sionista capitalista que o considera como a sua "pátria territorial".

04-06-2010

Link permanente 20:17:50, por José Alberte Email , 2750 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

OS DONOS DO SISTEMA: O poder oculto:-De onde nasce a impunidade de Israel

(IAR Notícias) 04-Junho-2010

A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses nom se gestam por medo a Israel, senom por medo ao que representa o Estado judeu.. Israel é o símbolo mais emblemático, a pátria territorial do sionismo capitalista que controla o mundo sem fronteiras desde os directorios dos bancos e corporaçons trasnacionais. Israel, basicamente, é a representaçom nacional de um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com os seus recursos naturais e sistemas económico-produtivos. E que controla o planeta desde os bancos centrais, as grandes correntes mediáticas e os arsenais nucleares militares.

Por Manuel Freytas (*)

A) O poder oculto

Israel, é a mais clara referência geográfica do sistema capitalista trasnacionalizado que controla desde governos até sistemas económico produtivos e grandes meios de comunicaçom, tanto nos países centrais como no mundo subdesenvolvido e periférico.

O Estado judeu, para além do seu incidência como Naçom, é o símbolo mais representativo de um poder mundial controlado nos seus médios decisivos por grupos minoritários de origem judia, e conformado por umha estrutura de estrategas e tecnocratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e mediáticas do capitalismo transnacional estendido polos quatro pontos cardinais do planeta.

Com umha populaçom de ao redor de 7,35 milhons de habitantes, Israel é o único Estado judeu do mundo.

Mas quando falamos de Israel, falamos (por extensom) da referência mais significante de um sistema capitalista globalizado que controla governos, países, sistemas económicos produtivos, bancos centrais, centros financeiros, arsenais nucleares e complexos militares industriais.

Quando falamos de Israel, falamos dantes que nada de um desenho estratégico de poder mundial que o protege, interactivo e totalizado, que se concreta mediante umha rede infinita de associaçons e vasos comunicantes entre o capital financeiro, industrial e de serviços que converte aos países e governos em gerências de enclave.

O lobby sionista que sustenta e legitima a existência de Israel, nom é um Estado no longínquo Médio Oriente, senom um sistema de poder económico planetário (o sistema capitalista) de bancos e corporaçons transnacionais com sionistas dominando a maioria dos pacotes accionários ou hegemónicos as decisons gerenciais desde postos directrizes e executivos.

Quem tome-se o trabalho de pesquisar o nome dos integrantes dos directorios ou dos accionistas da grandes corporaçons e bancos multinacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o comércio exterior e interior até os sistemas económico produtivos dos países, tanto centrais como "subdesenvolvidos" ou "emergentes", poderá facilmente comprovar que (numha abrumante maioria) som de origem judia.

Os directores e accionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam no índice Dow Jones de Wall Street, som maioritariamente de origem judia.

Megacorporaciones do capitalismo sem fronteiras como:

Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Bicha, Dupont, Exxon Mobil (petrolera), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon,

som controladas e/ou gerenciados por capitais e pessoas de origem judia.

Estas corporaçons representam a crema da crema dos grandes consórcios transnacionais sionistas que, através do lobby exercido polas embaixadas estadunidenses europeias ditam e condicionam política mundial e o comportamento de governos, exércitos, ou instituiçons mundiais oficiais ou privadas.

Som os amos invisíveis do planeta: os que manejam aos países e a presidentes por controle remoto, como se fossem fantoches de última geraçom.

Quem pesquise com este mesmo critério, ademais, os meios de comunicaçom, a indústria cultural ou artística, câmaras empresariais, organizaçons sociais, fundaçons, organizaçons profissionais, ONGs, tanto nos países centrais como periféricos, se vai surpreender da notável incidência de pessoas de origem judia nos seus mais altos níveis de decisom.

As três principais correntes televisivas de EEUU:
CNN, ABC, NBC e Fox
os três principais diários:
The Wall Street Journal, The New York Times e The Washington Post

estám controlados e gerenciados, através de pacotes accionários ou de famílias, por grupos do lobby judeu, principalmente nova-iorquino.

Assim mesmo como as mais três influentes revistas:
Newsweek, Time e The New Yorker
e consórcios hegemónicos de Internet como
Time-Warner (fusionado com América on Line) ou Yahoo,
estám controlados por gerência e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

Colosos do cinema de Hollywood e do espectáculo como
The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox,

entre outros, fam parte desta rede interactiva do capital sionista imperialista.

A concentraçom do capital mundial em mega-grupos ou mega-companhias controladas polo capital sionista, numha proporçom esmagadora, possibilita decisons planetárias de todo tipo, na economia, na sociedade, na vida política, na cultura, etc., e representa o aspecto mais definitório da globalizaçom imposta polo poder mundial do sistema capitalista imperial.

O objectivo central expansivo deste capitalismo sionista transnacionalizado é o controle e o domínio (por médio das guerras de conquista ou de "sistemas democráticos) de recursos naturais e sistemas económico - produtivos, num accionar que os seus defensores e teóricos chamam "políticas de mercado".

O capitalismo multinacional, a escala global, é o dono dos estados e dos seus recursos e sistemas económico- produtivos, nom somente do mundo dependente, senom também dos países capitalistas centrais.

Portanto os governos dependentes e centrais som gerências de enclave ( por esquerda ou direita) que com variantes discursivas executam o mesmo programa económico e as mesmas linhas estratégicas de controle político e social.

Este capitalismo multinacional "sem fronteiras" do lobby sionista que sustenta ao Estado de Israel se assenta em dous peares fundamentais: a especulaçom financeira informatizada (com assento territorial em Wall Street ) e a tecnologia militar-industrial de última geraçom (cuja expressom máxima de desenvolvimento concentra-se no Complexo Militar Industrial de EEUU).

O lobby sionista internacional, sobre o qual se assentam os pilares existenciais do Estado de Israel, controla desde governos, exércitos, polícias, estruturas económicos produtivas, sistemas financeiros, sistemas políticos, estruturas tecnológicas e científicas, estruturas sócio-culturais, estruturas mediáticas internacionais, até o poder de polícia mundial assentado sobre os arsenais nucleares, os complexos militares industriais e os aparelhos de despregue militar de EEUU e das potências centrais.

A esse poder, e nom ao Estado de Israel, é ao que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam a diário os genocídios de Israel em Médio Oriente temerosos de ficar sepultados de por vida baixo a lapida do "antisemitismo".

B) O lobby imperial

O lobby sionista pró-israelense, a rede do poder oculto que controla Casa Branca, o Pentágono e a Reserva Federal nom reza nas sinagogas senom na Catedral de Wall Street. Um detalhe a ter em conta, para nom confundir a religiom com o mito e o negócio.

Quando se referem ao lobby sionista (ao que chamam lobby pró-israelense) a maioria dos experientes e analistas falam de um grupo de servidores públicos e tecnocratas, em cujas maos está o desenho e a execuçom da política militar norte-americana.

A este lobby de pressom atribui-se-lhe o objectivo estratégico permanente de impor a agenda militar e os interesses políticos e geopolíticos do governo e o Estado de Israel na política exterior de EEUU.

Como definiçom, o lobby pró-israelense é umha gigantesca maquinaria de pressom económica e política que opera simultaneamente em todos os estamentos do poder institucional estadunidense: Casa Branca, Congresso, Pentágono, Departamento de Estado, CIA e agências da comunidade de inteligência, entre os mas importantes.

Por médio da utilizaçom política do seu poder financeiro, da sua estratégica posiçom nos centros de decisom, os grupos financeiros do lobby exercem influência decisiva na política interna e externa de EEUU, a primeira potência imperial, além do seu papel dominante no financiamento dos partidos políticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

A nível imperial, o poder financeiro do lobby expressa-se principalmente por médio da Reserva Federal de EEUU, um organismo fulcral para a concentraçom e reproduçom do capital especulativo a nível planetário.

O coraçom do lobby sionista estadunidense é o poderoso sector financeiro de Wall Street que tem directa implicância e participaçom na designaçom de servidores públicos fulcrais do governo de EEUU e dos órgaos de controle de política monetária e instituiçons creditarias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

Os organismos económicos financeiros internacionais como a OCDE, o Banco Mundial, o FMI, estám baixo directo controle dos bancos centrais e dos governos de EEUU e das potências controladas polo lobby sionista internacional (Grã-Bretanha, Alemanha, França, Japom, entre as mais relevantes).

Organizaçons e alianças internacionais como a ONU, o Conselho de Segurança e a OTAN estám controlados polo eixo sionista USA-Uniom Europeia cujas potências centrais som as que garantem a impunidade dos extermínios militares de Israel em Médio Oriente, como sucedeu com o último massacre de activistas solidários com o povo de Gaza.

As principais instituiçons financeiras do lobby
(Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brothers, etc e

os principais bancos
Citigroup, JP Morgan e Merrill Lynch, etc

influem decisivamente para a selecçom dos membros da Reserva Federal, o Tesouro, e a secretaria de Comércio, além dos directores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

C) O mito do "antisemitismo"

A este fenómeno de "poder capitalista mundial" judeu, e nom a Israel, é o que temem os presidentes, políticos, jornalistas, e intelectuais que evitam minuciosamente condenar ou nomear os periódicos genocídios militares de Israel em Gaza, repetindo o que já fizérom durante o massacre israelense no Libano no 2006.

A grande cumplicidade internacional com os massacres periódicos israelenses nom se gestam por medo ao Estado de Israel senom por medo ao que representa o Estado de Israel.

Nom se trata de Israel, um Estado sionista mais, senom do "Grande Israel", a pátria do judaísmo mundial (com território roubado aos palestinos), da qual todos os judeus do mundo se sentem os seus filhos pródigos espalhados polo mundo.

Nom se trata de Israel, senom das poderosas organizaçons e comunidades judias mundiais que apoiaram em bloco o genocídio militar de Israel em Gaza, que utilizam o seu poder e "escala de prestígio" (construída mediante a sua victimizaçom histórica com o Holocausto) para converter num leproso social ao que se atreva criticar ou a levantar a voz contra o extermínio militar israelense em Gaza.

Os governos do mundo capitalista, os jornalistas, intelectuais, organizaçons sindicais e sociais nom lhe temem a Israel, senom a sua lapidaçom social como "antisemita" (alcume que se lhe outorga ao que enfrenta e/ou denúncia ao sionismo judeu).

Nom lhe temem ao Estado de Israel, senom aos filhos de Israel camuflados nos grandes centros de decisom do poder mundial, sobretodo económicos-financeiros e mediático-culturais.

Os políticos, intelectuais e jornalistas do sistema nom temem a Israel, senom que temem aos meios, organizaçons e empresas judias, e a sua influência sobre os governos e processos económicos-culturais do sistema sionista capitalista estendido por todos os países a escala planetária.

Em definitiva temem que as empresas, as universidades, as organizaçons e as fundaçons internacionais sionistas que financiam e ou promocionam as suas ascensons e postos na maquinaria do sistema os declarem "antisemitas" e os deixem sem trabalho, sem férias e sem aposentaçom.

Essa é a causa principal que explica porque os intelectuais, académicos e jornalistas do sistema vivem elucubrando sisudos análise da "realidade" política, económica e social sem a presença da palavra judeu ou do sistema capitalista que paga polos seus serviços.

Conquanto há um grupo de intelectuais e de militantes judeus de esquerda (entre eles Chomsky e Gelman, entre outros) que condenárom e protestárom contra o genocídio israelense em Gaza, a maioria abrumante das comunidades e organizaçons judias a escala planetária apoiaram explicitamente o massacre de civis em Gaza argumentando que se tratava de umha "guerra contra o terrorismo".

Apesar de que Israel nom invadiu nem perpetrou um genocídio militar em Gaza com a religiom judia, senom com avions F-16, mísseis, bombas de racemo, helicópteros Apache, tanques, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e umha estratégia e um plano de extermínio militar em grande escala, quem questione esse massacre é condenado por "antisemita" polo poder judeu mundial distribuído polo mundo.

Apesar de que o lobby judeu sionista que controla Israel, tanto como a Casa Branca, o Tesouro e a Reserva Federal de EEUU nom reza nas sinagogas senom na Catedral de Wall Street, o que o critique é chamado de imediato como "antisemita" ou "nazista" polas estruturas mediáticas e culturais controlados polo poder judeu mundial.

As campanhas de denúncia de antisemitismo com as que Israel e as organizaçons judias procuram neutralizar às criticas contra o massacre, abordam a questom como se o sionismo judeu (sustenta do estado de Israel) fosse umha questom "racial" ou religiosa, e nom um sistema de domínio imperial que abrangue interactivamente o plano económico, político, social e cultural, superando a questom da raça ou das crenças religiosas.

O lobby sionista nom controla o mundo com a religiom: maneja-o com bancos, transnacionais, hegemonia sobre os sistemas económicos-produtivos, controle sobre os recursos naturais, controle da rede informativa e de manipulaçom mundial, e manejo dos valores sociais através da publicidade, a cultura e o consumo estandardizado e globalizado polos meios de comunicaçom.

Em definitiva, o lobby judeu nom representa a nengumha sinagoga nem expressom racial, senom que é a estrutura que maneja o poder mundial através do controle sobre os centros económicos-financeiros e de decisom estratégica do sistema capitalista expandido como civilizaçom "única".

Antes que pola religiom e a raça, o lobby sionista e as suas redes se movem por umha ideologia política funcional: o sionismo capitalista-imperial que antepom o mercado, a concentraçom de riqueza, a "política de negócios", a qualquer filosofia que roce as noçons do "bem" ou do "mau" entendidos dentro de parâmetros sociais.

Entom: De que falam quando falam de "antisemitismo" ou de "anti-judaísmo religioso? Em que parâmetros referenciais se baseia a condiçom de "antisemita"? Quem é antisemita? Quem critica aos judeus pola sua religiom ou pola sua raça nas sociedades do mundo?

No máximo, aos judeus, como está provado na realidade social de qualquer país, nom lhos critica pola sua religiom ou condiçom racial senom polo seu apego excessivo ao status do dinheiro (também cultivado por outras colectividades) e a integrar estruturas ou hierarquias de poder dentro de um sistema injusto de opressom e de exploraçom do homem polo homem, como é o sistema capitalista.

Em resumem:

O lobby sionista que protege ao Estado de Israel (por "direita" e por "esquerda) esta conformado por umha estrutura de estrategas e tecnócratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e mediáticas do capitalismo transnacional estendido polos quatro pontos cardinais do planeta.

As suas redes expressam-se através de umha multiplicidade de organizaçons dedicadas a promover o actual modelo global, entre as que se contam principalmente:

The Hudson Institute, The RAND Corporation, The Brookings Institution, The Trilateral Commission, The World Economic Forum, Aspen Institute, American Enterprise Institute, Deutsche Gesellschaft für Auswärtigen Politik, Bilderberg Group, Provo Institute, Tavestock institute, e o Carnegie Endowment for International Peace, entre outros.

Todos estes think tanks ou "bancos de cérebros", reúnem aos melhores tecnocratas, cientistas e estudiosos nos seus respectivos campos, egressados dos as universidades de EEUU, Europa e de todo o resto do mundo.

O lobby nom responde somente ao Estado de Israel (como afirmam os analistas da "cara de direita" dos neocons) senom a um poder mundial sionista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com os seus recursos naturais e sistemas económico-produtivos.

O lobby nom somente está na Casa Branca senom que abrangue todos os níveis das operaçons do capitalismo a escala transnacional, cujo desenho estratégico está na cabeça dos grandes charmans e executivos de bancos e consórcios multinacionais que se sentam no Consenso de Washington e se repartem o planeta como se fosse um pastel.

Nem a esquerda nem a direita partidária falam deste poder "totalizado" pola singela razom de que ambas estám fusionadas (a modo de alternativas falsamente enfrentadas) aos programas e estratégias do capitalismo transnacional que controla o planeta.

Portanto, e enquanto nom se articule um novo sistema de entendimento estratégico (umha "terceira posiçom" revolucionária do saber e o conhecimento) o poder mundial que controla o planeta seguirá se perpetuando nas falsas opçons de "esquerda" e "direita".

E o lobby judeu de "direita" dos republicanos conservadores seguirá sucedendo ao lobby judeu "de esquerda" dos democratas liberais numha continuidade estratégica das mesmas linhas rectoras do Império sionista mundial.

E os massacres do Estado de Israel seguirám, como até agora, impunes e protegidas polas estruturas do sistema de poder mundial sionista capitalista que o considera como a sua "pátria territorial".

03-06-2010

Link permanente 23:53:25, por José Alberte Email , 2337 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

Crónica de uma tragédia anunciada

Boaventura de Sousa Santos

A tragédia grega da Antiguidade clássica distinguiu-se por ser portadora de questões universais. As questões tinham já sido levantadas noutros lugares e por outras culturas mas tornaram-se universais ao servirem de base à cultura europeia. A actual tragédia grega não foge à regra. Identifiquemos as questões principais e as lições que delas retiramos.

Os castelos neo-feudais: da Disneylandia à eurolandia

Tudo o que se tem passado nos últimos meses na Europa do Sul ocorreu antes em muitos países do Sul global mas enquanto ocorreu no “resto do mundo” foi visto como um mal necessário imposto globalmente para corrigir erros locais e promover o enriquecimento geral do mundo. A existência de critérios duplos para os mesmos erros – a dívida externa dos EUA ultrapassa o valor total da dívida dos países europeus, africanos e asiáticos; comparada com as fraudes cometidas por Wall Street a fraude grega é um truque mal feito por falta de prática – passaram despercebidos e o mesmo aconteceu com as estratégias e decisões por parte de actores muito poderosos com vista a obter um resultado bem identificado: o empobrecimento geral dos habitantes do planeta e o enriquecimento sem sentido de uns poucos senhores neo-feudais apostados em livrarem-se dos dois obstáculos que o século passado pôs no seu caminho desvairado: os movimentos sociais e o Estado democrático (a eliminação do terceiro obstáculo, o comunismo, fora-lhes oferecida pelos arautos do “fim da história”). A tragédia grega veio revelar tudo isso.

Está hoje relatada em detalhe (com nomes e apelidos, hora e endereço em Manhattan) uma reunião de directores de fundos especulativos de alto risco (hedge funds) em que foi tomada a decisão de atacar o euro através do seu elo fraco, a Grécia. Alguns dias depois, em 26 de Fevereiro de 2010, o Wall Street Journal dava conta do ataque em preparação. Nessa reunião participaram, entre outros, o representante do banco Goldman Sachs, que tinha sido o facilitador do sobreendividamento da Grécia e do seu disfarce, e o representante do especulador de mais êxito e menos punido da história da humanidade, George Soros, que, em 1988, conduzira o ataque à Société Générale e, em 1992, planeara o afundamento da libra esterlina (tendo ganho num dia 1000 milhões de dólares). A ideia do mercado como um ser vivente que reage e actua racionalmente deixou de ser uma contradição para passar a ser um mito: o mercado financeiro é o castelo dos senhores neo-feudais.

O que os relatos raramente mencionam é que esses investidores institucionais, reunidos em Manhattan numa noite de Fevereiro, sentiram que estavam a cumprir uma missão patriótica: liquidar a pretensão de o euro vir a rivalizar com o dólar enquanto moeda internacional. Os EUA são hoje um país insustentável sem essa prerrogativa do dólar. Se os países emergentes, os países com recursos naturais e produtores de commodities – que o capital financeiro há muito identificou como o novo El Dorado – caíssem na tentação de colocar as suas reservas em euros (como antes tentara Saddam Hussein e pelo qual pagou um preço alto), o dólar correria o risco de deixar de ser a pilhagem institucionalizada das reservas do mundo e o privilégio extraordinário de imprimir notas de dólares de pouco valeria aos EUA. O golpe foi dado com peso e medida: aos EUA interessa um euro estável na condição de tal estabilidade ser tutelada pelo dólar. É isso o que está em curso e é essa a missão do FMI. Tal como aconteceu no passado, o poder financeiro é o último a ser perdido pela potência hegemónica no sistema mundial. Na longa transição, “os interesses convergentes” são sobretudo com os países emergentes (no caso, China, Índia, Brasil) e não com o rival mais directo (o capitalismo europeu). Tudo isto foi patente na Conferência da ONU sobre a Mudança Climática realizada em Dezembro passado em Copenhaga.

A falta que o comunismo faz

Os economistas latino-americanos Óscar Ugarteche e Alberto Acosta descrevem como, em 27 de Fevereiro de 1953, foi acordada pelos credores a regularização da imensa dívida externa da então República Federal Alemã.[1] Este país obteve uma redução de 50% a 75% da dívida derivada, directa ou indirectamente, das duas guerras mundiais; as taxas de juro foram drasticamente reduzidas para entre 0 e 5%; foi ampliado o prazo para os pagamentos; o cálculo do serviço da dívida foi definido em função da capacidade de pagamento da economia alemã e, portanto, vinculado ao processo de reconstrução do país. A definição de tal capacidade foi entregue ao banqueiro alemão Herman Abs que presidia à delegação alemã nas negociações. Foi criado um sistema de arbitragem ao qual nunca se recorreu dadas as vantajosas condições oferecidas ao devedor.

Este acordo teve muitas justificações mas a menos comentada foi a necessidade de, em pleno período da Guerra Fria, levar o êxito do capitalismo até bem perto da Cortina de Ferro. O mercado financeiro tinha então, tal como hoje, motivações políticas; só que as de então eram muito diferentes das de hoje e em boa parte a diferença explica-se pelo facto de a democracia liberal se ter tornado no energy drink do capitalismo, que aparentemente o torna invencível (só não o defende de si próprio, como já profetizou Schumpeter). Ângela Merkel nasceria um ano depois e só depois de 1989 viria a conhecer em primeira-mão o mundo do lado de cá da Cortina. Nasceu politicamente a beber essa energy drink, o que, combinado com a militante ignorância da história que o capitalismo impõe aos políticos, transforma a sua falta de solidariedade para com o projecto europeu num acto de coragem política. Sessenta anos depois da “Declaração de Interdependência” de Robert Schuman e Jean Monet, a guerra continua a “ser impensável e materialmente impossível”, mas, parafraseando Clausewitz, interrogamo-nos sobre se a guerra não está a voltar por outros meios.

O Estado como imaginação do Estado

Tenho vindo a escrever que a regulação moderna ocidental assenta em três pilares: o princípio do mercado, o princípio do Estado e o princípio da comunidade[2]. Estes três princípios (sobretudo os dois primeiros) têm historicamente alternado no protagonismo em definir a lógica da regulação. Tem sido convencionalmente entendido que a regulação social do período do pós-guerra até 1980 foi dominada pelo princípio do Estado e que de então para cá passou a dominar o princípio do mercado, o que se convencionou chamar neoliberalismo. Muitos viram na crise do subprime e da debacle financeira da 2008 o regresso do princípio do Estado e o consequente fim do neoliberalismo. Esta conclusão foi precipitada. Deveria ter funcionado como alerta a rapidez com que os mesmos actores que, durante a noite neoliberal, consideraram o Estado como o “ Grande Problema”, passaram a considerar o Estado como a “Grande Solução”. A verdade é que, nos últimos trinta anos, o princípio do mercado colonizou de tal maneira o princípio do Estado que este passou a funcionar como um ersatz do mercado. Por isso, o Estado que era problema era muito diferente do Estado que veio a ser a solução. A diferença passou despercebida porque só o Estado sabe imaginar-se como Estado independentemente do que faz enquanto Estado. O sintoma mais evidente desta colonização foi a adopção da doutrina neoliberal por parte da esquerda europeia e mundial, o que a deixou desarmada e desprovida de alternativas quando a crise eclodiu. Daí, o triunfo da direita sobre as ruínas da devastação social que criara. Daí, que os governos socialistas da Grécia, Portugal e Espanha achem mais natural reduzir os salários e as pensões do que tributar as mais valias financeiras ou eliminar os paraísos fiscais. Daí, finalmente, que a União Europeia ofereça o maior resgate do capital financeiro da história moderna sem impor a estrita regulação do sistema financeiro.

O fascismo dentro da democracia

Nos anos 20 do século passado, depois de uma longa estadia em Itália, José Mariátegui, grande intelectual e líder marxista peruano, considerava que a Europa daquele tempo se caracterizava pela aparição de duas violentas negações da democracia liberal: el comunismo y el fascismo (s/d [1929]: 113)[3]. Cada uma à sua maneira tentaria destruir a democracia liberal. Passado um século, podemos dizer que, no nosso tempo, as duas negações da democracia liberal – que hoje chamaríamos socialismo e fascismo – não enfrentam a democracia a partir de fora; enfrentam-na a partir de dentro. As forças socialistas são hoje particularmente visíveis no continente latino-americano e afirmam-se como revoluções de novo tipo: a revolução bolivariana (Venezuela), a revolução cidadã (Equador), a revolução comunitária (Bolívia). Comum a todas elas é o facto de terem emergido de processos eleitorais próprios da democracia liberal. Em vez de negar a democracia liberal, enriquecem-na com outras formas de democracia: a democracia participativa e a democracia comunitária. Se considerarmos a democracia liberal um dispositivo político hegemónico, as lutas socialistas de hoje configuram um uso contra-hegemónico de um instrumento hegemónico.

Por sua vez, as forças fascistas actuam globalmente para mostrar que só é viável uma democracia de muito baixa intensidade (sem capacidade de redistribuição social), confinada à alternativa: ser irrelevante (não afectar os interesses dominantes) ou ser ingovernável. Em vez de promover o fascismo político promovem o fascismo social. Não se trata do regresso ao fascismo do século passado. Não se trata de um regime político mas antes de um regime social. Em vez de sacrificar a democracia às exigências do capitalismo, promove uma versão empobrecida de democracia que torna desnecessário e mesmo inconveniente o sacrifício. Trata-se, pois, de um fascismo pluralista e, por isso, de uma forma de fascismo que nunca existiu. O fascismo social é uma forma de sociabilidade em que as relações de poder são tão desiguais que a parte mais poderosa adquire um direito de veto sobre as condições de sustentabilidade da vida da parte mais fraca. Quem está sujeito ao fascismo social não vive verdadeiramente em sociedade civil; vive antes num novo estado de natureza, a sociedade civil in-civil.

Uma das formas de sociabilidade fascista é o fascismo financeiro, hoje em dia talvez o mais virulento. Comanda os mercados financeiros de valores e de moedas, a especulação financeira global, um conjunto hoje designado por economia de casino. Esta forma de fascismo social apresenta-se como a mais pluralista na medida em que os movimentos financeiros são aparentemente o produto de decisões de investidores individuais ou institucionais espalhados por todo o mundo e, aliás, sem nada em comum senão o desejo de rentabilizar os seus valores. Por ser o fascismo mais pluralista é também o mais agressivo porque o seu espaço-tempo é o mais refractário a qualquer intervenção democrática. Significativa, a este respeito, é a resposta do corrector da bolsa de valores quando lhe perguntavam o que era para ele o longo prazo: “longo prazo para mim são os próximos dez minutos”. Este espaço-tempo virtualmente instantâneo e global, combinado com a lógica de lucro especulativa que o sustenta, confere um imenso poder discricionário ao capital financeiro, praticamente incontrolável apesar de suficientemente poderoso para abalar, em segundos, a economia real ou a estabilidade política de qualquer país. A virulência do fascismo financeiro reside em que ele, sendo de todos o mais internacional, está a servir de modelo a instituições de regulação global há muito importantes, mas que só agora começam a ser conhecidas do público. Entre elas, as empresas de rating, as empresas internacionalmente acreditadas (mesmo depois do descrédito que sofreram durante a crise de 2008) para avaliar a situação financeira dos Estados e os consequentes riscos e oportunidades que eles oferecem aos investidores internacionais. As notas atribuídas são determinantes para as condições em que um país ou uma empresa de um país pode aceder ao crédito internacional. Quanto mais alta a nota, melhores as condições. Estas empresas têm um poder extraordinário. Segundo o colunista do New York Times, Thomas Friedman, «o mundo do pós-guerra fria tem duas superpotências, os EUA e a agência Moody’s». Friedman justifica a sua afirmação acrescentando que «se é verdade que os EUA podem aniquilar um inimigo utilizando o seu arsenal militar, a agência de qualificação financeira Moody’s tem poder para estrangular financeiramente um país, atribuindo-lhe uma má nota». Num momento em que os devedores públicos e privados entram numa batalha mundial para atrair capitais, uma má nota pode significar o colapso financeiro do país. Os critérios adoptados pelas empresas de rating são em grande medida arbitrários, reforçam as desigualdades no sistema mundial e dão origem a efeitos perversos: o simples rumor de uma próxima desqualificação pode provocar enorme convulsão no mercado de valores de um país. O poder discricionário destas empresas é tanto maior quanto lhes assiste a prerrogativa de atribuírem qualificações não solicitadas pelos países ou devedores visados. O facto de ser também um poder corrupto – as agências são pagas pelos bancos que avaliam e actuam na especulação financeira, tendo, por isso, interesses próprios nas avaliações que fazem – não mereceu até agora qualquer atenção. A virulência do fascismo financeiro reside no seu potencial de destruição, na sua capacidade para lançar no abismo da exclusão países inteiros. Quando o orçamento do Estado fica exposto à especulação financeira – como sucede agora nos países do sul da Europa – as regras de jogo democrático que ele reflecte tornam-se irrelevantes, a estabilidade das expectativas que elas promovem desfaz-se no ar.

Tudo o que é sólido se desfaz no ar

É bem conhecido o modo como o Manifesto Comunista de 1848 descreve a incessante revolução dos instrumentos de produção por parte da burguesia: “Tout ce qui avait solidité et permanence s'en va en fumée, tout ce qui était sacré est profané, et les hommes sont forcés enfin d'envisager leurs conditions d'existence et leurs rapports réciproques avec des yeux désabusés”. Quando a usurpação da política por parte de uma econopolícia selvagem atinge os lugares sagrados da democracia, dos direitos humanos, do contrato social e do primado do direito, que até há pouco serviam de santuário de peregrinação para os povos de todo o mundo, a perturbação e o desassossego são o que resta da solidez. A grande incógnita é de saber até que ponto o empobrecimento do mundo e da democracia produzido pelo casino financeiro vai continuar a ocorrer dentro do marco democrático, mesmo de baixa intensidade. Podemos esquecer Mariátegui?

http://www.sul21.com.br/index.php/colunistas/Boaventura-de-Souza-Santos-/198

Link permanente 19:04:44, por José Alberte Email , 137 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

O VATICANO e os ESQUADRONS DA MORTE em Colombia

Aporrea.org

General retirado revela nexos de Igreja colombiana com paramilitares

Bogotá 03 de Junho 2010.- O general em retiro Rito Afasto do Rio revelou hoje que a Igreja Católica colombiana mantivo estreitos vínculos com o paramilitarismo no departamento de Antioquia e que inclusive recebeu dádivas das Autodefensas Unidas de Colômbia (AUC).

Do Rio, citado por Caracol Rádio, sustentou que existem provas que confirmam esses nexos entre alguns dos mais importantes hierarcas da igreja e chefes dos denominados esquadrons da morte.

Ao respeito indicou que um terreno do ex chefe paramilitar Carlos Castaño foi entregado ao entom bispo da zona, monsenhor Isaías Duarte.

O general em retiro também referiu que vários dos mais importantes representantes da Igreja Católica colombiana sustentárom umha forte próxima amizade com os paramilitares.

Assim mesmo criticou que a Fiscalia Geral da Naçom nom pesquise estes nexos.

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