Categorias: Outros, Ensaio, Dezires

22-11-2009

Link permanente 20:51:06, por José Alberte Email , 547 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CAIXA GALICIA: O saqueio do OPUS-DEI

Um alto executivo de Caixa Galicia cobra de media 924 mil euros

Em 2008, coa crise económica petando à porta, os oito membros do Comité de Direcçom aumentárom os seus salários um 60%.

Vieiros / R.Vilar - 21/10/2009

O máximo órgao executivo de Caixa Galicia (o Comité de Alta Direcçom) está composto por oito pessoas que se reúnem umha vez por semana. O director geral da entidade financeira é um deles, saber o nome dos outros sete é umha tarefa mais que difícil, incluso para os delegados sindicais da própria empresa. Porém, a Memória de 2008 da entidade financeira dá umha ideia da desafogada posiçom económica dos que formam parte deste órgao. Durante a anterior anualidade os oito membros cobrárom da caixa 7.397.000 euros, o que dá umha media de algo mais de 924 mil euros por cabeça.

As astronómicas quantidades anteriores, há que lhe somar outro tipo de ingressos que nom se computam na memória pero que também se presumem quantiosos. Assim, os altos executivos que à vez tenhem assento nos conselhos de administraçom de empresas participadas por Caixa Galicia, também cobram dietas a maiores destas últimas.

Quanta mais crise, mais quartos para os elegidos

A crise económica é alheia aos petos dos altos executivos de Caixa Galicia. A entidade conta umha verdade a medias quando assegura que o órgao de direcçom cobra menos devido à mala situaçom dos mercados. Seguindo a versom da própria Caixa de Aforros, houvo médios que recolhêrom este ano um suposto descenso dum 6% nos salários destes cargos.

A realidade é bem outra. Ainda que é certo que o Comité de Alta Direcçom cobrou 454 mil euros menos que em 2007, nom se explica a letra miúda: o número de membros passou de 13 a oito. Assim, os executivos que sobrevivêrom à "queima" passárom de cobrar umha media de 604 mil euros em 2007 aos 924 mil do ano passado. O que, em médio dumha das crises mais importantes das últimas décadas, representa um AUMENTO SALARIAL DE MAIS DUM 60%.

Se se retrocede quatro anualidades, póde-se comprovar como o aumento salarial leva anos sendo vertiginoso. Em 2005 o máximo órgao executivo de Caixa Galicia estava composto por 15 pessoas que cobravam um media de 353 mil euros anuais.

Quanto cobra o director geral de Caixa Galicia?

Saber o salário bruto do presidente do BBVA nom é complexo. Diferentes jornais publicárom que em 2008 o chantadino Francisco González foi o alto executivo bancário melhor pagado do Estado Espanhol, com algo mais de 5,3 milhons de euros brutos. Porém, nom resulta nada doado saber o soldo que percebe por exemplo o homemm forte de Caixa Galicia, o seu director geral:Joséé Luís Méndez.

Clodomiro Montero, dirigente da CIG-Banca e empregado de Caixa Galicia, confirma que saber os ingressos de Méndez é case missom impossível. Ele intentou-no por enésima vez o passado mês de Junho. Na Assembleia Anual de Caixa Galicia perguntou-lhe polas retribuiçons de cada um dos altos executivos.

Que nem os representantes sindicais saibam quanto percebe o director geral dumha entidade financeira participada polas administraçons públicas é um exemplo da grave opacidade que rodeia as caixas. Ainda sem saber exactamente a quantidade, parece que nom há dúvida de que Méndez é o empregado galego melhor pagado. E isso é assim dende que em 1981 (com 36 anos) chegou à direcçom geral de Caixa Galicia e se converteu numha peça clave da vida económica e política do país.

Link permanente 20:47:14, por José Alberte Email , 379 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

A Constituiçom Monárquica do 78 ESPOLIA aos pobres

A Constituiçom Monárquica do 78 que nos ENGANA , e fai-no já desde ou Artigo 1º, quando afirma que defende um “Estado Social e Democrático de Direito ”.

É FALSO
 Porque, mentres, que case 4.600.000 parados reais, é dizer, ou 20% dá povoaçom trabalhista, mais de milhom e médio nom recebem absolutamente nada e centos de milhares som desafiuzados por nom poder pagar a casa… Ou governo entregou a banqueiros e empresários centos de milhares de milhons de euros (vários bilhons de pesetas)

Quando as rendas do capital tributam 18%
              as do trabalho entre ou 24 e ou 43%…
              as grandes fortunas fam-o SÓ ao 1%.
 
Porque as novas medidas fiscais do governo tenhem como piares em aumentar ou IVE (um imposto que pagam, tanto os parados como os Botíns e demais raleia de saqueadores)… E isto prejudica principalmente aos operários e demais trabalhadores, às classes trabalhadoras no seu conjunto.

Mentres ou Despesa Pública em Sanidade e Educaçom é a metade que a média dá UE e a Fraude Fiscal é de mais de 1.000 Milhons de Euros…. Os capitalistas com os seus sequazes (os políticos defensores do sistema) privatizam a passos agigantados, a Sanidade e a Educaçom.

É FALSO;
Porque, mentres a Igreja católica recebe, do dinheiro de todos, 3.800 MILHONS de euros ao ano para ou financiamento dás suas Universidades e Colégios privados, o custo do professorado de pensamento esotérico (religiom) em centros públicos e privados superam vos 550 milhons de euros e ou Governo perdoa à Igreja católica 750 milhons de Euros ao ano em Impostos… O ensino público degrada-se a cada dia mais e mais e isto sucede graças ao Concordato de 1953, imposto pola monarquia sacerdotal em 1979.

Porque ou 41% dás pensons estám baixo ou limiar dá pobreza… E os banqueiros jubilam-se aos 55 anos com três milhons de euros por ano.

Quando a polícia detém a imigrantes sem papéis, amontoa-os em Centros de Integraçom para Estrangeiros em condiçons inumanas… As 10 mais grandes multinacionais espanholas, conseguiram uns rendimentos em 2008 de mais de 310.000 milhons de euros, sacados precisamente dos países de procedência dos nossos imigrantes.

Porque mentres que, ou desembolso previsto pólo Governo para os parados, traduze-se na vergonha de 420 euros desde ou 1 de Janeiro, com um desembolso de 1.300 milhons de euros… As despesas militares, só em investimentos, será de 4.080 milhons de euros em 2009.

30-10-2009

Link permanente 17:47:21, por José Alberte Email , 592 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CAIXA GALICIA: O saqueio do OPUS-DEI

Um alto executivo de Caixa Galicia cobra de media 924 mil euros

Em 2008, coa crise económica petando à porta, os oito membros do Comité de Direcçom aumentárom os seus salários um 60%.

Vieiros / R.Vilar - 21/10/2009

O máximo órgao executivo de Caixa Galicia (o Comité de Alta Direcçom) está composto por oito pessoas que se reúnem umha vez por semana. O director geral da entidade financeira é um deles, saber o nome dos outros sete é umha tarefa mais que difícil, incluso para os delegados sindicais da própria empresa. Porém, a Memória de 2008 da entidade financeira dá umha ideia da desafogada posiçom económica dos que formam parte deste órgao. Durante a anterior anualidade os oito membros cobrárom da caixa 7.397.000 euros, o que dá umha media de algo mais de 924 mil euros por cabeça.

As astronómicas quantidades anteriores, há que lhe somar outro tipo de ingressos que nom se computam na memória pero que também se presumem quantiosos. Assim, os altos executivos que à vez tenhem assento nos conselhos de administraçom de empresas participadas por Caixa Galicia, também cobram dietas a maiores destas últimas.

Quanta mais crise, mais quartos para os elegidos

A crise económica é alheia aos petos dos altos executivos de Caixa Galicia. A entidade conta umha verdade a medias quando assegura que o órgao de direcçom cobra menos devido à mala situaçom dos mercados. Seguindo a versom da própria Caixa de Aforros, houvo médios que recolhêrom este ano um suposto descenso dum 6% nos salários destes cargos.

A realidade é bem outra. Ainda que é certo que o Comité de Alta Direcçom cobrou 454 mil euros menos que em 2007, nom se explica a letra miúda: o número de membros passou de 13 a oito. Assim, os executivos que sobrevivêrom à "queima" passárom de cobrar umha media de 604 mil euros em 2007 aos 924 mil do ano passado. O que, em médio dumha das crises mais importantes das últimas décadas, representa um AUMENTO SALARIAL DE MAIS DUM 60%.

Se se retrocede quatro anualidades, póde-se comprovar como o aumento salarial leva anos sendo vertiginoso. Em 2005 o máximo órgao executivo de Caixa Galicia estava composto por 15 pessoas que cobravam um media de 353 mil euros anuais.

Quanto cobra o director geral de Caixa Galicia?

Saber o salário bruto do presidente do BBVA nom é complexo. Diferentes jornais publicárom que em 2008 o chantadino Francisco González foi o alto executivo bancário melhor pagado do Estado Espanhol, com algo mais de 5,3 milhons de euros brutos. Porém, nom resulta nada doado saber o soldo que percebe por exemplo o homemm forte de Caixa Galicia, o seu director geral:Joséé Luís Méndez.

Clodomiro Montero, dirigente da CIG-Banca e empregado de Caixa Galicia, confirma que saber os ingressos de Méndez é case missom impossível. Ele intentou-no por enésima vez o passado mês de Junho. Na Assembleia Anual de Caixa Galicia perguntou-lhe polas retribuiçons de cada um dos altos executivos.

Que nem os representantes sindicais saibam quanto percebe o director geral dumha entidade financeira participada polas administraçons públicas é um exemplo da grave opacidade que rodeia as caixas. Ainda sem saber exactamente a quantidade, parece que nom há dúvida de que Méndez é o empregado galego melhor pagado. E isso é assim dende que em 1981 (com 36 anos) chegou à direcçom geral de Caixa Galicia e se converteu numha peça clave da vida económica e política do país.

29-10-2009

Link permanente 22:38:23, por José Alberte Email , 2261 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

A falsa guerra da América no Afeganistão

por F. William Engdahl/ Red Voltaire

Um dos mais notáveis aspectos na agenda presidencial de Obama é quão pouco foi questionado nos media o motivo porque o Pentágono dos EUA está comprometido na ocupação militar do Afeganistão. Há dois motivos básicos, nenhum dos quais pode ser admitido abertamente em público.

Por trás do enganoso debate oficial sobre quantas tropas são necessárias para "vencer" a guerra no Afeganistão, se mais 30 mil são suficientes ou se pelo menos 200 mil são necessárias, o objectivo real da presença militar estado-unidense naquele país da Ásia Central é obscurecido.

Mesmo durante a campanha presidencial de 2008 o candidato Obama argumentou que era no Afeganistão e não no Iraque que os EUA deviam travar guerra. A sua razão? Porque ele afirmava que era onde a organização Al Qaeda estava escondida e que era a ameaça "real" à segurança nacional dos EUA. Mas as razões por trás do envolvimento estado-unidense no Afeganistão são muito diferentes.

Os militares dos EUA estão no Afeganistão por duas razões. Primeiro para restaurar e controlar o maior abastecedor de ópio do mundo para os mercados da heroína e para utilizar as drogas como uma arma geopolítica contra oponentes, especialmente a Rússia. Aquele controle do mercado da droga afegão é essencial para a liquidez máfia financeira da Wall Street, corrupta e em bancarrota.

Geopolítica do ópio afegão

De acordo até mesmo com um relatório oficial da ONU, a produção de ópio no Afeganistão ascendeu dramaticamente desde a queda do Taliban em 2001. Os dados da UNODC [United Nations Office on Drugs and Crime] mostram mais cultivo de papoula de ópio em cada um das últimas quatro estações de plantio (2004-2007) do que em qualquer ano durante o domínio Taliban. Agora é utilizada mais terra para o ópio no Afeganistão do que para o cultivo de coca na América Latina. Em 2007, 93% do opiáceos no mercado mundial tinham origem no Afeganistão. Isto não é acidente.

Foi documentado que Washington escolheu a dedo o controverso Hamid Karzai, um senhor da guerra pashtun da tribo Popalzai, há muito ao serviço da CIA, trouxe-o de volta do exílio nos EUA e criou uma mitologia hollywoodiana em torno da "corajosa liderança do seu povo". Segundo fontes afegãs, Karzai é o "Padrinho" do Ópio no Afeganistão de hoje. Aparentemente não é por acaso que ele foi e hoje ainda é o homem preferido de Washington em Cabul. Mas mesmo com compra maciça de votos, fraudes e intimidações, os dias de Karzai como presidente podem estar a acabar.

A segunda razão para os militares dos EUA permanecerem no Afeganistão muito depois de o mundo ter até esquecido quem é o misterioso Osama bin Laden e a sua alegada organização terrorista Al Qaeda, ou mesmo se eles existem, é como pretexto para os EUA construírem uma força de ataque com uma série de bases permanentes por todo o Afeganistão. O objectivo destas bases não é erradicar quaisquer células da Al Qaeda que possam ter sobrevivido nas cavernas de Tora Bora, ou erradicar um mítico "Taliban" o qual nesta altura, segundo relatos de testemunhas oculares, é constituído esmagadoramente de afegãos locais comuns a combaterem mais uma vez para livrar a sua terra de exércitos de ocupação, como o fizeram na década de 1980 contra os russos.

O objectivo das bases dos EUA no Afeganistão é visar e ser capaz de atacar os dois países que hoje representam a única ameaça combinada no mundo de hoje a um império global americano, à Dominação de Espectro Amplo (Full Spectrum Dominance) como a chama o Pentágono.

O "Mandato do Céu" perdido

O problema para as elites do poder em torno da Wall Street e em Washington é o facto de que agora estão na mais profunda crise financeira da sua história. Esta crise é clara para o mundo todo e o mundo está a actuar em busca da auto-sobrevivência. As elites dos EUA perderam o que na história imperial chinesa é conhecido como o "Mandato do Céu". Tal mandato é dado ao governante ou à elite dirigente desde que governem o seu povo com justiça e de modo razoável. Quando governam tiranicamente e como déspotas, oprimindo e abusando do seu povo, eles perdem aquele Mandato do Céu.

Se as poderosas elites privadas e ricas que têm controlado o essencial da política financeira e externa dos EUA durante a maior parte do século passado ou mais tinham um "mandato do céu", elas claramente perderam-no. Os desenvolvimentos internos rumo à criação de um estado policial abusivo com privação de direitos constitucionais dos seus cidadãos, exercício arbitrário do poder por responsáveis não eleitos tais como os secretários do Tesouro Henry Paulson e agora Tim Geithner, a roubarem somas de milhões de milhões de dólares dos contribuintes sem o seu consentimento a fim de salvar da bancarrota os maiores bancos da Wall Street, bancos considerados

"Demasiado grandes para falirem", demonstram ao mundo que eles perderam o mandato.

Nesta situação, as elites do poder estado-unidense estão cada vez mais desesperadas por manter o controle de um império global parasita, chamado enganosamente pela máquina dos seus media, como "globalização". Para manter o domínio é essencial que eles sejam capazes de romper qualquer cooperação que venha a emergir entre as duas maiores potências da Eurásia no âmbito económico, energético ou militar, a qual poderia apresentar um desafio aos EUA como super-potência única — a China em combinação com a Rússia.

Cada potência euro-asiática traz à mesa contribuições essenciais. A China tem a economia mais robusta do mundo, uma enforme força de trabalho jovem e dinâmica, uma classe média educada. A Rússia, cuja economia não está recuperada do fim destrutivo da era soviética e do saqueio primitivo durante a era Yeltsin, ainda possui activos essenciais para a combinação. A força de ataque nuclear russa e o seu poder militar representam a única ameaça no mundo de hoje à dominação militar dos EUA, ainda que em grande medida sej um resíduo da Guerra Fria. As elites militares russas nunca abandonaram aquele potencial.

A Rússia também possui o maior tesouro do mundo em gás natural e vastas reservas de petróleo de que a China necessita urgentemente. As duas potências estão a convergir cada vez mais através de uma nova organização que criaram em 2001, conhecida como a Organização de Cooperação de (SCO). Esta inclui também os maiores estados da Ásia Central: Casaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Uzbequistão.

O objectivo da alegada guerra estado-unidense contra o Taliban e a Al Qaeda é na realidade colocar a sua força militar de ataque directamente no meio do espaço geográfico desta emergente SCO na Ásia Central. O Irão é um desvio de atenção. O objectivo ou alvo principal é a Rússia e a China.

Oficialmente, é claro, Washington afirma que construiu a sua presença militar no interior do Afeganistão a partir de 2002 a fim de proteger uma "frágil" democracia afegã. É um argumento curioso dada a realidade da presença militar estado-unidense ali.
Mais nove bases

Em Dezembro de 2004, durante uma vista a Cabul, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld finalizou planos para construir nove bases no Afeganistão nas províncias de Helmand, Herat, Nimrouz, Balkh, Khost e Paktia. As novas somam-se às três principais bases militares dos EUA já instaladas na sequência da sua ocupação do Afeganistão no Inverno de 2001-2002, ostensivamente para isolar e eliminar a ameaça de terror de Osama bin Laden.

O Pentágono construiu as suas primeiras três bases no Aeródromo de Bagram a Norte de Cabul, o principal centro logístico dos EUA; no Aeródromo de Kandahar, no Sul do Afeganistão; e no Aeródromo de Shindand na província ocidental de Herat. Shindand, a maior base dos EUA no Afeganistão, foi construído a meros 100 quilómetros da fronteira do Irão e a uma distância de ataque à Rússia e também à China.

Historicamente o Afeganistão tem sido a área central para o Grande Jogo russo-britânico, a luta pelo controle da Ásia Central durante os séculos XIX e princípio do XX. A estratégia britânica então era impedir a todo o custo que a Rússia controlasse o Afeganistão e portanto ameaçasse a jóia da coroa imperial britânica, a Índia.

O Afeganistão encarado de modo semelhante pelos planeadores do Pentágono, como altamente estratégico. É uma plataforma a partir da qual o poder militar estado-unidense pode ria ameaçar directamente a Rússia e a China, bem como o Irão e outras terras ricas em petróleo do Médio Oriente. Pouco mudou geopoliticamente ao longo de mais de um século de guerras.

O Afeganistão é uma localização extremamente vital, abarcando a Ásia do Sul, a Ásia Central e o Médio Oriente. O país também está situado ao longo de um proposto traçado de oleoduto dos campos petrolíferos do Mar Cáspio para o Oceano Índico, onde a companhia de petróleo americana Unocal, juntamente com a Enron e a Halliburton de Cheney, tem estado em negociações para obter o direito exclusivo de trazer gás natural do Turquemenistão através do Afeganistão e do Paquistão para a enorme central termoeléctrica a gás natural da Enron em Dabhol, próximo de Mumbai. Karzai, antes de se tornar o presidente fantoche dos EUA, foi um lobbista da Unocal.

A ameaça da Al Qaeda não existe

A venda quanto a toda simulação quanto à finalidade real no Afeganistão torna-se clara com um olhar mais atento à alegada ameaça "Al Qaeda" no Afeganistão. Segundo o escritor Erik Margolis, antes dos ataques do 11 de Setembro de 2001, a inteligência dos EUA estava a dar ajuda e apoio tanto ao Taliban como à Al Qaeda. Margolis afirma que "A CIA estava a planear utilizar a Al Qaeda de Osama bin Laden para incitar uighurs muçulmanos contra a governação chinesa, e os Taliban contra aliados da Rússia na Ásia Central.

Os EUA evidentemente encontraram outros meios de levantar uighurs muçulmanos contra Pequim em Julho último através do seu apoio ao Congresso Mundial Uighur. Mas a "ameaça" Al Qaeda permanece a base da justificação de Obama para a sua escalada guerreira no Afeganistão.

Agora, contudo, o Conselheiro de Segurança Nacional do presidente Obama, o antigo general dos Fuzileiros Navais James Jones, fez uma declaração, a qual foi convenientemente enterrada pelos media amigos dos EUA, acerca da importância estimada do perigo actual da Al Qaeda no Afeganistão. Jones disse ao Congresso que "A presença da al Qaeda está muito diminuída. A estimativa máxima é de menos de 100 operacionais no países, sem bases, sem capacidade para lançar ataques sobre nós ou nossos aliados".

Isto significa que a Al Qaeda, para todos os propósitos práticos, não existe no Afeganistão. Oh...

Mesmo no vizinho Paquistão, os remanescentes da Al Qaeda mal podem ser encontrados. O Wall Street Journal relata: "Caçados por drones [aviões sem piloto] dos EUA, aflitos por problemas de dinheiro e descobrindo ser mais difícil atrair jovens árabes para as negras montanhas do Paquistão, a al Qaeda está a ver o seu papel reduzir-se ali e no Afeganistão, segundo relatórios de inteligência e responsáveis do Paquistão e dos EUA. Para jovens árabes que são os recrutas primários da al Qaeda, "não é romântico estar no frio, com fome e escondido", disse um responsável superior dos EUA na Ásia do Sul.

Se levarmos a declaração à sua consequência lógica devemos concluir então que a razão para soldados alemães estarem a morrer juntamente com outros jovens da NATO nas montanhas do Afeganistão nada tem a ver com "vencer uma guerra contra o terrorismo". Convenientemente a maior parte dos media prefere esquecer o facto de que a Al Qaeda, na medida em que alguma vez existiu, foi uma criação da CIA na década de 1980, a qual recrutou e treinou radicais muçulmanos como parte de uma estratégia desenvolvida pelo chefe da CIA de Reagan, Bill Casey, e outros a fim de criar "um novo Vietname" para a União Soviética a qual levaria a uma humilhante derrota do Exército Vermelho [1] e ao colapso final da União Soviética.

Agora o general Jones do Conselho de Segurança Nacional dos EUA admite que no essencial não há mais qualquer Al Qaeda no Afeganistão. Talvez seja tempo para um debate mais honesto dos nossos líderes políticos acerca do verdadeiro propósito de enviar mais jovens para a morte a fim de proteger as colheitas de ópio do Afeganistão.

28-10-2009

Link permanente 15:21:03, por José Alberte Email , 592 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CAIXA GALICIA: O saqueio do OPUS-DEI

Um alto executivo de Caixa Galicia cobra de media 924 mil euros

Em 2008, coa crise económica petando à porta, os oito membros do Comité de Direcçom aumentárom os seus salários um 60%.

Vieiros / R.Vilar - 21/10/2009

O máximo órgao executivo de Caixa Galicia (o Comité de Alta Direcçom) está composto por oito pessoas que se reúnem umha vez por semana. O director geral da entidade financeira é um deles, saber o nome dos outros sete é umha tarefa mais que difícil, incluso para os delegados sindicais da própria empresa. Porém, a Memória de 2008 da entidade financeira dá umha ideia da desafogada posiçom económica dos que formam parte deste órgao. Durante a anterior anualidade os oito membros cobrárom da caixa 7.397.000 euros, o que dá umha media de algo mais de 924 mil euros por cabeça.

As astronómicas quantidades anteriores, há que lhe somar outro tipo de ingressos que nom se computam na memória pero que também se presumem quantiosos. Assim, os altos executivos que à vez tenhem assento nos conselhos de administraçom de empresas participadas por Caixa Galicia, também cobram dietas a maiores destas últimas.

Quanta mais crise, mais quartos para os elegidos

A crise económica é alheia aos petos dos altos executivos de Caixa Galicia. A entidade conta umha verdade a medias quando assegura que o órgao de direcçom cobra menos devido à mala situaçom dos mercados. Seguindo a versom da própria Caixa de Aforros, houvo médios que recolhêrom este ano um suposto descenso dum 6% nos salários destes cargos.

A realidade é bem outra. Ainda que é certo que o Comité de Alta Direcçom cobrou 454 mil euros menos que em 2007, nom se explica a letra miúda: o número de membros passou de 13 a oito. Assim, os executivos que sobrevivêrom à "queima" passárom de cobrar umha media de 604 mil euros em 2007 aos 924 mil do ano passado. O que, em médio dumha das crises mais importantes das últimas décadas, representa um AUMENTO SALARIAL DE MAIS DUM 60%.

Se se retrocede quatro anualidades, póde-se comprovar como o aumento salarial leva anos sendo vertiginoso. Em 2005 o máximo órgao executivo de Caixa Galicia estava composto por 15 pessoas que cobravam um media de 353 mil euros anuais.

Quanto cobra o director geral de Caixa Galicia?

Saber o salário bruto do presidente do BBVA nom é complexo. Diferentes jornais publicárom que em 2008 o chantadino Francisco González foi o alto executivo bancário melhor pagado do Estado Espanhol, com algo mais de 5,3 milhons de euros brutos. Porém, nom resulta nada doado saber o soldo que percebe por exemplo o homemm forte de Caixa Galicia, o seu director geral:Joséé Luís Méndez.

Clodomiro Montero, dirigente da CIG-Banca e empregado de Caixa Galicia, confirma que saber os ingressos de Méndez é case missom impossível. Ele intentou-no por enésima vez o passado mês de Junho. Na Assembleia Anual de Caixa Galicia perguntou-lhe polas retribuiçons de cada um dos altos executivos.

Que nem os representantes sindicais saibam quanto percebe o director geral dumha entidade financeira participada polas administraçons públicas é um exemplo da grave opacidade que rodeia as caixas. Ainda sem saber exactamente a quantidade, parece que nom há dúvida de que Méndez é o empregado galego melhor pagado. E isso é assim dende que em 1981 (com 36 anos) chegou à direcçom geral de Caixa Galicia e se converteu numha peça clave da vida económica e política do país.

24-08-2009

Link permanente 17:04:37, por José Alberte Email , 1094 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Ensaio

O ESTADO NAZI-SIONISTA DE ISRAEL e o tráfico de órgaos.

Por Alfredo Jalife-Rahme - A Jornada, México
 
Desde fai mais de umha década era sabido nos informados círculos médicos e penais o financiamento por Israel de transplantes de órgaos em outros países de forma clandestina mediante umha extensa rede criminosa, como confessou Geldaya Tauber Gady, alto oficial retirado do exército israelita, ante um tribunal do Brasil: "o governo israelita está inteirado do tráfico de órgaos para os pacientes de seu país e paga por todas as transacçons (sic) através do plano Quatro de saúde" (BNET; Transplant News; 30/1/04).

Segundo Larry Rohter, de The New York Times (23/5/04), o israelita Ilan Peri é o cérebro tratante do mercado negro do transplante global de rins por conduto da empresa TechCom, com sede em Tel Aviv. Após ter sido exposto em África do Sul e Brasil, os traficantes israelitas de órgaos transladaram a China grande parte de suas operaçons.

Rohter argúi que a "emergência de Israel como foco do sindicato (criminoso de rins) nom causa surpresa" devido a que por consideraçons religiosas "a taxa de doaçom em Israel (Nota: Oito por cento) encontra-se entre as mais baixas do mundo ocidental (Nota: 35 por cento)".

Fai dous anos, Zaki Shapiro, cirurgiam israelita e anterior director de transplantes no Rabin Medical Center de Israel, foi detido no meio de um tiroteio em Turquia por estar implicado em umha rede clandestina de venda de rins em um hospital privado de Istambul, segundo The British Medical Journal (12/5/07)

O rotativo israelita Haaretz (12/12/01) tinha reportado fai quase oito anos que as "autoridades de Rumaria procuram possíveis vínculos entre as agências de adopçom (sic) israelitas e a ilegal conspiraçom (supersic!) global na venda de órgaos para transplantes". Rumaria pesquisa "se os meninos rumamos chegaram a Israel com todos os órgaos em seus corpos". Os casais israelitas pagam 20 mil dólares pola cada infante rumado adoptado. Teme-se que vários papéis de adopçom tenham sido falsificados, relata pulquérrimo Haaretz, que já tinha assinalado que "alguns médicos israelitas estavam implicados em transplantes ilegais de rins" em Turquia, Rumaria e outros países da Europa oriental.

Factos:

O passado 23 de Julho, em um operativo espectacular em New Jersey, a polícia judicial dos Estados Unidos deteve a 44 pessoas, incluídos cinco rabinos de Brooklyn, por lavagem de dinheiro, tráfico de rins e fabricaçom de carteiras falsas de desenho.

A lavagem de dinheiro do eixo Nova York-Tel Aviv (incluirá ao "México neoliberal"?) está já muito visto, polo que nos deteremos no menos conhecido tráfico de rins polos mesmos operadores criminosos, entre quem destaca o rabino Levy Izhak Rosenbaum, quem resultou um óptimo financeiro ao comprar os rins a os "doadores" no mercado negro por 10 mil dólares para os vender em 160 mil aos urgidos "receptores" (MSNBC; 24/7/09). Que bom negócio!

Nancy Scheper-Hughes, professor de antropologia da Universidade de Califórnia em Berkeley, tinha alertado ao FBI desde fai sete anos sobre a rede de tráfico de rins no mercado negro dos Estados Unidos polo rabino Levy Izhak Rosenbaum, quem chegou a colocar seu revólver na cabeça de os “doadores" arrependidos, em sua maioria oriunda de aldeias pobres de vários países da Europa oriental, em particular da Moldávia (Haaretz; 26/7/09).

Na Índia, compra-a dos rins dos miseráveis é mais barata: 2 mil dólares (Daily News: 27/7/09). Terá comprado rins índios o rabino criminoso Rosembaum para acrescentar os seus suculentos ganhos?

Dos quase 70 mil transplantes de rins que se realizam no mundo ao ano, 10 por cento prove do mercado negro. Nos Estados Unidos morreram no ano passado Quatro mil 540 pessoas em espera de um transplante de rim, o que tem feito florescer seu lucrativo mercado negro em todo mundo. Terá ramificaçons nos hospitais "privados" de México?

Scheper-Hughes alega que no hospital Monte Sinai de Nova York se realizavam os transplantes dos rins comprados polo rabino financeiro Rosenbaum.

Outras fontes mais ferozes –que invocam "a cumplicidade do governo israelita"–, como as de Joseph Cannon (Os carniceiros: a verdade oculta sobre o circuito de roubo de rins por Israel; 31/7/09), assinalam ao Albert Einstein Medical Center.

Nom pode existir tanta maldade ultra-concentrada no planeta polo que também nom seria improvável que o rabino criminoso Rosenbaum tenha abusado de seus dotes religiosos para enganar a suas correligionários médicos de Nova York e Tel Aviv.

Cannon evoca que em "o transcurso dos anos, muitos (sic) tem acusado a Israel de traficar com os órgaos dos palestinianos". Entre os "muitos" destacam os relatos macabros desde fai 21 anos do conotado autor britânico David Yallop (8/2 e 30/10 de 1988).

Canino exuma os vínculos entre Ilan Peri, suposto tratante do governo israelita (na gíria do Mossad: O Cavalo, quem opera a cobertura protectora das inmundicias governamentais), e o rabino financeiro Rosenbaum.

Jane’s (5/3/08), centro de pensamento militar britânico, expom o "mercado negro expansivo do tráfico de órgaos" dominado por "tratantes sem escrúpulos e facilitado polas legislaçons nacionais inadequadas, amplas práticas corruptas e a ausência geral de alerta cidadá sobre a extensom de seu comércio". Comenta que "o comércio ilegal de partes do corpo é amplamente dominado polos rins devido a sua grande demanda e por constituir os únicos órgaos maiores que podem ser transplantados inteiramente com poucos riscos relativos para o doador vivente".

Neste contexto de barbárie, Aftonbladet, o jornal sueco de maior circulaçom, reportou que "os soldados israelitas raptam a palestinianos para roubar seus órgaos", o qual provocou umha iracunda reacçom do governo israelita (Haaretz; 18/8/09). O autor, Donald Boström, vincula o roubo de rins palestinianos ao circuito criminoso do rabino Rosenbaum.

Na tardia, quam surpreendente exibiçom dos rabinos lavadores de dinheiro e traficantes de rins de Brooklyn, terá algo que ver seu pertence ao grupo ultra-religiosoxo Chabad-Lubavitch e sua aliança com o partido dirigente Shas, aliado do fundamentalista premiê do partido Likud, Bibi Netanyahu, quem tem declarado a guerra ao plano de paz de Obama?

Nom se pode esquecer a recente e indecente declaraçom de Manis Friedman, "o melhor dos rabinos de Chabad-Lubavitch" (segundo Nathaniel Popper do portal hebreu The Forward), quem incitou aos judeus a matar aos homens, mulheres, (sic) e meninos (supersic!) árabes durante a guerra: "a única maneira de combater umha guerra moral (supersic!) é ao estilo (sic) judeu: destruam seus lugares sagrados. Matem homens, mulheres e meninos (e seu ganhado)". Agregou sem desembaraço: "nom creio na moralidade ocidental" (Haaretz; 9/6/09). Melhor aqui detemos-nos.

 

23-08-2009

Link permanente 17:04:36, por José Alberte Email , 407 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

AFEGANISTÁM, a NATO e a sua farsa de sangue

Por Nazanín Amirian

Som possíveis eleiçons livres num País que agoniza baixo o terror dos talibans e a invasom de uns 100.000 soldados procedentes de 43 naçons que nom param de soltar bombas e mísseis sobre suas gentes? Afeganistám –que fai 30 anos era umha República Democrática e em 2001, com a ocupaçom, passou a ser umha República Islâmica tutelada por Estados Unidos– tem celebrado umhas eleiçons que longe de ser a culminaçom do processo democratizador do país, só servem a Washington para pintar de normalidade o caos absoluto, demonstrar a utilidade das agressons militares, legitimar a seus políticos fantoches e dar vás esperanças a este sofrido povo. Umha farsa organizada com uns 65 milhons de euros doados polos membros da Aliança Atlântica.

O presidente Obama, que nom se enreda com palavreados sobre a democracia ou os nom direitos da mulher afegá e centra sua prioridade na segurança (de suas tropas!), tem investido mais quatro vezes em operaçons militares que em reconstruir o destruído. Os atentados do 11-S de 2001, ano da criaçom da ambiciosa Organizaçom de Cooperaçom de Shangai por China e Rússia, lançaram à maior coaliçom militar da história, liderada polo Pentágono, a tomar o Afeganistám que, apesar de nom encontrar nem umha sozinha prova que o relacione com ditos atentados, segue ocupada.

Que Bin Laden nom aparecesse (como as armas de Saddam), e que Washington procurasse umha nova aliança com os talibans, apresentam a Afeganistám como um “dano colateral” de outros objectivos de EEUU: usá-lo de trampolim para fazer com o controle estratégico e energético de Eurasia, ponta de lança de operaçons militares na regiom e consolidar umha OTAN asiática. Hoje Afeganistám é o principal narco Estado do planeta; O PAÍS COM MAIOR NÚMERO DE CIVIS AFECTADOS POLA RADIOCTIVIDADE de toneladas de bombas proibidas descarregadas pola aviaçom invasora; O PAÍS ONDE TENHEM FUGIDO UNS CINCO MILHONS ( 5.000.000,.-) DE PESSOAS, DEIXANDO LÁ OUTRO TANTO DE VIÚVAS DE DE MENINOS ORFOS, QUE TENTAM AOS TRAFICANTES DE SEXO E DO ÓRGAOS; ONDE MORREM DE FAME UNS 400.000 MENINOS AO ANO e a esperança de vida nom atinge os 45 outonos; umha ditadura na que os críticos acabam em um de suas dezenas Guantánamos… Réquiem por Afeganistám.

Link permanente 16:39:15, por José Alberte Email , 264 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

ISRAEL, ESTADO NAZI-SIONISTA: Assassinar a palestinianos, extirpar-lhes os seus órgaos para os vender.

Rebelion.org

O jornal Aftonbladet, um dos mais populares da Suécia, informava na terça-feira 18 de agosto que os soldados do exército de ocupaçom israelita tinham estado matando jovens palestinianos em Cisjordânia para extirpar-lhes os seus órgaos e os vender. Na reportagem mostrava-se umha foto do corpo de umha vítima com umha longa costura desde o queixo ao abdome.

A reportagem cita as palavras da família de umha das vítimas que afirma que “a nossos filhos despojam-nos dos seus órgaos”. A reportagem estabelece também umha relaçom entre o tráfico ilegal de órgaos e um recente escândalo de corrupçom em Nova Jersey no que estám implicados altos cargos [israelitas] e rabinos.

O autor da reportagem, Donald Bostrom, fala das fortes suspeitas que há entre os palestinianos de que o exército israelita extirpou os órgaos dos jovens. Sugere que o Tribunal Internacional de Justiça de Haia deveria abrir umha investigaçom
Bostrom cita a umha testemunha palestiniana que descreve um caso em que o exército de ocupaçom israelita matou de um disparo a um jovem palestiniano de um povo de Cisjordânia e depois lhe extirpou os órgaos. A vítima palestiniana tem sido identificada como Bilal Ahmed Ghniyan. “Levou-lho um helicóptero militar e o exército trouxo-o cinco dias depois, morrido. Quando sua família o enterrou viu umha longa costura desde o estômago ao queixo”.

Bostrom também cita a outra testemunha que afirma que seus filhos foram utilizados como “doadores forçados de órgaos”.

Link permanente 00:13:11, por José Alberte Email , 630 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Ensaio

A RENDABILIDADE DA MORTE. A guerra permanente como negocio (1)

Iar.noticias/Manuel Freytas

Os 1,460 bilions de $ em despesas militares no planeta e a expansom geométrica dos ganhos dos consórcios da guerra da Europa e EEUU, som a prova mais irrefutável da relaçom simbiótica estabelecida entre o sistema capitalista com os conflitos armados e as ocupaçons militares. Um se retroalimenta dos outros, e ambos termos da equaçom conformam a pedra angular da existência mesma do sistema imperial que hoje controla o mundo. A somatória interactiva da rentabilidade comercial com as ocupaçons e despregues militares em alta escala, marca a sua vez o cenário da "guerra permanente" como umha lógica de sobrevivência irrenunciável do sistema capitalista.

Funcionalmente, o sistema capitalista (produto histórico da dominaçom do homem polo homem) nom se alimenta da paz senom da guerra concebida como o primeiro degrau das políticas e estratégias de dominaçom (sustento da exploraçom económica) a escala global.

É mais, os próprios processos históricos já incorporaram a "economia de guerra" (emergente da indústria da guerra) como um segmento fulcral da economia capitalista que em caso de colapsar arrastaria consigo a todo o sistema a escala global.

O 11-S nom somente instalou um novo sistema de controle social por médio da manipulaçom mediática com o "terrorismo", senom que ademais inaugurou umha "nova ordem internacional" (substitutivo da "guerra fria") baseado na "guerra contra terrorista" que serve de justificativa às novas estratégias expansionistas do Império norte-americano e das transnacionais capitalistas.

Com a lenda mediática de Bin Laden e o perigo do "terrorismo internacional", a partir de 11-S o Império norte-americano (potência locomotora unipolar do capitalismo desde a queda da URSS) lançou-se a novas conquistas militares de mercados justificadas na "guerra preventiva contra o terrorismo" e na nova doutrina de segurança de EEUU emergente depois dos atentados do 11-S.

Com as chamadas "guerras preventivas" iniciadas polos falcons depois do 11-S, nom somente se conquista militarmente senom que também se abrem novos ciclos de expansom e ganho capitalista nos novos mercados submetidos com o argumento da "guerra contra terrorista

As novas hipóteses de conflito com o "terrorismo" geram facturaçom bilonaria à indústria bélica constituída na pata complementar da rentabilidade capitalista transnacional.

Esta realidade, entre umha multiplicidade de elementos interactivos, explica porquê o actual capitalismo transnacionalizado (hegemonizado polo eixo USA UE) está centralmente determinado pola "guerra contra terroristaaa" como factor principal de continuidade e preservaçom de seu sistema de exploraçom económica.

A "guerra contra terrorista" e a carreira armamentista (nuclear e convencional) USA estám destinadas a alimentar os contratos e os ganhos dos consórcios agrupados nesse monstro chamado Complexo Militar Industrial norte-americano.

A expansom geométrica dos ganhos dos consórcios armamentistas do Complexo Industrial Militar estadounidense é a prova mais irrefutável da relaçom simbiótica de sobrevivência estabelecida entre o sistema capitalista sionista e os conflitos armados e as ocupaçons militares.

A conquista militar, ao mesmo tempo, é a chave primeiramente para um descomunal negócio capitalista "multifuncional e diversificado", onde o Império (através da "reconstruçom" do destruído) mobiliza umha maquinaria de ganho financeira, se apodera de recursos naturais (principalmente petróleo), vende armas, tecnologia, serviços, e modela hábitos consumistas na populaçom pudiente do país invadido (classes altas, médias altas) que se integram ao negócio das multinacionais do consumo.

Por médio de seus departamentos de investigaçom e de seus lobbies estatais na Casa Branca, o departamento de Defesa e o Congresso as corporaçons armamentistas geram demanda e novas necessidades de tecnologia armamentista às tropas ocupantes do Pentágono em todo o planeta.
 

19-08-2009

Link permanente 19:51:14, por José Alberte Email , 1231 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Ensaio

O MITO DA PRODUCTIVIDADE GRINGA - A VERDADE DOS SALÁRIOS REAIS

por Henry C.K. Liu /resistir.info

Sente que está a trabalhar mais arduamente do que antes? Não é só impressão sua. Ontem, o Bureau of Labor Statistics relatou um aumento de mais de 6 por cento na produtividade do trabalho (nos negócios; mais de 5 por cento na manufactura). Em teoria, mais produtividade significa mais riqueza e uma economia mais saudável, não é? Henry C.K. Liu, responsável do Instituto Roosevelt, diz: "Pense outra vez..."

A ideia do "boom de produtividade" não é nova. Mas nos EUA em certa medida é uma miragem pois o dinheiro conduziu o boom aparente. Não houve boom da produtividade nos EUA nas últimas duas décadas do século XX; houve um boom de importações que foi acompanhado por quedas de produtividade. Além disso, este boom foi conduzido não pelo crescimento espectacular da economia americana; foi conduzido sim pela dívida tomada emprestada dos países de baixos salários que produzem esta riqueza. A aceleração da produtividade foi cumprida foi alguém alhures que faz a produção sem obter a compensação adequada por ela. Por alguma razão isto foi chamado de "bolha".

Enquanto isso, os salários estado-unidenses caíram. O outsourcing não foi o único factor condutor da queda dos salários nos EUA. Mesmo quando a produtividade de um trabalhador médio dentro dos EUA avançou, os ganhos salariais horários estagnaram, ao passo que as elites económicas do país prosperaram com níveis de rendimento astronómicos. Os sectores da alta tecnologia, tecnologia da informação e serviços financeiros operavam no modelo dos baixos salários e altas opções por acções (stock options). Mesmo para investidores, a tendência tem sido favorecer a apreciação da acção em relação ao rendimento do dividendo. Mas isto desafia claramente um princípio básico de economia: O rendimento é tudo e o crescimento económico sem rendimento é uma fantasia.

Assim, quais os rendimentos que cresceram? É uma história familiar: em 2002, o presidente da Capital One Financial, Richard Fairbank, exerceu opções de US$3,6 milhões para ganhos de aproximadamente US$250, sobre os quais ele paga imposto pela taxa mais baixa de ganho de capital ao invés da taxa sobre o imposto de rendimento. O seu ganho pessoal excedeu os lucros corporativos anuais de mais da metade das companhias Fortune 1000, incluindo Goodyear Tire e Rubber, Reebok e Pier One. O pagamento mediano entre executivos chefe que dirigem a maior das 100 maiores companhias do país aumentou 25 por cento, para US$17,9 milhões em 2005.

O ganho médio para trabalhadores típicos dos EUA no mesmo período? Uns meros 3,1 por cento. Um inquérito do Federal Reserve mostra que entre 2001 e 2004 o rendimento médio dos trabalhadores estado-unidenses com licenciatura mal se moveram, ascendendo de US$72.300 para US$73.000, após correcção da inflação. Mesmo o antigo secretário do Tesouro Robert Rubin (que passou 26 anos na Goldman Sachs) observou durante o seu período no governo: "A prosperidade nem gotejou nem ondulou para fora. Entre 1973 e 2003, o PIB real per capita nos Estados aumentou 73 por cento, ao passo que a compensação horária mediana subiu apenas 13 por cento".

As receitas corporativas estado-unidenses atingiram alturas históricas porque os salários têm estado estagnados. As corporações foram inundadas com cash — mas elas recusaram-se a passá-lo para os seus trabalhadores. Ao invés disso, as corporações adoptaram esquemas de compra das próprias acções (share buybacks) com o excedente de caixa para elevar o valor de mercado das acções.

Os neo-populistas querem uma alternativa, uma que registe crescimentos pelo rendimento recebido pela classe média. Eles argumentam que o rendimento nacional tem fluído de forma cada mais desproporcionada para o lucro corporativo e para os ricos. Apelam a uma revisão da globalização conduzida pelos EUA e para novos termos de comércio que não coloquem o custo da expansão económica inteiramente sobre os pobres crónicos, os recém empobrecidos e os que não têm poderes, tanto internamente como globalmente. Apelam à regulação governamental nos termos de comércio para distribuir os benefícios mais equitativamente.

Eles precisam também acrescentar um ítem àquela agenda: um apelo à honestidade e transparência nas ferramentas que o governo americano utiliza para medir a riqueza nacional.

Os prazeres hedonísticos da América

Salários são medidos em relação a índices de preços, mas os índices de preços não são tão objectivos como eles parecem pensar. Métodos "hedonísticos" de apreçamento, utilizados para traduzir melhorias de qualidade em produtos em declínios de preços mesmo se os preços reais estão as ascender, estão efectivamente a inflacionar a riqueza individual e nacional.

Um exemplo: Automóveis que agora são vendidos por US$30 mil costumavam ser vendidos por US$10 mil, mas a taxa de inflação de automóveis é registada como declinante porque os carros são tecnicamente mais refinados. Supõe-se que o consumidor esteja a obter mais "carro" por dólar, não importa que US$10 mil agora já não compre qualquer carro. Rendas por apartamentos são registadas como declinantes mesmo quando os pagamentos de renda ascendem, porque os arrendatários põem ar condicionado, casas de banho com mármores, cozinhas de granito e vistas do alto do prédio.

A comida comprada pronta? Os preços podem subir — sem inflação. O apreçamento hedonístico impede os assalariados de desfrutar qualquer prazer hedonístico com os seus salários estagnados, porque na realidade os salários estão a cair mais depressa do que os preços dos bens. É assim que o iPhone pode parecer um bom negócio, mas só se você não fizer o cálculo matemático e entender quantas horas de trabalho são precisas para pagar um.

Como esta técnica de medir está a ser estendida a um número crescente de bens, ela tornou-se um factor importante na redução da taxa de inflação nos EUA e intrinsecamente eleva o crescimento do PIB nominal quando o PIB real pode realmente declinar. Mas o seu efeito geral sobre o acompanhamento da é mantido secreto para o público. Os ajustamentos hedonísticos para hardware e software informativo só por si permitem explicar muito dos "milagres" de crescimento e produtividade da última década.

O apreçamento hedonístico, ao manter a taxa de inflação oficial significativamente mais baixa do que a realidade, não só desempenhou um papel chave na alimentação do boom do mercado de acções como também agigantou o excedente orçamental durante os anos Bill Clinton e subestimou o défice de George W. Bush. Tal indexação reduz os pagamentos de segurança social e os benefícios sociais uniformemente e enfraquece os ajustamentos salariais relacionados com a inflação. E, mais essencialmente, os preços hedonísticos mais baixos em computadores e gadgets electrónicos são pagos com menos dinheiro para comida e habitação de idosos, de desempregados e de indigentes, bem como do trabalhador médio.

Leve o assunto a uma reunião na municipalidade.

<< 1 ... 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 ... 88 >>

Agosto 2015
Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
 << <   > >>
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            

Busca

Feeds XML

Ferramentas do usuário

multiblog engine