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23-08-2009

Link permanente 17:04:36, por José Alberte Email , 407 palavras   Português (GZ)
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AFEGANISTÁM, a NATO e a sua farsa de sangue

Por Nazanín Amirian

Som possíveis eleiçons livres num País que agoniza baixo o terror dos talibans e a invasom de uns 100.000 soldados procedentes de 43 naçons que nom param de soltar bombas e mísseis sobre suas gentes? Afeganistám –que fai 30 anos era umha República Democrática e em 2001, com a ocupaçom, passou a ser umha República Islâmica tutelada por Estados Unidos– tem celebrado umhas eleiçons que longe de ser a culminaçom do processo democratizador do país, só servem a Washington para pintar de normalidade o caos absoluto, demonstrar a utilidade das agressons militares, legitimar a seus políticos fantoches e dar vás esperanças a este sofrido povo. Umha farsa organizada com uns 65 milhons de euros doados polos membros da Aliança Atlântica.

O presidente Obama, que nom se enreda com palavreados sobre a democracia ou os nom direitos da mulher afegá e centra sua prioridade na segurança (de suas tropas!), tem investido mais quatro vezes em operaçons militares que em reconstruir o destruído. Os atentados do 11-S de 2001, ano da criaçom da ambiciosa Organizaçom de Cooperaçom de Shangai por China e Rússia, lançaram à maior coaliçom militar da história, liderada polo Pentágono, a tomar o Afeganistám que, apesar de nom encontrar nem umha sozinha prova que o relacione com ditos atentados, segue ocupada.

Que Bin Laden nom aparecesse (como as armas de Saddam), e que Washington procurasse umha nova aliança com os talibans, apresentam a Afeganistám como um “dano colateral” de outros objectivos de EEUU: usá-lo de trampolim para fazer com o controle estratégico e energético de Eurasia, ponta de lança de operaçons militares na regiom e consolidar umha OTAN asiática. Hoje Afeganistám é o principal narco Estado do planeta; O PAÍS COM MAIOR NÚMERO DE CIVIS AFECTADOS POLA RADIOCTIVIDADE de toneladas de bombas proibidas descarregadas pola aviaçom invasora; O PAÍS ONDE TENHEM FUGIDO UNS CINCO MILHONS ( 5.000.000,.-) DE PESSOAS, DEIXANDO LÁ OUTRO TANTO DE VIÚVAS DE DE MENINOS ORFOS, QUE TENTAM AOS TRAFICANTES DE SEXO E DO ÓRGAOS; ONDE MORREM DE FAME UNS 400.000 MENINOS AO ANO e a esperança de vida nom atinge os 45 outonos; umha ditadura na que os críticos acabam em um de suas dezenas Guantánamos… Réquiem por Afeganistám.

Link permanente 16:39:15, por José Alberte Email , 264 palavras   Português (GZ)
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ISRAEL, ESTADO NAZI-SIONISTA: Assassinar a palestinianos, extirpar-lhes os seus órgaos para os vender.

Rebelion.org

O jornal Aftonbladet, um dos mais populares da Suécia, informava na terça-feira 18 de agosto que os soldados do exército de ocupaçom israelita tinham estado matando jovens palestinianos em Cisjordânia para extirpar-lhes os seus órgaos e os vender. Na reportagem mostrava-se umha foto do corpo de umha vítima com umha longa costura desde o queixo ao abdome.

A reportagem cita as palavras da família de umha das vítimas que afirma que “a nossos filhos despojam-nos dos seus órgaos”. A reportagem estabelece também umha relaçom entre o tráfico ilegal de órgaos e um recente escândalo de corrupçom em Nova Jersey no que estám implicados altos cargos [israelitas] e rabinos.

O autor da reportagem, Donald Bostrom, fala das fortes suspeitas que há entre os palestinianos de que o exército israelita extirpou os órgaos dos jovens. Sugere que o Tribunal Internacional de Justiça de Haia deveria abrir umha investigaçom
Bostrom cita a umha testemunha palestiniana que descreve um caso em que o exército de ocupaçom israelita matou de um disparo a um jovem palestiniano de um povo de Cisjordânia e depois lhe extirpou os órgaos. A vítima palestiniana tem sido identificada como Bilal Ahmed Ghniyan. “Levou-lho um helicóptero militar e o exército trouxo-o cinco dias depois, morrido. Quando sua família o enterrou viu umha longa costura desde o estômago ao queixo”.

Bostrom também cita a outra testemunha que afirma que seus filhos foram utilizados como “doadores forçados de órgaos”.

Link permanente 00:13:11, por José Alberte Email , 630 palavras   Português (GZ)
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A RENDABILIDADE DA MORTE. A guerra permanente como negocio (1)

Iar.noticias/Manuel Freytas

Os 1,460 bilions de $ em despesas militares no planeta e a expansom geométrica dos ganhos dos consórcios da guerra da Europa e EEUU, som a prova mais irrefutável da relaçom simbiótica estabelecida entre o sistema capitalista com os conflitos armados e as ocupaçons militares. Um se retroalimenta dos outros, e ambos termos da equaçom conformam a pedra angular da existência mesma do sistema imperial que hoje controla o mundo. A somatória interactiva da rentabilidade comercial com as ocupaçons e despregues militares em alta escala, marca a sua vez o cenário da "guerra permanente" como umha lógica de sobrevivência irrenunciável do sistema capitalista.

Funcionalmente, o sistema capitalista (produto histórico da dominaçom do homem polo homem) nom se alimenta da paz senom da guerra concebida como o primeiro degrau das políticas e estratégias de dominaçom (sustento da exploraçom económica) a escala global.

É mais, os próprios processos históricos já incorporaram a "economia de guerra" (emergente da indústria da guerra) como um segmento fulcral da economia capitalista que em caso de colapsar arrastaria consigo a todo o sistema a escala global.

O 11-S nom somente instalou um novo sistema de controle social por médio da manipulaçom mediática com o "terrorismo", senom que ademais inaugurou umha "nova ordem internacional" (substitutivo da "guerra fria") baseado na "guerra contra terrorista" que serve de justificativa às novas estratégias expansionistas do Império norte-americano e das transnacionais capitalistas.

Com a lenda mediática de Bin Laden e o perigo do "terrorismo internacional", a partir de 11-S o Império norte-americano (potência locomotora unipolar do capitalismo desde a queda da URSS) lançou-se a novas conquistas militares de mercados justificadas na "guerra preventiva contra o terrorismo" e na nova doutrina de segurança de EEUU emergente depois dos atentados do 11-S.

Com as chamadas "guerras preventivas" iniciadas polos falcons depois do 11-S, nom somente se conquista militarmente senom que também se abrem novos ciclos de expansom e ganho capitalista nos novos mercados submetidos com o argumento da "guerra contra terrorista

As novas hipóteses de conflito com o "terrorismo" geram facturaçom bilonaria à indústria bélica constituída na pata complementar da rentabilidade capitalista transnacional.

Esta realidade, entre umha multiplicidade de elementos interactivos, explica porquê o actual capitalismo transnacionalizado (hegemonizado polo eixo USA UE) está centralmente determinado pola "guerra contra terroristaaa" como factor principal de continuidade e preservaçom de seu sistema de exploraçom económica.

A "guerra contra terrorista" e a carreira armamentista (nuclear e convencional) USA estám destinadas a alimentar os contratos e os ganhos dos consórcios agrupados nesse monstro chamado Complexo Militar Industrial norte-americano.

A expansom geométrica dos ganhos dos consórcios armamentistas do Complexo Industrial Militar estadounidense é a prova mais irrefutável da relaçom simbiótica de sobrevivência estabelecida entre o sistema capitalista sionista e os conflitos armados e as ocupaçons militares.

A conquista militar, ao mesmo tempo, é a chave primeiramente para um descomunal negócio capitalista "multifuncional e diversificado", onde o Império (através da "reconstruçom" do destruído) mobiliza umha maquinaria de ganho financeira, se apodera de recursos naturais (principalmente petróleo), vende armas, tecnologia, serviços, e modela hábitos consumistas na populaçom pudiente do país invadido (classes altas, médias altas) que se integram ao negócio das multinacionais do consumo.

Por médio de seus departamentos de investigaçom e de seus lobbies estatais na Casa Branca, o departamento de Defesa e o Congresso as corporaçons armamentistas geram demanda e novas necessidades de tecnologia armamentista às tropas ocupantes do Pentágono em todo o planeta.
 

19-08-2009

Link permanente 19:51:14, por José Alberte Email , 1231 palavras   Português (GZ)
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O MITO DA PRODUCTIVIDADE GRINGA - A VERDADE DOS SALÁRIOS REAIS

por Henry C.K. Liu /resistir.info

Sente que está a trabalhar mais arduamente do que antes? Não é só impressão sua. Ontem, o Bureau of Labor Statistics relatou um aumento de mais de 6 por cento na produtividade do trabalho (nos negócios; mais de 5 por cento na manufactura). Em teoria, mais produtividade significa mais riqueza e uma economia mais saudável, não é? Henry C.K. Liu, responsável do Instituto Roosevelt, diz: "Pense outra vez..."

A ideia do "boom de produtividade" não é nova. Mas nos EUA em certa medida é uma miragem pois o dinheiro conduziu o boom aparente. Não houve boom da produtividade nos EUA nas últimas duas décadas do século XX; houve um boom de importações que foi acompanhado por quedas de produtividade. Além disso, este boom foi conduzido não pelo crescimento espectacular da economia americana; foi conduzido sim pela dívida tomada emprestada dos países de baixos salários que produzem esta riqueza. A aceleração da produtividade foi cumprida foi alguém alhures que faz a produção sem obter a compensação adequada por ela. Por alguma razão isto foi chamado de "bolha".

Enquanto isso, os salários estado-unidenses caíram. O outsourcing não foi o único factor condutor da queda dos salários nos EUA. Mesmo quando a produtividade de um trabalhador médio dentro dos EUA avançou, os ganhos salariais horários estagnaram, ao passo que as elites económicas do país prosperaram com níveis de rendimento astronómicos. Os sectores da alta tecnologia, tecnologia da informação e serviços financeiros operavam no modelo dos baixos salários e altas opções por acções (stock options). Mesmo para investidores, a tendência tem sido favorecer a apreciação da acção em relação ao rendimento do dividendo. Mas isto desafia claramente um princípio básico de economia: O rendimento é tudo e o crescimento económico sem rendimento é uma fantasia.

Assim, quais os rendimentos que cresceram? É uma história familiar: em 2002, o presidente da Capital One Financial, Richard Fairbank, exerceu opções de US$3,6 milhões para ganhos de aproximadamente US$250, sobre os quais ele paga imposto pela taxa mais baixa de ganho de capital ao invés da taxa sobre o imposto de rendimento. O seu ganho pessoal excedeu os lucros corporativos anuais de mais da metade das companhias Fortune 1000, incluindo Goodyear Tire e Rubber, Reebok e Pier One. O pagamento mediano entre executivos chefe que dirigem a maior das 100 maiores companhias do país aumentou 25 por cento, para US$17,9 milhões em 2005.

O ganho médio para trabalhadores típicos dos EUA no mesmo período? Uns meros 3,1 por cento. Um inquérito do Federal Reserve mostra que entre 2001 e 2004 o rendimento médio dos trabalhadores estado-unidenses com licenciatura mal se moveram, ascendendo de US$72.300 para US$73.000, após correcção da inflação. Mesmo o antigo secretário do Tesouro Robert Rubin (que passou 26 anos na Goldman Sachs) observou durante o seu período no governo: "A prosperidade nem gotejou nem ondulou para fora. Entre 1973 e 2003, o PIB real per capita nos Estados aumentou 73 por cento, ao passo que a compensação horária mediana subiu apenas 13 por cento".

As receitas corporativas estado-unidenses atingiram alturas históricas porque os salários têm estado estagnados. As corporações foram inundadas com cash — mas elas recusaram-se a passá-lo para os seus trabalhadores. Ao invés disso, as corporações adoptaram esquemas de compra das próprias acções (share buybacks) com o excedente de caixa para elevar o valor de mercado das acções.

Os neo-populistas querem uma alternativa, uma que registe crescimentos pelo rendimento recebido pela classe média. Eles argumentam que o rendimento nacional tem fluído de forma cada mais desproporcionada para o lucro corporativo e para os ricos. Apelam a uma revisão da globalização conduzida pelos EUA e para novos termos de comércio que não coloquem o custo da expansão económica inteiramente sobre os pobres crónicos, os recém empobrecidos e os que não têm poderes, tanto internamente como globalmente. Apelam à regulação governamental nos termos de comércio para distribuir os benefícios mais equitativamente.

Eles precisam também acrescentar um ítem àquela agenda: um apelo à honestidade e transparência nas ferramentas que o governo americano utiliza para medir a riqueza nacional.

Os prazeres hedonísticos da América

Salários são medidos em relação a índices de preços, mas os índices de preços não são tão objectivos como eles parecem pensar. Métodos "hedonísticos" de apreçamento, utilizados para traduzir melhorias de qualidade em produtos em declínios de preços mesmo se os preços reais estão as ascender, estão efectivamente a inflacionar a riqueza individual e nacional.

Um exemplo: Automóveis que agora são vendidos por US$30 mil costumavam ser vendidos por US$10 mil, mas a taxa de inflação de automóveis é registada como declinante porque os carros são tecnicamente mais refinados. Supõe-se que o consumidor esteja a obter mais "carro" por dólar, não importa que US$10 mil agora já não compre qualquer carro. Rendas por apartamentos são registadas como declinantes mesmo quando os pagamentos de renda ascendem, porque os arrendatários põem ar condicionado, casas de banho com mármores, cozinhas de granito e vistas do alto do prédio.

A comida comprada pronta? Os preços podem subir — sem inflação. O apreçamento hedonístico impede os assalariados de desfrutar qualquer prazer hedonístico com os seus salários estagnados, porque na realidade os salários estão a cair mais depressa do que os preços dos bens. É assim que o iPhone pode parecer um bom negócio, mas só se você não fizer o cálculo matemático e entender quantas horas de trabalho são precisas para pagar um.

Como esta técnica de medir está a ser estendida a um número crescente de bens, ela tornou-se um factor importante na redução da taxa de inflação nos EUA e intrinsecamente eleva o crescimento do PIB nominal quando o PIB real pode realmente declinar. Mas o seu efeito geral sobre o acompanhamento da é mantido secreto para o público. Os ajustamentos hedonísticos para hardware e software informativo só por si permitem explicar muito dos "milagres" de crescimento e produtividade da última década.

O apreçamento hedonístico, ao manter a taxa de inflação oficial significativamente mais baixa do que a realidade, não só desempenhou um papel chave na alimentação do boom do mercado de acções como também agigantou o excedente orçamental durante os anos Bill Clinton e subestimou o défice de George W. Bush. Tal indexação reduz os pagamentos de segurança social e os benefícios sociais uniformemente e enfraquece os ajustamentos salariais relacionados com a inflação. E, mais essencialmente, os preços hedonísticos mais baixos em computadores e gadgets electrónicos são pagos com menos dinheiro para comida e habitação de idosos, de desempregados e de indigentes, bem como do trabalhador médio.

Leve o assunto a uma reunião na municipalidade.

08-08-2009

Link permanente 15:14:14, por José Alberte Email , 759 palavras   Português (GZ)
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POR QUÊ O CAPITALISMO FAI A GUERRA E NOM O AMOR? - II –

Contrariamente ao que pregoam analistas e modernos sacerdotes pacifistas do sistema, o ideário de realizaçom da civilizaçom imperial capitalista nom se baseia na busca da (idílica) "paz social", senom na busca da (pragmática) guerra militar como factor primário de dominaçom e controle a escala global. O capitalismo só fai a "paz" quando tem ganhada a guerra.
Por Manuel Freytas /Iar-noticias

A guerra por outras vias

Desde a pré-história até a actualidade, todas as civilizaçons dominantes se valeram da guerra imperialista para controlar e dominar:

A) Territórios (conquista territorial) = Controle político

B) Recursos naturais (conquista de recursos) = Controle económico

C) Sociedades (conquista das sociedades) = Controle social

D) Indivíduos (conquista das mentes) = Controle ideológico

Os impérios antigos (Grécia, Roma) só tinham chegado à conquista territorial (guerra militar) e à conquista de recursos (guerra económica), e mal tinham tocado o primeiro estádio da guerra social (conquista da sociedade), impondo seus idiomas ou suas crenças religiosas nos territórios conquistados (caso do latim com Roma, ou caso da religiom católica com os impérios da Idade Média).

Com o Império do sistema capitalista, a guerra polo domínio e o controle completa o ciclo evolutivo com a guerra social (conquista das sociedades) e a guerra psicológica (conquista das mentes).

Esta instância de guerra polo controle e o domínio das sociedades e das mentes, possibilita-se pola chegada da Revoluçom Industrial no século XIX, que depois conduziu à Revoluçom Tecnológica e Informática do século XX.

Isto é que a guerra polo domínio e controle das sociedades e das mentes, só se produziu a partir da interacçom funcional da tecnologia mediática (meios de comunicaçom) e da informática (electrónica e computaçom) orientada a um objectivo de controle e domínio mediante uma estratégia comunicacional.

Esses três factores (meios de comunicaçom, electrónica e computaçom, e estratégias comunicacionais) possibilitaram que a guerra polo controle e o domínio imperial capitalista tocasse seu máximo estádio de desenvolvimento estratégico: a Guerra de Quarta Geraçom.

Porquê o capitalismo nom pode prescindir da guerra militar

O desenvolvimento tecnológico e informático, a globalizaçom da mensagem e as capacidades para influir na opiniom pública mundial, converteram à Guerra Psicológica mediática na arma estratégica dominante da 4GW (Guerra de Quarta Geraçom), à que se agrega uma variante "contra-terrorista" depois dos ataques explosivos do 11-S em EEUU.

Desta maneira, e a partir de 11-S norte-americano, a "Guerra Psicológica" (com sua variante a "Guerra Contra-terrorista") conforma a coluna vertebral estratégica da Guerra de Quarta Geraçom, com os Meios de Comunicaçom convertidos nos novos exércitos de conquista.

A Guerra Psicológica define o estádio superior das estratégias de controle e dominaçom ensaiadas até agora polos sistemas imperialistas (dominaçom do homem polo homem) que se foram sucedendo até chegar ao sistema capitalista.

E porquê neste estádio avançado do controle social sem o uso das armas o capitalismo nom pode prescindir do uso da guerra militar?

Por três razões precisas que a justificam:

A) As guerras e os conflitos militares alimentam aos complexos militares e a indústria bélica (com facturaçom bilhonaria) constituída na pata complementar da rentabilidade capitalista transnacional.

B) Os conflitos inter-capitalistas por petróleo e recursos estratégicos essenciais para a sobrevivência futura das potências só se resolvem em última instância (e a nível de desenlace) pola guerra militar.

C) Somente o aparelho e o arsenal militar nuclear garantem efectivamente a sobrevivência do Estado imperial e das potências centrais, que sem a supremacia do poder militar seriam engolidos e destruídos polo resto dos países que integram o sistema a nível planetário.

Esta realidade fáctica, entre uma multiplicidade de factores interactivos, explica porquê o capitalismo (até seu desaparecimento) está centralmente determinado pola guerra militar como factor primário de domínio e de preservaçom de seu sistema económico de exploraçom do homem polo homem.

Neste cenário, marcado pola lei e as contradiçons de sua própria sobrevivência, o sistema capitalista está condenado a viver na "guerra permanente", e, conseqüentemente só há paz" no microchip instalado no cérebro dos colonizados mediáticos que alimentam a roda do domínio sem o uso das armas.

06-08-2009

Link permanente 22:00:38, por José Alberte Email , 1171 palavras   Português (GZ)
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POR QUE O CAPITALISMO FAI A GUERRA E NOM O AMOR? - I -

Contrariamente ao que pregoam analistas e modernos sacerdotes pacifistas do sistema, o ideário de realizaçom da civilizaçom imperial capitalista nom se baseia na busca da (idílica) "paz social", senom na busca da (pragmática) guerra militar como factor primário de dominaçom e controle a escala global. O capitalismo só fai a "paz" quando tem ganhada a guerra.

Por Manuel Freytas /Iar-noticias

A "paz social" (substância matriz do "sistema democrático" de domínio vigente) nom surge a priori como um objectivo, senom como um bom resultante do controle militar sobre as resistências sociais que o sistema capitalista estabelece para manter as suas estratégias de exploraçom do homem polo homem e de concentraçom de riqueza em poucas maos.

"Fazer o amor e nom a guerra", é um mito pacifista que se subverte dentro da necessidade histórica do sistema capitalista de lançar guerras militares permanentes como método de conquista e apropriaçom primária de mercados e de matérias primas para o sustento de sua estrutura económica productiva imperial.

O sistema capitalista (produto histórico da dominaçom do homem polo homem) nom se alimenta da paz senom da guerra concebida como o primeiro degrau das políticas e estratégias de dominaçom (sustento da exploraçom económica) a escala global.

É mais, os próprios processos históricos já incorporaram a "economia de guerra" (emergente da indústria da guerra) como um segmento fulcral da economia capitalista que em caso de colapsar arrastaria consigo a todo o sistema a escala global.

A guerra e o domínio
A história da humanidade, é a história da conquista e da dominaçom do homem polo homem em diferentes etapas e graus de evoluçom que decorrem do simples ao complexo.

O controle do oponente é a base do domínio, a nível do homem e seu meio primeiro, e dos sistemas (políticos, económicos e sociais) que regem as sociedades, depois.

Quando o primeiro homem primitivo controlou e dominou por médio da força a outro, estava a estabelecer o princípio da dominaçom do homem polo homem que regeu o desenvolvimento de todas as civilizaçons imperialistas conhecidas até agora, e cuja máxima expressom de desenvolvimento estratégico se dá com o sistema capitalista.

A busca do controle e do domínio, a sua vez, definem o carácter imperialista das diferentes civilizaçons (incluída a capitalista) que foram marcando a evoluçom e o traçado da história humana a partir do domínio hegemónico.

As diferentes "civilizaçons" ao longo da história nom foram produto da livre criaçom do espírito e da mente humana, senom um emergente de estratégias e políticas orientadas à conquista (militar, económica, política e social) das classes mais poderosas sobre os estamentos mais fracos da populaçom humana.

A guerra, o uso e o controle do poder militar, a capacidade de destruiçom em massa, foi o factor primário que possibilitou (por médio das conquistas) que grupos reduzidos de indivíduos (as "classes dominantes") impusessem sua vontade sobre as maiorias e as condenassem à servidom e o escravismo.

Desde a antigüidade, passando por Grécia e Roma até o "sistema capitalista", as guerras fôrom ferramentas estratégicas (piares) para a construçom dos diferentes sistemas de domínio baseados no controle em massa de populaçons para concentrar (por médio da exploraçom do trabalho social) poder e riquezas económicas.

Historicamente, os "ricos" (a concentraçom do poder económico) nom nascérom dum repolo, senom que som o emergente evolutivo e dum sistema de domínio do homem polo homem (o controle e o domínio sobre os "pobres") que descansa em última instância na concentraçom do poder militar e na capacidade para fazer a guerra.

Se EEUU nom contasse com a maquinaria nuclear militar do Pentágono, cinco frotas (avions, barcos e submarinos) com poder nuclear e 800 bases militares distribuídas por todo o planeta com capacidade de destruir várias vezes a terra, a sua poderio imperial económico financeiro nom tivesse podido existir.

O dólar nom é a "moeda patrom" do sistema capitalista por méritos próprios, senom porque detrás seu acha-se o poderio nuclear militar de EEUU que oficia de gendarme armado para o sustenta do sistema.

Num cenário sempre mudante e constante, as guerras (imperiais) evoluíram da colonizaçom militar à colonizaçom de cérebros, sem perder seu objectivo primário de conquistar e controlar para dominar.

Por isso a dinâmica funcional da história humana (em todos seus estádios) se rege polas estratégias de controle e dominaçom desenvolvidas por médio das guerras imperiais.

E contrariamente ao que pregoam os modernos "pacifistas" a ferro-forte, as guerras nom se fam para matar senom que se fam para controlar e dominar. Os massacres militares nom som um objectivo a priori, senom um resultante do objectivo a priori da busca do controle e do domínio militar.

Ou seja que, em primeiro lugar, e segundo o que surge como comprovaçom fáctica e estatística de qualquer estudo estratégico, as guerras imperiais nom se fam para matar, senom para controlar e dominar.

Em segundo lugar, a destruiçom material e os genocídios humanos que produzem as guerras (de conquista imperial) vêm como consequência da busca de controle e domínio sobre um oponente que resiste, e nom ao revés.

Portanto, as guerras (de conquista imperial) nom se planificam para matar, senom para apoderar dum objectivo estratégico seguindo a motivaçom imperialista central de controlar para dominar, e seu conceito de aplicaçom vai desde territórios até sociedades e homens.

Toda a acçom de dominaçom do homem polo homem (implícita na guerra de conquista imperial) rege-se por um axioma estratégico: para dominar, primeiro há que controlar por médio da guerra.

O que planeia umha guerra de conquista nom o faz para destruir, senom que o faz com um objectivo estratégico de controlar e dominar alvos de apropriaçom traçados de antemao, sejam territórios (guerra militar), recursos económicos e mercados (guerra económica), países e sociedades (guerra social), ou mentes (guerra psicológica).

Ao invés do que crê a maioria, o bom resultado das guerras nom se mede pola destruiçom militar, senom pola consecuçom dos objectivos com o menor custo de destruiçom física ou de vidas humanas.

Vale como exemplo a operaçom militar Chumbo Sólido que Israel lançou sobre Gaza, em janeiro passado, que foi lançada para controlar e/ou exterminar a Hamás, mas terminou em umha derrota e em um falhanço internacional para o estado judeu polo massacre de civis inocentes e a destruiçom de infra-estrutura na que derivou.

22-07-2009

Link permanente 00:10:14, por José Alberte Email , 462 palavras   Português (GZ)
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A POBREZA MUNDIAL E OS GANHOS CAPITALISTAS

Iar-noticias

Para a imprensa do sistema o aumento da pobreza mundial e o aumento da riqueza em maos da oligarquia internacional nom som processos inversamente proporcionais que se retroalimentam a nível de causa e efeito.

Pobreza que se expande a escala global, e riqueza (activos empresariais e fortunas pessoais) que se concentra em poucas maos nom têm nada que ver um com o outro, vam por vias separadas. Que as fortunas pessoais dos "mais ricos" do ranking Forbes dupliquem o PBI mundial, nom tem nada que ver com a existência de 3000 milhons de pessoas (a metade do planeta) que padecem pobreza estrutural", ou das 1000 milhons que nom cobrem suas necessidades básicas de alimentaçom e sobrevivência no mundo. Os extremos nunca se tocam, o grande segredo para publicar relatórios sobre pobreza e riqueza sem que apareçam as causas estruturais da existência de ricos e pobres.
Enquanto o Departamento de Agricultura estadunidense (ERS) informa-nos que mais de 80 milhons de pessoas se converteram em populaçom mundial em risco de falta de alimentos ao longo do ano passado em consequência da suba dos preços da energia e dos alimentos, outra informaçom consigna que a maioria dos grandes bancos estadunidenses (Citigroup, Morgan Stanley, Bank of América, Goldamn Sach, JPMorgan Chase, etc) têm colheitado ganhos siderais pese à crise económica recessiva que derruba à economia real.

Todas estas instituiçons maes do sionismo financeiro USA, reportaram rendimentos exorbitantes no segundo trimestre, e se configurarom como as "grandes ganhadoras" entre os que fazem negócios com a crise recessiva na primeira potência imperial.

Por suposto, que entre ambas notícias (a fome mundial e os ganhos capitalistas) nom se consigna (como detalhe) que umha porçom significativa dos rendimentos bancários do segundo trimestre provem da especulaçom financeira com o petróleo e as matérias primas nos "mercados a futuro" que volta a impactar como suba no preço dos alimentos e da energia mundial.

Segundo o relatório oficial estadunidense, as perspectivas (da fome mundial) som muito piores se aplicam-se as prediçons do Fundo Monetário Internacional (FMI) que adverte que o número de pessoas em risco incrementar-se-ia nada menos que em um 12 por cento ao longo de 2009: 97 milhons de pessoas, sendo a América Latina e o Caribe as regions mais afectadas, já que dez milhons de seus residentes passariam a fazer parte do grupo afectado pola insegurança alimentaria.

Por suposto que a "insegurança alimentaria" nada tem que ver com o mercado de commodities para a "falsimedia", onde, segundo estimaçons do Senado USA, em março de 2008 diariamente se especulava com US$8.600 milhons, e em um só dia se especulava tanto como em 20 dias do 2003.

20-07-2009

Link permanente 22:00:28, por José Alberte Email , 348 palavras   Português (GZ)
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SAQUEIO PLANETÁRIO: Os bancos salvam-se a si mesmos

Iar-noticias

Festa dos "resgates": A economia USA derruba-se dançando no Titanic da Bolsa

O custo deste monumental negócio capitalista com a "crise económica" (que já se exporta desde EEUU e Europa aos países da periferia da Ásia, África e América Latina) é financiado com o dinheiro dos impostos pagos polo conjunto da sociedade.
 
             Os bilionários pacotes de estímulo com fundos públicos (dinheiro dos impostos) lançados polos governos centrais tem ido a parar aos mercados financeiros criando umha "borbulha" especulativa que fai subir as carteiras desde há quatro meses, enquanto o resto da economia, principalmente em EEUU e Europa, desabam-se com baixa do consumo e despedimentos de trabalhadores de jeito maciço.. Pola sua vez, a especulaçom desatada com os fundos públicos impacta no custo dos alimentos e da energia gerando inflaçom e aprofundando a baixa do consumo, retroalimentando a sua vez o processo recessivo na economia USA, que se derruba dançando no Titanic da "euforia da Bolsa".

Trata-se, em soma, de umha "socializaçom das perdas" para subsidiar um "novo ciclo de ganhos privadas" com o Estado como ferramenta de execuçom, mediante o qual os mega consórcios mais fortes (os ganhadores da crise) se deglutem aos mais débeis e geram um novo processo de reestruturaçom e concentraçom do sistema capitalista.

Mediante o "resgate financeiro", os Estados imperiais USA-UE reciclam umha nova "borbulha" de ganâncias nom já com dinheiro especulativo proveniente do sector privado, senom que ponhem compulsivamente os recursos públicos ao serviço de um novo ciclo de rentabilidade capitalista à margem de umha ascendente crise da economia real que marcha por via paralela.

Neste cenário, um relatório oficial difundido no domingo demonstra que os fundos bilionários dos estímulos nom fôrom utilizados para umha reactivaçom da economia real (traduzida em créditos para o consumo e a geraçom de empregos) senom que foram utilizados polo conjunto das entidades bancárias USA como ferramenta de capitalizaçom e de especulaçom no mercado financeiro.

16-07-2009

Link permanente 20:16:53, por José Alberte Email , 477 palavras   Português (GZ)
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As cinco regras da PROPAGANDA DE GUERRA

Roteiro para descodificar a informação

por Michel Collon
Em cada guerra, golpe de Estado ou agressão efectuada pelo Ocidente, os grandes media aplicam estas cinco "regras da propaganda de guerra". Utilize esta grelha de leitura nos próximos conflitos. Ficará impressionando por reencontrá-las todas as vezes: 1- Esconder a História. 2- Esconder os interesses económicos. 3- Diabolizar o adversário. 4- Branquear os nossos governos e os seus protegidos. 5- Monopolizar a informação, excluir o verdadeiro debate.


Aplicação ao caso de Honduras

1- Esconder a História. Honduras é o exemplo perfeito da "república bananeira" nas mãos dos EUA. A dependência e a pilhagem colonial provocaram um enorme fosso entre ricos e pobres. Segundo a ONU, 77% são pobres. O exército hondurenho foi formado e enquadrado – até nos piores crimes – pelo Pentágono. O embaixador estado-unidense John Negroponte (1981-1985) era chamado "o vice-rei de Honduras".

2- Esconder os interesses económicos. Hoje, as multinacionais estado-unidenses (banana Chiquita, café, petróleo, farmácia, ...) querem impedir este país de conquistar a sua independência económica e política. A América do Sul une-se e vira à esquerda, mas Washington quer impedir que a América Central siga pelo mesmo caminho.

3- Diabolisar o adversário. Os media acusaram o presidente Zelaya de pretender fazer-se reeleger para preparar uma ditadura. Silêncio sobre os seus projectos sociais: aumento do salário mínimo, luta contra a hiper-exploração nas fábricas-prisão das firmas estado-unidenses, diminuição do preço dos medicamentos, ajuda aos camponeses oprimidos. Silêncio sobre a sua recusa de encobrir os actos terroristas made in CIA. Silêncio sobre a impressionante resistência popular.

4. Branquear os nossos governos e os seus protegidos. Esconde-se o financiamento do putsch pela CIA. Apresenta-se Obama como neutro quando ele se recusou a encontrar e apoiar o presidente Zelaya. Se ele houvesse aplicado a lei e suprimido a ajuda estado-unidense às Honduras, o golpe teria sido rapidamente sufocado. Le Monde e a maior parte dos media branquearam a ditadura militar falando de "conflito entre poderes". As imagens de repressão sangrenta não são mostradas ao público. Logo, um contraste gritante entre a diabolização do Irão e a discreção sobre o golpe de Estado hondurenho "made in CIA".

5- Monopolizar a informação, excluir o verdadeiro debate. A palavra é reservada às fontes e peritos "aceitáveis" para o sistema. Toda análise crítica sobre a informação é censurada. Assim, os nosso media impedem um verdadeiro debate sobre o papel da multinacionais, dos EUA e da UE no subdesenvolvimento da América Latina. Nas Honduras, os manifestantes gritam " TeleSur! TeleSur! " para saudar a única televisão que os informa correctamente.

O original encontra-se em www.michelcollon.info

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

06-07-2009

Link permanente 20:01:23, por José Alberte Email , 379 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Ensaio

O SICÁRIO DE MICHELETTI: História do torturador Jóia Améndola, braço direito do Presidente "de facto".de Honduras

Quem saiba da guerra suja dos anos 80 em Centro-América gelar-se-lhes-á o sangue ao conhecer a notícia de que o “ministro conselheiro” do Presidente de facto hondurenho se chama Billy Jóia Améndola.

Gennaro Carotenuto

Percorrer o currículo de Jóia Améndola é indispensável para entender a cultura política da junta golpista presidida polo simpático Roberto Micheletti.

Nos anos 80 Billy Jóia Améndola era um dos dirigentes principais do Batalhom de Inteligência 3-36, encarregado do sequestro e desaparecimento de opositores políticos, e fundador dos esquadrois da morte “Lince” e “Cobra”. Cobrindo esta funçom converteu-se num dos principais executores de sequestros, torturas e assassinatos em Honduras, e se lhe acusou com certeza de ao menos onze execuçons baixo o pseudónimo de Doutor Arranzola”. Ademais, acusou-se-lhe do sequestro e tortura de seis estudantes, quatro dos quais seguem ainda desaparecidos. O sequestro teve lugar o 27 de abril de 1982 na casa do ajudante do Promotor Geral da República, Rafael Rivera, violando a inumanidade do número dous da justiça do país, usando métodos da ditadura argentina.

De facto, conquanto nom há provas de que Jóia Améndola recebesse instruçom nos Estados Unidos, sim as há de que trabalhou na Argentina às ordens de um dos principais represores, Guillermo Suárez Mason, conhecido entre outras coisas por ser o principal organizador do sequestro de meninos durante a última ditadura. Ademais obteve uma bolsa do exército hondurenho para estudar no Chile de Augusto Pinochet.

Posteriormente, desde 1984 até 1991 serviu como enlace entre o exército hondurenho, os represores argentinos e os estadunidenses durante a guerra suja.

O governo espanhol solicitou a extradiçom de Jóia Améndola várias vezes desde 1985 através de Interpol, no entanto o sistema judicial hondurenho (o mesmo que tem apresentado 18 denúncias contra Mel Zelaya) jamais cursou nenhuma delas. Pese a isso, quando um juiz de Tegucigalpa o acusou de sequestro e tortura em 1994 e se emitiu uma ordem de captura contra ele em 1995, foi precisamente em Espanha onde se refugiou e ficou como solicitantes de asilo até que em 1998 o expulsaram. NESSES ANOS TRABALHOU COMO CATEQUISTA NUM COLÉGIO DE SEVILHA.

Hoje é o braço direito de Roberto Micheletti.

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