Categorias: Outros, Ensaio, Dezires

26-11-2009

Link permanente 22:22:03, por José Alberte Email , 244 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

O bornal do guerrilheiro

Por: Farruco Sesto Novás (Ministro venezuelano de origem galega)
Data de publicaçom: 26/11/09

O homem que, na montanhosa selva, tem que se deslocar continuamente assediado polo exército contra o qual combate, sabe como ninguém quanto pesa a carga que deve levar. Calcula-a grama a grama. Todo peso inútil o elimina. Nom há lugar para o luxo ou os objectos inecessários. E no entanto o guerrilheiro leva no seu bornal vários livros de poesia. E nom só isso senom que nas noites, quando pode ou lhe vem em vontade, vai copiando num caderno verde alguns poemas de seus autores mais próximos: Neruda, Guillén, Vallejo, León Felipe. Som tesouros para a alma do que briga. Mas nom cópia no seu caderno unicamente poemas políticos, tal como pudesse se pensar, Polo contrário, a maioria nom o é. Há ali por sua vez umha valoraçom absolutamente pura e legítima da poesia. A poesia por si. A poesia como um rio de estranhas águas ou verdades que vai atravessando a vida. Nosso guerrilheiro tem um nome. Chama-se Ernesto Guevara. Dizem-lhe Che. Agora, quarenta e tantos anos depois, num País em Revoluçom, alguns servidores públicos culturais criticam, com sorriso zombador, a “excessiva ediçom de poesia”. Dizem que isso há que o revisar. Pretendem ser mais radicais que os demais. Na sua ignorância e no seu esquerdismo fantoche esquecem-se de muitas cousas. E entre elas, esquecem-se de Florentino e o Diabo (texto e canto popular venezuelano). Pobres tontos burocratas. Nom entendem nada.

23-11-2009

Link permanente 21:44:32, por José Alberte Email , 402 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Ensaio

Israel TEM ASSASSINADO ao menos SETE MIL 400 palestinianos em 20 anos

 De Betselem

Ao menos sete mil 400 palestinianos, entre eles mais de mil 500 meninos, tem sido assassinados polas Forças de Segurança israelitas nas últimas duas décadas e tem destruído mais de 10 mil moradias, segundo informou neste domingo um balanço da Organizaçom nom Governamental (ONG) Betselem, de Israel.

Depois de difundir estas estatísticas das violaçons de direitos humanos cometidas contra os palestinianos, a organizaçom, que cumpre 20 anos neste mesmo domingo, di que nom pode celebrar nada senom "comemorar, porque nom há nada que celebrar".

As últimas duas décadas tem estado marcadas polos confrontos da primeira intifada (1987-1993), da segunda intifada que começou em 2001 e da ofensiva devastadora "Chumbo fundido" de Israel contra a faixa de Gaza.

O relatório destaca que no ano 2009 está a resultar o mais sangrento ao mostrar um saldo de mil 33 palestinianos assassinados, entre os quais se destacam 315 menores, quase todos durante o ofensiva "Chumbo fundido" que arrancou o 27 de Dezembro de 2008 e concluiu o 18 de Janeiro de 2009. No entanto, fontes palestinianas e de organizaçons internacionais elevam esta cifra a mais de mil 400, em sua maioria civis, enquanto há 10 anos, só se registou a morte de oito palestinianos.

"Umha perspectiva de vinte anos deixa a um com o coraçom encolhido, especialmente pola continuada violaçom do direito à vida dos palestinianos e israelitas que resulta do conflito", assegura em um comunicado a directora da ONG, Jessica Montelh.

Apesar da dureza dos dados, Montelh considera que "se podem perceber alguns lucros em matéria de direitos humanos. Por exemplo,há vinte anos milhares de palestinianos eram sistematicamente e rotineiramente torturados durante as investigaçons e, graças aos esforços da comunidade defensora dos direitos humanos, na que se inclui Betselem, as torturas tem cessado".

Ademais, a ONG reporta a destruiçom de quatro mil 300 casas palestinianas em territórios ocupados como castigo das autoridades israelitas ou por nom contar com permissons administrativas, junto a outras seis mil 240 em diferentes operaçons militares em Gaza.

Betselem também denuncia que, desde seu nascimento em 1989, o número de colonos judeus que tem estabelecido sua residência nos Territórios Ocupados tem passado de 69 mil 800 a cerca de 420 mil, com 300 mil instalados em Cisjordânia e cerca de 120 mil em Jerusalém Oriental, o que constitui um dos principais escolhos para atingir um acordo de paz.

Israel tem fomentado a política de construir assentamentos em Cisjordânia, alegando razons religiosas e de segurança.

Na actualidade, o 59 por cento de Cisjordânia está oficialmente baixo o controle civil e policial de Israel.

22-11-2009

Link permanente 20:51:06, por José Alberte Email , 547 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CAIXA GALICIA: O saqueio do OPUS-DEI

Um alto executivo de Caixa Galicia cobra de media 924 mil euros

Em 2008, coa crise económica petando à porta, os oito membros do Comité de Direcçom aumentárom os seus salários um 60%.

Vieiros / R.Vilar - 21/10/2009

O máximo órgao executivo de Caixa Galicia (o Comité de Alta Direcçom) está composto por oito pessoas que se reúnem umha vez por semana. O director geral da entidade financeira é um deles, saber o nome dos outros sete é umha tarefa mais que difícil, incluso para os delegados sindicais da própria empresa. Porém, a Memória de 2008 da entidade financeira dá umha ideia da desafogada posiçom económica dos que formam parte deste órgao. Durante a anterior anualidade os oito membros cobrárom da caixa 7.397.000 euros, o que dá umha media de algo mais de 924 mil euros por cabeça.

As astronómicas quantidades anteriores, há que lhe somar outro tipo de ingressos que nom se computam na memória pero que também se presumem quantiosos. Assim, os altos executivos que à vez tenhem assento nos conselhos de administraçom de empresas participadas por Caixa Galicia, também cobram dietas a maiores destas últimas.

Quanta mais crise, mais quartos para os elegidos

A crise económica é alheia aos petos dos altos executivos de Caixa Galicia. A entidade conta umha verdade a medias quando assegura que o órgao de direcçom cobra menos devido à mala situaçom dos mercados. Seguindo a versom da própria Caixa de Aforros, houvo médios que recolhêrom este ano um suposto descenso dum 6% nos salários destes cargos.

A realidade é bem outra. Ainda que é certo que o Comité de Alta Direcçom cobrou 454 mil euros menos que em 2007, nom se explica a letra miúda: o número de membros passou de 13 a oito. Assim, os executivos que sobrevivêrom à "queima" passárom de cobrar umha media de 604 mil euros em 2007 aos 924 mil do ano passado. O que, em médio dumha das crises mais importantes das últimas décadas, representa um AUMENTO SALARIAL DE MAIS DUM 60%.

Se se retrocede quatro anualidades, póde-se comprovar como o aumento salarial leva anos sendo vertiginoso. Em 2005 o máximo órgao executivo de Caixa Galicia estava composto por 15 pessoas que cobravam um media de 353 mil euros anuais.

Quanto cobra o director geral de Caixa Galicia?

Saber o salário bruto do presidente do BBVA nom é complexo. Diferentes jornais publicárom que em 2008 o chantadino Francisco González foi o alto executivo bancário melhor pagado do Estado Espanhol, com algo mais de 5,3 milhons de euros brutos. Porém, nom resulta nada doado saber o soldo que percebe por exemplo o homemm forte de Caixa Galicia, o seu director geral:Joséé Luís Méndez.

Clodomiro Montero, dirigente da CIG-Banca e empregado de Caixa Galicia, confirma que saber os ingressos de Méndez é case missom impossível. Ele intentou-no por enésima vez o passado mês de Junho. Na Assembleia Anual de Caixa Galicia perguntou-lhe polas retribuiçons de cada um dos altos executivos.

Que nem os representantes sindicais saibam quanto percebe o director geral dumha entidade financeira participada polas administraçons públicas é um exemplo da grave opacidade que rodeia as caixas. Ainda sem saber exactamente a quantidade, parece que nom há dúvida de que Méndez é o empregado galego melhor pagado. E isso é assim dende que em 1981 (com 36 anos) chegou à direcçom geral de Caixa Galicia e se converteu numha peça clave da vida económica e política do país.

Link permanente 20:47:14, por José Alberte Email , 379 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

A Constituiçom Monárquica do 78 ESPOLIA aos pobres

A Constituiçom Monárquica do 78 que nos ENGANA , e fai-no já desde ou Artigo 1º, quando afirma que defende um “Estado Social e Democrático de Direito ”.

É FALSO
 Porque, mentres, que case 4.600.000 parados reais, é dizer, ou 20% dá povoaçom trabalhista, mais de milhom e médio nom recebem absolutamente nada e centos de milhares som desafiuzados por nom poder pagar a casa… Ou governo entregou a banqueiros e empresários centos de milhares de milhons de euros (vários bilhons de pesetas)

Quando as rendas do capital tributam 18%
              as do trabalho entre ou 24 e ou 43%…
              as grandes fortunas fam-o SÓ ao 1%.
 
Porque as novas medidas fiscais do governo tenhem como piares em aumentar ou IVE (um imposto que pagam, tanto os parados como os Botíns e demais raleia de saqueadores)… E isto prejudica principalmente aos operários e demais trabalhadores, às classes trabalhadoras no seu conjunto.

Mentres ou Despesa Pública em Sanidade e Educaçom é a metade que a média dá UE e a Fraude Fiscal é de mais de 1.000 Milhons de Euros…. Os capitalistas com os seus sequazes (os políticos defensores do sistema) privatizam a passos agigantados, a Sanidade e a Educaçom.

É FALSO;
Porque, mentres a Igreja católica recebe, do dinheiro de todos, 3.800 MILHONS de euros ao ano para ou financiamento dás suas Universidades e Colégios privados, o custo do professorado de pensamento esotérico (religiom) em centros públicos e privados superam vos 550 milhons de euros e ou Governo perdoa à Igreja católica 750 milhons de Euros ao ano em Impostos… O ensino público degrada-se a cada dia mais e mais e isto sucede graças ao Concordato de 1953, imposto pola monarquia sacerdotal em 1979.

Porque ou 41% dás pensons estám baixo ou limiar dá pobreza… E os banqueiros jubilam-se aos 55 anos com três milhons de euros por ano.

Quando a polícia detém a imigrantes sem papéis, amontoa-os em Centros de Integraçom para Estrangeiros em condiçons inumanas… As 10 mais grandes multinacionais espanholas, conseguiram uns rendimentos em 2008 de mais de 310.000 milhons de euros, sacados precisamente dos países de procedência dos nossos imigrantes.

Porque mentres que, ou desembolso previsto pólo Governo para os parados, traduze-se na vergonha de 420 euros desde ou 1 de Janeiro, com um desembolso de 1.300 milhons de euros… As despesas militares, só em investimentos, será de 4.080 milhons de euros em 2009.

30-10-2009

Link permanente 17:47:21, por José Alberte Email , 592 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CAIXA GALICIA: O saqueio do OPUS-DEI

Um alto executivo de Caixa Galicia cobra de media 924 mil euros

Em 2008, coa crise económica petando à porta, os oito membros do Comité de Direcçom aumentárom os seus salários um 60%.

Vieiros / R.Vilar - 21/10/2009

O máximo órgao executivo de Caixa Galicia (o Comité de Alta Direcçom) está composto por oito pessoas que se reúnem umha vez por semana. O director geral da entidade financeira é um deles, saber o nome dos outros sete é umha tarefa mais que difícil, incluso para os delegados sindicais da própria empresa. Porém, a Memória de 2008 da entidade financeira dá umha ideia da desafogada posiçom económica dos que formam parte deste órgao. Durante a anterior anualidade os oito membros cobrárom da caixa 7.397.000 euros, o que dá umha media de algo mais de 924 mil euros por cabeça.

As astronómicas quantidades anteriores, há que lhe somar outro tipo de ingressos que nom se computam na memória pero que também se presumem quantiosos. Assim, os altos executivos que à vez tenhem assento nos conselhos de administraçom de empresas participadas por Caixa Galicia, também cobram dietas a maiores destas últimas.

Quanta mais crise, mais quartos para os elegidos

A crise económica é alheia aos petos dos altos executivos de Caixa Galicia. A entidade conta umha verdade a medias quando assegura que o órgao de direcçom cobra menos devido à mala situaçom dos mercados. Seguindo a versom da própria Caixa de Aforros, houvo médios que recolhêrom este ano um suposto descenso dum 6% nos salários destes cargos.

A realidade é bem outra. Ainda que é certo que o Comité de Alta Direcçom cobrou 454 mil euros menos que em 2007, nom se explica a letra miúda: o número de membros passou de 13 a oito. Assim, os executivos que sobrevivêrom à "queima" passárom de cobrar umha media de 604 mil euros em 2007 aos 924 mil do ano passado. O que, em médio dumha das crises mais importantes das últimas décadas, representa um AUMENTO SALARIAL DE MAIS DUM 60%.

Se se retrocede quatro anualidades, póde-se comprovar como o aumento salarial leva anos sendo vertiginoso. Em 2005 o máximo órgao executivo de Caixa Galicia estava composto por 15 pessoas que cobravam um media de 353 mil euros anuais.

Quanto cobra o director geral de Caixa Galicia?

Saber o salário bruto do presidente do BBVA nom é complexo. Diferentes jornais publicárom que em 2008 o chantadino Francisco González foi o alto executivo bancário melhor pagado do Estado Espanhol, com algo mais de 5,3 milhons de euros brutos. Porém, nom resulta nada doado saber o soldo que percebe por exemplo o homemm forte de Caixa Galicia, o seu director geral:Joséé Luís Méndez.

Clodomiro Montero, dirigente da CIG-Banca e empregado de Caixa Galicia, confirma que saber os ingressos de Méndez é case missom impossível. Ele intentou-no por enésima vez o passado mês de Junho. Na Assembleia Anual de Caixa Galicia perguntou-lhe polas retribuiçons de cada um dos altos executivos.

Que nem os representantes sindicais saibam quanto percebe o director geral dumha entidade financeira participada polas administraçons públicas é um exemplo da grave opacidade que rodeia as caixas. Ainda sem saber exactamente a quantidade, parece que nom há dúvida de que Méndez é o empregado galego melhor pagado. E isso é assim dende que em 1981 (com 36 anos) chegou à direcçom geral de Caixa Galicia e se converteu numha peça clave da vida económica e política do país.

29-10-2009

Link permanente 22:38:23, por José Alberte Email , 2261 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

A falsa guerra da América no Afeganistão

por F. William Engdahl/ Red Voltaire

Um dos mais notáveis aspectos na agenda presidencial de Obama é quão pouco foi questionado nos media o motivo porque o Pentágono dos EUA está comprometido na ocupação militar do Afeganistão. Há dois motivos básicos, nenhum dos quais pode ser admitido abertamente em público.

Por trás do enganoso debate oficial sobre quantas tropas são necessárias para "vencer" a guerra no Afeganistão, se mais 30 mil são suficientes ou se pelo menos 200 mil são necessárias, o objectivo real da presença militar estado-unidense naquele país da Ásia Central é obscurecido.

Mesmo durante a campanha presidencial de 2008 o candidato Obama argumentou que era no Afeganistão e não no Iraque que os EUA deviam travar guerra. A sua razão? Porque ele afirmava que era onde a organização Al Qaeda estava escondida e que era a ameaça "real" à segurança nacional dos EUA. Mas as razões por trás do envolvimento estado-unidense no Afeganistão são muito diferentes.

Os militares dos EUA estão no Afeganistão por duas razões. Primeiro para restaurar e controlar o maior abastecedor de ópio do mundo para os mercados da heroína e para utilizar as drogas como uma arma geopolítica contra oponentes, especialmente a Rússia. Aquele controle do mercado da droga afegão é essencial para a liquidez máfia financeira da Wall Street, corrupta e em bancarrota.

Geopolítica do ópio afegão

De acordo até mesmo com um relatório oficial da ONU, a produção de ópio no Afeganistão ascendeu dramaticamente desde a queda do Taliban em 2001. Os dados da UNODC [United Nations Office on Drugs and Crime] mostram mais cultivo de papoula de ópio em cada um das últimas quatro estações de plantio (2004-2007) do que em qualquer ano durante o domínio Taliban. Agora é utilizada mais terra para o ópio no Afeganistão do que para o cultivo de coca na América Latina. Em 2007, 93% do opiáceos no mercado mundial tinham origem no Afeganistão. Isto não é acidente.

Foi documentado que Washington escolheu a dedo o controverso Hamid Karzai, um senhor da guerra pashtun da tribo Popalzai, há muito ao serviço da CIA, trouxe-o de volta do exílio nos EUA e criou uma mitologia hollywoodiana em torno da "corajosa liderança do seu povo". Segundo fontes afegãs, Karzai é o "Padrinho" do Ópio no Afeganistão de hoje. Aparentemente não é por acaso que ele foi e hoje ainda é o homem preferido de Washington em Cabul. Mas mesmo com compra maciça de votos, fraudes e intimidações, os dias de Karzai como presidente podem estar a acabar.

A segunda razão para os militares dos EUA permanecerem no Afeganistão muito depois de o mundo ter até esquecido quem é o misterioso Osama bin Laden e a sua alegada organização terrorista Al Qaeda, ou mesmo se eles existem, é como pretexto para os EUA construírem uma força de ataque com uma série de bases permanentes por todo o Afeganistão. O objectivo destas bases não é erradicar quaisquer células da Al Qaeda que possam ter sobrevivido nas cavernas de Tora Bora, ou erradicar um mítico "Taliban" o qual nesta altura, segundo relatos de testemunhas oculares, é constituído esmagadoramente de afegãos locais comuns a combaterem mais uma vez para livrar a sua terra de exércitos de ocupação, como o fizeram na década de 1980 contra os russos.

O objectivo das bases dos EUA no Afeganistão é visar e ser capaz de atacar os dois países que hoje representam a única ameaça combinada no mundo de hoje a um império global americano, à Dominação de Espectro Amplo (Full Spectrum Dominance) como a chama o Pentágono.

O "Mandato do Céu" perdido

O problema para as elites do poder em torno da Wall Street e em Washington é o facto de que agora estão na mais profunda crise financeira da sua história. Esta crise é clara para o mundo todo e o mundo está a actuar em busca da auto-sobrevivência. As elites dos EUA perderam o que na história imperial chinesa é conhecido como o "Mandato do Céu". Tal mandato é dado ao governante ou à elite dirigente desde que governem o seu povo com justiça e de modo razoável. Quando governam tiranicamente e como déspotas, oprimindo e abusando do seu povo, eles perdem aquele Mandato do Céu.

Se as poderosas elites privadas e ricas que têm controlado o essencial da política financeira e externa dos EUA durante a maior parte do século passado ou mais tinham um "mandato do céu", elas claramente perderam-no. Os desenvolvimentos internos rumo à criação de um estado policial abusivo com privação de direitos constitucionais dos seus cidadãos, exercício arbitrário do poder por responsáveis não eleitos tais como os secretários do Tesouro Henry Paulson e agora Tim Geithner, a roubarem somas de milhões de milhões de dólares dos contribuintes sem o seu consentimento a fim de salvar da bancarrota os maiores bancos da Wall Street, bancos considerados

"Demasiado grandes para falirem", demonstram ao mundo que eles perderam o mandato.

Nesta situação, as elites do poder estado-unidense estão cada vez mais desesperadas por manter o controle de um império global parasita, chamado enganosamente pela máquina dos seus media, como "globalização". Para manter o domínio é essencial que eles sejam capazes de romper qualquer cooperação que venha a emergir entre as duas maiores potências da Eurásia no âmbito económico, energético ou militar, a qual poderia apresentar um desafio aos EUA como super-potência única — a China em combinação com a Rússia.

Cada potência euro-asiática traz à mesa contribuições essenciais. A China tem a economia mais robusta do mundo, uma enforme força de trabalho jovem e dinâmica, uma classe média educada. A Rússia, cuja economia não está recuperada do fim destrutivo da era soviética e do saqueio primitivo durante a era Yeltsin, ainda possui activos essenciais para a combinação. A força de ataque nuclear russa e o seu poder militar representam a única ameaça no mundo de hoje à dominação militar dos EUA, ainda que em grande medida sej um resíduo da Guerra Fria. As elites militares russas nunca abandonaram aquele potencial.

A Rússia também possui o maior tesouro do mundo em gás natural e vastas reservas de petróleo de que a China necessita urgentemente. As duas potências estão a convergir cada vez mais através de uma nova organização que criaram em 2001, conhecida como a Organização de Cooperação de (SCO). Esta inclui também os maiores estados da Ásia Central: Casaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Uzbequistão.

O objectivo da alegada guerra estado-unidense contra o Taliban e a Al Qaeda é na realidade colocar a sua força militar de ataque directamente no meio do espaço geográfico desta emergente SCO na Ásia Central. O Irão é um desvio de atenção. O objectivo ou alvo principal é a Rússia e a China.

Oficialmente, é claro, Washington afirma que construiu a sua presença militar no interior do Afeganistão a partir de 2002 a fim de proteger uma "frágil" democracia afegã. É um argumento curioso dada a realidade da presença militar estado-unidense ali.
Mais nove bases

Em Dezembro de 2004, durante uma vista a Cabul, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld finalizou planos para construir nove bases no Afeganistão nas províncias de Helmand, Herat, Nimrouz, Balkh, Khost e Paktia. As novas somam-se às três principais bases militares dos EUA já instaladas na sequência da sua ocupação do Afeganistão no Inverno de 2001-2002, ostensivamente para isolar e eliminar a ameaça de terror de Osama bin Laden.

O Pentágono construiu as suas primeiras três bases no Aeródromo de Bagram a Norte de Cabul, o principal centro logístico dos EUA; no Aeródromo de Kandahar, no Sul do Afeganistão; e no Aeródromo de Shindand na província ocidental de Herat. Shindand, a maior base dos EUA no Afeganistão, foi construído a meros 100 quilómetros da fronteira do Irão e a uma distância de ataque à Rússia e também à China.

Historicamente o Afeganistão tem sido a área central para o Grande Jogo russo-britânico, a luta pelo controle da Ásia Central durante os séculos XIX e princípio do XX. A estratégia britânica então era impedir a todo o custo que a Rússia controlasse o Afeganistão e portanto ameaçasse a jóia da coroa imperial britânica, a Índia.

O Afeganistão encarado de modo semelhante pelos planeadores do Pentágono, como altamente estratégico. É uma plataforma a partir da qual o poder militar estado-unidense pode ria ameaçar directamente a Rússia e a China, bem como o Irão e outras terras ricas em petróleo do Médio Oriente. Pouco mudou geopoliticamente ao longo de mais de um século de guerras.

O Afeganistão é uma localização extremamente vital, abarcando a Ásia do Sul, a Ásia Central e o Médio Oriente. O país também está situado ao longo de um proposto traçado de oleoduto dos campos petrolíferos do Mar Cáspio para o Oceano Índico, onde a companhia de petróleo americana Unocal, juntamente com a Enron e a Halliburton de Cheney, tem estado em negociações para obter o direito exclusivo de trazer gás natural do Turquemenistão através do Afeganistão e do Paquistão para a enorme central termoeléctrica a gás natural da Enron em Dabhol, próximo de Mumbai. Karzai, antes de se tornar o presidente fantoche dos EUA, foi um lobbista da Unocal.

A ameaça da Al Qaeda não existe

A venda quanto a toda simulação quanto à finalidade real no Afeganistão torna-se clara com um olhar mais atento à alegada ameaça "Al Qaeda" no Afeganistão. Segundo o escritor Erik Margolis, antes dos ataques do 11 de Setembro de 2001, a inteligência dos EUA estava a dar ajuda e apoio tanto ao Taliban como à Al Qaeda. Margolis afirma que "A CIA estava a planear utilizar a Al Qaeda de Osama bin Laden para incitar uighurs muçulmanos contra a governação chinesa, e os Taliban contra aliados da Rússia na Ásia Central.

Os EUA evidentemente encontraram outros meios de levantar uighurs muçulmanos contra Pequim em Julho último através do seu apoio ao Congresso Mundial Uighur. Mas a "ameaça" Al Qaeda permanece a base da justificação de Obama para a sua escalada guerreira no Afeganistão.

Agora, contudo, o Conselheiro de Segurança Nacional do presidente Obama, o antigo general dos Fuzileiros Navais James Jones, fez uma declaração, a qual foi convenientemente enterrada pelos media amigos dos EUA, acerca da importância estimada do perigo actual da Al Qaeda no Afeganistão. Jones disse ao Congresso que "A presença da al Qaeda está muito diminuída. A estimativa máxima é de menos de 100 operacionais no países, sem bases, sem capacidade para lançar ataques sobre nós ou nossos aliados".

Isto significa que a Al Qaeda, para todos os propósitos práticos, não existe no Afeganistão. Oh...

Mesmo no vizinho Paquistão, os remanescentes da Al Qaeda mal podem ser encontrados. O Wall Street Journal relata: "Caçados por drones [aviões sem piloto] dos EUA, aflitos por problemas de dinheiro e descobrindo ser mais difícil atrair jovens árabes para as negras montanhas do Paquistão, a al Qaeda está a ver o seu papel reduzir-se ali e no Afeganistão, segundo relatórios de inteligência e responsáveis do Paquistão e dos EUA. Para jovens árabes que são os recrutas primários da al Qaeda, "não é romântico estar no frio, com fome e escondido", disse um responsável superior dos EUA na Ásia do Sul.

Se levarmos a declaração à sua consequência lógica devemos concluir então que a razão para soldados alemães estarem a morrer juntamente com outros jovens da NATO nas montanhas do Afeganistão nada tem a ver com "vencer uma guerra contra o terrorismo". Convenientemente a maior parte dos media prefere esquecer o facto de que a Al Qaeda, na medida em que alguma vez existiu, foi uma criação da CIA na década de 1980, a qual recrutou e treinou radicais muçulmanos como parte de uma estratégia desenvolvida pelo chefe da CIA de Reagan, Bill Casey, e outros a fim de criar "um novo Vietname" para a União Soviética a qual levaria a uma humilhante derrota do Exército Vermelho [1] e ao colapso final da União Soviética.

Agora o general Jones do Conselho de Segurança Nacional dos EUA admite que no essencial não há mais qualquer Al Qaeda no Afeganistão. Talvez seja tempo para um debate mais honesto dos nossos líderes políticos acerca do verdadeiro propósito de enviar mais jovens para a morte a fim de proteger as colheitas de ópio do Afeganistão.

28-10-2009

Link permanente 15:21:03, por José Alberte Email , 592 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CAIXA GALICIA: O saqueio do OPUS-DEI

Um alto executivo de Caixa Galicia cobra de media 924 mil euros

Em 2008, coa crise económica petando à porta, os oito membros do Comité de Direcçom aumentárom os seus salários um 60%.

Vieiros / R.Vilar - 21/10/2009

O máximo órgao executivo de Caixa Galicia (o Comité de Alta Direcçom) está composto por oito pessoas que se reúnem umha vez por semana. O director geral da entidade financeira é um deles, saber o nome dos outros sete é umha tarefa mais que difícil, incluso para os delegados sindicais da própria empresa. Porém, a Memória de 2008 da entidade financeira dá umha ideia da desafogada posiçom económica dos que formam parte deste órgao. Durante a anterior anualidade os oito membros cobrárom da caixa 7.397.000 euros, o que dá umha media de algo mais de 924 mil euros por cabeça.

As astronómicas quantidades anteriores, há que lhe somar outro tipo de ingressos que nom se computam na memória pero que também se presumem quantiosos. Assim, os altos executivos que à vez tenhem assento nos conselhos de administraçom de empresas participadas por Caixa Galicia, também cobram dietas a maiores destas últimas.

Quanta mais crise, mais quartos para os elegidos

A crise económica é alheia aos petos dos altos executivos de Caixa Galicia. A entidade conta umha verdade a medias quando assegura que o órgao de direcçom cobra menos devido à mala situaçom dos mercados. Seguindo a versom da própria Caixa de Aforros, houvo médios que recolhêrom este ano um suposto descenso dum 6% nos salários destes cargos.

A realidade é bem outra. Ainda que é certo que o Comité de Alta Direcçom cobrou 454 mil euros menos que em 2007, nom se explica a letra miúda: o número de membros passou de 13 a oito. Assim, os executivos que sobrevivêrom à "queima" passárom de cobrar umha media de 604 mil euros em 2007 aos 924 mil do ano passado. O que, em médio dumha das crises mais importantes das últimas décadas, representa um AUMENTO SALARIAL DE MAIS DUM 60%.

Se se retrocede quatro anualidades, póde-se comprovar como o aumento salarial leva anos sendo vertiginoso. Em 2005 o máximo órgao executivo de Caixa Galicia estava composto por 15 pessoas que cobravam um media de 353 mil euros anuais.

Quanto cobra o director geral de Caixa Galicia?

Saber o salário bruto do presidente do BBVA nom é complexo. Diferentes jornais publicárom que em 2008 o chantadino Francisco González foi o alto executivo bancário melhor pagado do Estado Espanhol, com algo mais de 5,3 milhons de euros brutos. Porém, nom resulta nada doado saber o soldo que percebe por exemplo o homemm forte de Caixa Galicia, o seu director geral:Joséé Luís Méndez.

Clodomiro Montero, dirigente da CIG-Banca e empregado de Caixa Galicia, confirma que saber os ingressos de Méndez é case missom impossível. Ele intentou-no por enésima vez o passado mês de Junho. Na Assembleia Anual de Caixa Galicia perguntou-lhe polas retribuiçons de cada um dos altos executivos.

Que nem os representantes sindicais saibam quanto percebe o director geral dumha entidade financeira participada polas administraçons públicas é um exemplo da grave opacidade que rodeia as caixas. Ainda sem saber exactamente a quantidade, parece que nom há dúvida de que Méndez é o empregado galego melhor pagado. E isso é assim dende que em 1981 (com 36 anos) chegou à direcçom geral de Caixa Galicia e se converteu numha peça clave da vida económica e política do país.

24-08-2009

Link permanente 17:04:37, por José Alberte Email , 1094 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Ensaio

O ESTADO NAZI-SIONISTA DE ISRAEL e o tráfico de órgaos.

Por Alfredo Jalife-Rahme - A Jornada, México
 
Desde fai mais de umha década era sabido nos informados círculos médicos e penais o financiamento por Israel de transplantes de órgaos em outros países de forma clandestina mediante umha extensa rede criminosa, como confessou Geldaya Tauber Gady, alto oficial retirado do exército israelita, ante um tribunal do Brasil: "o governo israelita está inteirado do tráfico de órgaos para os pacientes de seu país e paga por todas as transacçons (sic) através do plano Quatro de saúde" (BNET; Transplant News; 30/1/04).

Segundo Larry Rohter, de The New York Times (23/5/04), o israelita Ilan Peri é o cérebro tratante do mercado negro do transplante global de rins por conduto da empresa TechCom, com sede em Tel Aviv. Após ter sido exposto em África do Sul e Brasil, os traficantes israelitas de órgaos transladaram a China grande parte de suas operaçons.

Rohter argúi que a "emergência de Israel como foco do sindicato (criminoso de rins) nom causa surpresa" devido a que por consideraçons religiosas "a taxa de doaçom em Israel (Nota: Oito por cento) encontra-se entre as mais baixas do mundo ocidental (Nota: 35 por cento)".

Fai dous anos, Zaki Shapiro, cirurgiam israelita e anterior director de transplantes no Rabin Medical Center de Israel, foi detido no meio de um tiroteio em Turquia por estar implicado em umha rede clandestina de venda de rins em um hospital privado de Istambul, segundo The British Medical Journal (12/5/07)

O rotativo israelita Haaretz (12/12/01) tinha reportado fai quase oito anos que as "autoridades de Rumaria procuram possíveis vínculos entre as agências de adopçom (sic) israelitas e a ilegal conspiraçom (supersic!) global na venda de órgaos para transplantes". Rumaria pesquisa "se os meninos rumamos chegaram a Israel com todos os órgaos em seus corpos". Os casais israelitas pagam 20 mil dólares pola cada infante rumado adoptado. Teme-se que vários papéis de adopçom tenham sido falsificados, relata pulquérrimo Haaretz, que já tinha assinalado que "alguns médicos israelitas estavam implicados em transplantes ilegais de rins" em Turquia, Rumaria e outros países da Europa oriental.

Factos:

O passado 23 de Julho, em um operativo espectacular em New Jersey, a polícia judicial dos Estados Unidos deteve a 44 pessoas, incluídos cinco rabinos de Brooklyn, por lavagem de dinheiro, tráfico de rins e fabricaçom de carteiras falsas de desenho.

A lavagem de dinheiro do eixo Nova York-Tel Aviv (incluirá ao "México neoliberal"?) está já muito visto, polo que nos deteremos no menos conhecido tráfico de rins polos mesmos operadores criminosos, entre quem destaca o rabino Levy Izhak Rosenbaum, quem resultou um óptimo financeiro ao comprar os rins a os "doadores" no mercado negro por 10 mil dólares para os vender em 160 mil aos urgidos "receptores" (MSNBC; 24/7/09). Que bom negócio!

Nancy Scheper-Hughes, professor de antropologia da Universidade de Califórnia em Berkeley, tinha alertado ao FBI desde fai sete anos sobre a rede de tráfico de rins no mercado negro dos Estados Unidos polo rabino Levy Izhak Rosenbaum, quem chegou a colocar seu revólver na cabeça de os “doadores" arrependidos, em sua maioria oriunda de aldeias pobres de vários países da Europa oriental, em particular da Moldávia (Haaretz; 26/7/09).

Na Índia, compra-a dos rins dos miseráveis é mais barata: 2 mil dólares (Daily News: 27/7/09). Terá comprado rins índios o rabino criminoso Rosembaum para acrescentar os seus suculentos ganhos?

Dos quase 70 mil transplantes de rins que se realizam no mundo ao ano, 10 por cento prove do mercado negro. Nos Estados Unidos morreram no ano passado Quatro mil 540 pessoas em espera de um transplante de rim, o que tem feito florescer seu lucrativo mercado negro em todo mundo. Terá ramificaçons nos hospitais "privados" de México?

Scheper-Hughes alega que no hospital Monte Sinai de Nova York se realizavam os transplantes dos rins comprados polo rabino financeiro Rosenbaum.

Outras fontes mais ferozes –que invocam "a cumplicidade do governo israelita"–, como as de Joseph Cannon (Os carniceiros: a verdade oculta sobre o circuito de roubo de rins por Israel; 31/7/09), assinalam ao Albert Einstein Medical Center.

Nom pode existir tanta maldade ultra-concentrada no planeta polo que também nom seria improvável que o rabino criminoso Rosenbaum tenha abusado de seus dotes religiosos para enganar a suas correligionários médicos de Nova York e Tel Aviv.

Cannon evoca que em "o transcurso dos anos, muitos (sic) tem acusado a Israel de traficar com os órgaos dos palestinianos". Entre os "muitos" destacam os relatos macabros desde fai 21 anos do conotado autor britânico David Yallop (8/2 e 30/10 de 1988).

Canino exuma os vínculos entre Ilan Peri, suposto tratante do governo israelita (na gíria do Mossad: O Cavalo, quem opera a cobertura protectora das inmundicias governamentais), e o rabino financeiro Rosenbaum.

Jane’s (5/3/08), centro de pensamento militar britânico, expom o "mercado negro expansivo do tráfico de órgaos" dominado por "tratantes sem escrúpulos e facilitado polas legislaçons nacionais inadequadas, amplas práticas corruptas e a ausência geral de alerta cidadá sobre a extensom de seu comércio". Comenta que "o comércio ilegal de partes do corpo é amplamente dominado polos rins devido a sua grande demanda e por constituir os únicos órgaos maiores que podem ser transplantados inteiramente com poucos riscos relativos para o doador vivente".

Neste contexto de barbárie, Aftonbladet, o jornal sueco de maior circulaçom, reportou que "os soldados israelitas raptam a palestinianos para roubar seus órgaos", o qual provocou umha iracunda reacçom do governo israelita (Haaretz; 18/8/09). O autor, Donald Boström, vincula o roubo de rins palestinianos ao circuito criminoso do rabino Rosenbaum.

Na tardia, quam surpreendente exibiçom dos rabinos lavadores de dinheiro e traficantes de rins de Brooklyn, terá algo que ver seu pertence ao grupo ultra-religiosoxo Chabad-Lubavitch e sua aliança com o partido dirigente Shas, aliado do fundamentalista premiê do partido Likud, Bibi Netanyahu, quem tem declarado a guerra ao plano de paz de Obama?

Nom se pode esquecer a recente e indecente declaraçom de Manis Friedman, "o melhor dos rabinos de Chabad-Lubavitch" (segundo Nathaniel Popper do portal hebreu The Forward), quem incitou aos judeus a matar aos homens, mulheres, (sic) e meninos (supersic!) árabes durante a guerra: "a única maneira de combater umha guerra moral (supersic!) é ao estilo (sic) judeu: destruam seus lugares sagrados. Matem homens, mulheres e meninos (e seu ganhado)". Agregou sem desembaraço: "nom creio na moralidade ocidental" (Haaretz; 9/6/09). Melhor aqui detemos-nos.

 

23-08-2009

Link permanente 17:04:36, por José Alberte Email , 407 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

AFEGANISTÁM, a NATO e a sua farsa de sangue

Por Nazanín Amirian

Som possíveis eleiçons livres num País que agoniza baixo o terror dos talibans e a invasom de uns 100.000 soldados procedentes de 43 naçons que nom param de soltar bombas e mísseis sobre suas gentes? Afeganistám –que fai 30 anos era umha República Democrática e em 2001, com a ocupaçom, passou a ser umha República Islâmica tutelada por Estados Unidos– tem celebrado umhas eleiçons que longe de ser a culminaçom do processo democratizador do país, só servem a Washington para pintar de normalidade o caos absoluto, demonstrar a utilidade das agressons militares, legitimar a seus políticos fantoches e dar vás esperanças a este sofrido povo. Umha farsa organizada com uns 65 milhons de euros doados polos membros da Aliança Atlântica.

O presidente Obama, que nom se enreda com palavreados sobre a democracia ou os nom direitos da mulher afegá e centra sua prioridade na segurança (de suas tropas!), tem investido mais quatro vezes em operaçons militares que em reconstruir o destruído. Os atentados do 11-S de 2001, ano da criaçom da ambiciosa Organizaçom de Cooperaçom de Shangai por China e Rússia, lançaram à maior coaliçom militar da história, liderada polo Pentágono, a tomar o Afeganistám que, apesar de nom encontrar nem umha sozinha prova que o relacione com ditos atentados, segue ocupada.

Que Bin Laden nom aparecesse (como as armas de Saddam), e que Washington procurasse umha nova aliança com os talibans, apresentam a Afeganistám como um “dano colateral” de outros objectivos de EEUU: usá-lo de trampolim para fazer com o controle estratégico e energético de Eurasia, ponta de lança de operaçons militares na regiom e consolidar umha OTAN asiática. Hoje Afeganistám é o principal narco Estado do planeta; O PAÍS COM MAIOR NÚMERO DE CIVIS AFECTADOS POLA RADIOCTIVIDADE de toneladas de bombas proibidas descarregadas pola aviaçom invasora; O PAÍS ONDE TENHEM FUGIDO UNS CINCO MILHONS ( 5.000.000,.-) DE PESSOAS, DEIXANDO LÁ OUTRO TANTO DE VIÚVAS DE DE MENINOS ORFOS, QUE TENTAM AOS TRAFICANTES DE SEXO E DO ÓRGAOS; ONDE MORREM DE FAME UNS 400.000 MENINOS AO ANO e a esperança de vida nom atinge os 45 outonos; umha ditadura na que os críticos acabam em um de suas dezenas Guantánamos… Réquiem por Afeganistám.

Link permanente 16:39:15, por José Alberte Email , 264 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

ISRAEL, ESTADO NAZI-SIONISTA: Assassinar a palestinianos, extirpar-lhes os seus órgaos para os vender.

Rebelion.org

O jornal Aftonbladet, um dos mais populares da Suécia, informava na terça-feira 18 de agosto que os soldados do exército de ocupaçom israelita tinham estado matando jovens palestinianos em Cisjordânia para extirpar-lhes os seus órgaos e os vender. Na reportagem mostrava-se umha foto do corpo de umha vítima com umha longa costura desde o queixo ao abdome.

A reportagem cita as palavras da família de umha das vítimas que afirma que “a nossos filhos despojam-nos dos seus órgaos”. A reportagem estabelece também umha relaçom entre o tráfico ilegal de órgaos e um recente escândalo de corrupçom em Nova Jersey no que estám implicados altos cargos [israelitas] e rabinos.

O autor da reportagem, Donald Bostrom, fala das fortes suspeitas que há entre os palestinianos de que o exército israelita extirpou os órgaos dos jovens. Sugere que o Tribunal Internacional de Justiça de Haia deveria abrir umha investigaçom
Bostrom cita a umha testemunha palestiniana que descreve um caso em que o exército de ocupaçom israelita matou de um disparo a um jovem palestiniano de um povo de Cisjordânia e depois lhe extirpou os órgaos. A vítima palestiniana tem sido identificada como Bilal Ahmed Ghniyan. “Levou-lho um helicóptero militar e o exército trouxo-o cinco dias depois, morrido. Quando sua família o enterrou viu umha longa costura desde o estômago ao queixo”.

Bostrom também cita a outra testemunha que afirma que seus filhos foram utilizados como “doadores forçados de órgaos”.

<< 1 ... 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 ... 88 >>

Agosto 2015
Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom
 << <   > >>
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            

Busca

Feeds XML

Ferramentas do usuário

multiblog engine