Neste 1º de Maio, Dia Internacional da Classe Trabalhadora, à partir das 14:30 horas, jantar popular. Depois da jornada de reivindicaçom, vem disfrutar da parte festiva no Centro Social Gomes Gaioso; paparota, bebida e boa conversa.
Aproveitamos a ocasiom para saudar a luita de colectivos de trabalhadores e trabalhadoras da comarca que nestes momentos continuam em situaçom de conflito, como o do comércio, Cespa, Cruz Vermelha ou Martinsa-Fadesa. Canha ao capital neste 1º de Maio!!!


O Centro Social Gomes Gaioso celebrou o seu I Aniversário, com umha notável assistência de sóci@s e amig@s e com um ambiente festivo ao que contribuirom de maneira importante a música popular, o abundante e variado condúmio, mas sobretudo a vontade de celebrar um ano de andaina. Alguns e algumhas nom nos concediam nem um dia de sobrevivência, mas aquí continuamos. Ao serviço do povo e chéi@s de ilusom.




O Centro Social Gomes Gaioso e a Casa das Atochas reivindicarom, durante toda a jornada do dia 20 a identidade e a história do bairro popular das Atochas, onde se escreverom importantes páginas da resistência anti-fascista corunhesa. Um jantar popular, a elaboraçom de murais reivindicativos e um recital poético ocuparom este Domingo combativo, que tivo como cerne final a projecçom do filme "O Esplendor das Atochas".





Amanhá, 24 de Abril, à partir das 20 horas, o Gaioso veste-se de festa para celebrar o seu I Aniversário. Servando Barreiro vai-se encarregar da parte musical e ao concerto seguirá-lhe umha ceia multi-étnica, com petiscos palestinianos, cubanos, cataláns, galegos, e algumha cousa de colheita própria.
Aguardamos-te no nº9 da Rua Marconi, na Corunha.

A organizaçom política soberanista Movimento Pola Base vai celebrar umha apresentaçom no Centro Social Gomes Gaioso no próximo 22 de Abril à partir das 20:30 horas
O Centro Social Gomes Gaioso participará activamente na homenagem que diversos colectivos e indivíduos da Corunha e outros lugares brindarám ao proximamente desaparecido bairro das Atochas. O primeiro bairro operário corunhês, cenário do acordar de umha classe entom e hoje chamada a cambiar o mundo, lugar de luita e resistência, lugar de dignidade, vestígio material hoje pertencente á memória colectiva silenciada e, a passos de gigante, furtada do povo corunhês.
Segundas-feiras 21-22.30h
Euskara
Terças-feiras 19.30-21h
Pandeireta
Terças-Feiras 21-22.30h
Euskara iniciaçom
Quartas-feiras 20-21.30h
Galego
Quintas-feiras 18.30.-20h
+ info 637260659

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