Neste dia 17, representantes das cooperativas A Xoaniña, Zocaminhoca e Traditerra, falarám da sua experiência na producçom e comercializaçom de produtos ecológicos. Ao termo, haverá degustaçom de refeiçons feitas com estes produtos.

O Gomes Gaioso chama a assistir à manifestaçom pola dignidade das pessoas imigrantes
O Gomes Gaioso expressa a sua solidariedade com as reivindicaçons da manifestaçom convocada pola associaçom Aseser – Teranga, em favor da dignidade das pessoas imigrantes. Esta manifestaçom convoca-se para chamar a atençom sobre as mudanças legais que vai haver no estado espanhol em matéria de imigraçom, umhas mudanças que se estám a apresentar perante a opiniom pública como melhoras e que na prática suponhem maiores travas para a integraçom social dos trabalhadores e trabalhadoras imigrantes.
Como Centro Social de orientaçom socialista e internacionalista, nom podemos mais que concordar com umha manifestaçom que denuncia a política migratória de um estado que nom combate a sério as redes de tráfico e exploraçom de pessoas e sim criminaliza às pessoas que cai em maos dessas redes, que entram clandestinamente em Europa porque nom se lhes oferecem outras vias para fazê-lo e que, em qualquer caso, venhem na legítima procura do que nom encontram nos seus lugares de origem: a possibilidade de viver em condiçons dignas, ainda que às vezes Europa nom seja o que puidera parecer.
Também pensamos que hoje mais do que nunca é necessário renovar o apelo à solidariedade de classe. O chamado de Karl Marx à unidade entre os trabalhadores e trabalhadoras do mundo tem hoje a mesma vigência que quando viu a luz, só que as circunstáncias actuais lhe fam cobrar um sentido ainda mais claro e concreto. @s imigrantes nom som @s noss@s inimig@s, antes som @s noss@s irmaos e irmás de classe e temos que contar com eles para a nossa luita; umha luita onde o verdadeiro inimigo é esse capital depredador, o mesmo que depauperou os seus países e os obrigou a emigrar, o mesmo que está a destroir a nossa paisagem, a nossa cultura, as nossas formas de vida e mesmo a nossa língua. O mesmo que tras provocar-se umha nova crise, quer-lhe fazer pagar a factura da desfeita quem move as engranagens do seu sistema de producçom: nós.
Apelamos também ao papel que na história do nosso povo tivo a emigraçom: emigrantes galegos na América forom Simón Bolívar, Ricardo Melha, Manuel “Gallego” Soto...geraçons de revolucionários que tiverom berço aquí e que na sua terra de adopçom se unirom à causa d@s humildes, porque a necessidade sim que é umha pátria comum. Por nom falar d@s anónim@s, que forom a maioria, que alí conhecerom e abraçarom ideologias revolucionárias e que de retorno ao seu país natal partilharom os seus novos conhecimentos com os seus compatriotas. Fagamos pois da imigraçom umha via de esperança para a classe trabalhadora galega e nom um motivo de confronto.
Activemos também as nossas alertas perante a ascensom da extrema direita (clássica ou moderna, organizada partidariamente ou nom) que vai intentar pôr no alvo do descontentamento popular pola crise e as regressons em matéria social às comunidades imigrantes. A extrema direita sempre utiliza esse bode expiatório como elemento de distracçom, já que, como conhecemos o fascismo é umha força de choque do capital para contrarrestar o movimento operário e neutralizar a luita de classes.
Portanto, o nosso fraternal cumprimento aos e às convocantes da manifestaçom do Domingo (saida às 19 horas, da rua Jorge Borrow) e a nossa adesom inequívoca.
No dia 23 tivo lugar em plena rua Marconi a festa de boas vindas ao Solstício em colaboraçom com o Restaurante Cúrcuma. Desde o solpor até bem entrada a madrugada, a carne e as sardinhas, regadas com vinho, puxerom-lhe sabor à celebraçom, enquanto sonava a música popular, que contribuia a sobir-lhe temperatura ao encontro. Três dias depois, ainda nom bem repostos da troula do Solstício, tivemos um acto divulgativo-solidário-festivo, no que dous companheiros irlandeses nos figerom umha introducçom à história da sua naçom, desde os albores do movimento republicano irlandês até os nossos dias. O evento tivo também, como costuma acontecer no Gaioso, a sua vertente musical e gastronómica.









Segundas-feiras 21-22.30h
Euskara
Terças-feiras 19.30-21h
Pandeireta
Terças-Feiras 21-22.30h
Euskara iniciaçom
Quartas-feiras 20-21.30h
Galego
Quintas-feiras 18.30.-20h
+ info 637260659

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