Nom queremos touradas nas nossas festas
A mudança de governo na cidade da Corunha nom supujo umha mudança de filosofia na gestom das festas. Ainda que a equipa que lidera Carlos Negreira fijo umha crítica leve e superficial acerca da “qualidade” das atuaçons contratadas para este ano, nada fai suspeitar que, no fundamental, vaia haver mudança nengumha.
No que di respeito da celebraçom de festejos taurino no marco das festas de Maria Pita, nom parece que o executivo autárquico vaia fazer qualquer movimento de leme; essa atividade é intocável, apesar de ser economicamente ruinosa e haver constantes problemas com as empresas concessionárias da organizaçom das mesmas. Há evidentemente interesses políticos em meter-nos polos olhos umha tradiçom que nunca arreigou aqui o suficiente como para que permanecesse. Por algumha razom será que a praça de touros da Corunha desapareceu há décadas e a única claque taurina que há na cidade é um clube de nostálgicos (da “festa” e de outras cousas, provavelmente) onde, segundo os seus próprios membros reconhecem, nom há perspetivas de relevo geracional.
Esse interesse político é de tipo identitário, querem impor-nos signos de identidade que nada tenhem a ver connosco, já que como bem é conhecido, a oligarquia galega (sempre vendida ao imperialismo espanhol) anda em plena ofensiva para aniquilar tudo aquilo que nos distingue como povo...a cultura, a arte, a língua e, mesmo o nosso meio natural e a nossa paisagem.
Por sua vez, à parte de nom estar dispost@s a tolerar que queiram fazer de nós o que nem somos nem queremos ser, também manifestamos o nosso rejeitamento a qualquer ato pretensamente festivo, cultural ou artístico que implicar o mau trato a um animal. O espetáculo da “tauromaquia” degrada aquelas pessoas que o presenciam e desqualifica aquelas pessoas que se lucram com ele. Nom queremos ser partícipes destas práticas bárbaras e denigrantes, som absolutamente incompatíveis com conceitos como “cultura” e “progresso”.
Hoje às 20:30 inaugura-se umha exposiçom de desenhos de Manuel Pérez "Arenas". O histórico dirigente do PCE(r)nasceu em Melilla em 1944 e marchou de adolescente com a sua família a Madrid. A sua juventude tran no popular bairro de El Pozo del Tio Raimundo. Começou a sua trajectória política na OMLE (organización Marxista-Leninista de España)umha militança que o levaria a conhecer as relhas pola primeira vez já nos anos setenta. Participou na fudaçom do PCE(r)e passou várias vezes por prisom. Trás a sua última detençom em París , foi extraditado e na actualidade está preso na espanhola cadea de Alcalá-Meco.
A inauguraçom inclui umha palestra do ex-preso do PCE(r) Marcos Regueira.
O Centro Social Gomes Gaioso apoia a concentraçom em solidariedade com Honduras
O Centro Social Gomes Gaioso, consonte o seu compromisso internacionalista de solidariedade com as causas revolucionárias e de libertaçom nacional no mundo, apoiará a concentraçom que terá lugar na Praça do Obelisco, à altura do antigo cinema Avenida, neste dia 15 às 20.30 horas.
O golpe militar nas Honduras é um atentado contra a soberania do povo hondurenho, um giro forçado de leme contra o direito do povo a decidir o seu futuro. Evidentemente que este golpe de estado, que nom se concive sem o apoio cada vez mais evidente das potências imperialistas com os USA à sua cabeça, é umha expressom da progressivamente patente preocupaçom do capital internacional e das oligarquias locais perante o avanço de opçons políticas de esquerda de impronta ideológica assimétrica, mas em qualquer caso com conteúdo manifestamente nacionalista e anti-imperialista e portanto incómodas para os seus interesses. Concretamente nas Honduras, existia inquietaçom pola possível integraçom no ALBA, que nasceu como alternativa a outras estruturas político-económicas tuteladas polo imperialismo ianque.
Os USA estám molestos pola emergência na regiom de governos de esquerda: a volta dos sandinistas ao governo de Nicaragua e a histórica vitória do Farabundo Martí no Salvador. O temor porque em Honduras cundisse o exemplo, foi o detonante do golpe de mao encabeçado na sua frente política por Micheletti.
Portanto devemos inferir que à parte da clara agressom da que está a ser objecto o povo hondurenho, este golpe de estado em toda regra terá que ser entendido como umha ameaça a outros povos que estám a experimentar processos de carácter revolucionário, ou simplesmente forom decantando-se por opçons políticas nom preferidas polo amo ianque. A intencionalidade exemplarizante induvidável.
Os povos do mundo devem revelar-se contra esta cínica demonstraçom de força do imperialismo. O povo da Corunha deve fazê-lo também. Nós, sem pretensom algumha de sermos vanguarda de nada, mas desde a nossa vocaçom de projecto popular, encorajamos a fazê-lo desde esta concentraçom e desde outras iniciativas solidárias que tenham lugar na cidade, independentemente de quem as impulsione, já que nom é momento de sectarismos nem de pelejas polo protagonismo.
Assimesmo, anunciamos que o representante da resistência hondurenha Erasto Reyes estará o dia 16 às 21 horas na Galeria Sargadelos, sediada na Rua Real.
...para celebrarmos a Hispanidade como se merece, espectáculo escatológico - político com O Leo i Arremecághona
Vídeo elaborado pola Assembleia Aberta em Defesa dos Direitos das Pessoas Migrantes, chamando à manifestaçom do 18 de Outubro, contra a reforma da Lei de Estranjaria
Para esta segunda feira, às 19 horas no Café Macondo, sediado na Rua Santo André da Corunha, há marcada umha reuniom aberta com o intuito de desenhar iniciativas contra o golpe de estado nas Honduras. Podem assistir todos os colectivos e indivíduos que assim o desejarem.
Nesta Sexta feira, festa solidária em benefício da Brigada Fuco Gomes, que mais um ano viajará a Cuba, para conhecer o legado da Revoluçom. Contaremos com a presença do Cónsul de Cuba na Galiza e de umha companheira que viajara lá no ano passado, além de um representante da Associaçom de Amizade Galego-Cubana Francisco Vilhaamil.

O local da associaçom Própolis, sediado na Rua Barcelona, na Corunha, será cenário de um concerto solidário e multicultural, onde terám cabimento tanto cançom de autor como o reggae, o hip-hop e o rap. Na sexta-feira, dia 2.
Neste 18 de Setembro às 20:30 horas terá lugar no Centro Social Gomes Gaioso um acto de solidariedade com o povo mapuche. Sob o título "Nom à violência estatal contra o povo mapuche", contaremos com a intervençom de Omar Contreras, ex-professor chileno e membro do COSAL na Corunha e projectará-se o documentário "Tierra de fronteras", de Guido Brevis Hidalgo.
O colectivo literário-musical Poetas Vivos chega ao Centro Social Gomes Gaioso a oferecer-nos a sua poesia adereçada com música. Será neste próximo Sábado 12 de Setembro, à partir das 20:30 horas.
Este colectivo nasceu em Agosto de 2006 em Vilar de Santos com motivo dum recital na comemoraçom do Festival da Mocidade e surge para dar a conhecer por meio da poesia uma forma de entender a nossa língua que nos abre portas no mundo e que discorda da visom pequena que se nos dá e que nom ajuda a superar a ideia de “fala regional”.
Os Poetas Vivos som:
Belém de Andrade
Concha Rousia
Artur Alonso Novelhe
Servando Barreiro (músico)
José Manuel Barbosa
Segundas-feiras 21-22.30h
Euskara
Terças-feiras 19.30-21h
Pandeireta
Terças-Feiras 21-22.30h
Euskara iniciaçom
Quartas-feiras 20-21.30h
Galego
Quintas-feiras 18.30.-20h
+ info 637260659

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