"Fado lisboeta" (versões)

"Fado lisboeta" (versões)

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Raquel Tavares

Amália Rodrigues: Fado lisboeta

Não queiram mal a quem canta
Quando uma garganta em ais se desgarra
Que a mágoa já não é tanta
Se a confessar à guitarra
Quem canta sempre se ausenta
Da hora cinzenta da sua amargura
Não sente a cruz tão pesada
Na longa estrada da desventura

Eu só entendo o fado
Plangente, amargurado, à noite a soluçar baixinho
Que chega ao coração num tom magoado
Tão frio como as neves do caminho
Que chora uma saudade ou canta a ansiedade
De quem tem por amor chorado
Dirão que isto é fatal, é natural
Mas é lisboeta
E isto é que é o fado

Oiço guitarras vibrando e vozes cantando na rua sombria
As luzes vão se apagando a anunciar que é já dia
Fecho em silêncio a janela, já se ouve na viela
Rumor[e]s de ternura
Surge a manhã fresca e calma
Só na minha alma é noite escura

Eu só entendo o fado
Plangente, amargurado, à noite a soluçar baixinho
Que chega ao coração num tom magoado
Tão frio como as neves do caminho
Que chora uma saudade ou canta a ansiedade
De quem tem por amor chorado
Dirão que isto é fatal, é natural
Mas é lisboeta
E isto é que é o fado

Maria Ana Bobone

Sandra Correia

Amália Rodrigues

Escrito em 15-02-2013, na categoria: Fadistas
Chuza!

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2 comentários

Comentário de: F [Visitante]
F

Soy un hereje, pero me quedo con la de Raquel.

31-01-2014 @ 18:23
Comentário de: manuel [Membro]  

Yo creo que también. Pero las otras versiones también son mu güenas.

31-01-2014 @ 18:27
Bem pensado / Todos temos nosso fado / E quem nasce mal fadado / Melhor fado não terá

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