Umha das principais eivas dos movimentos sociais é o seu contínuo aparecer e desaparecer, a sua falta de continuidade, e dificuldade para transmitir os “conhecimentos da dissidência” entre gerações. Por isso a memória histórica é também recordar e reconhecer o trabalho de outros colectivos e pessoas que permitem que hoje siga a existir umha comunidade nacional galega que se nega a claudicar. Aqui repassaremos, através das páginas do periódico Gralha (precursor do Novas da Galiza), as notícias relativas à ARO, Associaçom Reintegracionista de Ordes.
Escrito às 20:20:46 nas castegorias: ACTIVIDADES
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