
MANUEL MURGUIA AO SEU PASSO POR ORDES
Nom sei se existe ainda, mas há uns vinte anos, e sempre que atravessava o caminho de Santiago à Corunha, ao chegar a umha alta esplanada, triste e solitária, mas cheia de agrestes aromas e de umha certa selvagem poesia, grata ao filho das montanhas, costumava deter as olhadas e o pensamento sobre um velho e um tanto espacioso edifício que à direita da estrada recurtava a sua obscura silhueta, sobre um céu encapotado.
Sobre a porta lia-se entom um letreiro: MESOM DE DEUS.
Escrito às 19:34:52 nas castegorias: ORDES NA LITERATURA
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