Graças à Hemeroteca Virtual de Betanços (http://hemeroteca.betanzos.net/) temos disponíveis para o estudo dous números da revista "PATRIA: Órgano de la Unión Patriótica de los Partidos de Corcubión, Ordenes y Betanzos", do 16 de Junho de 1925 (http://hemeroteca.betanzos.net/Patria/Patria%201925%2006%2016.pdf) e 1 de Julho do mesmo ano (http://hemeroteca.betanzos.net/Patria/Patria%201925%2007%2001.pdf). Nela pode-se encontrar valiosa informaçom sobre mitins e movimentos da direita espanhola na nossa comarca. A "Unión Patriótica" (referindo-se a Espanha, claro, nom à Galiza) foi um partido político espanhol criado polo ditador Miguel Primo de Rivera. Mais adiante daremos conta aqui da informaçom que contém
Continuamos recolhendo a memória do anarquismo na comarca. Agora, no livro "A cultura en Culleredo na Segunda República", de Carlos Pereira (que podes descarregar aqui: http://www.cntgaliza.org/files/Ateneo_Rutis.pdf), conseguimos a referência dum mitim do Sindicato de Peons da CNT da Corunha celebrado em Ordes no 29 de Novembro de 1931:
Escrito às 02:06:20 nas castegorias: Documentos, HISTÓRIA
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Partilhamos aqui um artigo de Solidarid Obrera que nos passárom os companheiros da Revoltaina Cultural da Beira de Bergantinhos, onde se fala da actuaçom do Sindicato de Peons da CNT em Cerzeda durante a IIª República (nom temos a referência exacta). Além de em Cerzeda, também a encontramos na parte mais oriental da comarca (sem ir mais longe o próprio Benigno Andrade "Foucelhas", de Cabrui, militante do Sindicato de Ofício Vários da CNT) e parece que também havia militância anarquista no Mesom do Bento segundo nos indicam da Revoltaina. Da CNT era militante também o cerzedense Francisco Ranha Boquete, do sindicato de panadeiros da Corunha (morava na Travessa de Santo André), e sócio de Germinal. Foi assassinado polos fascistas no 13 de Agosto de 1936, aos 38 anos.
Escrito às 16:07:33 nas castegorias: MEMÓRIA, Documentos
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“Despois da guerra” é um livro de relatos ambientados na guerra civil e resistência nas Terras de Ordes. Fôrom escritos por Manuel Pazos Gómez, o historiador de referência na recuperaçom da memória na nossa comarca, e publicados pola A. C. Obradoiro da História em 2003. Com prólogo de Neira Vilas, e louvado por Manuel Maria, os sete relatos curtos achegam-nos a outras tantas histórias reais de morte, repressom, cárcere, mas também resistência e dignidade.
Agora está disponível em pdf na página do autor para que quem queira o poda descarregar de graça, tam só com fazer clique aqui: http://manuelpazos.info/Despois%20da%20Guerra.pdf
Escrito às 19:44:29 nas castegorias: MEMÓRIA, Documentos
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No passado 12 de Fevereiro cumpriu-se o bicentenário do fusilamento na capela de Arjám (Messia, comarca de Ordes) de doze vizinhos retaliados polo exército francês, poucos dias depois da batalha de Elvinha, que transcorreu entre o 16 e o 18 de Janeiro de dito ano. Sobre estes factos —situados no contexto das guerras ibéricas, durante as quais a Galiza foi na realidade um estado independente durante os anos da contenda, com embaixada em Inglaterra e Portugal, para além de organismos fiscais, militares e de governo próprios— escreveu o pároco de Sam Cristovo de Messia no livro de defunçons:
Escrito às 15:32:54 nas castegorias: Documentos, HISTÓRIA
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