
MANUEL MURGUIA AO SEU PASSO POR ORDES
Nom sei se existe ainda, mas há uns vinte anos, e sempre que atravessava o caminho de Santiago à Corunha, ao chegar a umha alta esplanada, triste e solitária, mas cheia de agrestes aromas e de umha certa selvagem poesia, grata ao filho das montanhas, costumava deter as olhadas e o pensamento sobre um velho e um tanto espacioso edifício que à direita da estrada recurtava a sua obscura silhueta, sobre um céu encapotado.
Sobre a porta lia-se entom um letreiro: MESOM DE DEUS.
Escrito às 19:34:52 nas castegorias: ORDES NA LITERATURA
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O BARDO PONDAL E SANTA CRUZ DE MONTAOS
Recorda-nos um vizinho de Santa Cruz de Montaos que: "D. Eduardo pondal, no libro Queixumes dos pinos, tamén lle adicou un poema á Parroquia de Santa Cruz de Montaos "Indo polo Camiño". Na fronte da entrada do campo das festas da citada parroquia, por iniciativa dun ex concelleiro de Santa Cruz, unha praca na súa honra, reproduce o poema."
Escrito às 13:01:03 nas castegorias: ORDES NA LITERATURA
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EDUARDO PONDAL, ANGERIZ E O RIO LENGUELHE
Começamos esta pequena escolma de literatura galega na que a nossa comarca aparece de protagonista com o grande bardo galego, Eduardo Pondal. Nado em Abente, Ponte Cesso em 1835, passará à história por ser um dos escritores mais importantes do ressurgimento galego, junto com Rosalia e Curros e, aliás, escrever a letra do hino nacional galego. Os trechos que aqui reproduzimos, fôrom extractados do seu livro de 1886 Queixumes dos pinos, e nestes versos fala do rio Lenguelhe e da paróquia tordoiense de Anxeriz. Mas nom é o Lenguelhe o rio predileto de Pondal, senom o Anlhons, que nado no Monte Xalo, dentro da nossa comarca, percorre toda a comarca de Bergantinhos antes de morrer no Atlântico.
Escrito às 03:40:34 nas castegorias: ORDES NA LITERATURA
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