Categorias: GAMANÇOS, HUMOR, POESIA, PROSA, ADÁGIOS, FILMES, IMPRENSA, MÁ IMPRENSA, TÍTULO DO ANO

20-07-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 31

Bebé em ourivesaria assaltada com tiros

No JN.

BLOGADO ÀS 00:23:20

06-07-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 30

Rato que chumba Norte viabiliza Sul



No JN.



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BLOGADO ÀS 15:37:46

21-06-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 29

Se um concelho é saudável, inventam logo que

Hospital de Valongo só atrai 30% da população



No JN.



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BLOGADO ÀS 23:08:48

13-06-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 28

Temem que a elevação traga parquímetros



No JN.



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BLOGADO ÀS 12:28:07

06-06-2009

FOTOS, TÍTULO DO ANO

Por Sugestão de várias Famílias 10 / Título do Ano 27



No JN. Sugestão da Alice.



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BLOGADO ÀS 01:19:42

24-05-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 26

Carro cai de uma altura de 300 metros


e

Aaeronave despenha-se na Madeira: dois feridos



Na Madeira, no mesmo dia. JN e JN.



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BLOGADO ÀS 22:42:49

14-05-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 25

Metro até Santo Ovídio encravado no Governo



No JN.

Encravado aonde? No cu? No sovaco?



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BLOGADO ÀS 13:17:35

05-05-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 24

Michelle sobrevive ao qualifying, Nalbandian morre de calor

No Público.

Fui investigar. Nalbandian não morreu de calor, e o jornalista do Público não foi despedido.



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BLOGADO ÀS 16:03:23

02-05-2009

PORTURARIDADE, IMPRENSA, METRO, TRÁS-OS-MONTES

Atualizações 1/5/09

* Este texto elenca todas as razões para não se construir a barragem do Tua. Alguém me consegue mostrar uma razão válida para a construir?

No linhadotua.net.


*

Proposta do Governo para reduzir multas ambientais classificada como "uma vergonha"

O Governo quer reduzir as multas ambientais, para proteger pessoas singulares e pequenas e médias empresas. As primeiras reacções são de total surpresa, com a medida, anunciada hoje, a ser classificada como “uma vergonha”, “um passo atrás” ou “um mau sinal”.

(...)

No Público.


* Em Coimbra, mais um passo na direção do metro:

(...)

A construção do segundo troço do Sistema de Mobilidade do Mondego, que contempla a instalação de um metropolitano de superfície no Ramal da Lousã, foi posta a concurso.

Os trabalhos, da responsabilidade da Refer, custam 43 milhões de euros.

A sociedade Metro Mondego revelou anteontem à noite, em comunicado, que o concurso público lançado pelo Governo abrange a empreitada de construção do troço ferroviário entre Alto de São João (Coimbra) e Miranda do Corvo, numa extensão de 14,28 quilómetros.

(...)



No JN.

Curiosamente, em lado nenhum aparece a referência à duplicação da via. Vai continuar em via única?


* Em Almada, expande-se a rede:

Falta de utentes não trava expansão

(...)

Faz hoje dois anos que o Metro Sul do Tejo (MST) começou a circular nos concelhos de Almada e Seixal.

Ainda sem os 85 mil passageiros diários planeados, é já certo o seu prolongamento ao Fogueteiro e ao Barreiro

(...)

No JN.



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BLOGADO ÀS 00:35:10

27-04-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 23

Sino toca tão alto que até viola a lei

No JN.



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BLOGADO ÀS 11:41:19

22-04-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 22

Ratos-cegos estão a dizimar soutos e pomares

Prejuízos incalculáveis e plantações de árvores dizimadas. É este o cenário no Planalto Mirandês e Parque Natural do Douro Internacional. Uma praga de ratos está a matar milhares de sobreiros, carvalhos e cerejeiras.

souto

substantivo masculino

1. plantação de castanheiros; castanhal

No JN.

BLOGADO ÀS 18:05:53

22-04-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 21

Lota de Peniche vai vender peixe online

No JN.



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BLOGADO ÀS 17:49:49

16-04-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 20

Custas de 500 milhões para famílias das vítimas

Familiares das vítimas da tragédia de Entre-os-Rios vão pedir a intervenção do presidente da República e do Governo para serem libertados do pagamento de meio milhão de euros de custas no processo-crime relativo à queda da ponte.

No JN.



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BLOGADO ÀS 20:51:56

10-04-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 19

Metro meteu menos água em 2008

No JN.


O título é tenebroso na sua incompetência. O metro meteu, de facto, água em 2008. Com as chuvas intensas do fim do outono, houve estações que inundaram. A notícia, no entanto, é sobre poupanças no sistema de regas. Com jornalistas destes não vamos lá.


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BLOGADO ÀS 16:16:29

10-04-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 18

Um Piolho centenário a transbordar de gente

Por momentos julguei ler 'Gente centenária a transbordar de piolhos'. Mas não. No JN.



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BLOGADO ÀS 16:01:15

05-04-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 17

'Heli' corrido a caçadeira ao tirar água de uma lagoa

Dono nega e diz que o filho apenas usou um pau para avisar que havia pessoas

No JN.



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BLOGADO ÀS 10:55:36

31-03-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 16

Problema de audição quase causava um funeral

No JN.



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BLOGADO ÀS 19:51:37

30-03-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 15

Câmara disposta a dar ou emprestar viaduto

No JN.



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BLOGADO ÀS 18:44:55

24-03-2009

TÍTULO DO ANO

Título do Ano 14

Defeito nos testículos pode tirar título a cavalo

No JN.



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BLOGADO ÀS 16:15:55

22-03-2009

LÍNGUA, IMAGENS, MÁ IMPRENSA

Atualizações 21/3/09

* Parece-me natural que o Público trabalhe com jornais espanhóis, partilhando notícias quando se trata de assuntos ibéricos. Por vezes compreendo a necessidade de utilizarem os grandes diários de Madrid como fonte para certas notícias da atualidade espanhola; já não percebo quando se cita o El País para notícias internacionais que nada têm a ver com o Estado espanhol.

Agora isto. Bem, leiam:

No programa de Jay Leno, o presidente norte-americano falou também de temas sérios, como a situação económica dos EUA e o escândalo dos prémios na seguradora AIG, mas alternou-os com as primeiras impressões sobre o avião presidencial Air Force One: "Pessoalmente, acho que é guay (hispânico para cool)", atirou.

(negrito meu)

Não basta terem usado uma notícia em castelhano como base para algo acontecido nos EUA. Fizeram mais - não conseguiram perceber que, para além de ser invulgar em Barack Obama a utilização de calão 'hispânico', ele de facto não disse que o avião era 'guay' mas sim que era 'cool'; a tradução de 'guay' (palavra castelhana) para português não é 'cool' (palavra inglesa) mas sim 'fixe' (palavra portuguesa); não tenho a certeza que na América Latina se utilize a palavra 'guay', usada amiúde no Estado espanhol; e o 'hispânico' não é uma língua mas sim o 'castelhano' (ou 'espanhol').

Sei bem que a secção Pessoas do Público não será exatamente de jornalismo, mas este não é um caso de mau jornalismo, mas antes de atraso mental. Entristece-me um jornal assim.


*

O secretário de política linguística da Generalitat da Catalunha, Bernat Joan, explicou o caso da oficialidade do ocitano que, apesar de ser uma língua falada só ao norte do Principado catalám, é oficial em todo o território.

E porque não a oficialidade em todo o território do Estado espanhol das línguas co-oficiais, juntando-lhe o asturiano, o aragonês e ocitano?





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BLOGADO ÀS 01:23:40

21-03-2009

GAMANÇOS, AMIGOS, FERROVIÁRIO, PORTUGAL ESPERTO

Atualizações 20/3/09

* Ainda não sei se acredito (pode ser brincadeira):


Passagem de solo rural a urbano passa a ser excepcional

A reclassificação do solo rural como solo urbano passa a apenas ser admitida “a título excepcional”, com o objectivo de combater a actual prática de aumento indiscriminado dos perímetros urbanos, acordo com um decreto regulamentar aprovado hoje em Conselho de Ministros. Pretende-se também incentivar a reabilitação dos centros das cidades.

No mesmo documento, estipula-se a “reclassificação do solo urbano como solo rural” quando os municípios não procederem à programação das áreas não urbanizadas integradas no perímetro urbano e também quando o tiverem feito mas não o concretizem no prazo previsto.

“Estamos a limitar a expansão urbana”, com “orientações claras nesse sentido”, disse ao PÚBLICO o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão. O Governo pretende também “evitar que a expansão urbana se faça à custa quer de solo agrícola quer de solo de valor ambiental, tendo em conta não as necessidades de desenvolvimento urbano mas as expectativas de valorização” dos solos, acrescentou.

O Decreto Regulamentar “fixa os critérios uniformes de classificação e reclassificação do solo, de definição de utilização dominante, bem como das categorias relativas ao solo rural e urbano, aplicáveis a todo o território nacional”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros de hoje. O Governo diz que entende a classificação dos solos como uma “opção de planeamento territorial determinativa do destino básico dos terrenos”, “assente na diferenciação entre as classes de solo rural e de solo urbano”.

Fazer cidade de forma mais planeada

João Ferrão, geógrafo e investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa antes de ir para o Governo, especificou também os objectivos das novas regras para a reclassificação de solo urbano como rural. Quer-se “evitar bolsas de solos expectantes” e, ao mesmo tempo, “estimular a execução programada das opções de planeamento municipal”.

Por outro lado, há ainda o objectivo de “melhorar a relação entre a programação das infra-estruturas e a programação do uso do solo”. Isto porque “muitas vezes altera-se primeiro o uso do solo e fazem-se depois as infra-estruturas”, outras vezes é ao contrário, explica ainda. “Isto leva a que a expansão [urbana] seja frequentemente, não o resultado de opções municipais”, mas sim das dinâmicas exclusivas do mercado.

Por outro lado, o secretário de Estado realçou “a forma como as áreas rurais são tratadas” nesta legislação. “Não são uma espécie de áreas residuais”. Áreas rurais e urbanas passam a ser tratadas “ambas com a mesma dignidade”.

(...)



Sugestão do Nuno.


* MFJEP - Movimento a Favor do Jornalismo Escrito Pago:

O jornalismo, como o tivemos, não durará. Existe uma certa demissão na transferência para o virtual. O cidadão informado - que, acima de tudo, se quer, a ele próprio, informado – reduz-se, em grande medida, à fragmentação; ao pluralismo em linha. Encontra-se, parcialmente, desligado. Este modelo, como complemento de uma tentativa de agarrar o actual, embora menos reflectido, é já necessidade. Longe de substituir o conhecimento integrado que o artigo de opinião, a reportagem densa e a investigação demorada conferem.

(...)

Texto de Afonso Pimenta.


* Em Fafe, espertos, pedem o comboio de volta.



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BLOGADO ÀS 07:49:32

20-03-2009

LÍNGUA, GALIZA, REGIONALIZAÇÃO, ACORDO ORTOGRÁFICO, IMPRENSA, POLÍTICA À PORTUGUESA, GRANDE PORTO

Atualizações 19/3/09

* O Rui Tavares ilustrou em crónica do Público o que publicou no blogue ontem, e teve o condão de, falando da desigualdade, abarcar temas como a regionalização, o Norte e a situação no Estado Espanhol. Cada vez mais, Rui Tavares é o meu herói pessoal.

O erro está em pensar que igualdade é homogeneidade, quando são coisas muito diferentes. Não por acaso, a obsessão com a homogeneidade é de direita (se pensarmos bem, é herdeira da obsessão religiosa com a pureza) e a obsessão com a igualdade é de esquerda. A direita preocupa-se menos com a desigualdade desde que o país seja homogéneo. O conservadorismo nacional é anti-regionalização, anti-imigração e anti-direitos dos gays (bom dia, Dra. Manuela Ferreira Leite) mas não perde o sono com a desigualdade. O projecto oposto não tem problemas em viver num país heterogéneo; o que nos interessa é dar a mesma dignidade a cada uma das partes que o constituem.

Em suma, eu diria que foi o quando a Espanha viu que é um país plural que começou a tornar-se um país mais igual. Mas que sei eu? Perguntem a Felipe González. O que ele respondeu numa entrevista recente foi que o segredo do crescimento da Espanha está em assumir a sua pluralidade interna: “Se há trinta anos atrás me dissessem que a Galiza viria a ser uma economia dinâmica na globalização, eu daria uma gargalhada”. Com o nosso desigual Norte a cair no atraso, é uma gargalhada amarga para nós.




*

Aos 30 anos, o "Correio da Manhã" começa nos próximos dias a adaptação do jornal ao novo Acordo Ortográfico, anunciou o director do título, Octávio Ribeiro, na edição de hoje.

Parece óbvia ainda a ignorância em relação ao Acordo:

"A nova ortografia só se estenderá a todos os textos do jornal, respectiva primeira página e manchete, "caro Leitor", quando já ninguém estranhar a palavra 'facto' escrita sem cê", refere Octávio Ribeiro.

Segundo o AO, 'fa(c)to' é uma palavra de dupla grafia, o que significa que se grafa como se quiser. E se na fonia preponderante em Portugal se lê o 'c', se bem que subtilmente, deve grafar-se 'facto', como eu faço há já algum tempo. O que é um facto.

No Público, via Blogtailors.


* 32 mil euros por bilhetes de La Féria:

A Câmara do Porto adquiriu bilhetes no valor de 32,5 mil euros para o musical "Alice no País das Maravilhas" de La Féria. O montante foi deduzido nos 5% da receita de bilheteira que a Autarquia tem direito. O PS critica discriminação.

No passado, a aquisição de ingressos nos espectáculos de companhias teatrais da cidade era uma forma da Autarquia apoiar esse trabalho. "A compra de bilhetes era uma maneira da Câmara do Porto ajudar as companhias no momento de concretização dos espectáculos. E distribuía esses bilhetes pelas escolas. Com Rui Rio, deixou de fazê-lo", especifica Carla Miranda, convencida de que o problema fundamental não reside nessa aquisição, mas na inexistência de critérios na gestão do Pelouro da Cultura.

"Rui Rio disse que as companhias eram subsídiodependentes", quando a única ajuda municipal era a compra de ingressos, argumenta: "Esses termos não servem para o senhor La Féria. Não é igual para todos. O facto de não existirem regras conduz a estes actos discricionários".



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BLOGADO ÀS 01:15:35

16-03-2009

TÍTULO DO ANO

título do ano 13

Homem morto pelo pinheiro que cortava

Foi "abatido" pelo pinheiro que abatia. Paz à sua alma. No JN.



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BLOGADO ÀS 01:41:29

10-03-2009

GAMANÇOS, IMPRENSA, URBANISMO DE PONTA, PORTUGAL ESPERTO

Atualizações 9/3/09

* Manuel Jorge Marmelo:

Pouco católico

Uma menina brasileira de nove anos (exacto:nove anos) deu entrada num hospital com dores de barriga. Ao examiná-la, os médicos descobriram que estava grávida por ter sido violada pelo padrasto e que corria risco de vida. Interromperam a gravidez com o consentimento da mãe - motivos não faltavam, mas bastaria ter invocado o mais elementar bom senso. O arcebispo de Olinda e Recife, José Cardoso Sobrinho, resolveu, porém, excomungar toda a equipa médica que participou na intervenção e a mãe da criança. O violador, porém, ficará impune (aos olhos do tal deus, pelo menos). Talvez o senhor arcebispo ainda lhe possa garantir um lugarzinho no céu.


* Belisquem-me para ver se eu acredito. Em Portugal, uma câmara não quer uma estrada para proteger uma futura ecopista? A notícia deve estar mal:

O presidente da Câmara de Santa Comba Dão, João Lourenço, ameaça avançar com uma providência cautelar em tribunal, para impedir que a empresa Estradas de Portugal avance com o traçado do futuro Itinerário Complementar 12 numa zona onde a autarquia tem projectada a construção de uma ecopista.





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BLOGADO ÀS 02:14:27

08-03-2009

TÍTULO DO ANO

título do ano 12

Simulacro de acidente com balanço positivo



Pela primeira vez em Portugal, um simulacro sem mortes ou feridos a lamentar. No JN.



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BLOGADO ÀS 21:35:33

02-03-2009

TÍTULO DO ANO

título do ano 11

Antiga mineira chega aos 91 só a comer peixe

No JN.



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BLOGADO ÀS 16:08:11

23-02-2009

TÍTULO DO ANO

TÍTULO DO ANO 10

Morreu atropelado em parque de hipermercado


No JN.



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BLOGADO ÀS 11:50:11

19-02-2009

PORTURARIDADE, ACORDO ORTOGRÁFICO, FERROVIÁRIO, IMPRENSA

Atualizações 18/2/09

* José Saraiva Martins, cardeal (ainda não percebi se é uma ave ou um alto dignatário da igreja católica) :

A homossexualidade não é normal, temos que dizê-lo (...) Não é normal no sentido de que a Bíblia diz que quando Deus criou o ser humano, criou o homem e a mulher. É o texto literal da Bíblia, portanto esse é o princípio sempre professado pela igreja.



Aqui, em vídeo.


* É para já:

O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, revelou ontem que o novo Acordo Ortográfico deverá entrar em vigor no primeiro semestre de 2009.

Estamos em conversações com os outros países da CPLP para ver se encontramos uma data para o adaptar nos documentos oficiais, nas imprensas nacionais e que os diários oficiais [no caso português o Diário da República] dos vários países passem a adoptar a ortografia do novo Acordo Ortográfico.




* Obama chu-chu (sugestão do Nuno):





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BLOGADO ÀS 00:11:44

18-02-2009

PORTURARIDADE, FERROVIÁRIO, NORTE, IMPRENSA, URBANISMO DE PONTA, PLANEAMENTO MACADAME, GRANDE PORTO

Atualizações (a mais) 17/2/09

* No Seixal, aquicultura:

O projecto de piscicultura autorizado em 2006 para 17,3 hectares do Sapal de Corroios já está a avançar no terreno. O Grupo Flamingo, defensor do ambiente, avisa que será destruído o principal ecossistema do concelho do Seixal.

"Enquanto temos pisciculturas no Sado a serem vendidas e a falir, não se percebe porque se destrói esta zona sensível", adverte o ambientalista Paulo Gomes, frisando que o despacho do secretário de Estado do Ambiente, datado de 2003, que exigia a reposição do sapal no seu estado natural, nunca foi cumprido.

"É talvez das únicas áreas do concelho a preservar. Estamos a falar de 1% do concelho. É um ecossistema importante", enaltece Paulo Gomes, lembrando que a associação está apenas contra a localização do projecto - que chegou a ser embargado em 2001 - e não contra a piscicultura.

Os ambientalistas acusam ainda a empresa Viveilis - Viveiros de Peixe, Lda., a quem foi cedida uma licença de exploração por dez anos, de ter construído uma barragem que irá secar e destruir o coberto vegetal, um facto que é desmentido pela empresa.

"O viveiro estava arrombado e nós tivemos de o fechar, porque de outra forma não funciona. Agora estamos a recuperar os muros para poder trabalhar. Não estamos a destruir o coberto vegetal e não vamos fazer mais construções", assegurou, ao JN, Francisco Pinto, da Viveilis, que prevê arrancar com a produção em Abril.

Com o intuito de desenvolver um habitat natural, a empresa apresentou recentemente um novo projecto, que inclui a criação de dois charcos para patos, um tanque de pousio e um observatório de aves para a população. "Metade do tanque, por exemplo, vai ser vedado para o caso de as aves querem nidificar e o resto fica para pousarem", descreve Francisco Pinto.



* Como os condutores de automóvel se adoram (mas não suportam estar parados no trânsito lado a lado), alguns já andam de metro e de autocarro:

Fuga ao trânsito na Baixa encheu metropolitano

O corte de trânsito no Terreiro do Paço e na Avenida Ribeira das Naus, em Lisboa, não mergulhou a cidade no caos, como esperavam os pessimistas. O trânsito fluiu, mas também houve mais pessoas a recorrer ao metro.

A fuga ao primeiro dia das alterações no trânsito traduziu-se num aumento de utilizadores do metro. Só as estações de Sete Rios e da Praça de Espanha tiveram mais 10% de passageiros. Quanto à Carris - que prometeu um balanço para amanhã - verificou um aumento de velocidade nos corredores BUS. "É fundamental manter a mesma atitude de procurar caminhos alternativos e usar os transportes públicos. Não pensem que afinal dá para passar", alertou António Costa.



* O metro avança para sul:

Metro chega a Vila d'Este em túnel

Ligação com 3,8 quilómetros entre Santo Ovídio e aurbanização concluída em 2013. Interface fica no hospital

O metro chegará a Vila d'Este em túnel dentro de quatro anos. O prolongamento da linha Amarela em Gaia entre a rotunda de Santo Ovídio e aquela urbanização terá 3,82 quilómetros, mas só um terço do traçado será enterrado.



* Em Mirandela decide-se (se o comboio, se a barragem):

A maioria dos deputados municipais de Mirandela (57) votou, esta segunda-feira, favoravelmente a realização de um referendo local sobre a manutenção da linha ferroviária do Tua, ratificando a decisão do executivo da autarquia, há um mês.



* Bom Jesus, Penha e Santa Luzia - favelas dos ricos:

Favela dos ricos vai tornar-se "repulsiva"

Estudo da Universidade do Minho sobre Bom Jesus é demolidor

O crescente "enfavelamento" das urbanizações de luxo na Encosta do Bom Jesus pode tornar o local "repulsivo" e até "conflituoso". Este é o alerta preliminar de um estudo desenvolvido na Universidade do Minho.

A investigação, que junta o geógrafo urbano Miguel Bandeira, o sociólogo Carlos Veiga e a arquitecta Patrícia Veiga, vai estender-se também à Encosta da Penha, em Guimarães, e ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, naquele que pretende ser um contributo para o ordenamento do território, a partir doNoroeste.

Numa primeira fase, foi estudado o fenómeno de Braga naquela que ficou conhecida como a "favela dos ricos", devido à predominância de moradores. As conclusões preliminares são demolidoras.

"Ao aumentar o enfavelamento, começam já a surgir litígios entre os vizinhos. Mais construção significa mais caos e, ao tapar as vistas ou invadir o território do outro, a mais-valia que levou à escolha daquela área desqualifica as expectativas dos primeiros locatários", explica o geógrafo urbano, que acusa ainda a proliferação de vivendas de segunda linha, em banda, que surgem de uma cada vez mais elevada densidade de construção.

"Onde cabe, constrói-se. Tudo isto vai gerar níveis de conflitualidade, tornando-se até repulsivo para os que lá moram", prevê, relembrando que o projecto científico, desenvolvido a partir de 50 inquéritos não tem um objectivo "moralizador", mas pretende ser um alerta académico para os decisores no que toca à deterioração previsível da qualidade de vida na colina, já por si acusada de ter arrasado um dos poucos pulmões da cidade.

A "favela dos ricos", caracterizada pela construção assente em antigas quintas, cujo cadastro de caminhos rurais foi mantido, mostra já os seus efeitos negativos, com a confusão na gestão do tráfego. "Já não circulam por aqui tractores, o desenho das ruas devia ter sido pensado", diz. Há também riscos inerentes a ter em conta, nomeadamente a pavimentação de uma linha de água, que poderá ser "terrível", no caso de um desastre natural.

Os autores referem que a construção naquela área teve custos sociais, para fazer chegar ali acima o saneamento, a luz, o que por si só justificaria um planeamento cuidado. Equação que devia estender-se às preocupações ambientais. Os moradores, maioritariamente na casa dos 50 anos, filhos de uma geração de operários, têm "bons salários", e conseguiram a ascenção social à custa de uma carreira. Conceberam eles próprios as casas (com áreas superiores a 350 m2), "subjugados à imagem e não à eficiência". "Os arquitectos apenas cumpriram o que foi idealizado. Não houve sensibilidade ambiental na concepção. Por exemplo, os jardins de tipo canteiro não compensam a perda da vegetação exuberante da Serra de Espinho", continua.

Para Carlos Veiga, o fenómeno de migração para as colinas, e consequente abandono do centro urbano, promove uma certa "cultura de isolamento". "Não há relações de vizinhança, nem sentido de comunidade. Devido ao capital escolar dos moradores, 80% dos quais são licenciados, podia haver um certo rendimento para a freguesia, mas não se verifica", esclarece.



* Em Matosinhos, novos índices de construção para zonas onde não é suposto construir-se:

Quando for aprovada, a redução do índice de construção de 1 para 0,7 será válida no território urbanizável fora dos planos de Urbanização e de Pormenor ou de zonas ditas "consolidadas" (significa que, onde já existem prédios altos, vão continuar a surgir construções da mesma altura, uma vez que - alegam os serviços camarários -, um imóvel mais pequeno prejudicaria a harmonia dessa zona).

Guilherme Pinto quer redução de 30 por cento, para 0,7, do índice de construção em áreas sem direitos adquiridos

(negrito meu)



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BLOGADO ÀS 01:17:56

17-02-2009

GAMANÇOS, PORTURARIDADE, FERROVIÁRIO, IMPRENSA

Atualizações 16/2/09

* A autoestrada é a principal causa de morte de caminho-de-ferro no país:

25% more motorways and 4% fewer railway lines in the EU

Motorway density 6 times higher in the EU than in the CEC countries

The length of the motorway network in the EU grew by more than 25% between 1990 and 1999 to total nearly 50 000 km in 1999. As for the length of the rail network, it contracted by 4% in the 1990s and by 1999 was just under 154 000 km.

Motorway density1 in the EU in 1999 was six times higher than the average observed in the Central European candidate countries (CEC)2. On the other hand, the density of the rail network was a quarter less. This information comes from a report3 on the development of transport infrastructure in Europe published today by Eurostat, the Statistical Office of the European Communities in Luxembourg.


É como repara (e bem) o MC. Entre 1990 e 1999, fomos o país da UE27 (mais Suíça e Noruega) com maior crescimento de auto-estradas (cresceu 4 vezes) e maior decréscimo de ferrovia (menos 22 por cento).

Não sei se estes números descreverão de forma fidedigna a redução do caminho-de-ferro em Portugal, visto o encerramento de ferrovia ter ocorrido principalmente nos anos 80 , mas não deixa de ser preocupante. Há que também entender que éramos dos países com menos autoestradas em 1990. O que não desculpa a tendência, positiva e negativa.


* Alguma coisa boa há de ter o excesso de poluição:

Lisboa e Porto vão ter faixas especiais para carros com mais de um ocupante





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BLOGADO ÀS 00:43:57

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