* Texto meu no PGL.
* A obra avança - Ana Paula Vitorino é, para já, mulher de palavra:
Linha de Leixões – Reactivação do Serviço de Passageiros
Consignada empreitada de construção das infra-estruturas da 1ª fase
No âmbito do protocolo celebrado em 22 de Maio de 2009, entre a REFER, o Município de Matosinhos e a CP Comboios de Portugal, foram ontem consignados os trabalhos da empreitada de construção das infra-estruturas da 1ª fase de reactivação do serviço comercial de passageiros na Linha de Leixões, entre as estações de Ermesinde e Leça do Balio, numa extensão de 10,6 km, servindo as estações intermédias de S. Gemil e S. Mamede de Infesta.Adjudicados à empresa Maranhão – Sociedade de Construções, Lda, por 476.445,00 euros e um prazo de execução de 60 dias de calendário, os trabalhos compreendem a realização das seguintes intervenções principais:
– Alteamento das plataformas existentes nas estações de S. Mamede de Infesta e Leça do Balio;
– Construção de uma nova plataforma na estação de S. Gemil;
– Colocação de abrigos e iluminação nas plataformas de S. Gemil, S. Mamede de Infesta e Leça do Balio.(...)
BLOGADO ÀS 01:02:08
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* Entrevista a Joan Solá:
¿Entonces la única solución es tener un Estado propio?
Yo no digo eso. Digo que la única manera de salvar la lengua es tener una concepción política de este país no subordinada. ¿Cómo debe ser? El ideal evidentemente es la independencia, pero podría haber una fórmula intermedia tan digna como esa. Como pasa en Suiza, Canadá o Bélgica por ejemplo , que son países donde la situación lingüística no está tan podrida como aquí.
Ana Paula Vitorino avança
Autoridades dos Transportes iniciam trabalhos esta semana
A secretária de Estado dos Transportes avançou que o Conselho Geral da Autoridade Metropolitana dos Transportes (AMT) de Lisboa irá reunir pela primeira vez amanhã. Na ordem de trabalhos estão dois assuntos: eleger os representantes para o Conselho Executivo e eleger o presidente do Conselho Geral. A mesma ordem de trabalhos marcará a primeira reunião da AMT do Porto, a realizar na sexta-feira.
Ana Paula Vitorino confirmou ainda à Transportes em Revista os nomes escolhidos para as presidências. Tal como a Transportes em Revista anunciou, Carlos Correia foi o escolhido para a AMT de Lisboa, enquanto Isabel Oneto (na foto) deverá encabeçar a autoridade do Porto.
BLOGADO ÀS 01:55:24
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* Mais sobre a 'Linha de São Mamede' (Matosinhos - São João). Não é que me desagrade o traçado. O que estranho é que não haja qualquer coordenação com o projeto da CP, que também calcorreará aqueles terrenos.
Metro vai partir da praia e chega em túnel ao S. João
Linha por S. Mamede criará mais nove estações no concelho
A terceira linha do metro de Matosinhos, que passará por S. Mamede de Infesta, parte da praia à superfície e chega enterrada ao Hospital de S. João (Porto). A ligação aproveita o corredor da Linha Azul e cria mais nove estações no concelho.
O metro atracará, pela primeira vez, na frente de mar com uma estação na Avenida da República, a poucos passos da praia de Matosinhos. Essa mudança obriga a deslocar a estátua de Passos Manuel e mexe com o trajecto das restantes ligações ao município. O término da actual Linha Azul e da futura ligação a S. Mamede de Infesta e ao Hospital de S. João no Porto passará a ser na praia de Matosinhos. A plataforma do Senhor de Matosinhos será o término da linha do Campo Alegre.
Essa alteração visa anular a curva existente na Linha Azul no cruzamento da Brito Capelo com a Avenida da República. A Câmara matosinhense reivindica o enterramento do metro no troço pedonal daquela rua, antes do cruzamento com a avenida. Daí rumaria a S. Bento (Porto). Essa solução, defendida pelo presidente Guilherme Pinto, evitaria constrangimentos no trânsito de viaturas e no acesso a garagens e a estabelecimentos comerciais, provocados pela circulação das composições à superfície em Brito Capelo: "Não há razão para que este constrangimento urbanístico não seja abordado de outra forma", entende o autarca. A hipótese está a ser estudada pela Metro.
Quem vier do Senhor de Matosinhos e tiver a Senhora da Hora ou a Trindade por destino, terá de fazer um transbordo no troço pedonal da Rua de Brito Capelo. Essa mudança só ocorrerá após a entrada em operação da linha Ocidental entre Porto e Matosinhos, prevista para 2014. Só dois anos mais tarde, as composições da terceira linha entre os dois concelhos começarão a circular.
Além da nova estação na praia de Matosinhos, o traçado contempla a reformulação da plataforma da Fonte de Cuco e a execução de mais sete estações. O novo troço tem seis quilómetros e metade é à superfície. "Esta linha é decisiva, pois permitirá que milhares de utentes que hoje vão ao centro do Porto passem a seguir, directamente, para o Hospital de S. João e para o pólo universitário. Serve não só os matosinhenses, mas também pessoas da Maia, da Póvoa, de Vila do Conde e da Trofa", sublinha Guilherme Pinto.
O autarca não tem dúvidas de que a nova ligação se justifica, até porque servirá zonas densamente povoadas do concelho. As composições enterrarão na Avenida de Xanana Gusmão (embora a estação na avenida ainda seja à superfície) e voltam a ver a luz do dia junto ao ISCAP - Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, onde será edificado um parque de estacionamento. Enterra de novo em direcção ao Hospital de S. João.
Assim, contam-se quatro estações subterrâneas: uma na Rua de Elaine Sanceau, à porta da igreja de Padrão da Légua; a da Pedra Verde, na Rua de 5 de Outubro próximo do cruzamento com a Avenida do Conde; a de S. Mamede de Infesta, que fica por baixo da igreja de S. Mamede (a área envolvente ao templo será recuperada); a do Hospital de S. João. Esta plataforma será rasgada na fronteira de Matosinhos com o Porto, em frente à unidade hospitalar.
Já a estação de Fonte do Cuco, sofrerá uma intervenção de vulto. A plataforma - que serve as linhas Vermelha, Verde e Violeta - será deslocada. Ficará por baixo de um viaduto a construir paralela à travessia rodoviária existente na Avenida de Vasco da Gama (conhecido por viaduto do Londres). A estação ficará no novo viaduto, com um elevador de acesso à Avenida Fabril do Norte.
Túnel da avenida abre com candidatura de Mesquita
BLOGADO ÀS 02:14:57
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* Não acompanhei o debate no Parlamento (a ligação vídeo que tuítei foi tomada pelo Constâncio e o BPN), mas isto aconteceu:
Adjudicação só será formalizada após as eleições
Depois de um colóquio que decorreu na Assembleia da República dedicado ao projecto do alta velocidade, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações revelou que a assinatura do contrato de adjudicação do primeiro troço do alta velocidade, entre o Poceirão e Caia, ficará para depois das eleições, só devendo ser assinado no final do ano. As bases da concessão terão ainda de der promulgadas pelo Presidente da República e só depois o consórcio vencedor poderá avançar com os estudos técnicos e posterior início da construção. Em declarações ao Diário Económico, Mário Lino afirmou “não crer que o veto vá acontecer”, uma vez que “a alta velocidade é para o Governo uma prioridade política com calendários bem definidos e que têm vindo a ser cumpridos”. A actual conjectura económica também parece não ser impedimento para o seguimento do projecto. Segundo o ministro, “Não está previsto gastar dinheiro em 2009 com a alta velocidade. Só a partir do final de 2010 [quando arrancar a obra] é que o Governo entra com dinheiro e a maior parte será em 2011 e 2012, na fase da construção”.
Segundo o Diário Económico, Manuela Ferreira Leite afirmou que se ganhar as eleições “a primeira coisa a fazer é adiar” o projecto do alta velocidade, para em seguida “fazer uma análise muito profunda dos encargos que isso tem no futuro”.
BLOGADO ÀS 00:45:23
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* Continua a ofensiva monolingue na Estado espanhol, ou de como se usa a 'democracia' e o 'direito de escolha' para se proceder à substituição linguística. Se no tempo do Franco e em todos os séculos anteriores essa substituição era feita à força, agora utilizam-se tribunais e eleições:
Éuscaro perde a condição de língua veicular no ensino do País Basco
O Tribunal Superior de Justiça do País Basco suspendeu cautelarmente os decretos que faziam da língua basca a principal língua de comunicação no ensino primário e no bacharelato
Nationalia.cat - Começa o retrocesso da língua basca em Araba, Biscaia e Guipúscoa. O Tribunal Superior de Justiça do País Basco (STJPV) suspendeu cautelarmente dois decretos aprovados pelo Governo anterior que garantiam ao éuscaro a condição de língua veicular no ensino primário e no bacharelato.
Mal que foram apresentados esses decretos, uma associação de pais e mães chamada Plataforma por la Libertad de Elección Lingüística, recorreu nos tribunais ao considerar que era suprimido o direito de escolher a língua castelhana.
O tribunal aceitou os recursos a trâmite, e por isso procedeu de imediato a suspender os decretos de maneira cautelar. Segundo informa o diariovasco.com, o novo lehendakari socialista, Patxi López, já disse durante a sua sessão de investidura que se comprometia a derrogar "imediatamente" os artigos dos decretos que estabelecem o éuscaro como língua veicular. Segundo o diário, os decretos puderam ser suspensos sem mais dificuldades porque "a Administração não se opõe".
Ante esta notícia, a organização interessada mostrou-se satisfeita e desafiante: "os centros de ensino não se poderão amparar na existência de uns decretos para fazer mudanças nos modelos de ensino de duvidosa legalidade", segundo publica El Correo. Segundo este mesmo meio, a secção do Partido Popular no País Basco não demorou em se felicitar por uma decisão que, dizem, "confirma a ilegalidade das políticas de imposição do éuscaro desenvolvidas pelo anterior departamento da educação".
Direcção Regional de Cultura está a concluir recolha de informação para a recuperação do Mercado do Bolhão
José Manuel Costa lembra que em 1980, ano de abertura da sala de cinema na Rua de Barata Salgueiro, a Cinemateca Portuguesa era "o único sítio onde se podia ver a história do cinema, e esse foi o contexto que determinou toda a doutrina de fundo".
BLOGADO ÀS 00:14:24
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Isabel Oneto e Carlos Correia nas Autoridades de Transportes
Após anos de espera, as Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa vão ter autoridade para coordenar os transportes
Ao fim de quatro anos e dois meses, Isabel Oneto abandona as funções de governadora civil do Porto para assumir o cargo de presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes (AMT) do Porto, entidade que vai coordenar o sistema de transportes a nível supramunicipal. Para a AMT de Lisboa, o PÚBLICO apurou que foi convidado o engenheiro Carlos Correia, actual número dois no Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres.
Uma das primeiras tarefas desta nova entidade é elaborar um inquérito à mobilidade e conceber o Plano de Deslocações Urbanas e do Programa Operacional de Transportes, cabendo a este último a regulamentar todos os aspectos necessários à operação do transporte de passageiros, desde os itinerários, horários e tarifários, até aos interfaces e estacionamento de âmbito metropolitana.(...)
Medidas até 2016
Governo lança programa para reduzir lixo urbano
Fraldas reutilizáveis, menos jornais gratuitos, facturas electrónicas, e água da torneira em vez de garrafa estão entre as medidas de um plano apresentado hoje pelo Ministério do Ambiente para reduzir a quantidade de lixo produzida no país. A acção mais eficaz, porém, é fazer compostagem dos resíduos orgânicos em casa.
É a terceira tentativa oficial de se controlar a produção de lixo. O primeiro Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU I) não atingiu a sua meta de redução. E o PERSU II (2007-2016) começou mal: em 2007 também falhou a alvo.
O agora divulgado Programa Nacional de Prevenção de Resíduos Urbanos promete reduzir, através de um conjunto de medidas, a recolha de lixo entre 50 e 100 quilos por pessoa, por ano. Cada português deita fora 470 quilos de lixo por ano.
A compostagem é a medida com maior efeito. Numa habitação portuguesa, cerca de um terço do lixo é composto por resíduos orgânicos – como cascas de frutas ou restos de comida. Com a compostagem em casa, nas escolas e em zonas rurais, pode-se reduzir o lixo orgânico em cerca de 17 por cento.
As fraldas descartáveis podem ser evitadas em 20 por cento, segundo o plano. Mas o peso absoluto desta redução, no cômputo geral, é mais reduzido.
No cenário mais optimista, a produção total de lixo poderia ser reduzida em 17 por cento até 2016. Um cenário menos optimista – mas mais adaptado à realidade portuguesa, segundo o plano – coloca a redução em 10 por cento. Se nada for feito, estima-se que a quantidade de lixo crescerá quatro por cento.
O programa hoje apresentado não traz detalhes sobre como será posto em prática, que tipo de infra-estruturas serão necessárias, nem onde se irá buscar dinheiro ou incentivos para a sua implementação.
Transportadora nacional não tem vendas de viagens internacionais pela Net, mas diz que é prioridade
Renfe tem bilhetes a metade do preço da CP para a mesma viagem entre Lisboa e Madrid
Imagine que quer ir a Madrid no Talgo Lusitânia Hotel dentro de um mês. Vai ao site da CP e vê que um compartimento single em classe preferente (com cama, casa de banho e duche privativo) custa 151,60 euros. Por esse preço, talvez opte pelo avião, que tem preços em conta, mas em jeito de curiosidade decide espreitar o site da Renfe (operadora ferroviária espanhola).
Aí descobre com grande surpresa que pode comprar logo por via electrónica (coisa que o site da CP não permite) um bilhete para a mesma viagem por apenas 60,20 euros, ou seja, menos de metade do preço.
Esta tarifa não admite alterações de datas, mas há outra a 90 euros, que também pode ser comprada na Internet e que permite trocas e reembolsos.
Será isto o mercado a funcionar? Concorrência pura entre a CP e a Renfe?
Não. O Lusitânia Comboio Hotel é um produto explorado em conjunto pela CP e pela Renfe "numa repartição de 50 por cento, quer em custos, quer em receitas, existindo regularmente reuniões entre as duas companhias para aferição de políticas comerciais e acertos de gestão", explicou ao PÚBLICO fonte oficial da transportadora portuguesa. Ou seja, CP e Renfe são sócias neste comboio.
A mesma fonte diz ainda que "os valores em vigor no site da Renfe estão em linha com uma política de yield management [flexibilidade comercial de descontos] que está a ser aplicada e apenas disponível nas vendas efectuadas pela Internet". Ora como a CP não tem venda on-line no serviço internacional, não pode prestar aos seus clientes os mesmos descontos que a sua sócia Renfe.
A impossibilidade de vender bilhetes pela Internet aplica-se também ao comboio Sud Expresso, que liga diariamente Lisboa à fronteira francesa de Hendaya, dando ligação ao TGV para Paris. Em toda a Europa a maioria dos sites das empresas ferroviárias funcionam em rede e é fácil comprar bilhetes para os comboios internacionais.
Mas quem quiser ir, por exemplo, para Salamanca, San Sebastian, Bordéus, ou Paris, nem sequer consegue saber no site e no call center da CP das disponibilidades de reserva. E menos ainda adquirir o bilhete, coisa que também não é possível fazer de forma imediata numa agência de viagens. Para tal, só mesmo em algumas das estações principais da CP.
No ano passado, Nuno Moreira, administrador da empresa, garantia ao PÚBLICO (3/3/2008) que ainda nesse ano a CP iria aderir à rede Hermes (uma gigantesca base de dados europeia com horários de comboios e tarifas), mas entretanto nada mudou.
Dificuldades técnicas por parte da Fujitsu-Sadamel, fornecedor da CP que também está a equipar as estações de Sintra e de Cascais com equipamento automático, estarão na origem desta incapacidade.
No entanto, a mesma fonte oficial diz que a disponibilização de uma aplicação informática para o serviço internacional, quer na rede de bilheteiras da CP, quer no seu site, "continua a ser um dos aspectos prioritários para a nossa rede de vendas".
Houve um tempo em que, mesmo nas mais recônditas estações da CP, o funcionário, à luz do candeeiro a petróleo, passava bilhetes de qualquer origem para qualquer destino, calculando à mão o número de quilómetros da viagem, os transbordos e a categoria dos comboios para chegar ao tarifário certo.
Hoje, apesar dos modernos sistemas informáticos substituírem o papel químico, não é possível em Cascais comprar um bilhete para o Porto. E no Rossio não se pode comprar um bilhete para Torres Vedras. E em Braga é preciso ir a duas bilheteiras que estão lado a lado para se comprar uma viagem para Santarém.
Os exemplos são inúmeros e devem-se à opção, durante o consulado de Crisóstomo Teixeira à frente dos destinos da CP, em partir a empresas em unidades de negócio que deveriam ficar "a um passo da escritura" na expectativa de uma futura privatização. Deste modo, criaram-se várias mini-CP que passaram a actuar de costas voltadas sem ter em conta as vantagens do funcionamento em rede do sistema ferroviário.
O actual presidente, Cardoso dos Reis (na foto), reconhece que foi um erro e quer fazer o caminho inverso, regressando às "bilheteiras universais". Mas este tem-se revelado difícil, quer pelas incompatibilidades técnicas do sistema anterior que foi longe de mais, quer pela fraca prioridade dada à nova estratégia.
"Posta transmontana é um troço de terneira"
Profissionais de restauração e hotelaria de Chaves receberam aulas de espanhol, no âmbito da eurocidade Chaves/Verín. O objectivo foi aumentar o vocabulário para melhor comunicar com os clientes do lado de lá.
(...)
BLOGADO ÀS 00:02:51
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* Os habitantes da Gronelândia (grunhos?) querem é estar sozinhos. A diferença entre eles e galegos, bascos, catalães, bretões, norte-irlandeses, etc. é que moram num país que se aproxima muito de uma democracia, e não as nossas democracias a fingir do centro-sul da Europa.
Esquerda pró-independência venceu eleições na Gronelândia
Partido Inuit Ataqatigiit põe fim a 30 anos de governo social-democrataO partido de esquerda Inuit Ataqatigiit (Comunidade do Povo) venceu as eleições parlamentares na Gronelândia, pondo fim à governação de 30 anos dos social-democratas do Suimut no território autonómo da Dinamarca.
Com os votos das eleições de terça-feira praticamente todos contados, o pró-independentista IA tinha 43,7 por cento contra apenas 26,5 do Suimut, igualmente favorável à independência, segundo dados divulgados pela edição “on-line” do “The Copenhagen Post”.
O Inui Ataqatigiit vai governar a Gronelândia com o estatuto de autonomia alargada aprovado no ano passado por 75,5 por cento dos votos expressos e que entra em vigor no próximo dia 21.
As eleições foram convocadas pelo primeiro-ministro cessante, Hans Enoksen, que considerou “apropriado” antecipar a escolha em seis meses para ouvir a população sobre a escolha da equipa que vai gerir a “nova época”. A intenção dos principais partidos é preparar a última etapa antes da independência, que pretendem ver concretizada em 2021 - quando passam 300 anos sobre o início da colonização dinamarquesa.
O novo estatuto de autonomia confere aos habitantes da Gronelândia o direito à autodeterminação, o reconhecimento enquanto povo e dá-lhes o direito a controlar os seus próprios recursos minerais – petróleo, gás, diamantes, urânio, zinco e chumbo. A Dinamarca mantém as competências em matéria de Defesa e Negócios Estrangeiros.
30 arquitectos contra novo Plano Director
(...)
Numa iniciativa que se diz ser inédita em Portugal, 30 arquitectos de Espinho juntaram-se num movimento de contestação contra o novo PDM que até meados deste mês se manterá em discussão pública. O grupo de arquitectos, que diz nunca ter sido tido nem achado nos dez anos que demorou a revisão do documento estratégico, diz temer que a aprovação do Plano tal como está leve a que o concelho se transforme num deserto de gente e de investimentos. O futuro de Espinho, acreditam, passará por se transformar num dormitório da Área Metropolitana do Porto.
Num documento já entregue à Câmara, os arquitectos fazem notar que, se o novo PDM passar, verificar-se-á uma redução de 68% da capacidade de construção e de alojamento no concelho, o que levará, obrigatoriamente, a um decréscimo populacional.
É que, segundo explicaram ao JN, além da altura dos prédios não poder ultrapassar os três pisos, fora dos centros das cinco freguesias do concelho, não será, por exemplo, possível construir num lote de 1000 metros quadrados, só o podendo fazer em terrenos muito maiores e consequentemente com custos muito mais elevados.
Os entraves à construção, dizem, serão tantos que os jovens espinhenses não terão outra hipótese se não a de fugir para os concelhos limítrofes, já que o custo das habitações será cada vez mais elevado.
Uma situação que levará a que o concelho venha a ser habitado apenas por elites, isto porque "quem nasceu, cresceu e viveu cá, não tem capacidade económica para comprar habitação em Espinho". Mais: a situação levará mesmo, acrescentam, à proliferação das construções clandestinas, um mal que grassa no concelho.
Os arquitectos pedem, assim, a suspensão imediata do Plano, até porque consideram que o mês dado para a discussão pública é escasso, isto para que seja possível analisá-lo convenientemente.
(...)
Exigidas mais estações para a linha de Leixões
Câmara defende construção de apeadeiro nas Arroteias, criando ligação com linha Amarela do metroA Câmara da Maia exige a construção de mais duas estações na linha ferroviária de Leixões, que voltará a ter passageiros a partir de Setembro. Uma das plataformas (Arroteias) serviria de ligação com a estação de metro do Hospital de S. João.
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BLOGADO ÀS 01:05:22
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* O que eu acho em relação ao PDM de Gaia é. É. Sei lá. Não sei o que achar de tanta trapalhada junta:
Novo PDM aprovado com atraso de cinco anos
PS e CDU dizem que o plano discrimina o interior do concelho epermite mais construção no litoralO novo Plano Director Municipal de Gaia não resolverá as assimetrias do concelho. É, pelo menos, a convicção do PS e da CDU, certos de que o documento discrimina o interior e permite mais construção no litoral e no centro urbano.
Esta é uma das principais críticas da Oposição ao plano, aprovado ontem de manhã pelo Executivo com a abstenção dos socialistas e o voto contra da CDU. O presidente Luís Filipe Menezes reconheceu esse pecado, mas considera que o Plano Director Municipal (PDM) é "bom" e "pragmático", procurando adaptar-se à realidade de desenvolvimento do concelho. O socialista Barbosa Ribeiro até dá nota positiva ao capítulo da mobilidade e nem está preocupado com o facto de 70% do solo de Gaia ser urbanizável. Lamenta é que a maioria dos terrenos que compõem os 30% não urbanizáveis fique nas freguesias do interior do concelho.
"É muito restritivo em relação à construção no interior do concelho, agravando a sua desertificação, mas, em contrapartida, apresenta-se muito permissivo no núcleo urbano e na frente de mar", indicou o autarca, enunciando que grande parte das 922 participações, feitas na discussão pública do PDM, veio de freguesias do interior Nascente e Sul.
Também o vereador da CDU João Tiago Silva condena esse "crescimento dual" e vai mais longe, considerando que o PDM "não serve o Município". Luís Filipe Menezes explicou que o aumento do solo urbano no interior foi travado por "organismos tutelares". Entenderam não ser necessário aumentar a área urbana quando a capacidade actual não foi esgotada.
"Fez-se um enorme esforço e deu-se um grande salto no interior. 35% do investimento público em Gaia foi concentrado em seis freguesias onde só vive 12% da população", destacou. A dificuldade em desafectar áreas de reserva ecológica e agrícola no interior do concelho para afectá-las a solo urbano foi confirmada pelo director municipal do Urbanismo, Mota e Silva, lembrando, ainda, os obstáculos burocráticos. O PDM beneficiou de um conjunto de planos de urbanização e de pormenor em elaboração que tinha esbarrado na "teia burocrática da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. Chegámos a ter 23 planos à espera de parecer. Decidimos abandonar esse trabalho e integrá-los no PDM", acrescentou Mota e Silva.
A burocracia serve, também, de justificação para o atraso na revisão do plano que, segundo a Oposição, deveria estar pronto há cinco anos. A CDU assinala que, apesar da demora, o PSD/PP "impediu a participação de outras forças partidárias" na elaboração do documento e critica que a falta de empenhamento na resolução do problema das habitações clandestinas na serra do Pilar.
Luís Filipe Menezes devolveu a crítica à CDU. "A escarpa da serra do Pilar, a jusante da ponte do Infante, é reserva ecológica nacional pura e dura. Para alterá-la, é preciso mudar as directivas comunitárias. Mas a CDU acha que, para ganhar uns votitos, vale tudo", acusou. O autarca destacou, porém, que o actual PDM permitirá a legalização da maioria dos núcleos de construção clandestina existentes no Município.
BLOGADO ÀS 09:25:12
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* O que nos tentam vender em Portugal como PIN, ou como projeto gerador de empregos ou de desenvolvimento (como desculpa para atropelos ambientais ou urbanísticos) é tratado na Suécia da seguinte maneira:
Na Visão.(...)
Hans Wradhe termina uma descrição das intermináveis exigências ambientais que precedem cada novo investimento na Suécia. Um dos nove jornalista europeus presentes naquela pequena sala do enorme edifício da Agência para a Protecção do Ambiente (APA), em Estocolmo, tem uma dúvida: um projecto que não cumpra todos os requisitos pode ser autorizado, com o pretexto de um, digamos, potencial interesse público? O conselheiro sénior da APA não entende e pede para o jornalista se explicar melhor. Nova tentativa: nunca são abertas excepções com a justificação dos postos de trabalho e da riqueza que determinado projecto gera? O especialista faz uma pausa para mastigar bem a pergunta, que, nota-se, lhe soa ligeiramente ridícula. «Claro que não!».
(...)
(...)
Se tivermos acesso ao Portal deste ministério, poderemos ler: “A linha de AV entre Lisboa e Madrid tem como tempo de percurso objectivo as 2h 45 m para a ligação directa de passageiros entre as duas capitais, cumprindo-se a ligação entre Évora e Lisboa em 30 m e os 167 km do troço Poceirão-Caia em menos de 29 m.”.
Uma simples regra de três simples leva-nos à conclusão que a velocidade média comercial entre Poceirão e Caia será de 345,5 km/h. E, sendo assim, batemos largamente todos os recordes mundiais de velocidade numa linha de exploração comercial. Incrível.
(...)
Portugal, com cerca de 92.000 km de superfície dispõe, actualmente, 30,6 km de linhas de cf. por 1.000 km2 de superfície; com a agravante dos seus traçados, muito antigos, não corresponderem em muitos casos às necessidades reais.
A Bélgica e a Holanda, por exemplo, com áreas muito inferiores, apresentam-se com 113,8 e 67,5 km de linhas por 1.000 km2, a Áustria com 74.9 e a Dinamarca com 47,5.
(...)
(...)
Foram precisos dois anos para a Administração Central autorizar a linha da STCP entre Vila d'Este (Gaia) e Boavista (Porto). Finalmente, o aval chegou. Na mega-urbanização, 17 mil pessoas, sente-se a falta de transportes.
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BLOGADO ÀS 01:23:27
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* Mais sobre a Linha de Leixões:
Linha volta a ter passageiros em Setembro
A Linha de Leixões voltará a ter passageiros em Setembro, estimando-se que venha a servir 2,9 milhões de pessoas por ano. Para já, os comboios ligarão Leça do Balio a Ermesinde em 16 minutos. Só em 2010 chegará a Leixões.
A via - que hoje é utilizada apenas para o transporte de mercadorias (12 comboios por dia) após a suspensão do serviço de passageiros há muitos anos - cruza quatro concelhos: Matosinhos, Maia, Valongo e Porto. A operação com passageiros será retomada dentro de quatro meses, chegando a três dos quatro municípios, embora a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, tenha manifestado, ontem, a vontade de ver as composições chegarem, no futuro, a Campanhã.
Numa primeira fase e antes do arranque do ano lectivo, a governante quer os comboios a circularem na Linha de Leixões, com paragens em Ermesinde (Valongo), S. Gemil (Maia), S. Mamede de Infesta e Leça do Balio (Matosinhos). As composições dos serviços urbanos farão a ligação, mas o preço ainda não está definido.
O administrador da CP, Ricardo Bexiga, pretende integrar a linha no Andante. As expectativas são elevadas. A CP investiu 6,8 milhões de euros em material circulante e em equipamentos e espera gastar 340 mil euros por ano com pessoal. A empresa crê que cobrirá o investimento em três anos. Também a Refer vai intervir nas quatro estações, requalificando as plataformas e construindo abrigos para os passageiros. Os trabalhos, já adjudicados, começarão dentro em breve.
O serviço comercial ao longo dos 10,6 quilómetros será assegurado por 55 composições por dia e por sentido de segunda a sexta. Os passageiros contarão com um comboio de 30 em 30 minutos à hora de ponta e com um comboio por hora e por sentido nos restantes períodos. Aos fins-de-semana e feriados, terão disponíveis 35 comboios diários, o que corresponde a um comboio por hora e por sentido. O transporte é feito através de uma via única.
No dia em que foram celebrados os protocolos entre a CP, a Refer e a Câmara de Matosinhos para retomar o serviço de passageiros e entre a CP, a Refer e a APDL para a cedência de terrenos do Porto de Leixões, o presidente da Autarquia matosinhense, Guilherme Pinto, manifestou a convicção de que será possível estender a operação a Leixões dentro de um ano. Antes disso, será construída uma nova estação.
O estudo preliminar aponta para um investimento de 10 milhões de euros nos terrenos do antigo parque de espera do Porto de Leixões, na Avenida do Engenheiro Duarte Pacheco. O futuro edifício terá uma ligação aérea à estação do metro no Senhor de Matosinhos, um interface para táxis e operadores de transporte público rodoviário e um parque de estacionamento. O complexo ferroviário do Porto de Leixões sofrerá alterações com a obra, que permite ampliar o terminal de contentores. A viagem entre Ermesinde e Leixões será de 30 minutos.
A Refer admite estudar a possibilidade de estender o serviço a outras paragens (recorde-se que a Linha de Leixões possui outras estações que não serão servidas), de acordo com a procura e as necessidades da população.
(...)
Em Atalaia, a 20 quilómetros a noroeste da capital de distrito, a rua Oliveira Salazar entronca com a Capitão Salgueiro Maia, o comandante da coluna militar que ocupou o Terreiro do Paço e levou à rendição de Marcelo Caetano no quartel do Carmo.

BLOGADO ÀS 01:29:32
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Acordo Ortográfico: Professores exigem formação prévia
Novo código entra em vigor nas escolas já no próximo ano lectivo. Professores pedem formação "atempada" e "rigorosa".
Linha de Leixões
Novo serviço ferroviário de passageiros a partir de Setembro
Foram assinados no dia 22 de Maio dois protocolos que permitirão a criação de um Novo Serviço Ferroviário de Passageiros na Linha de Leixões. Os protocolos, homologados pela Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, envolveram a CP, a REFER, a APDL e a Câmara Municipal de Matosinhos.
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Numa 1.ª Fase, já a partir de Setembro próximo, o serviço irá realizar-se na ligação Ermesinde – Leça do Balio, com paragem nas estações intermédias de São Gemil e de São Mamede de Infesta, prolongando-se numa 2.ª Fase até Leixões.
Na 1.ª Fase, o serviço será garantido com um comboio de meia em meia hora, nos dias úteis e nas horas de ponta, sendo de um comboio por hora nos restantes períodos de segunda a sexta-feira. Na estação de Ermesinde haverá ligações com as Linhas de Braga, Douro e Guimarães, e ao Porto - Campanhã, sendo oferecido um serviço urbano de 5 em 5 minutos.
Tendo em vista a adaptação da Linha (que actualmente serve apenas comboios de mercadorias para o porto de Leixões) à circulação de comboios de passageiros, a REFER vai proceder à realização de diversas obras de requalificação, nomeadamente, nas infra-estruturas de apoio aos passageiros nas estações de São Gemil, São Mamede de Infesta e Leça do Balio, na construção da nova Estação Intermodal de Leixões, na infra-estrutura ferroviária e na electrificação da ponta final da linha até à nova estação.
BLOGADO ÀS 01:12:30
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* O estudo prévio da quadruplicação do troço Contumil-Ermesinde está em consulta pública:
Ampliar Linha do Minho obriga a demolir 14 casas
A ampliação de duas para quatro vias da Linha do Minho entre as estações de Contumil (Porto) e Ermesinde (Valongo) condena à demolição 14 habitações e algumas oficinas e armazéns. A maioria das casas fica em Rio Tinto.
A intervenção da Refer, que decorrerá ao longo de seis quilómetros, ocupa logradouros de casas e áreas verdes públicas e contempla a supressão de todas as passagens de nível, substituídas por ligações pedonais e rodoviárias por cima ou por baixo da linha férrea. A obra contribuirá para a melhoria da segurança no eixo Contumil-Ermesinde, onde se sucedem os acidentes mortais com transeuntes e passageiros quando tentam cruzar a via. Pondo fim aos atravessamentos, os seis quilómetros da Linha do Minho (nos concelhos do Porto, Gondomar e Valongo) serão vedados.
(...)
No momento em que a capacidade do troço está praticamente esgotada, a construção de mais duas vias resolverá o "estrangulamento de exploração das linhas do Douro e do Minho", beneficiando, em particular, as ligações a Braga e a Guimarães. No estudo prévio, refere-se que, numa segunda-feira normal, passam 110 composições naqueles seis quilómetros, sendo 98 de passageiros (a maioria (75) é de serviços urbano e suburbano) e 12 de mercadorias. A ampliação manterá a linha férrea à superfície, apesar dos pedidos de enterramento na zona de Rio Tinto. A análise comparativa das duas soluções data de 2007, tendo-se concluído que a manutenção da via à superfície é "globalmente mais vantajosa".
(...)
BLOGADO ÀS 00:47:06
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* Perdoem-me a visão preconceituosa da coisa, mas não consigo vê-la de outra maneira - betinhos da Foz até aturam o metro, mas longe da vista:
(...)
Os representantes da Câmara do Porto e da Metro na comissão de acompanhamento chegaram a um consenso, depois das críticas do Município e das juntas da Foz, de Nevogilde e de Lordelo do Ouro ao traçado à superfície entre a Boavista e as Condominhas. Agora, as composições seguirão enterradas à saída do Parque da Cidade e passam em túnel pela futura Via Nun'Álvares, pela Praça do Império e pela Rua de Diogo Botelho. Nesse troço, só vêem a luz do dia no Fluvial. A ribeira da Granja obriga a uma solução à superfície menos complexa e onerosa, que será estudada pela arquitecta Marisa Lavrador. A projectista do Parque da Pasteleira é chamada, pois o metro ocupará a bordadura daquele espaço.
(...)
BLOGADO ÀS 01:45:43
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Na Lusa, via linhadotua.net.O Ministério do Ambiente emitiu hoje uma Declaração de Impacto Ambiental "favorável condicionada" à construção da barragem de Foz Tua, impondo o estudo de uma linha ferroviária alternativa à actual que será parcialmente inundada.
A Declaração de Impacto Ambiental (DIA) emitida segunda-feira, e que a Lusa teve hoje acesso, impõe a cota mínima de 170 metros e obriga a que seja assegurado uma alternativa à linha do Tua, incluindo a análise da construção de um novo troço ferrroviário.
CP vai lançar maior concurso de sempre para comprar 102 comboios
A CP vai comprar 102 comboios novos que poderão custar mais de 500 milhões de euros, num investimento que é o maior de sempre da empresa na compra de material circulante.
BLOGADO ÀS 00:43:37
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* É verdade que a densidade populacional do Reino Unido é duas vezes maior que a de Portugal, mas nada justifica tamanha discrepância:
No Público.PCP, PSD e PS querem que Senhora da Hora seja cidade
Comunistas apresentaram projecto-lei, socialistas e sociais-democratas também
BLOGADO ÀS 04:10:28
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* Ermesinde tem mais de metade dos habitantes do concelho. A sede deste concelho é, estranhamente, em Valongo. A sede de concelho quis, nos últimos anos, justificar a condição de sede aumentando injustificadamente a sua área urbana, como que tentando equilibrar artificialmente o jogo de forças. Uma das áreas de expansão foi do lado norte da A4, que quando foi construída passava ao lado do principal núcleo urbano e agora foi envolvida pelo referido núcleo. Tão injustificada e megalómana é esta expansão que foi construída uma biblioteca a norte da A4 sem que existisse mais construção para aqueles lados. Conta a lenda que tiveram de inventar uma carreira de autocarros só para essa biblioteca. Agora isto:
A Câmara de Valongo quer que a Brisa pague a sua incúria urbanística. Só pode ser piada.Câmara unida contra alargamento da A4
A Câmara de Valongo está unida contra a proposta da Brisa de alargamento da A4, no troço entre Ermesinde e Campo. Além de ter "um impacto urbanístico inaceitável", a obra obrigará a demolir construções.

BLOGADO ÀS 01:12:32
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* Portugal adia entrada em vigor do Acordo Ortográfico:
A implementação do Acordo Ortográfico em Portugal e Cabo Verde, inicialmente indicada para 05 de Maio, foi adiada para o segundo semestre deste ano, garantiu hoje à Agência Lusa o ministro da Cultura cabo-verdiano.
Tudo isto depois de se ter repetido inúmeras vezes a redundância de se construir uma linha de metro sobre o traçado de uma linha de caminho-de-ferro (em vias de reabrir).Como estão os processos das outras linhas da segunda fase?
A segunda fase tem 45 quilómetros e, em 43 quilómetros, tem sido tudo completamente pacífico. O diálogo entre as autarquias e a Metro do Porto tem decorrido da melhor maneira, tanto nas duas linhas principais, a de Gaia e a de S. Mamede de Infesta, como na ligação entre Campanhã e Gondomar. Tem havido reuniões regulares e não há polémica.
BLOGADO ÀS 01:28:06
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* A ideia é velha, já se provou a sua exequibilidade, e já por várias vezes se anunciou a reabertura. Mas, enfim, mais uma vez aí está:
Não apresento pormenores porque estes não existem - fala-se apenas de 'dois comboios suburbanos em cada sentido nas horas de ponta e um durante o resto do dia', o que faz lembrar a anterior promessa de reabertura, em 2006, em que também rareavam pormenores. É de esperar que isto signifique, num futuro próximo, uma rentabilização séria da linha - com inserção de comboios regionais a partir de Matosinhos e uma clara ligação com a rede de metro, com tão bem enfatiza António Alves.Linha de Leixões para passageiros deverá abrir antes das eleições legislativas
BLOGADO ÀS 01:24:45
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* A todas as pessoas que quase me insultaram por eu dizer que a Linha do Campo Alegre era maioritariamente à superfície, bom, aceito pedidos de desculpas.
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Adoro a inocência do jornalista: apesar de se desafetar REN, esta desafetação é 'necessária'. Não se coloca a questão de ser ou não 'necessário' desafetar a REN - assume-se que sim. Isto não é jornalismo - é transcricionismo.Retail Park em discussão pública até dia 8 de Maio
(...)
O estudo de impacto ambiental do empreendimento, que será construído em frente à estalagem da Via Norte, está em discussão pública até ao dia 8 do próximo mês. O documento não aponta impactos negativos significativos ao projecto. "O empreendimento reúne condições favoráveis para que se possa concretizar, revelando-se de grande relevância a sua execução", diz o relatório, elaborado pela Ecomind - Consultadoria Ambiental.
(...)
Conforme tinha noticiado o JN, a construção do Retail Park (iniciativa da Pedrasim - Empreendimentos Imobiliários que representa um investimento de 40 milhões de euros), obriga a desafectar uma parcela de 13200 m2 da Reserva Ecológica Nacional (REN). O terreno é necessário para a construção de parte dos acessos ao centro comercial. Prevê-se a criação de um acesso à EN13 através de uma rotunda desnivelada, de uma entrada directa para o Retail Park a partir da Via Norte, para quem circula no sentido Norte/Sul, e de um acesso do empreendimento para a Via Norte, no mesmo sentido, depois do posto de abastecimento.
"O impacte gerado é negativo e pouco significativo, dada a reduzida dimensão das áreas afectadas e o facto da restante área REN ser destinada a espaços verdes", minimiza o estudo ambiental.
BLOGADO ÀS 00:41:03
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* Lino Cabral, Contas à moda do metro do Porto
Lino Cabral é uma pessoa esclarecida. Haverá um dia em que o Grande Porto terá uma rede de metro a sério. Nesse futuro (espero) não muito longínquo irão coexistir a Linha da Boavista e a Linha do Campo Alegre, com talvez uma terceira linha norte/sul a cruzar ambas. Até lá, deve-se construir primeiro a linha mais fácil e barata, já que está provado que o número de utentes prováveis é semelhante. Convém não esquecer que ambos os projetos (o do metro e o do governo), preveem uma segunda linha para Gaia, passando no pólo universitário, o tal 'gerador de tráfego' que os defensores da Linha do Campo Alegre tanto utilizam como justificação. O que quer dizer que, com a Linha da Boavista ou com a do Campo Alegre, o pólo universitário será sempre servido por metro.Uma contribuição para a análise custo-benefício entre a linha da Boavista e o Campo Alegre
custo da obra - Boavista: 90, Campo Alegre: 300
tempo de execução - Boavista: RÁPIDA, Campo Alegre: LONGA
técnica - Boavista: SIMPLES, Campo Alegre: COMPLEXA
volume de transporte - Boavista: X, Campo Alegre: X
tempo de percurso - Boavista: Y, Campo Alegre: >Y
preço final do bilhete (utente) - Boavista: Z, Campo Alegre: Zx4OBS.:
- A linha da Boavista SÓ é compatível com uma redução drástica da utilização egoísta do automóvel. Nem que para o efeito se crie uma espécie de ASAE...
- A linha do Campo Alegre SÓ é possível enterrada. Cara, eterna, dramática...
- Há 14 anos a linha da Boavista era a espinha do projecto. Depois passou a alternativa, agora foi para o caixote do lixo. Isto é a desordem mental.

BLOGADO ÀS 01:44:31
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* As minhas fontes falharam: afinal fecharam a linha do Corgo e a do Tâmega, ambas por razões de segurança, e Ana Paula Vitorino anunciou que as linhas serão modernizadas, gastando-se 1 milhão de euros por quilómetro, o que me parece simpático.
Dizem por aí que a reconversão da Linha do Tâmega incluirá a passagem de via estreita a via larga, passando assim a fazer parte da rede de suburbanos do Porto, com comboios diretos. Consequentemente, passará muito facilmente das 150 pessoas por dia para largos milhares. Claro que certas pessoas de Lisboa não entendem isto. Não sei quem é Maria João Avillez, mas detesto-a. Pessoazinha ignorantezeca, irra.
* Afonso Miguel, de quem me habituei a discordar, faz o resumo da desativação de linhas de caminho-de-ferro nos últimos 30 anos.
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No Norteamos, via TAF.Inovação «made in» Bragança: Finalmente um partido político defende a Regionalização por Fusão de Autarquias
No Blogtailors.Aplicação das novas regras deverá começar na documentação oficial do Estado
Acordo Ortográfico poderá ser implementado em Portugal e Cabo Verde a 5 de Maio
BLOGADO ÀS 02:59:50
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Este é um movimento completo - para além de pugnar por questões regionais, não deixa de se relacionar com as grandes questões nacionais (senão mesmo da humanidade):Movimento cívico defende região autónoma
O Movimento Alternativo do Nordeste (MAN) promete defender "com unhas e dentes" a criação da Região de Trás-os-Montes e Alto Douro com autonomia igual à da Região Autónoma da Madeira e até defende a criação de uma zona franca na Região.
Outra das causas que este movimento abraçou foi a da taxa dos contadores da água. O MAN organizou uma petição, com 1190 assinaturas, que já enviou ao Provedor de Justiça, onde denuncia que a taxa de disponibilidade de caudal cobrada aos munícipes é "uma forma camuflada de cobrança ilegal com o recurso à esperteza saloia para obter receitas ilícitas, pela utilização dos contadores da água", refere a petição que está em fase de análise pelo Provedor.
Não queria soar a maluquinho das bicicletas, mas um agente da autoridade não pode expressar a sua opinião sobre os casos em mão. É a lei.Um homem que circulava esta quart-afeira de manhã numa bicicleta, na Estrada Nacional 378, na Venda Nova, concelho de Sesimbra, teve morte imediata após ter sido atropelado por um automóvel e ter caído em plena via.
Se assim dita a lei, porquê isto? É assim que se fazem inquéritos em Portugal? Pergunta-se à pessoa que sobreviveu a um acidente a sua versão do que aconteceu e fecha-se o inquérito? Ou apenas se decreta, a priori, a culpabilidade do ciclista (ou a natural previsibilidade do acidente)?Filipe, de cerca de 60 anos, terá tentado desviar-se dos buracos existentes na berma da estrada e acabou por se desequilibrar e cair. O veículo que seguia na sua traseira, no sentido Sesimbra/Fogueteiro, não conseguiu travar e atropelou-o.
Segundo as autoridades policiais, esta é a explicação mais plausível para o acidente. "A pessoa iria a circular na via e ao desviar-se de uns buracos, desequilibrou-se e caiu na estrada. A viatura que seguia atrás não teve tempo de reacção", adiantou, ao JN, fonte da GNR, que identificou a condutora do automóvel, prosseguindo agora as investigações para que o caso transite para tribunal.

Especialistas de energia denunciam "embuste" na visita de Sócrates e Pinho à Energie
A visita de José Sócrates e de Manuel Pinho às instalações da Energie para assinalar a segunda fase de expansão da fábrica que produz o que designa por "painéis solares termodinâmicos" está a desencadear uma série de protestos por parte dos principais responsáveis pela investigação e indústria solar no país.
"É uma empresa que assenta a sua propaganda num embuste", denuncia Eduardo Oliveira Fernandes, ex-secretário de Estado da Energia e académico que desenhou a política energética do actual Governo, no que é acompanhado por Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Endesa Portugal e presidente da Sociedade Portuguesa de Energia Solar (SPES), e por Manuel Collares Pereira, considerado um dos principais especialistas em energia solar no país, ex-investigador do INETI e responsável pela empresa fabricante de painéis solares térmicos Ao Sol. Os três especialistas clamam que o produto da Energie, fabricado na Póvoa de Varzim, é "publicidade enganosa" - mostram tratar-se de uma bomba de calor accionada a electricidade com apoio secundário em energia solar e não de um painel solar térmico - e atribuem o incentivo político do primeiro-ministro e do ministro da Economia, com a visita efectuada, a uma possível ausência de apoio técnico adequado pelos respectivos gabinetes.
Sistema de Mobilidade do Mondego
Foi hoje enviado para publicação no Diário da República e no Jornal Oficial da União Europeia o anúncio do concurso público relativo à Empreitada de Reabilitação das Infra-estruturas do Troço Miranda do Corvo/Serpins, do Ramal da Lousã, primeira empreitada da 1.ª Fase do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).
Forçados a demolir habitações onde vivem há décadas
BLOGADO ÀS 00:26:24
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* O Rui Tavares ilustrou em crónica do Público o que publicou no blogue ontem, e teve o condão de, falando da desigualdade, abarcar temas como a regionalização, o Norte e a situação no Estado Espanhol. Cada vez mais, Rui Tavares é o meu herói pessoal.
O erro está em pensar que igualdade é homogeneidade, quando são coisas muito diferentes. Não por acaso, a obsessão com a homogeneidade é de direita (se pensarmos bem, é herdeira da obsessão religiosa com a pureza) e a obsessão com a igualdade é de esquerda. A direita preocupa-se menos com a desigualdade desde que o país seja homogéneo. O conservadorismo nacional é anti-regionalização, anti-imigração e anti-direitos dos gays (bom dia, Dra. Manuela Ferreira Leite) mas não perde o sono com a desigualdade. O projecto oposto não tem problemas em viver num país heterogéneo; o que nos interessa é dar a mesma dignidade a cada uma das partes que o constituem.
Em suma, eu diria que foi o quando a Espanha viu que é um país plural que começou a tornar-se um país mais igual. Mas que sei eu? Perguntem a Felipe González. O que ele respondeu numa entrevista recente foi que o segredo do crescimento da Espanha está em assumir a sua pluralidade interna: “Se há trinta anos atrás me dissessem que a Galiza viria a ser uma economia dinâmica na globalização, eu daria uma gargalhada”. Com o nosso desigual Norte a cair no atraso, é uma gargalhada amarga para nós.
Parece óbvia ainda a ignorância em relação ao Acordo:Aos 30 anos, o "Correio da Manhã" começa nos próximos dias a adaptação do jornal ao novo Acordo Ortográfico, anunciou o director do título, Octávio Ribeiro, na edição de hoje.
Segundo o AO, 'fa(c)to' é uma palavra de dupla grafia, o que significa que se grafa como se quiser. E se na fonia preponderante em Portugal se lê o 'c', se bem que subtilmente, deve grafar-se 'facto', como eu faço há já algum tempo. O que é um facto."A nova ortografia só se estenderá a todos os textos do jornal, respectiva primeira página e manchete, "caro Leitor", quando já ninguém estranhar a palavra 'facto' escrita sem cê", refere Octávio Ribeiro.
A Câmara do Porto adquiriu bilhetes no valor de 32,5 mil euros para o musical "Alice no País das Maravilhas" de La Féria. O montante foi deduzido nos 5% da receita de bilheteira que a Autarquia tem direito. O PS critica discriminação.
No passado, a aquisição de ingressos nos espectáculos de companhias teatrais da cidade era uma forma da Autarquia apoiar esse trabalho. "A compra de bilhetes era uma maneira da Câmara do Porto ajudar as companhias no momento de concretização dos espectáculos. E distribuía esses bilhetes pelas escolas. Com Rui Rio, deixou de fazê-lo", especifica Carla Miranda, convencida de que o problema fundamental não reside nessa aquisição, mas na inexistência de critérios na gestão do Pelouro da Cultura.
"Rui Rio disse que as companhias eram subsídiodependentes", quando a única ajuda municipal era a compra de ingressos, argumenta: "Esses termos não servem para o senhor La Féria. Não é igual para todos. O facto de não existirem regras conduz a estes actos discricionários".
BLOGADO ÀS 01:15:35
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* Vítor Silva entrevista António Alves. O norte, a ferrovia e a bitola europeia. Não concordo com tudo o que disse, mas é bom ouvir alguém esclarecido a falar sobre estes temas.
* Obras na Linha do Minho:
Esta obra de reduzida dimensão esconde um pequeno segredo: "Substituição de travessas de madeira existentes por travessas de betão bi-bloco". O que significa que, mesmo para obras mais pequenas, a CP já substitui as travessas por travessas bi-bloco. O que significa que, mesmo em obras pequenas, começa a entrar em Portugal a bitola europeia. Ótimas notícias, portanto.Consignação da empreitada de reabilitação da superstrutura de via entre Carvalha e Valença e alteamento da gare das estações de Caminha e S. Pedro da Torre
A nova Linha de Gondomar está já em fase de construção, no terreno. Depois de instalados os estaleiros de obra e devidamente garantidas todas as condições de segurança no trabalho, arrancam agora as primeiras frentes de obra em Rio Tinto.

(negrito meu)«Os novos dados do Mapa Sociolinguístico da Galiza (MSG) confirmam que o galego está numa situaçom de emergência», assim de contundente foi o presidente da MNL quando ontem deu a conhecer os dados do estudo de 2004 elaborados pola RAG e só agora divulgados.
Conforme esses dados, o número de pessoas entre 15 e 54 anos que nunca falam em galego passou, entre 1992 (ano do anterior MSG) e 2004 (novo MSG), de 13 para 25% e mesmo até 10,7% das crianças reconhecem que nom receberam nem uma única aula em galego, embora que a opçom «só em castelhano» nem apareçesse contemplada no decreto de 1995.
Por outro lado, as pessoas que dizem falar habitualmente galego passaram de 30,5 para 16%; em total as que dizem falar «só galego» e «mais galego» apenas atingem 38,9%, ou seja, até 22,1 pontos menos do que em 1994 quando a percentagem atingia 61%.
A primeira recolha de dados do MSG foi realizada em 1992, e a segunda há cinco anos, em 2004, embora só seja agora em 2009 que é publicada pola RAG. O MSG é editado em três volumes: Lingua inicial e competencia lingüística (editados os dados de 1992 como 2004), Usos lingüísticos (apresentados só agora com os dados de 2004) e Actitudes lingüísticas (só dados de 1992).
Conforme apontou Carlos Callón, o MSG também reflecte uma queda 40 pontos nos dados da língua inicial, pois o galego passou de nesse âmbito de 60,3 para 20,6% em doze anos.
Ainda, o rural continua a ser o espaço com maior uso do galego, embora uma queda de quase 15 pontos (de 55,3 para 40,5%), face ao mundo urbano, onde o domínio do castelhano («só e mais») é já esmagador nalguns casos: Ferrol (85%), Vigo e Corunha (81,9%), Ponte Vedra 75,9%, Ourense 67,8%, Lugo 59% e Santiago 57,4%.
BLOGADO ÀS 00:47:40
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* Sérgio Caetano, na Baixa do Porto:
Três activistas do MUT - Movimento de Transportes da Área Metropolitana do Porto, foram condenados no Tribunal do Bolhão (Porto) pelo simples facto de não terem avisado atempadamente as autoridades para a realização de uma marcha dos Aliados ao Governo Civil em 2007. A marcha decorreu pacificamente pelo passeio, sem incidentes, e sem "perturbação da ordem pública" mas no final 3 pessoas foram identificadas pela polícia para mais tarde serem acusadas de desobediência...
Perante uma sala cheia de cidadãos solidários com os três arguidos, o Juiz não teve qualquer contemplação e condenou os arguidos ao pagamento de quantias entre os 540 e os 450 euros pelo crime de desobediência qualificada, por não terem cumprido todas as formalidades associadas à promoção de uma manifestação. O próprio Ministério Público tinha pedido, nas suas alegações finais, a substituição da pena de multa por uma simples admoestação!
O Juiz fez ainda questão de refutar qualquer comparação com as manifestações de adeptos de futebol na Baixa do Porto, por considerar que esse tipo de manifestações são espontâneas e impossíveis de prever. Mesmo sendo por vezes bem violentas. 3 cidadãos que "cometeram o crime" de lutar pela melhoria da qualidade de vida da sua cidade, foram condenados pelo simples facto de terem entregue fora do prazo a informação da realização da acção no Governo Civil!
Na mesma cidade onde, por exemplo, grupos de estudantes universitários organizam durante vários meses concentrações em espaços públicos e marchas ruidosas pelas ruas (a qualquer hora do dia e da noite sem qualquer comunicação ao Governo Civil), onde humilham à vista de todos outros estudantes (caloiros), vandalizam o espaço público e deixam atrás de si um rasto de lixo, perante a cumplicidade das autoridades...

BLOGADO ÀS 01:47:25
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* Página incrível, criada por um português que mora em Londres que vale a pena seguir: Visual Complexity.
Prometo ver todos os 658 projetos. Incluindo esta apetitosa categoria, redes de transportes. Iami.
* O metro pára mais (e demora o mesmo):
Até chegar o tram-train, um serviço diferente. Nas estações expresso passa a haver metro de 15 em 15 minutos, nas outras de 30 em 30. É ver se funciona. Os expressos deixam de continuar para o Dragão, fazendo término na Trindade, o que é claramente um passo atrás. É ver. É preciso ver.As estações de Portas Fronhas, da Varziela e de Mindelo passam a receber veículos «Expresso»
Entra em vigor no dia 16 de Março (segunda-feira) o novo serviço da Linha Vermelha do Metro do Porto, que liga a Póvoa de Varzim ao Porto.

BLOGADO ÀS 01:57:32
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* Política em direto - o Bloco permite sugestões ao seu programa eleitoral.
(sugestão do Nuno)
* Ainda bem que o Rui Rio mudou a gestão do Rivoli, senão demoraríamos mais a perceber a grandiosidade do seu génio:
Mas mais fantástico é sabermos que os 3 milhões de euros dos dois fins-de-semana gastos com carros são superiores ao que a CMP gastava para que o Rivoli funcionasse todo o ano, apresentando mais de 300 espectáculos por ano (nos quais se incluíam os tais de 30 espectadores e, também, o Fantasporto, a Maria João Pires, Sérgio Godinho, etc, etc, que, obviamente, tinham casas lotadas).
BLOGADO ÀS 00:33:47
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* Falavam no Público sobre Projecto "Casa no Gerês" distinguido nos EUA e em Israel e a M, matreira como sempre, logo percebeu que o interesse não residia na notícia em si mas na caixa de comentários. Ora vejamos:
Comentário 27.02.2009 - 18h46 - Anónimo, arquitecto desempregado
O projecto é sem dúvida excepcional... Só falta referir que foi feito á base de trabalho não remuneado ( ou melhor 200 euros por mês.. que somente servem para pagar alimentação nos dias de hoje). É assim.. a arquitectura portuguesa actualmente é feita á base da completa exploração dos jovens arquitectos que têm que aceitar qualquer condição de trabalho, quer a nível de renumeração quer a nível de horas de produção, para não estarem no desemprego. Mas que condição é esta?? De país de 3º mundo em que os que têm algum trabalho limitam-se a explorar aqueles que agora começam a sua carreira profissional
27.02.2009 - 20h01 - Anónimo, Lisboa
De facto, é como o meu colega (de profissão e de desemprego) diz. Mas a exploração atinge os jovens e os ditos mais experientes. Hoje em dia os anos de experiência não contam. Contam sim as propostas de trabalho por 7 dias da semana, com horários entre as 9.30/10/11 e as "até conseguir acabar o trabalho", com pagamentos de 600 euros mensais ou menos e sempre com aquela grande instituição - presente em todos os ateliers de arquitectura portugueses - que é o recibo verde. É como se todos já estivessem formatados para o mesmo: "Sabe como é, a crise está por todo o lado, nunca sabemos como é o dia de amanhã, no fundo todos estamos nesta situação. Até os sócios recebem a recibo verde, veja lá!!!!" O curioso deste "modelo" é que ele existe desde que me conheço como arquitecto já vai para 9 anos. E a crise de que se fala agora é um bocadinho mais recente...
27.02.2009 - 20h13 - Anónimo, (outro) arquitecto desempregado, Lisboa
Tanto que se fala na precariedade no trabalho e no combate aos recibos verdes... Apresento uma proposta ao Público: vão de atelier de arquitectura em atelier de arquitectura. Investiguem as condições de trabalho que têm. Vejam há quantos anos alguns trabalham a recibo verde e quanto ganham. Há uns anos veio a público uma notícia que falava num salário médio mensal de 2000 euros para arquitectos... Confirmem-no. Vão verificá-lo ao local devido. Porque isto dos prémios é muito bonito, mas se existe exploração por trás, já não tem tanta piada assim. Até porque, na maioria dos casos, são um ou dois arquitectos a ganhar o prémio e duas mãos cheias de explorados a fazer o trabalho a sério...
Pelo meio, houve tempo para o habitual idiota de serviço:28.02.2009 - 09h18 - Arquitecto , no Estrangeiro
Com 26 escolas de arquitectura algum resultado tem de dar. Um deles e a emigracao de arquitectos porque e verdade nao ha trabalho para todos. Os estagios em Portugal sao pateticos: ou nao sao pagos ou sao simbolicamente pagos 100 euros/mes. Vamos ultrapassar qualquer pais europeu em numero de arquitectos por 1000 habitantes inevitavelmente e so resta uma solucao para isto: fechar cursos de arquitectura ou entao aceitar que se faz um curso de arquitectura para nao ter trabalho nessa area. A respeito do recibo verde - o qual e norma em muitos gabinetes de arquitectura - era bom que o Sr. Presidente da Republica desfizesse a asneira que criou quando foi primeiro ministro. A precariedade faz-se, e ele e o responsavel por esta.
Quando o que se fala são as práticas laborais vigentes em todo o país na área da arquitetura, é óbvio que não é um caso de 'só se deixa explorar quem quer'. O caso é mais de 'se queres trabalhar em arquitetura em Portugal queres ser explorado'. O que este comentário revela é a coisa mais óbvia, que ninguém combate: os jovens arquitetos não são explorados por outra classe profissional má, sem escrúpulos. São, a maior parte das vezes, explorados por colegas de profissão.27.02.2009 - 21h46 - Luis, Almada
Desculpem lá mas só se deixa explorar quem quer. Andar 7 anos a tirar um Curso, fazer um Estagio para ser Arquitecto e depois aceitar um salario baixo só faz sentido para 'artistas' e só lhe veste a pele quem quer
Mais interessante seria a ideia do "Concelho livre de eucaliptos". Obviamente que um movimento destes nunca começaria no Minho. Como sabem, o Minho é aquela região escondida atrás dos eucaliptos.Segundo disse, o Município segue, assim, o exemplo de 52 cidades e vilas do país vizinho e de outras três localidades francesas "que proibiram, também, a realização de touradas".
BLOGADO ÀS 06:09:15
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Nova linha no Tua pode custar tanto como a barragem
Uma nova variante ferroviária pode orçar entre 30 e 300 milhões de euros, segundo vários especialistas
Um estimou em 90 milhões de euros a construção de uma via estreita de 31 quilómetros com travessas de betão e carril de 54 quilos por metro, com sinalização electrónica, contenções geotécnicas, muros de suporte e edifícios para passageiros. Metade desse valor, porém, seria gasto para vencer um desnível de 200 metros entre a estação do Tua e a cota da barragem, o que poderia implicar um sinuoso traçado de oito quilómetros.
Outro falou em 40 milhões de euros, tendo em conta que uma via estreita se adapta bem ao terreno e que a própria EDP terá de fazer vários caminhos de acesso à barragem durante as obras, alguns dos quais poderão ser aproveitados para neles se instalar os carris.
Um terceiro quadro da Refer referiu ao PÚBLICO que uma solução técnica possível para os primeiros quilómetros da variante seria um caminho-de-ferro de cremalheira, no qual os comboios têm uma roda dentada que "agarra" um trilho situado no meio dos carris. Linhas como estas existem há quase 200 anos nos Alpes funcionando sem problemas.
275 a 300 milhõesUm valor bem mais elevado - entre 275 e 300 milhões de euros - é apresentado por Manuel Tão, investigador em Economia de Transportes. Mas neste caso a proposta é mais ousada, pois este especialista sugere uma linha de via larga com parâmetros de velocidade entre os 100 e 120 km/hora que fariam diminuir o tempo de viagem entre Mirandela e o Tua de uma hora e meia para 30 ou 40 minutos. A solução técnica: um túnel helicoidal entre a estação do Tua e a zona planáltica, a partir da qual a linha seguiria até ao Abreiro retomando o traçado actual.
Manuel Tão, que fez os cálculos com base em projectos ferroviários dos Alpes suíços, diz que, mercê do túnel, os primeiros dez quilómetros custariam 200 milhões de euros, seguindo-se mais 15 quilómetros por um custo de 75 milhões.
Esta proposta não é inocente, admite, pois tem implícita a reconversão do resto da Linha do Tua de via estreita para via larga e o consequente prolongamento de Mirandela até Bragança e daí a Puebla de Sanabria, onde está prevista uma estação do TGV que ligará a Galiza a França, Madrid e Barcelona.
"Como obra pública a realizar numa zona de Objectivo I, seria elegível para financiamento comunitário a fundo perdido em mais de 70 por cento", diz, acrescentando que "pela primeira vez o interior de Trás-os-Montes seria inserido no sistema logístico nacional".
No Público.
Pelo menos um destes especialista é esclarecido. Não se vai (re)construir uma linha num terreno tão difícil apenas por causa da paisagem. Quem sequer considera a hipótese é, por assim dizer, estúpido (ou trabalha na refer). O que impede que a linha atual tenha sucesso?
Primeiro, liga o nada ao muito pouco. Liga o Tua a Mirandela, o que, juntos, dá bastante pouco. Se, por exemplo, ligasse o Porto a Mirandela, já faria mais sentido, o que ainda não é possível por a linha do Douro e a linha do Tua terem bitolas diferentes. A EDP terá de escolher - ou constrói a barragem e uma ligação em ferrovia nova ("o concessionário obriga-se a repor todas as vias de comunicação com as mesmas funcionalidades", diz o caderno de encargos), ou não constrói a barragem e fica tudo como está. Já no Douro aconteceu o mesmo, com a barragem da Valeira. A EDP construiu uma variante (incluindo uma ponte nova). Isto há 30 anos.
Continuando, a linha ganharia toda a validade se fosse reativada a ligação a Bragança. Porto-Bragança em ligação direta. Um sonho? Como exemplifica Manuel Tão, o prolongamento até Puebla de Sanabria tornaria o projeto candidato a fundos europeus até 70% a fundo perdido. Passa-se da solução tarefeira dos "especialistas" da refer para uma ligação que quase se autosustenta e teria todo o sentido.
Ao admitir a possibilidade de construir uma estrada em substituição da via férrea do Tua, a EDP faz uma leitura muito ampla do caderno de encargos quando este diz que "o concessionário obriga-se a repor todas as vias de comunicação com as mesmas funcionalidades".
De resto, foi isso que a empresa fez há 30 anos quando construiu não muito longe do Tua a barragem da Valeira. Nessa altura, a EDP pagou uma variante à Linha do Douro e uma nova ponte na Ferradosa para que o comboio pudesse continuar até ao Pocinho e Barca d'Alva.
Se os critérios de hoje fossem aplicados à época, a Linha do Douro teria ficado submersa pela barragem pouco depois do Pinhão, que seria agora a estação términus.Até há pouco tempo a posição oficial da Refer sobre a barragem do Tua era a de que não tinha sido informada pela tutela de que parte da linha seria submergida, pelo que prosseguiria com o seu plano de investimentos. Respondendo recentemente ao PÚBLICO, a empresa recuou e limitou-se a dizer que não era oportuno falar sobre este assunto nesta altura. Gilda Sousa, da EDP, admitiu que terá havido contactos "informais" entre aquela empresa e a EDP que contribuíram para que se chegasse ao valor de 150 milhões de custo para a construção da variante.
Mas o PÚBLICO apurou que chegou a haver, a pedido da EDP, uma reunião com a Refer para que esta autorizasse a realização de prospecções geotécnicas na margem esquerda do Tua, que incluem rebentamentos e construção de galerias na zona da via férrea. Contudo, tal não foi ainda efectuado.
Também no Público.
Outra das razões que levou ao afastamento das populações (e dos turistas) desta linha foi a ideia de insegurança, garantida pela incúria da refer ao longo dos últimos anos na manutenção da linha. Espera-se que a morte não morra solteira neste caso.
* Se morasse no Porto, poderia cumprir um sonho antigo - não votar em Rui Rio:
Elisa Ferreira apresenta candidatura ao Porto
* Ando a ponderar com relativa seriedade deixar de ser amigo do Vasco - aparece numa revista (ou livro) por semana. Se deixar de ser amigo dele, deixo de sentir a obrigação de o noticiar. Já agora, parabéns e saudades muitas.
* Os precários do norte têm agora uma página só para eles. Infelizmente.
* Quem disse que Torres Vedras é uma terra atrasada? Até já lá têm censura:
Ministério Público proíbe sátira ao Magalhães no Carnaval de Torres Vedras
O presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Miguel, foi surpreendido ao início da tarde com um fax do Ministério Público no qual era dado um prazo à autarquia para retirar o conteúdo sobre o computador Magalhães, que fazia parte do “Monumento”, onde apareciam mulheres nuas. “Achamos que pela primeira vez após o 25 de Abril temos um acto de censura aos conteúdos do Carnaval de Torres”, lamentou o responsável, em declarações à Antena 1.
Via Luís Silva.
tudo isto e muito mais em coisar.tumblr.com
BLOGADO ÀS 00:51:33
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O projecto de piscicultura autorizado em 2006 para 17,3 hectares do Sapal de Corroios já está a avançar no terreno. O Grupo Flamingo, defensor do ambiente, avisa que será destruído o principal ecossistema do concelho do Seixal.
"Enquanto temos pisciculturas no Sado a serem vendidas e a falir, não se percebe porque se destrói esta zona sensível", adverte o ambientalista Paulo Gomes, frisando que o despacho do secretário de Estado do Ambiente, datado de 2003, que exigia a reposição do sapal no seu estado natural, nunca foi cumprido.
"É talvez das únicas áreas do concelho a preservar. Estamos a falar de 1% do concelho. É um ecossistema importante", enaltece Paulo Gomes, lembrando que a associação está apenas contra a localização do projecto - que chegou a ser embargado em 2001 - e não contra a piscicultura.
Os ambientalistas acusam ainda a empresa Viveilis - Viveiros de Peixe, Lda., a quem foi cedida uma licença de exploração por dez anos, de ter construído uma barragem que irá secar e destruir o coberto vegetal, um facto que é desmentido pela empresa.
"O viveiro estava arrombado e nós tivemos de o fechar, porque de outra forma não funciona. Agora estamos a recuperar os muros para poder trabalhar. Não estamos a destruir o coberto vegetal e não vamos fazer mais construções", assegurou, ao JN, Francisco Pinto, da Viveilis, que prevê arrancar com a produção em Abril.
Com o intuito de desenvolver um habitat natural, a empresa apresentou recentemente um novo projecto, que inclui a criação de dois charcos para patos, um tanque de pousio e um observatório de aves para a população. "Metade do tanque, por exemplo, vai ser vedado para o caso de as aves querem nidificar e o resto fica para pousarem", descreve Francisco Pinto.
* Como os condutores de automóvel se adoram (mas não suportam estar parados no trânsito lado a lado), alguns já andam de metro e de autocarro:
Fuga ao trânsito na Baixa encheu metropolitano
O corte de trânsito no Terreiro do Paço e na Avenida Ribeira das Naus, em Lisboa, não mergulhou a cidade no caos, como esperavam os pessimistas. O trânsito fluiu, mas também houve mais pessoas a recorrer ao metro.
A fuga ao primeiro dia das alterações no trânsito traduziu-se num aumento de utilizadores do metro. Só as estações de Sete Rios e da Praça de Espanha tiveram mais 10% de passageiros. Quanto à Carris - que prometeu um balanço para amanhã - verificou um aumento de velocidade nos corredores BUS. "É fundamental manter a mesma atitude de procurar caminhos alternativos e usar os transportes públicos. Não pensem que afinal dá para passar", alertou António Costa.
Metro chega a Vila d'Este em túnel
Ligação com 3,8 quilómetros entre Santo Ovídio e aurbanização concluída em 2013. Interface fica no hospital
O metro chegará a Vila d'Este em túnel dentro de quatro anos. O prolongamento da linha Amarela em Gaia entre a rotunda de Santo Ovídio e aquela urbanização terá 3,82 quilómetros, mas só um terço do traçado será enterrado.
* Em Mirandela decide-se (se o comboio, se a barragem):
A maioria dos deputados municipais de Mirandela (57) votou, esta segunda-feira, favoravelmente a realização de um referendo local sobre a manutenção da linha ferroviária do Tua, ratificando a decisão do executivo da autarquia, há um mês.
* Bom Jesus, Penha e Santa Luzia - favelas dos ricos:
Favela dos ricos vai tornar-se "repulsiva"
Estudo da Universidade do Minho sobre Bom Jesus é demolidor
O crescente "enfavelamento" das urbanizações de luxo na Encosta do Bom Jesus pode tornar o local "repulsivo" e até "conflituoso". Este é o alerta preliminar de um estudo desenvolvido na Universidade do Minho.
A investigação, que junta o geógrafo urbano Miguel Bandeira, o sociólogo Carlos Veiga e a arquitecta Patrícia Veiga, vai estender-se também à Encosta da Penha, em Guimarães, e ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, naquele que pretende ser um contributo para o ordenamento do território, a partir doNoroeste.
Numa primeira fase, foi estudado o fenómeno de Braga naquela que ficou conhecida como a "favela dos ricos", devido à predominância de moradores. As conclusões preliminares são demolidoras.
"Ao aumentar o enfavelamento, começam já a surgir litígios entre os vizinhos. Mais construção significa mais caos e, ao tapar as vistas ou invadir o território do outro, a mais-valia que levou à escolha daquela área desqualifica as expectativas dos primeiros locatários", explica o geógrafo urbano, que acusa ainda a proliferação de vivendas de segunda linha, em banda, que surgem de uma cada vez mais elevada densidade de construção.
"Onde cabe, constrói-se. Tudo isto vai gerar níveis de conflitualidade, tornando-se até repulsivo para os que lá moram", prevê, relembrando que o projecto científico, desenvolvido a partir de 50 inquéritos não tem um objectivo "moralizador", mas pretende ser um alerta académico para os decisores no que toca à deterioração previsível da qualidade de vida na colina, já por si acusada de ter arrasado um dos poucos pulmões da cidade.
A "favela dos ricos", caracterizada pela construção assente em antigas quintas, cujo cadastro de caminhos rurais foi mantido, mostra já os seus efeitos negativos, com a confusão na gestão do tráfego. "Já não circulam por aqui tractores, o desenho das ruas devia ter sido pensado", diz. Há também riscos inerentes a ter em conta, nomeadamente a pavimentação de uma linha de água, que poderá ser "terrível", no caso de um desastre natural.
Os autores referem que a construção naquela área teve custos sociais, para fazer chegar ali acima o saneamento, a luz, o que por si só justificaria um planeamento cuidado. Equação que devia estender-se às preocupações ambientais. Os moradores, maioritariamente na casa dos 50 anos, filhos de uma geração de operários, têm "bons salários", e conseguiram a ascenção social à custa de uma carreira. Conceberam eles próprios as casas (com áreas superiores a 350 m2), "subjugados à imagem e não à eficiência". "Os arquitectos apenas cumpriram o que foi idealizado. Não houve sensibilidade ambiental na concepção. Por exemplo, os jardins de tipo canteiro não compensam a perda da vegetação exuberante da Serra de Espinho", continua.
Para Carlos Veiga, o fenómeno de migração para as colinas, e consequente abandono do centro urbano, promove uma certa "cultura de isolamento". "Não há relações de vizinhança, nem sentido de comunidade. Devido ao capital escolar dos moradores, 80% dos quais são licenciados, podia haver um certo rendimento para a freguesia, mas não se verifica", esclarece.
* Em Matosinhos, novos índices de construção para zonas onde não é suposto construir-se:
Quando for aprovada, a redução do índice de construção de 1 para 0,7 será válida no território urbanizável fora dos planos de Urbanização e de Pormenor ou de zonas ditas "consolidadas" (significa que, onde já existem prédios altos, vão continuar a surgir construções da mesma altura, uma vez que - alegam os serviços camarários -, um imóvel mais pequeno prejudicaria a harmonia dessa zona).
(negrito meu)Guilherme Pinto quer redução de 30 por cento, para 0,7, do índice de construção em áreas sem direitos adquiridos
BLOGADO ÀS 01:17:56
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