* O corte de via deve estar para breve, por isso
No ramal da Lousã
Metro do Mondego prepara transporte alternativo
Com o início da primeira empreitada marcado para meados de Agosto e devido ao inevitável encerramento do ramal ferroviário da Lousã, o Metro do Mondego anunciou que já deu início aos trabalhos de planeamento de serviços de transporte alternativos e que já entregou as propostas às três Câmaras Municipais envolvidas: Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo.
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BLOGADO ÀS 18:10:11
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* Mais sobre a 'Linha de São Mamede' (Matosinhos - São João). Não é que me desagrade o traçado. O que estranho é que não haja qualquer coordenação com o projeto da CP, que também calcorreará aqueles terrenos.
Metro vai partir da praia e chega em túnel ao S. João
Linha por S. Mamede criará mais nove estações no concelho
A terceira linha do metro de Matosinhos, que passará por S. Mamede de Infesta, parte da praia à superfície e chega enterrada ao Hospital de S. João (Porto). A ligação aproveita o corredor da Linha Azul e cria mais nove estações no concelho.
O metro atracará, pela primeira vez, na frente de mar com uma estação na Avenida da República, a poucos passos da praia de Matosinhos. Essa mudança obriga a deslocar a estátua de Passos Manuel e mexe com o trajecto das restantes ligações ao município. O término da actual Linha Azul e da futura ligação a S. Mamede de Infesta e ao Hospital de S. João no Porto passará a ser na praia de Matosinhos. A plataforma do Senhor de Matosinhos será o término da linha do Campo Alegre.
Essa alteração visa anular a curva existente na Linha Azul no cruzamento da Brito Capelo com a Avenida da República. A Câmara matosinhense reivindica o enterramento do metro no troço pedonal daquela rua, antes do cruzamento com a avenida. Daí rumaria a S. Bento (Porto). Essa solução, defendida pelo presidente Guilherme Pinto, evitaria constrangimentos no trânsito de viaturas e no acesso a garagens e a estabelecimentos comerciais, provocados pela circulação das composições à superfície em Brito Capelo: "Não há razão para que este constrangimento urbanístico não seja abordado de outra forma", entende o autarca. A hipótese está a ser estudada pela Metro.
Quem vier do Senhor de Matosinhos e tiver a Senhora da Hora ou a Trindade por destino, terá de fazer um transbordo no troço pedonal da Rua de Brito Capelo. Essa mudança só ocorrerá após a entrada em operação da linha Ocidental entre Porto e Matosinhos, prevista para 2014. Só dois anos mais tarde, as composições da terceira linha entre os dois concelhos começarão a circular.
Além da nova estação na praia de Matosinhos, o traçado contempla a reformulação da plataforma da Fonte de Cuco e a execução de mais sete estações. O novo troço tem seis quilómetros e metade é à superfície. "Esta linha é decisiva, pois permitirá que milhares de utentes que hoje vão ao centro do Porto passem a seguir, directamente, para o Hospital de S. João e para o pólo universitário. Serve não só os matosinhenses, mas também pessoas da Maia, da Póvoa, de Vila do Conde e da Trofa", sublinha Guilherme Pinto.
O autarca não tem dúvidas de que a nova ligação se justifica, até porque servirá zonas densamente povoadas do concelho. As composições enterrarão na Avenida de Xanana Gusmão (embora a estação na avenida ainda seja à superfície) e voltam a ver a luz do dia junto ao ISCAP - Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, onde será edificado um parque de estacionamento. Enterra de novo em direcção ao Hospital de S. João.
Assim, contam-se quatro estações subterrâneas: uma na Rua de Elaine Sanceau, à porta da igreja de Padrão da Légua; a da Pedra Verde, na Rua de 5 de Outubro próximo do cruzamento com a Avenida do Conde; a de S. Mamede de Infesta, que fica por baixo da igreja de S. Mamede (a área envolvente ao templo será recuperada); a do Hospital de S. João. Esta plataforma será rasgada na fronteira de Matosinhos com o Porto, em frente à unidade hospitalar.
Já a estação de Fonte do Cuco, sofrerá uma intervenção de vulto. A plataforma - que serve as linhas Vermelha, Verde e Violeta - será deslocada. Ficará por baixo de um viaduto a construir paralela à travessia rodoviária existente na Avenida de Vasco da Gama (conhecido por viaduto do Londres). A estação ficará no novo viaduto, com um elevador de acesso à Avenida Fabril do Norte.
Túnel da avenida abre com candidatura de Mesquita
BLOGADO ÀS 02:14:57
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* O Metro do Porto seguiu a minha sugestão e já está no google transit. A busca parece ainda limitada ao Metro, sem CP, STCP nem privados.
* A Assembleia da República discutiu hoje a Rede de Alta Velocidade. Pelo que vi à hora do almoço, não se juntaram apenas para falar da nova ponte sobre o Tejo ou do Madrid-Lx, graças a Deus.
* O Público noticia obras na Linha de Cascais. Não informam, no entanto, sobre travessas polivalentes, mudança da tensão elétrica ou a ligação, em Alcântara, à Linha de Cintura. Leio na REFER que
Os investimentos previstos incluem, essencialmente, a modernização da sinalização, a eliminação de todas as passagens de nível ainda existentes, a modernização da super-estrutura de via, a adequação da tensão eléctrica (tornando-a igual à da restante rede) e a requalificação de estações e apeadeiros.
BLOGADO ÀS 01:18:50
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* Perdoem-me a visão preconceituosa da coisa, mas não consigo vê-la de outra maneira - betinhos da Foz até aturam o metro, mas longe da vista:
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Os representantes da Câmara do Porto e da Metro na comissão de acompanhamento chegaram a um consenso, depois das críticas do Município e das juntas da Foz, de Nevogilde e de Lordelo do Ouro ao traçado à superfície entre a Boavista e as Condominhas. Agora, as composições seguirão enterradas à saída do Parque da Cidade e passam em túnel pela futura Via Nun'Álvares, pela Praça do Império e pela Rua de Diogo Botelho. Nesse troço, só vêem a luz do dia no Fluvial. A ribeira da Granja obriga a uma solução à superfície menos complexa e onerosa, que será estudada pela arquitecta Marisa Lavrador. A projectista do Parque da Pasteleira é chamada, pois o metro ocupará a bordadura daquele espaço.
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BLOGADO ÀS 01:45:43
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* Resumo das intervenções dos deputados, respondendo à petição "Braga-Porto: 40 minutos (em atualização)
Nesta sessão falou-se também na possibilidade de fazer chegar os suburbanos a Barcelos. Dentro duma lógica de rentabilização / otimização da rede existente, não me parece mal. Como estratégia de futuro, é totalmente ao lado. Como diz Pedro Morgado,
Através de uma linha nova ou com uma concordância em Nine, deveriam existir já comboios diretos entre Barcelos e Braga, e daqui para Guimarães (este através de uma linha nova). A pressão sobre o Governo tem de ser constante - não se pode estar eternamente à espera de um governo regional que resolva o assunto. Esse governo regional ainda tem de ser referendado, e mesmo que passe a votação demoraria ainda muitos anos a decidir o que quer que fosse. É a visão do Governo sobre o Norte que tem de mudar, mas também a visão do Governo sobre a ferrovia em geral.Se olharmos para os dados do último recenseamento, verificamos que os movimentos pendulares entre Braga e Barcelos (4.908/dia) ou entre Braga e Guimarães (4.288/dia) superam em larga escala os movimentos pendulares entre o Porto e qualquer uma das três cidades (Braga 2.856/dia; Guimarães 1.752/dia; Barcelos 1.615/dia). Posto isto, é verdadeiramente incompreensível que a ligação ferroviária entre Braga e Guimarães continue por se concretizar e, ainda mais, que não exista uma ligação directa entre Braga e Barcelos. Saliente-se que esta última seria facilmente praticável em menos de 20 minutos, caso existisse a concordância de Nine.
BLOGADO ÀS 20:17:59
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* Este texto elenca todas as razões para não se construir a barragem do Tua. Alguém me consegue mostrar uma razão válida para a construir?
No linhadotua.net.
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No Público.Proposta do Governo para reduzir multas ambientais classificada como "uma vergonha"
O Governo quer reduzir as multas ambientais, para proteger pessoas singulares e pequenas e médias empresas. As primeiras reacções são de total surpresa, com a medida, anunciada hoje, a ser classificada como “uma vergonha”, “um passo atrás” ou “um mau sinal”.
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A construção do segundo troço do Sistema de Mobilidade do Mondego, que contempla a instalação de um metropolitano de superfície no Ramal da Lousã, foi posta a concurso.
Os trabalhos, da responsabilidade da Refer, custam 43 milhões de euros.
A sociedade Metro Mondego revelou anteontem à noite, em comunicado, que o concurso público lançado pelo Governo abrange a empreitada de construção do troço ferroviário entre Alto de São João (Coimbra) e Miranda do Corvo, numa extensão de 14,28 quilómetros.
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No JN.Falta de utentes não trava expansão
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Faz hoje dois anos que o Metro Sul do Tejo (MST) começou a circular nos concelhos de Almada e Seixal.
Ainda sem os 85 mil passageiros diários planeados, é já certo o seu prolongamento ao Fogueteiro e ao Barreiro
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BLOGADO ÀS 00:35:10
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* Os Verdes descobriram a pólvora:
O partido Ecologista «Os Verdes» (PEV) denunciou, esta quarta-feira, a existência de um documento, com quase três anos, que alegadamente obriga a EDP a construir uma alternativa ferroviária à linha do Tua, caso seja construída a barragem de Foz Tua, diz a Lusa.(...)
«Observando-se este cenário (de submersão da linha do Tua) recai na responsabilidade do promotor desta obra o desvio da linha de caminho-de-ferro para outro espaço de canal ferroviário albergando todos os custos daí inerentes», continuou, lendo o parecer da REFER.
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BLOGADO ÀS 02:39:27
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* Portugal adia entrada em vigor do Acordo Ortográfico:
A implementação do Acordo Ortográfico em Portugal e Cabo Verde, inicialmente indicada para 05 de Maio, foi adiada para o segundo semestre deste ano, garantiu hoje à Agência Lusa o ministro da Cultura cabo-verdiano.
Tudo isto depois de se ter repetido inúmeras vezes a redundância de se construir uma linha de metro sobre o traçado de uma linha de caminho-de-ferro (em vias de reabrir).Como estão os processos das outras linhas da segunda fase?
A segunda fase tem 45 quilómetros e, em 43 quilómetros, tem sido tudo completamente pacífico. O diálogo entre as autarquias e a Metro do Porto tem decorrido da melhor maneira, tanto nas duas linhas principais, a de Gaia e a de S. Mamede de Infesta, como na ligação entre Campanhã e Gondomar. Tem havido reuniões regulares e não há polémica.
BLOGADO ÀS 01:28:06
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* A ideia é velha, já se provou a sua exequibilidade, e já por várias vezes se anunciou a reabertura. Mas, enfim, mais uma vez aí está:
Não apresento pormenores porque estes não existem - fala-se apenas de 'dois comboios suburbanos em cada sentido nas horas de ponta e um durante o resto do dia', o que faz lembrar a anterior promessa de reabertura, em 2006, em que também rareavam pormenores. É de esperar que isto signifique, num futuro próximo, uma rentabilização séria da linha - com inserção de comboios regionais a partir de Matosinhos e uma clara ligação com a rede de metro, com tão bem enfatiza António Alves.Linha de Leixões para passageiros deverá abrir antes das eleições legislativas
BLOGADO ÀS 01:24:45
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* Lino Cabral, Contas à moda do metro do Porto
Lino Cabral é uma pessoa esclarecida. Haverá um dia em que o Grande Porto terá uma rede de metro a sério. Nesse futuro (espero) não muito longínquo irão coexistir a Linha da Boavista e a Linha do Campo Alegre, com talvez uma terceira linha norte/sul a cruzar ambas. Até lá, deve-se construir primeiro a linha mais fácil e barata, já que está provado que o número de utentes prováveis é semelhante. Convém não esquecer que ambos os projetos (o do metro e o do governo), preveem uma segunda linha para Gaia, passando no pólo universitário, o tal 'gerador de tráfego' que os defensores da Linha do Campo Alegre tanto utilizam como justificação. O que quer dizer que, com a Linha da Boavista ou com a do Campo Alegre, o pólo universitário será sempre servido por metro.Uma contribuição para a análise custo-benefício entre a linha da Boavista e o Campo Alegre
custo da obra - Boavista: 90, Campo Alegre: 300
tempo de execução - Boavista: RÁPIDA, Campo Alegre: LONGA
técnica - Boavista: SIMPLES, Campo Alegre: COMPLEXA
volume de transporte - Boavista: X, Campo Alegre: X
tempo de percurso - Boavista: Y, Campo Alegre: >Y
preço final do bilhete (utente) - Boavista: Z, Campo Alegre: Zx4OBS.:
- A linha da Boavista SÓ é compatível com uma redução drástica da utilização egoísta do automóvel. Nem que para o efeito se crie uma espécie de ASAE...
- A linha do Campo Alegre SÓ é possível enterrada. Cara, eterna, dramática...
- Há 14 anos a linha da Boavista era a espinha do projecto. Depois passou a alternativa, agora foi para o caixote do lixo. Isto é a desordem mental.

BLOGADO ÀS 01:44:31
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