Categoria: METRO

20-06-2009

METRO

Atualizações 20/6/09

* O corte de via deve estar para breve, por isso

No ramal da Lousã

Metro do Mondego prepara transporte alternativo

Com o início da primeira empreitada marcado para meados de Agosto e devido ao inevitável encerramento do ramal ferroviário da Lousã, o Metro do Mondego anunciou que já deu início aos trabalhos de planeamento de serviços de transporte alternativos e que já entregou as propostas às três Câmaras Municipais envolvidas: Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo.

(...)



No Transportes em Revista.



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BLOGADO ÀS 18:10:11

20-06-2009

URBANISMO DE PONTA, POLÍTICA À PORTUGUESA, GRANDE PORTO, METRO, BRAGA - VALE DO AVE

Atualizações 19/6/09

* Mais sobre a 'Linha de São Mamede' (Matosinhos - São João). Não é que me desagrade o traçado. O que estranho é que não haja qualquer coordenação com o projeto da CP, que também calcorreará aqueles terrenos.

Metro vai partir da praia e chega em túnel ao S. João

Linha por S. Mamede criará mais nove estações no concelho

A terceira linha do metro de Matosinhos, que passará por S. Mamede de Infesta, parte da praia à superfície e chega enterrada ao Hospital de S. João (Porto). A ligação aproveita o corredor da Linha Azul e cria mais nove estações no concelho.

O metro atracará, pela primeira vez, na frente de mar com uma estação na Avenida da República, a poucos passos da praia de Matosinhos. Essa mudança obriga a deslocar a estátua de Passos Manuel e mexe com o trajecto das restantes ligações ao município. O término da actual Linha Azul e da futura ligação a S. Mamede de Infesta e ao Hospital de S. João no Porto passará a ser na praia de Matosinhos. A plataforma do Senhor de Matosinhos será o término da linha do Campo Alegre.

Essa alteração visa anular a curva existente na Linha Azul no cruzamento da Brito Capelo com a Avenida da República. A Câmara matosinhense reivindica o enterramento do metro no troço pedonal daquela rua, antes do cruzamento com a avenida. Daí rumaria a S. Bento (Porto). Essa solução, defendida pelo presidente Guilherme Pinto, evitaria constrangimentos no trânsito de viaturas e no acesso a garagens e a estabelecimentos comerciais, provocados pela circulação das composições à superfície em Brito Capelo: "Não há razão para que este constrangimento urbanístico não seja abordado de outra forma", entende o autarca. A hipótese está a ser estudada pela Metro.

Quem vier do Senhor de Matosinhos e tiver a Senhora da Hora ou a Trindade por destino, terá de fazer um transbordo no troço pedonal da Rua de Brito Capelo. Essa mudança só ocorrerá após a entrada em operação da linha Ocidental entre Porto e Matosinhos, prevista para 2014. Só dois anos mais tarde, as composições da terceira linha entre os dois concelhos começarão a circular.

Além da nova estação na praia de Matosinhos, o traçado contempla a reformulação da plataforma da Fonte de Cuco e a execução de mais sete estações. O novo troço tem seis quilómetros e metade é à superfície. "Esta linha é decisiva, pois permitirá que milhares de utentes que hoje vão ao centro do Porto passem a seguir, directamente, para o Hospital de S. João e para o pólo universitário. Serve não só os matosinhenses, mas também pessoas da Maia, da Póvoa, de Vila do Conde e da Trofa", sublinha Guilherme Pinto.

O autarca não tem dúvidas de que a nova ligação se justifica, até porque servirá zonas densamente povoadas do concelho. As composições enterrarão na Avenida de Xanana Gusmão (embora a estação na avenida ainda seja à superfície) e voltam a ver a luz do dia junto ao ISCAP - Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, onde será edificado um parque de estacionamento. Enterra de novo em direcção ao Hospital de S. João.

Assim, contam-se quatro estações subterrâneas: uma na Rua de Elaine Sanceau, à porta da igreja de Padrão da Légua; a da Pedra Verde, na Rua de 5 de Outubro próximo do cruzamento com a Avenida do Conde; a de S. Mamede de Infesta, que fica por baixo da igreja de S. Mamede (a área envolvente ao templo será recuperada); a do Hospital de S. João. Esta plataforma será rasgada na fronteira de Matosinhos com o Porto, em frente à unidade hospitalar.

Já a estação de Fonte do Cuco, sofrerá uma intervenção de vulto. A plataforma - que serve as linhas Vermelha, Verde e Violeta - será deslocada. Ficará por baixo de um viaduto a construir paralela à travessia rodoviária existente na Avenida de Vasco da Gama (conhecido por viaduto do Londres). A estação ficará no novo viaduto, com um elevador de acesso à Avenida Fabril do Norte.



No JN.



(grande)


* Em Braga, continua a promiscuidade extrema entre obra pública e ciclos eleitorais:

Túnel da avenida abre com candidatura de Mesquita



No JN.



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BLOGADO ÀS 02:14:57

16-06-2009

GALIZA, AMIGOS, FERROVIÁRIO, METRO, ESPAÑA ESTRAÑA, ALTA VELOCIDADE ELEVADA

Atualizações 15/6/09

* O Metro do Porto seguiu a minha sugestão e já está no google transit. A busca parece ainda limitada ao Metro, sem CP, STCP nem privados.


* A Assembleia da República discutiu hoje a Rede de Alta Velocidade. Pelo que vi à hora do almoço, não se juntaram apenas para falar da nova ponte sobre o Tejo ou do Madrid-Lx, graças a Deus.


* O Público noticia obras na Linha de Cascais. Não informam, no entanto, sobre travessas polivalentes, mudança da tensão elétrica ou a ligação, em Alcântara, à Linha de Cintura. Leio na REFER que

Os investimentos previstos incluem, essencialmente, a modernização da sinalização, a eliminação de todas as passagens de nível ainda existentes, a modernização da super-estrutura de via, a adequação da tensão eléctrica (tornando-a igual à da restante rede) e a requalificação de estações e apeadeiros.




* O Valentim, já presidente da AGAL, é entrevistado no galizalivre e escreve no Novas. Gosto muito dele.



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BLOGADO ÀS 01:18:50

19-05-2009

PORTURARIDADE, GRANDE PORTO, METRO, VÍCIO AUTOMÓVEL

Atualizações 18/5/09

* Perdoem-me a visão preconceituosa da coisa, mas não consigo vê-la de outra maneira - betinhos da Foz até aturam o metro, mas longe da vista:

(...)

Os representantes da Câmara do Porto e da Metro na comissão de acompanhamento chegaram a um consenso, depois das críticas do Município e das juntas da Foz, de Nevogilde e de Lordelo do Ouro ao traçado à superfície entre a Boavista e as Condominhas. Agora, as composições seguirão enterradas à saída do Parque da Cidade e passam em túnel pela futura Via Nun'Álvares, pela Praça do Império e pela Rua de Diogo Botelho. Nesse troço, só vêem a luz do dia no Fluvial. A ribeira da Granja obriga a uma solução à superfície menos complexa e onerosa, que será estudada pela arquitecta Marisa Lavrador. A projectista do Parque da Pasteleira é chamada, pois o metro ocupará a bordadura daquele espaço.

(...)



No JN.

Os representantes da Comissão de Acompanhamento querem fazer-nos crer que esta é uma boa solução. A solução é partir esta solução em partes e provar-lhes o erro:

-O metro do Porto é tendencialmente de superfície: apenas nos troços mais complicados (como centros históricos) este é subterrâneo. Não é assim por mania, mas por questões de segurança urbana, custos monetários, acessibilidade, etc. Até agora, o único obstáculo que o metro não foi capaz de vencer à superfície foi o centro histórico do Porto, por razões óbvias. No resto, foi à superfície que se resolveram os problemas. E, até agora, com sucesso. Isto significa que à superfície, salvo raras exceções, o metro encaixa sempre.

-Tanto em Gaia como em Matosinhos existe muito trânsito automóvel. Argumentar que o metro não pode circular em certas zonas pela possível conflituosidade com os automóveis também já se provou errado - uma avenida com desenho cuidado permite uma saudável convivência entre os dois meios de transporte. E se funciona em Gaia, com o seu trânsito intenso, não funcionará ainda melhor na zona ocidental do Porto? Convém não esquecer que o metro existe para contrariar o paradigma automóvel, não para o favorecer.

-Um Parque Urbano é um espaço onde se tenta, por um instante que seja, esquecer a ditadura urbana. Nunca um Parque Urbano é desligado da cidade, mas não pode também ser constantemente assediado por edifícios, pontes e vias rápidas. O Parque da Cidade já tem um viaduto preparado para o Metro, que se tornou inviável pela pressão automóvel - porque haveria de sofrer o Parque a agressão de ser cruzado por uma linha de metro?

E os parques são de todos os habitantes. Se bem que os habitantes mais abastados da zona da Foz têm pequenos parques da cidade em cada um dos seus quintais, as pessoas mais carenciadas não o têm, e muitas migram semanalmente ao Parque da Cidade em busca do que não possuem no seu apartamento em Gondomar ou num qualquer bairro social.

Assim, e seguindo a minha visão preconceituosa da coisa, a única interpretação que consigo dar ao que leio não é mais que isto: os riquinhos da Foz, que não sobrevivem sem o seu carro, não querem ter o metro a chateá-los no seu bairro. Já que não precisam dos Parques Urbanos (têm-nos nos seus logradouros), preferem que o Estado pague o enterramento das linhas e que essas linhas rasguem o espaço verde dos outros, ao invés de largarem os seus carrinhos e adotarem modos de vida mais saudáveis. Senhores riquinhos, pensem duas vezes. Isso não se faz.


* Petição Em Defesa da Reserva Agricola Nacional

Via @alicebernardo



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BLOGADO ÀS 01:45:43

09-05-2009

IMAGENS, FERROVIÁRIO, METRO, PEDONAL, BRAGA - VALE DO AVE

Atualizações 9/5/09

* Resumo das intervenções dos deputados, respondendo à petição "Braga-Porto: 40 minutos (em atualização)

Nesta sessão falou-se também na possibilidade de fazer chegar os suburbanos a Barcelos. Dentro duma lógica de rentabilização / otimização da rede existente, não me parece mal. Como estratégia de futuro, é totalmente ao lado. Como diz Pedro Morgado,

Se olharmos para os dados do último recenseamento, verificamos que os movimentos pendulares entre Braga e Barcelos (4.908/dia) ou entre Braga e Guimarães (4.288/dia) superam em larga escala os movimentos pendulares entre o Porto e qualquer uma das três cidades (Braga 2.856/dia; Guimarães 1.752/dia; Barcelos 1.615/dia). Posto isto, é verdadeiramente incompreensível que a ligação ferroviária entre Braga e Guimarães continue por se concretizar e, ainda mais, que não exista uma ligação directa entre Braga e Barcelos. Saliente-se que esta última seria facilmente praticável em menos de 20 minutos, caso existisse a concordância de Nine.

Através de uma linha nova ou com uma concordância em Nine, deveriam existir já comboios diretos entre Barcelos e Braga, e daqui para Guimarães (este através de uma linha nova). A pressão sobre o Governo tem de ser constante - não se pode estar eternamente à espera de um governo regional que resolva o assunto. Esse governo regional ainda tem de ser referendado, e mesmo que passe a votação demoraria ainda muitos anos a decidir o que quer que fosse. É a visão do Governo sobre o Norte que tem de mudar, mas também a visão do Governo sobre a ferrovia em geral.


* Uma aplicação que calcula as distâncias temporais para quem anda de metro e a pé em NY (via Erica Alba):



* A minha primeira tentativa no mundo dos vídeos musicais.



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BLOGADO ÀS 20:17:59

02-05-2009

PORTURARIDADE, IMPRENSA, METRO, TRÁS-OS-MONTES

Atualizações 1/5/09

* Este texto elenca todas as razões para não se construir a barragem do Tua. Alguém me consegue mostrar uma razão válida para a construir?

No linhadotua.net.


*

Proposta do Governo para reduzir multas ambientais classificada como "uma vergonha"

O Governo quer reduzir as multas ambientais, para proteger pessoas singulares e pequenas e médias empresas. As primeiras reacções são de total surpresa, com a medida, anunciada hoje, a ser classificada como “uma vergonha”, “um passo atrás” ou “um mau sinal”.

(...)

No Público.


* Em Coimbra, mais um passo na direção do metro:

(...)

A construção do segundo troço do Sistema de Mobilidade do Mondego, que contempla a instalação de um metropolitano de superfície no Ramal da Lousã, foi posta a concurso.

Os trabalhos, da responsabilidade da Refer, custam 43 milhões de euros.

A sociedade Metro Mondego revelou anteontem à noite, em comunicado, que o concurso público lançado pelo Governo abrange a empreitada de construção do troço ferroviário entre Alto de São João (Coimbra) e Miranda do Corvo, numa extensão de 14,28 quilómetros.

(...)



No JN.

Curiosamente, em lado nenhum aparece a referência à duplicação da via. Vai continuar em via única?


* Em Almada, expande-se a rede:

Falta de utentes não trava expansão

(...)

Faz hoje dois anos que o Metro Sul do Tejo (MST) começou a circular nos concelhos de Almada e Seixal.

Ainda sem os 85 mil passageiros diários planeados, é já certo o seu prolongamento ao Fogueteiro e ao Barreiro

(...)

No JN.



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BLOGADO ÀS 00:35:10

24-04-2009

PORTURARIDADE, FERROVIÁRIO, POLÍTICA À PORTUGUESA, ENTRE-DOURO-E-MINHO, METRO

Atualizações 23/4/09

* Os Verdes descobriram a pólvora:

O partido Ecologista «Os Verdes» (PEV) denunciou, esta quarta-feira, a existência de um documento, com quase três anos, que alegadamente obriga a EDP a construir uma alternativa ferroviária à linha do Tua, caso seja construída a barragem de Foz Tua, diz a Lusa.(...)

«Observando-se este cenário (de submersão da linha do Tua) recai na responsabilidade do promotor desta obra o desvio da linha de caminho-de-ferro para outro espaço de canal ferroviário albergando todos os custos daí inerentes», continuou, lendo o parecer da REFER.

(...)




* A minha próxima tentativa de provar que o mundo não é redondo, que a CP é uma merda e que eu sou uma pessoa muito estúpida:




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BLOGADO ÀS 02:39:27

17-04-2009

PROJETOS, ACORDO ORTOGRÁFICO, FERROVIÁRIO, GRANDE PORTO, METRO

Atualizações 16/4/09

* Portugal adia entrada em vigor do Acordo Ortográfico:

A implementação do Acordo Ortográfico em Portugal e Cabo Verde, inicialmente indicada para 05 de Maio, foi adiada para o segundo semestre deste ano, garantiu hoje à Agência Lusa o ministro da Cultura cabo-verdiano.




* Ai. A Metro insiste em construir a linha entre o São João e a Senhora da Hora, vulgo Linha de São Mamede de Infesta:

Como estão os processos das outras linhas da segunda fase?

A segunda fase tem 45 quilómetros e, em 43 quilómetros, tem sido tudo completamente pacífico. O diálogo entre as autarquias e a Metro do Porto tem decorrido da melhor maneira, tanto nas duas linhas principais, a de Gaia e a de S. Mamede de Infesta, como na ligação entre Campanhã e Gondomar. Tem havido reuniões regulares e não há polémica.

Tudo isto depois de se ter repetido inúmeras vezes a redundância de se construir uma linha de metro sobre o traçado de uma linha de caminho-de-ferro (em vias de reabrir).


* Sobram-me meses de expetativa.



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BLOGADO ÀS 01:28:06

14-04-2009

IMAGENS, FERROVIÁRIO, PORTUGAL ESPERTO, ENTRE-DOURO-E-MINHO, GRANDE PORTO, METRO

Atualizações 13/4/09

* A ideia é velha, já se provou a sua exequibilidade, e já por várias vezes se anunciou a reabertura. Mas, enfim, mais uma vez aí está:

Linha de Leixões para passageiros deverá abrir antes das eleições legislativas

Não apresento pormenores porque estes não existem - fala-se apenas de 'dois comboios suburbanos em cada sentido nas horas de ponta e um durante o resto do dia', o que faz lembrar a anterior promessa de reabertura, em 2006, em que também rareavam pormenores. É de esperar que isto signifique, num futuro próximo, uma rentabilização séria da linha - com inserção de comboios regionais a partir de Matosinhos e uma clara ligação com a rede de metro, com tão bem enfatiza António Alves.




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BLOGADO ÀS 01:24:45

07-04-2009

FERROVIÁRIO, GRANDE PORTO, METRO

Atualizações 6/4/09

* Lino Cabral, Contas à moda do metro do Porto

Uma contribuição para a análise custo-benefício entre a linha da Boavista e o Campo Alegre

custo da obra - Boavista: 90, Campo Alegre: 300
tempo de execução - Boavista: RÁPIDA, Campo Alegre: LONGA
técnica - Boavista: SIMPLES, Campo Alegre: COMPLEXA
volume de transporte - Boavista: X, Campo Alegre: X
tempo de percurso - Boavista: Y, Campo Alegre: >Y
preço final do bilhete (utente) - Boavista: Z, Campo Alegre: Zx4

OBS.:

- A linha da Boavista SÓ é compatível com uma redução drástica da utilização egoísta do automóvel. Nem que para o efeito se crie uma espécie de ASAE...

- A linha do Campo Alegre SÓ é possível enterrada. Cara, eterna, dramática...

- Há 14 anos a linha da Boavista era a espinha do projecto. Depois passou a alternativa, agora foi para o caixote do lixo. Isto é a desordem mental.

Lino Cabral é uma pessoa esclarecida. Haverá um dia em que o Grande Porto terá uma rede de metro a sério. Nesse futuro (espero) não muito longínquo irão coexistir a Linha da Boavista e a Linha do Campo Alegre, com talvez uma terceira linha norte/sul a cruzar ambas. Até lá, deve-se construir primeiro a linha mais fácil e barata, já que está provado que o número de utentes prováveis é semelhante. Convém não esquecer que ambos os projetos (o do metro e o do governo), preveem uma segunda linha para Gaia, passando no pólo universitário, o tal 'gerador de tráfego' que os defensores da Linha do Campo Alegre tanto utilizam como justificação. O que quer dizer que, com a Linha da Boavista ou com a do Campo Alegre, o pólo universitário será sempre servido por metro.


* Novo boletim da ComboiosXXI.


* Uma mulher: Tanaka Hitomi




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BLOGADO ÀS 01:44:31
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